perspectivas

Sábado, 19 Janeiro 2013

Três realidades geográficas, um só país

Filed under: Portugal — O. Braga @ 6:17 pm
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bandeira monarquica de portugal web

As pequenas bandeiras, da esquerda para a direita: a bandeira do Continente, a bandeira da Madeira, e a bandeira dos Açores. Em fundo, a bandeira de Portugal.

5 comentários »

  1. Li não sei onde que as bandeiras bicolores e tricolores eram maçónicas. Cumpts.

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    Comentar por Bic Laranja (@biclaranja) — Domingo, 20 Janeiro 2013 @ 9:44 am | Responder

    • Nem tanto.

      A bandeira do Vaticano é bicolor e não me consta que o Papa pertença à Maçonaria. Mas como eu já vi um porco a andar de bicicleta, não me admira nada que me venham dizer que sim.

      A bandeira francesa sempre foi tricolor, mesmo antes da revolução burguesa de 1789. O mesmo se passou com a bandeira inglesa: sempre foi tricolor, mesmo antes da revolução de 1688.

      Nota: a ideia desta imagem é a da evolução na continuidade, e não a de uma revolução.

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      Comentar por O. Braga — Domingo, 20 Janeiro 2013 @ 10:14 am | Responder

  2. Quando disse bicolor &c. havia de ter dito bipartida. Não sei muito disso. Certo é que a bandeira só se torna bipartida em Portugal na revolução de 1820 e sabemos do papel da maçonaria nela. Antes eram apenas as armas reais em pano branco.
    Em França torna-se tripartida após a revolução de 1789 e lá sabemos também da maçonaria, ou não…? Antes, cuido, que figurava flores de lis dos Valois em oiro sobre azul. Daí a conhecida expressão.
    Também há agora Douro Azul, mas isso é outra história…
    🙂
    Cumpts.

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    Comentar por Bic Laranja (@biclaranja) — Domingo, 20 Janeiro 2013 @ 12:09 pm | Responder

    • Em 1646, a bandeira do rei de Portugal já era bipartida [ http://goo.gl/Rwz5N ] semelhante à bandeira naval de 1830 [ http://goo.gl/49Ll2 ]. O estandarte pessoal de D. Manuel I era bipartido [ http://goo.gl/V8yrv ].

      A própria tradição da heráldica europeia e portuguesa é, em grande medida, bipartida ou tripartida, e não consta que um vulgar nobre medieval pertencesse à maçonaria.

      Ver em : http://goo.gl/OhOxt

      As revoluções maçónicas tiveram que alterar as bandeiras antigas, porque de outra forma não existiriam símbolos da revolução. E se a escolha maçónica para essa alteração formal fosse, por exemplo, trapezoidal, estaríamos hoje a dizer que as bandeiras trapezoidais são de origem maçónica.

      Inglaterra, um país maçónico por excelência, onde surgiu oficialmente, em 1666, a Maçonaria Especulativa, não tem, nem nunca teve, uma bandeira bipartida ou tripartida. [ http://goo.gl/mlBDq ]

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      Comentar por O. Braga — Domingo, 20 Janeiro 2013 @ 1:17 pm | Responder

  3. Ficamos em que a que nos calhou em 1911 é maçónica e heràldicamente de 2.ª:

    « Em termos heráldicos, a bandeira vigente apõe dois esmaltes (verde e vermelho) sem separação por qualquer metal, o que expressa a representação de uma região (2ª importância) e não de uma nação (1ª importância), facto que não sucedia com a aposição de um esmalte e de um metal (azul e prata) nas cores nacionais. A este facto não é estranho a intenção maçónico-carbonária de criação da União Ibérica, da qual Portugal deveria ser apenas uma região.»
    ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_da_bandeira_de_Portugal#Desde_1910 )

    Grato.

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    Comentar por Bic Laranja (@biclaranja) — Domingo, 20 Janeiro 2013 @ 10:37 pm | Responder


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