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Terça-feira, 7 Junho 2011

O ataque ad Hominem de Ana Gomes a Paulo Portas

Filed under: Esta gente vota,Política — O. Braga @ 1:54 pm
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Em português correcto: a socialista Ana Gomes diz aqui que o líder do CDS/PP não deve ir para o governo porque é paneleiro. Bom, a mim não me incomoda nada que Paulo Portas seja ou não paneleiro, desde que ele não me imponha a sua eventual e alegada idiossincrasia, e os seus gostos pessoais.

Já a socialista Ana Gomes defendeu o “casamento” gay, coisa que Paulo Portas não defendeu. Por isso, acho estranho como uma pessoa pode defender o “casamento” gay e ao mesmo tempo defender a ideia de que um alegado paneleiro não pode ir para o governo… e vou mais longe: Ana Gomes alinhou com o Bloco de Esquerda na defesa da adopção de crianças por duplas de avantesmas; e como sabemos, Paulo Portas sempre se declarou frontalmente contra essa ideia.

Ana Gomes é abortista; Paulo Portas sempre se manifestou contra o aborto.

Parece-me que a confusão naquela cabeça de galinha é enorme. As preferências sexuais de cada cidadão não me interessam. O que me interessa e o que me chateia solenemente é que gente maluquinha como a Ana Gomes pretenda transformar a putativa igualdade entre os cidadãos em uma lei natural, por um lado, e que pretenda destruir instituições milenares da sociedade que são estruturais e estruturantes, por outro lado.

Precisamente porque a politica despreza todas as diferenças naturais ou adquiridas culturalmente, estas podem ser aproveitadas noutras áreas: por exemplo, a instituição da família — que a Ana Gomes pretende destruir — fundamenta-se na diferença entre o homem e a mulher; e daí o facto de as mulheres preferirem casar com homens não constituir qualquer acto de discriminação, ao contrário do que o lóbi político gayzista — que já controla o Partido Socialista de que a Ana Gomes faz parte — defende.

Finalmente: a Ana Gomes é burra, porque incorre, no seu argumento, em uma falácia lógica conhecida como Circulus in Demonstrando:

    1.os homossexuais não podem ser membros do governo;
    2.os homossexuais farão tudo para guardar segredo e, por isso, sofrem chantagem;
    3.por isso, os homossexuais não podem ser membros do governo.

A burra da Ana Gomes parte de uma premissa para concluir o seu pseudo-raciocínio com a mesma ideia da premissa (naturalmente que o termo “homossexual” não é explícito, mas está implícito). Trata-se de um argumento circular, talvez porque na cabeça dela apenas circula o ar.

O problema da Ana Gomes não é só o da cara (dela) que não ajuda: quando ela abre a boca, a coisa piora…!

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18 comentários »

  1. Ana Gomes deixa-se cair em algo tremendamente pantanoso e triste, que é a chamada ‘razão dos vencidos’

    se em tempo útil tivesse vindo a público pregar contra a IRRADICAÇÃO do PPortas da disputa política, da vida partidária e da intervenção pública EXACTAMENTE por esses motivos… eu agora até podia parar para a ouvir
    mas como ela – con sus muchachos – achou que no dia 5 PPortas não ia ser uma ameaça eleitoral, tolerou que ele fosse a jogo, colocado no mesmíssimo patamar de integridade QUE ELA PRÓPRIA

    agora, com a desprezível ‘razão dos vencidos’, são urros e imprecações do alto da sua torre, contra o desenlace natural de um processo que de si não teve nada de irregular e por isso esvazia o histérico ar quente de que a afanada senhora aparece cheia

    a AGomes é uma especialista da moralidade de circunstância

    posso aludir – em sentido que acho que é o contrário – ao meu caso pessoal
    disse-o abertamente, em público, na altura certa e nos sítios adequados, sem cálculos nem constrangimentos, que se não fossem as BRINCADEIRAS do PPortas no Parque com os mocinhos da calçada, talvez eu já tivesse aterrado no PP !!

