perspectivas

Terça-feira, 24 Janeiro 2012

A psicopatia e sociopatia das elites contemporâneas

Baby-Box

Vivemos num mundo governado por loucos; por autênticos doidos varridos. Cada vez mais me convenço de que a elite política nacional e internacional é constituída por uma maioria de sociopatas e de psicopatas.

O Conselho Para os Direitos da Criança da ONU criticou oficialmente a república Checa por ter adoptado os chamados Baby-Box e recomendou a sua supressão — as Baby-Box são caixas climatizadas e confortáveis colocadas no exterior dos hospitais públicos daquele país, e que recolhem crianças cujas mães não as querem ou não as podem sustentar. A república Checa já instalou 42 Baby-Box no país e já recolheu, por este meio, 62 crianças desde 2005, que foram depois adoptadas por casais sem filhos.

O que o Conselho Para os Direitos da Criança da ONU não critica, de modo nenhum, é o aborto e a utilização destrutiva de embriões humanos em pesquisas científicas que não deram em nada. Porém, as Baby-Box, que salvam vidas humanas, são alvo da crítica dos psicopatas da ONU.


Anna Smajdor

Um outro caso de psicopatia aguda da elite é o da “eticista” britânica Anna Smajdor, que defende a ideia segundo a qual «a mulher deve ser libertada da gravidez por via da “ectogénese”», ou seja, da procriação através de úteros artificiais — porque a sociopata Anna Smajdor parte do princípio segundo o qual a gravidez na mulher retira o estatuto de igualdade em relação ao homem, considerando a gravidez um “problema médico” comparável a uma “doença como o sarampo”, e defendendo o fim da reprodução humana natural.

Ou seja, a “eticista” Anna Smajdor considera que a igualdade entre um homem e uma mulher se traduz no facto de ambos não terem gravidezes e não terem filhos. Chama-se a isto “igualdade negativa”, que significa que a mulher só terá igualdade quando for biologicamente igual ao homem — o que é uma impossibilidade objectiva.

A actual sociopatia e psicopatia das elites é nutrida pelas universidades. Se queremos alterar o curso dos acontecimentos que nos conduzem a uma espécie de “1984” de Orwell, temos que fazer, em primeiro lugar, uma “limpeza” nas universidades.

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