perspectivas

Segunda-feira, 11 Junho 2012

A confusão darwinista: micro-mutações = macro-mutações = vida

Filed under: Darwinismo — O. Braga @ 11:57 am
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A probabilidade de uma mutação genética está calculada, pelos próprios darwinistas, entre 107 [1 seguido de 7 zeros] e 109 [1 seguido de 9 zeros], dependendo dos casos, por gene e por geração da espécie. Vamos considerar este números como sendo bons.

Dizem os darwinistas que se existir, por exemplo, uma colónia de bactérias, num tubo de ensaio, quantificada em um número 109 células, e se uma mutação genética de resistência a um determinado antibiótico tiver uma probabilidade de “mutação aleatória” de 107, então 100 células conseguem garantir a imunidade ao antibiótico [109 / 107 = 100].

De facto, no exemplo supra, a conclusão lógica e teorética dos darwinistas é verdadeira no que se refere às 100 células imunizadas. O problema é saber se essa micro-mutação das 100 células é aleatória ou se é conduzida pela própria célula, como organismo vivo, que se auto-impõe uma determinada adaptação em função e em resposta ao meio-ambiente [autonomia do organismo vivo]. De qualquer forma, o exemplo supra diz respeito a uma micro-mutação, e não à organização da vida.


Segundo Sir Fred Hoyle, a probabilidade de 20 amino-ácidos se juntarem aleatoriamente na sequência correcta para formarem uma proteína, é de 1040 [1 seguido de 40 zeros]. Ora, 1) como é óbvio, uma proteína ainda não é uma célula; 2) para termos uma ideia da grandeza do número 1040, a idade do planeta Terra está calculada em cerca de 109,6 anos, e a idade do universo está calculada em cerca de 1010,17 anos; 3) o número 1050 já é considerado uma impossibilidade matemática; 4) o número total de átomos em todo o universo é estimado em 1080


Hoje está na moda, entre os darwinistas, a comparação entre genomas para justificar o “ascendente comum” de qualquer espécie, incluindo a espécie humana. Ora, a comparação entre sequências de ADN não permite dizer se uma estrutura surgiu através de “mutações aleatórias” e selecção natural. Isto é um facto.

Um darwinista olha para, e analisa, um fóssil; depois compara-o com outro fóssil; e induz eventualmente que seriam da mesma família e que teriam ambos o mesmo “antepassado comum” [o tal “missing link” que nunca ninguém soube qual era]. Porém, o que é grave é que essa indução é extrapolada para uma dedução [teoria] segundo a qual a evolução de ambas as espécies fossilizadas resultou de uma selecção natural mediante mutações aleatórias. Aqui, já não estamos perante ciência, mas antes estamos perante uma determinada metafísica. Os darwinistas misturam ciência e metafísica.

Se um princípio ou pressuposto de uma teoria está errado, toda a teoria está, no mínimo, comprometida, para não dizer que está errada também [Aristóteles]. O princípio darwinista das mutações aleatórias presentes no surgimento da vida, está errado; e, por isso, toda a estrutura da teoria darwinista está errada. O darwinismo é uma metafísica que se aproxima de uma certa religiosidade.


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1 Comentário »

  1. […] deste texto é o de tentar minar a minha [eventual] autoridade de facto no que diz respeito a este verbete de minha autoria — e não a minha autoridade de direito, porque o escriba não me conhece, e […]

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    Pingback por O missal darwinista consegue ser pior do que o Alcorão « perspectivas — Quinta-feira, 14 Junho 2012 @ 11:58 am | Responder


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