    se a Agomes – e/ou outra qualquer personalidade relevante – tivesse desencadeado a tempo uma campanha [de intenções, arriscada] contra o PPortas e os submarinos ou outras marmeladas, tinha posto e bem a sua coragem e a sua moral sobre a mesa, à frente da táctica partidária. e o País tinha a agradecer-lho
    mas não é essa a sua especialidade. não o fez
    e tornou-se por direito mais uma no coro das vozes de burro que poluem a nossa política

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    Comentar por pedronunesnomundo — Terça-feira, 7 Junho 2011 @ 2:54 pm | Responder

  2. A mim parece-me que a Ana Gomes não se estava a referir à homossexualidade de Paulo Portas, mas ao seu suposto alter ego Catherine Deneuve. Remember? Menores, não adultos, prostitutos do Parque e referenciados por um relatório do SIS.

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    Comentar por pedro — Terça-feira, 7 Junho 2011 @ 9:47 pm | Responder

    • @ Pedro: Também dizem por aí, nos mentideros , que o “relatório do SIS” fala no nome de uma pessoa que foi até há bem pouco tempo a segunda figura do Estado, Só que neste caso, não se trata de pederastia, mas de pedofilia. Mas como esse putativo pedófilo é membro da maçonaria, Vc não vê ninguém falar nesse assunto.

      Porém, vou-me repetir, até à exaustão se necessário for: “Em política, o que parece, é”. E a mim parece-me o seguinte: 1) Paulo Portas é contra a destruição da família natural por via da desconstrução cultural do conceito de casamento; 2) Paulo Portas é contra o aborto; 3) Paulo Portas é contra a adopção de crianças por pares de avantesmas.

      Enquanto não me provarem, de uma forma objectiva, que Paulo Portas não defende estes três pontos, não mudo de opinião.

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      Comentar por O. Braga — Terça-feira, 7 Junho 2011 @ 10:09 pm | Responder

  3. Com sua licença, quero dizer o seguinte: eu não tenho a certeza daquilo a que se referiu como “brincadeiras da calçada”, assim como não tenho a certeza dos bacanais de Santana Lopes. Por isso, temos que colocar as coisas nos termos do nosso saudoso Salazar: “em política, o que parece, é”.

    Se amanhã, por absurdo que seja, eu vir o Francisco Louçã defender os valores da família tradicional e natural, tomar uma posição contra o aborto, ser contra a eutanásia e a favor dos cuidados paliativos, etc., então direi: “em política, o que parece, é”. Posso até admitir, então, que Francisco Louçã deu uma cambalhota existencial, mas pelo menos terei a hombridade de reconhecer o facto de o novo Francisco Louçã estar agora imbuído de razão.

    Outra coisa muito diferente é o ataque ad Hominem, seja a posteriori em relação a um determinado acontecimento — como é o caso da Ana Gomes — seja a priori — como é o caso do seu comentário. Quando fazemos ataques pessoais gratuitos, perdemos a razão. É também o seu caso.

    Perguntar-me-ão, eventualmente: mas então, o O. Braga tem dois pesos e duas medidas, porque atacou José Sócrates por putativos rumores em relação a uma alegada “amizade íntima” com um actor de teatro, e agora defende Paulo Portas.

    Porém, a diferença é esta: “em política, o que parece, é” (O Tempora! O Mores!). Enquanto José Sócrates defendia não só o “casamento” gay (vulgo gaymónio) e a adopção de crianças por duplas de avantesmas, mas também o aborto, Paulo Portas foi sempre contra estas três situações. “Em política, o que parece, é”.

    O que me interessa é a opinião pública expressa por um político. Perguntar-me-ão, eventualmente: e se o político for hipócrita? Bom, então responderei que não sou Deus e não tenho a pretensão de julgar as subjectividades de cada um dos políticos: o que me interessa saber são as posições objectivas e concretas desses políticos.

    Ademais, a posição da Igreja Católica em relação à homossexualidade é conhecida: é uma posição crítica em relação ao comportamento gay (acto homossexual), mas é tolerante em relação à condição do homossexual e admite o não-julgamento da própria subjectividade homossexual.

