perspectivas

Terça-feira, 30 Agosto 2011

Atenção à navegação política!

Se este governo não corta na despesa — o mesmo soe dizer-se: se não corta no amiguismo lisboeta e no tráfico de influências — corre o risco de ver a direita sociológica virar-se contra ele.

O Orçamento do Estado alimenta, com os nossos impostos, 14 mil entidades públicas. Entre elas estão 340 fundações de mão-pública, 379 institutos públicos, 537 empresas municipais e mil sociedades empresariais do Estado.

A estratégia deste governo parece ser a seguinte: privatizar as empresas públicas rentáveis e estratégicas, como é o caso da REN, das Águas de Portugal, da TAP e dos CTT — à semelhança do que fez Carlos Menem na Argentina — e aumentar impostos sobre a populaça, para assim poder manter 14 mil entidades públicas entregues ao clientelismo partidário.

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