perspectivas

O jornalismo que temos é um insulto à nossa inteligência!

Anúncios

Muito dificilmente será possível introduzir taxas moderadoras nas interrupções voluntárias da gravidez, como pretendem o CDS e o PSD.

A lei não permite que fiquem registados e sejam partilhados os dados clínicos relativos às mulheres que fazem abortos. Por isso, é dificil implementar a regra de cobrar taxa moderadora às utentes que façam mais de uma interrupção voluntária da gravidez. «Se uma mulher for ao Hospital de Santa Maria fazer um aborto e depois for ao São José, não há forma deste estabelecimento o saber. A não ser que a mulher o diga», explica fonte médica.

via Taxar abortos é missão impossível – Sociedade – Sol.


Nestes dias de calor excessivo, tornamo-nos irritadiços; perdemos a paciência por qualquer coisa. E como em Lisboa faz mais calor do que aqui no norte, a massa encefálica dos jornalistas lisboetas parece derreter como o alcatrão da estrada em plena canícula.
É o caso das conclusões destas duas jornalistas do semanário SOL. Vejam bem: segundo as duas “jornalistas”:

a) o aborto gratuito nos hospitais públicos é uma forma que o Estado encontrou para apoiar a natalidade;

b) depois de uma mulher fazer um aborto num hospital público, e ao sair dele, ainda se encontra grávida, e por isso não tem que pagar nada;

c) os médicos não sabem se uma mulher quer abortar “porque sim”, ou se é obrigada a abortar por um acidente.

Só é possível explicar este raciocínio das jornalistas do Sol por excesso de sol e calor… na moleirinha: derreteu-se-lhes o alcatrão do cocoruto da tola! E já não há paciência para aguentar o jornalismo de esterco que temos! Falência com todos eles! A trampa ao bueiro! Já!

[ ficheiro PDF ]

Anúncios

Anúncios