    Portanto, não há, nem a priori nem a posteriori, nenhum impedimento ético/moral que obste a que Paulo Portas seja membro do governo e mesmo primeiro-ministro; mas se me perguntarem se o Paulo Portas tem perfil para ser chefe-de-estado, aí responderei que nenhum dos actuais lideres partidários tem esse perfil ético/moral, à excepção talvez de Jerónimo de Sousa (casado com a mesma mulher de sempre, com filhos, ou seja, um verdadeiro campeão da família). Mas isso são outros quinhentos.

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    Comentar por Orlando Braga — Terça-feira, 7 Junho 2011 @ 9:49 pm | Responder

  4. @O. Braga, tem razão, esse relatório avança com muitos outros nomes da cena política nacional, incluindo esse tal número dois. Que, por qualquer motivo, nunca foram devidamente investigados. Mas comentei apenas – e repito – para lhe dizer que não entendeu por completo as declarações de Ana Gomes. A senhora não é quadradona e duvido muito que fosse atacar alguém apenas pela sua orientação sexual. Ela refere-se a um crime. Ou às suspeitas dele.

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    Comentar por pedro — Terça-feira, 7 Junho 2011 @ 10:41 pm | Responder

  5. Pedro:

    Repito: em política, o que parece é.

    Por uma deficiência na formação intelectual, os portugueses têm a tendência a considerar as suas visões subjectivas como sendo realidades concretas e objectivas. Dizem que existe um relatório do SIS; porém, eu não tive acesso a esse relatório.

    Amanhã o Pedro virá, por absurdo que seja este exemplo, dizer aqui que existe um relatório do SIS que diz que Cavaco Silva frequenta as prostitutas menores de idade do Bairro Alto. E o Pedro, porque acredita naquilo que quer acreditar, dirá que se trata de um crime. E andamos aqui a discutir o sexo dos anjos…

    O que me interessa num político é aquilo que ele defende. Eu sei que existem políticos hipócritas, mas eu não posso subsumir que uma eventual, alegada, putativa, mesmo que provável e determinada idiossincrasia de um político estará necessariamente em contradição com os valores que ele defende. Eu não posso julgar as subjectividades dos outros! É objectivamente impossível fazê-lo!

    Por exemplo: é possível que uma mulher que esteja na política — por exemplo: Zita Seabra — tenha defendido o aborto no passado e que agora não o defenda. A mim, o que me interessa é a Zita Seabra de hoje, e não a Zita Seabra de 1980. As pessoas têm o direito de mudar de opinião.

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    Comentar por O. Braga — Terça-feira, 7 Junho 2011 @ 11:01 pm | Responder

  6. Esta badalhoca nojenta esqueceu.se dos processos onde o pinóquio que ela tanto apoia esteve metido? freeports e etc.

    quanto aos submarinos é claro que portugal deve ter submarinos….com o mar que temos andava o velhinho feito ainda no estado novo.

    Para o tarrafal com eles todos (todos os partidos ) mas com a torradeira para os de esquerda….

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    Comentar por bruno — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 12:24 am | Responder

  7. enfim, continuamos a confundir pedófilos com homossexuais.

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    Comentar por rita — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 12:38 am | Responder

  8. Enfim, pessoas como a Rita continuam a confundir pederastia com pedofilia, por um lado, e continuam a não reconhecer a realidade das estatísticas em relação à pedofilia masculina, por outro lado…

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    Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 12:48 am | Responder

  9. Só uma correcção a respeito das convicções: Paulo Portas não foi sempre contra o aborto. Aliás há anos chegou mesmo a afirmar que a política anti-aborto de portugal era prova do atraso das nossas mentalidades.
    Não estranho que as ideias mudem e evoluam com o tempo, é até salutar. Mas alguém que defende com unhas e dentes posições tão distintas, com tão poucos anos de permeio, ou advoga o que alguém lhe cochicha, ou defende qualquer posição que lhe renda mais votos… não é uma pessoa de convicções nem demonstra particular sabedoria (esperteza política talvez).

