perspectivas

Sábado, 19 Janeiro 2013

O professor Galopim de Carvalho diz que “as células são produto da evolução atómica”

«O grau de complexidade da matéria a que chegámos foi crescente desde o início do tempo, isto é, nos cerca de 13 700 milhões de anos (com uma margem de erro de 200 milhões) de existência do Universo que julgamos conhecer.

Das partículas primordiais passou-se aos átomos e, só depois, às moléculas, cada vez mais complexas.

A partir destas, a evolução caminhou no sentido das células mais primitivas, que fizeram a sua aparição na Terra há mais de 3 800 milhões de anos, através de uma cadeia, inicialmente abiótica, de estádios progressivamente mais elaborados, onde o ensaio e o erro tiveram a seu favor 75% ou mais dessa enormidade de tempo.»

via De Rerum Natura: ESTA “NOSSA CASA”.

Se Deus quiser, daqui a algum tempo que esperemos que seja menos do que mais, a própria ciência demonstrará que o Galopim é burro, quando ele afirma que “a vida surgiu da evolução da matéria inerte”. Trata-se de burrice pura e dura. Porém, e além disso, trata-se de uma burrice incrustada, daquela que se alimenta a si mesma e que, por isso, é impossível de eliminar senão com o desaparecimento físico do burro. Um burro destes só deixa de ser burro depois de morto.

atenção ao burroO verdadeiro burro não é aquele que não sabe: quem não sabe, pode não ser burro e ser apenas ignorante. O verdadeiro burro é aquele que pensa que sabe e que transforma a sua espécie de “sabedoria” em dogma, incólume às evidências que apontam para o oposto da sua “sabedoria”.

O burro Galopim não consegue explicar, recorrendo à sua “ciência”, como é que a vida surgiu da matéria inerte. Mas essa dificuldade não tem a mínima importância, “porque sim!”. O burro não precisa de nenhuma explicação para expressar a sua burrice: basta-lhe o “porque sim!”, e o “porque não!”.

Enfim, cito o poeta popular António Aleixo, que mal sabia escrever e que não tinha um curso de ciência:

“Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência.”

No caso do Galopim, é mesmo verdade!

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2 comentários »

  1. […] geral mas decisiva acerca da opinião de um qualquer cientista em particular. Dou como exemplo a opinião do professor Galopim de Carvalho, segundo a qual “as primeiras células evoluíram a partir dos átomos”. Basta lermos a […]

    Pingback por O saber da ciência, a ética e as leis « perspectivas — Sábado, 26 Janeiro 2013 @ 1:02 pm | Responder

  2. […] — é a redução ao absurdo da narrativa darwinista. Um exemplo da narrativa darwinista é este texto do professor Galopim de Carvalho segundo o qual “as células são produto de evolução atómica”. A forma de reduzir ao absurdo […]

    Pingback por Michael Behe e os limites do darwinismo (vídeo) | perspectivas — Domingo, 24 Fevereiro 2013 @ 9:04 am | Responder


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