perspectivas

Quarta-feira, 16 Janeiro 2013

O envolvimento activo da maçonaria no “casamento homossexual”

A maçonaria é hoje o alvo primário a abater. Qualquer alteração substantiva da nossa sociedade passa, em primeiro lugar, pelo ataque à maçonaria.

Esta reacção da maçonaria francesa em relação à oposição da maioria da população francesa ao “casamento anfíbio” retira qualquer dúvida sobre o envolvimento da maçonaria nas engenharias sociais (neognósticas) que decorrem na Europa, que incluem a legalização das barrigas-de-aluguer, a adopção de crianças por pares de homossexuais, a eutanásia livre e a pedido do freguês, a extensão do aborto sem prazo limite, e mesmo o “direito” da mulher matar as suas crianças nascidas.

O texto maçónico incorre em algumas falsidades, por exemplo:


1/
ao contrário do que é afirmado pela maçonaria, o facto de existir a separação entre o Estado e, por exemplo, a Igreja Católica, não significa que as pessoas católicas — incluindo o clero — sejam despojadas do seu direito à opinião. Mas a maçonaria (como podemos ler no texto) recusa e nega o direito à opinião baseando-se em determinadas crenças religiosas. Para a maçonaria, os católicos têm que estar calados e não emitir opinião, quando a maçonaria escreve que “deve ser proibida a propaganda política em locais de culto” — ¡ como se as religiões não fizessem parte da Polis…!

2/ a maçonaria vê o casamento como sendo exclusivamente um contrato, e não como uma instituição. Ora, um contrato não é a mesma coisa que uma instituição. Um qualquer contrato não gera necessariamente uma instituição, embora uma instituição possa conter, em si própria, um contrato. A existir um contrato jurídico no casamento (com instituição do casamento civil no século XVIII), esse contrato é apenas um meio, e não um fim em si mesmo.

3/ em Portugal, o “casamento gay” foi legalizado, mas os pares de gays não podem, por lei, adoptar crianças nem podem recorrer à procriação medicamente assistida. Em Portugal existe “casamento gay”, mas não existe o casamento anfíbio que é proposto pela maçonaria francesa. Portanto, a referência do texto maçónico a Portugal é falaciosa.

4/ para a maçonaria, os serviços públicos são uma abstracção, na medida em que estão separados das pessoas em concreto. Assim, a maçonaria defende a ideia segundo a qual os serviços públicos de televisão não podem traduzir a opinião das pessoas em concreto — excepto se essa opinião é conforme o pensamento único imposto pela maçonaria.

A maçonaria é hoje o alvo primário a abater. Qualquer alteração substantiva da nossa sociedade passa, em primeiro lugar, pelo ataque à maçonaria.

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