Qual é o estudante que não ia querer deitar-se com uns auscultadores nos ouvidos, fechar os olhos e, na manhã seguinte, já saber tudo sobre o bosão de Higgs, se isso fosse possível? Um estudo publicado nesta semana, na revista científica Nature Neuroscience, comprovou pela primeira vez que as pessoas são capazes de aprender “lições” simples, enquanto dormem.
via Estudantes estão mais perto de conseguirem aprender enquanto dormem – Sociedade – PUBLICO.PT.
O jornal Público é o exemplo chapado do que de pior existe nos me®dia ou Meios de Cretinização de Massas em Portugal. É o jornal Público e o António Piedade do blogue Rerum Natura.
Para o jornal Público, a tecnologia é o milagre que transpõe, como que por magia, todas as barreiras impostas pela lei de causa e efeito que rege o nosso mundo macroscópico. Mas não só: para o jornal Público e para o António Piedade, a ciência e a tecnologia são a mesma coisa. É a mentalidade mágica que o blogue Rerum Natura, o António Piedade e os me®dia criticam no “obscurantismo religioso”: é o milagre que eles querem para si mas que negam às pessoas religiosas.
É assim que uma experiência científica em torno do sono se transforma em um milagre tecnológico: por magia, as pessoas aprendem matemática aplicada ou biologia molecular enquanto dormem. Magia! Reparem que não está implícita uma mera hipótese do acto mágico! É já uma certeza que decorre do wishful thinking.
E depois vêm eles [os Meios de Cretinização de Massas, o Rerum Natura e o António Piedade], com uma distinta “lata”, dizer que o homem moderno é diferente do homem medieval ou do homem do neolítico — pois eles não se dão conta da sua mentalidade mágica que decorre da tecnologia milagrosa que tomam por ciência.
A gente adormece e… puf! No dia seguinte é Nobel da física! [“assim a modos que” de quem usa a acção fulminante de um milagre tecnológico para enviar um email para o Japão, à velocidade da luz]. Magia! O determinismo imposto pela entropia da gravidade foi vencido!
A mentalidade mágica da tecnologia milagrosa dos Meios de Cretinização de Massas não se dá conta de que o acto de conhecimento resulta do contacto consciente com um objecto que lhe é exterior, seja qual for o objecto (por exemplo, uma observação de um fenómeno) e seja qual for o modo de contacto (por exemplo, por dedução lógica). Portanto, o acto de conhecimento é essencialmente activo e produto da vontade e do juízo; e mesmo não sendo produto da vontade activa, e do juízo voluntário do ser que conhece (assimilação passiva do conhecimento), o acto de conhecimento pressupõe a condição consciente do ser humano.
Uma coisa é uma lobotomia ideológica (subconsciente e/ou inconsciente); outra coisa é um acto de conhecimento (consciência + vontade + juízo).
Adenda: Puedes escribirle un e-mail a Santa Rosa de Lima para pedir su intercesión