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    Comentar por miguel dit — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 1:03 am | Responder

  10. bem… seria de elementar prudência considerar a possibilidade de que quem afirma alguma coisa não se limita a emprenhar pelas orelhas – como diz o povo – apesar de ser essa a modalidade dominante no nosso Rectângulo
    seria de alguma prudência pelo menos simular querer saber se o que alguém diz é um ‘ataque pessoal gratuito que faz perder a razão’ ou não. porque o Orlando não faz a mínima ideia se ‘é esse o meu caso’. não faz ideia, nem podia nunca objectivamente fazer
    mas agradeço-lhe o voto de confiança

    ao choque das ‘idiosincrasias dos políticos’ com os ‘valores por si apregoados’ – com suposta prevalência dos segundos – aí nem lá vou
    não que não fosse pano para mangas. mas prefiro não me descentrar do ponto em que até parecia estarmos de acordo: a censura ao ataque amoral e mafioso de AGomes a Paulo Portas

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    Comentar por Pedronunes Nomundo — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 2:29 am | Responder

    • Dois em um :

      Aquilo que eu afirmei no postal acerca da política em democracia, é verdade: as diferenças naturais e/ou culturalmente adquiridas são desprezadas pela política. Esta é uma das características da política em democracia. Podemos concordar com essa característica da democracia ou não, mas não é isso que está em discussão aqui. Não é o facto de um indivíduo ter uma determinada diferença que o torna inelegível para um cargo político, mas antes é aquilo que esse indivíduo defende como valores. Portanto, a resposta ao Pedro Nunes está contida no próprio postal.

      Em relação ao Miguel: eu tenho boa memória. No primeiro e segundo referendos do aborto, vi Paulo Portas nas manifs do NÃO. Portanto, Paulo Portas é contra o aborto pelo menos desde 1998. Lembro-me da frase dele anunciada nas televisões: “Quando há vida, há consequência”.

      Quando foi ministro da defesa do governo de Durão Barroso, Paulo Portas enviou uma fragata da Marinha Portuguesa para expulsar o célebre “barco do amor” que pretendia fazer abortos ao largo da costa portuguesa.

      Nós não devemos confundir a guerra contra o movimento político gay — de que sou, se assim quiserem, o primeiro paladino — e que é um movimento político totalitário em si mesmo e que se organiza em conjunto com outras forças totalitárias radicais, por um lado, com uma suja guerra contra o homossexual enquanto indivíduo (ou utilizando um termo cristão: enquanto pessoa), por outro lado.
      Aquilo que a Ana Gomes fez não foi só baixa política: é uma política inaceitável.

      Eu utilizei, neste postal, propositadamente a terminologia do calão da língua. Pode haver quem não goste do estilo, mas fi-lo de propósito e com uma intenção precisa.

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      Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 7:00 am | Responder

  11. Se queremos um resumo do que é a política em portugal, basta atentarmos neste caso da ana gomes. Isto define tudo, que é quase o mesmo que dizer vale tudo. Da falta de educação passa-se ao disparate acusador, atentando a ana gomes contra portas pelo facto de ele ser homossexual. Mas como muito bem aqui foi dito noutros comentários, ana gomes e o seu PS andaram num afã para dar mais direitos(?) aos homossexuais e para instaurar o gaymónio, e agora que portas poderá ir para o governo ana gomes diz que ele não pode por ser paneleiro. O paradoxo dos paradoxos, bem evidente que toda a política e edifício demo-liberal são uma farsa que apenas serve para manter poderes e privilégios, sendo certo e sabido que o lobby gay é peça importante para os plutocratas conseguirem o domínio do mundo. Ou seja, em política (actual), o paradoxo é desejável e necessário, e criar um paradoxo partindo de um anterior cria uma amplitude que confundirá ainda mais as mentes.

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    Comentar por Skedsen — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 9:39 am | Responder

  12. Bela forma de se tentar reverter o q ela disse, ela está-se a referir às supostas ligações do paulinho das feiras com a casa pia, e ao gosto dele por meninos do parque edurado 7º e isto não é homossexualidade, mas pedófilia, capitché? O Sr tão moralista q é anda sempre envolvido em processos obscuros, casa pia, moderna, dos submarinos, portucale, o fantástico jaguar, o fotocopianço de 60.000 páginas de documentos confidenciais quando saíu do Ministério da Defesa,…realmente pior do q o cego é aquele q não quer ver…

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    Comentar por Ana — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 12:36 pm | Responder

    • Eu deixei passar o comentário da Ana (que é punível segundo o Código Penal por difamação e injúria) para que seja patente a falta de inteligência que caracteriza as pessoas de Esquerda em geral.

