perspectivas

Quarta-feira, 23 Janeiro 2013

O perigo chamado “Obama”

Quando eu vejo blogues “liberais” cantar loas a Obama, não sei me ria ou se dê corda ao relógio. O problema é que os me®dia não contam metade do que se passa hoje nos Estados Unidos.

Por exemplo, o leitor não saberá nunca através dos me®dia que Obama decidiu recentemente que os médicos (privados ou públicos) sejam obrigados a fazer perguntas aos doentes sobre se possuem armas de fogo. Desde logo, obrigar os médicos a fazer perguntas deste tipo aos doentes revela a dinâmica “KGB” da política de Obama; e depois, revela a mente totalitária de Obama, porque se um doente vai a um médico não é para expor a sua vida privada.

obama-polaroid-webSeguindo a dinâmica política “KGB” de Obama, não tarda nada que se organize uma rede estatal de controlo político dos cidadãos, a construção de campos de concentração CDC (Centers for Disease Control and Prevention), e a possibilidade de instaurar arbitrariamente a lei marcial, para além da reivindicação de Obama em rever unilateralmente a Constituição dos Estados Unidos.

Tendo em conta que, segundo uma sondagem recente, apenas 6% da comunidade científica nos Estados Unidos não apoia Obama, podemos extrapolar estes dados e afirmar que a esmagadora maioria dos intelectuais americanos apoia Obama. Nos Estados Unidos existe hoje, de facto, o pensamento único nas elites — tanto ou mais do que na União Europeia.

Ora, este unanimismo das elites em relação a Obama dá ainda mais força à dinâmica política “KGB” de Obama.

São as próprias elites americanas que apoiam uma evolução política, progressiva e “progressista”, rumo a um totalitarismo mais ou menos mitigado. Não tarda nada, e a seguir este caminho, que os filhos denunciem os pais por relapsia política; ou que os alunos denunciem os seus professores por desvios ideológicos; ou que os vizinhos comecem a espiar a vizinhança; ou que a Igreja Católica americana seja obrigada a “casar” gays; ou — fazendo chantagem sobre a Igreja Católica e porque esta tem isenção de impostos —, por exemplo, obrigar os padres católicos a denunciar ao governo de Obama as informações obtidas no confessionário acerca de posse de armas.

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