perspectivas

Segunda-feira, 25 Julho 2011

O ataque dos me®dia ao Cristianismo: vai haver perseguição!

«Breivik writes in his manifesto that he is not religious, has doubts about God’s existence, does not pray, but does assert the primacy of Europe’s “Christian culture” as well as his own pagan Nordic culture

via Terrorist proclaimed himself ‘Darwinian,’ not ‘Christian’.

“As for the Church and science, it is essential that science takes an undisputed precedence over biblical teachings. Europe has always been the cradle of science, and it must always continue to be that way. Regarding my personal relationship with God, I guess I’m not an excessively religious man. I am first and foremost a man of logic. However, I am a supporter of a monocultural Christian Europe.”

— Anders Behring Breivik

1 Comentário »

  1. No Brasil houve alarde parecido no caso Realengo, onde Welligton matou várias crianças inocentes. Na ocasião a “merdia” aproveitou para fazer apologia do desarmamento geral da população.

    No Brasil, historicamente, a população já reagiu armada contra desmandos do governo, como foi o caso da revolta contra vacinação obrigatória. Além disso, há casos onde a população se defendeu de criminosos, como na cidade de Mossoró, onde os populares organizaram uma espécie de “front” na Igreja, e botaram o “lampião” para correr debaixo de bala.(o bando de “lampião” além de roubar, matava e violava pessoas nas cidades que eles invadiam). Por causa dessa “tradição” no Brasil, o fetiche dos esquerdistas pelo desarmamento é maior até mesmo que a perseguição contra a religião, em termos de adesão das esquerdas, talvez perca só para a adesão ao aborcionismo.

    O caso Welligton guarda semelhanças e diferenças em relação ao Norueguês, a semelhança é a “salada” ou “mix” de crenças em que ambos se meteram. Welligton foi de cristão protestante a muçulmano e outras coisas, assim como o Noruegues mistura maçonaria com cristianismo e.t.c.

    O padrão neo-gnóstico de incomodo com uma “impureza” do mundo é presente em ambos, para Welligton a impureza era de ordem sexual, para o Norueguês a impureza é de ordem política. Nesse aspecto ambos se igualam aos terroristas comunistas que havia até pouco tempo atrás na Europa, e aos extremistas ambientalistas.

    As diferenças é que Welligton era visivelmente sociopata e o Norueguês ao parece conseguia disfarçar isso.

    Welligton era conhecido como anti-social, poucos amigos e usou uma estranhissima “barba islâmica” até pouco tempo antes do atentado, também morava sozinho.

    A tragédia de Realengo, ocorreu mais por causa da negligência, especialmente da escola, Welligton ganhou acesso a sala de aula, apresentando-se como um ex-viciado em drogas que queria dar palestra sobre isso para crianças e foi “liberado” para entrar(se ele tivesse se apresentado como um padre para falar de religião de certo seria impedido de entrar ou até mesmo preso na hora).

    Já o Norueguês, ao que parece até mesmo porte de armas registradas possuia(suponho que na Noruega exista testes psicologos para quem pretende registrar uma arma), além de ser dono de negócio próprio, um perfil completamente diferente do anti-social Welligton. Welligton inclusive chegou a ser expulso de algumas igrejas, pois apresentava um comportamento anti-social que o tornava impróprio a convivência.

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    Comentar por Shâmtia Ayômide — Segunda-feira, 25 Julho 2011 @ 8:46 pm | Responder


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