      A Ana escreveu o seguinte:

      «ela está-se a referir às supostas ligações do paulinho das feiras com a casa pia»

      Eu penso que não é preciso dizer mais nada. As duas Ana’s partem do princípio segundo o qual aquilo que é “suposto” é uma “certeza”. E depois, eu é que sou o cego…!

      Vamos às categorias aristotélicas da verdade: em que categoria podemos arquivar o “suposto”, segundo a Ana:

      1) possibilidade
      2) verosimilhança
      3) probabilidade
      4) certeza

      Para a Ana, o “suposto” parece ser uma “certeza”.

      Porém, o “suposto” já não é uma certeza — nem sequer uma possibilidade — no caso do Gama que foi presidente da assembleia da república e de quem se dizia ser “suposto” pedófilo. Aquilo que é “suposto” só funciona como “certeza” quando o assunto em questão se opõe à Esquerda — funciona aqui o maniqueísmo marxista cultural segundo Marcuse: o conceito de “tolerância repressiva”.

      A Esquerda (Partido Socialista fabiano incluído) não reconhece a existência do “mundo dos valores” (segundo o conceito de Max Scheler, Nicolau Hartmann, Karl Jaspers ou Louis Lavelle, entre outros) e funciona hipocritamente; utiliza os valores e instrumentaliza-os para conseguir a construção paulatina de uma sociedade totalitária.

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      Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 8:46 pm | Responder

  13. O O. Braga tem um prazer quase velhaco em deturpar os comentários. Ou tentar contra-argumentar só por contra-argumentar. Volto ao início: a Ana Gomes, tenho a certeza, NÃO se estava a referir à homossexualidade de Paulo Portas. A Ana Gomes defendeu o casamento gay, tem defendido que muitos políticos deveriam assumir-se para bem da “causa”, tem amigos e colegas gay, não entendo como se pode depreender que ela venha atacar o Paulo Portas sob essa premissa. Parece-me, isso sim, que o raciocínio do O. Braga, que origina um vasto post cheio de boçalidades de uma mentalidade mais tacanha do que a pessoa que pretende atacar, é básico e superficial. Não se deu ao trabalho de investigar o que tantos blogueiros, anos antes, escreveram sobre Paulo Portas e a sua alegada ligação ao Parque Eduardo VII – e aos seus meninos. Porque é que acha que a Ana Gomes insinua que os jornalistas sabem do que ela está a falar? Não é com certeza do domínio do jornalismo que Paulo Portas é gay. Tente esgravatar, cavar um bocadinho mais fundo.

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    Comentar por pedro — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 11:06 pm | Responder

    • Com pessoas burrinhas como o Pedro, temos que ter uma imensa paciência…

      ********
      O burrinho do Pedro diz que aquilo que se diz nos blogues é mais do que uma certeza: é a Verdade! Estão a ver qual é o arquétipo mental do burrinho do Pedro ? 🙂

      E depois, como o burrinho do Pedro não tem argumentos, segue o exemplo recorrente da Esquerda: insulta! A mera existência de pessoas que raciocinam e que, por isso, desmontam os seus argumentos, é para o burrinho do Pedro como que uma espécie de “injustiça ontológica”: pessoas como eu não deveriam, simplesmente, existir! 😆

      Para o burrinho do Pedro, a lógica da Ana Gomes é a seguinte: “eu sei que tu sabes que eu sei que tu sabes que eu sei que tu sabes…”. E aquilo que “eu sei que tu sabes que eu sei que tu sabes que eu sei que tu sabes” não faz parte apenas da categoria aristotélica de Certeza, mas é mesmo a própria Verdade personificada…

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      Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 8 Junho 2011 @ 11:24 pm | Responder


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