Because once women have the vote, they become a separate constituency with interests separate from those of men. This inevitably results (1) in female emotionalism and female resentment becoming central in politics; (2) in everyone bowing down at the altar of the mistreated, overworked “moms” of America, who are thus turned into a new type of oppressed ubermensch; and (3) in women as a group demanding substantive equality with men as a group. In short, sexual socialism.
O feminismo só pode prevalecer e prosperar numa sociedade fortemente controlada pelo Estado. Ou queremos uma sociedade livre, ou toleramos o feminismo e o controlo do Estado.
Mesmo que Romney ganhe as próximas eleições, terá sido uma vitória de Obama.
Passa-se, hoje, com o partido republicano, nos Estados Unidos, um fenómeno idêntico ao do partido (não) conservador inglês de David Cameron: já não conseguem pensar fora do esquema politicamente correcto.
Os movimentos políticos conservadores do Ocidente deixaram de ser um exemplo a seguir; devemo-nos concentrar nos exemplos de conservadorismo que vêm de outros países, como por exemplo a Rússia e a Hungria. A Ocidente, a diferença entre os partidos conservadores e partidos social-marxistas tende a ser nenhuma, com a passagem do tempo. Estamos a caminhar para uma espécie de rotativismo partidário em que não existem diferenças essenciais entre os partidos políticos, e em que prevalece fundamentalmente um pensamento único.
O partido republicano de Romney assumiu o feminismo pela voz da sua mulher no congresso na cidade de Tampa. E ao assumir o feminismo, o partido republicano assume também o socialismo e, por isso, nega uma sociedade livre, na medida em que o feminismo e a sociedade livre são incompatíveis.
Estamos perante o princípio do terceiro excluído: o feminismo só pode prevalecer e prosperar numa sociedade fortemente controlada pelo Estado. Ou queremos uma sociedade livre, ou toleramos o feminismo e o controlo do Estado.