perspectivas

Segunda-feira, 7 Fevereiro 2011

As impressões digitais de George Soros na revolução egípcia

Filed under: globalização,Tuitando e blogando — O. Braga @ 7:03 am
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6 comentários »

  1. Soros está a brincar com fogo.

    Durante o domínio britânico no Iraque, havia um estudiosa(não lembro a área acho que era arqueologia) chamada de Gertrude Bell’s.

    Gertrude era fascinada pela Mesopotâmia, foi ela quem literalmente desenhou as fronteiras do atual Iraque. Durante o dominio britânica ela acreditava que o pais sob influência britânica iria se modernizar fazendo ressurgir uma espécie de mesopotâmia moderna.

    Por causa de alguns incidentes com a administração britânica, os clérigos xiitas decretaram jihad. Bastou algumas fatwas xiitas para região virar o verdadeiro inferno na terra, obrigando os britânicos a fazerem concessões acalmando assim a fúria xiita.

    Gertrude não suportou a realidade e suicidou-se ao ver o sonho gnóstico da “nova-mesopotâmia” pegar fogo.

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    Comentar por shâmtia ayômide — Segunda-feira, 7 Fevereiro 2011 @ 9:44 am | Responder

  2. http://soliloquiae.wordpress.com/2011/02/07/playing-god/

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    Comentar por O. Braga — Segunda-feira, 7 Fevereiro 2011 @ 9:53 am | Responder

  3. fonte interessante sobre o assunto(na wikipedia só tem porcaria):

    http://virtuouscircle.typepad.com/virtuouscircle/2004/07/desert_quennger.html

    I suspect that Bell, although a realist and imperialist at heart, succumbed to this vision of the Middle East and particularly of Iraq.

    The issues we face today, as liberators are in most ways analogous to the situation faced by the British after the Versailles treaty in the early 1920’s.
    *…The only unifying concept in Iraq was anti British feeling
    *…The conflict between Sunni (town) and Shiite (country)
    *…The Ottoman pluralistic society versus a Moslem theocracy
    *…Fear of Zionism
    *… Commercial interests (British navy switched from coal to oil prior to WWI by Churchill at admiralty) versus humanitarian
    *…Lack of constitutional history
    *…Tribal fealty primary
    *…Conflict with Wahabbi sect-war with Ibn Saud’s forces constant
    *…Greater Arabia (Arab or Moslem).
    *…Failure of will and willingness to commit resources to stay the course

    (…)

    I believe the romantic viewcan be a form of disease like so much of nostalgia. Nostalgia has been characterized as a mild form of depression. (I have seen this attributed to Abby Hoffman but I hope he cribbed it from someone else). Bell committed suicide at the age of 58. (Aside-could Bell have been bipolar-the suicide, the compulsive physical and mental exertion, inappropriate romantic attachments). This romantic view is dangerous when it progresses beyond the trivial towards a framework for policy. It ignores the painful dislocations necessary for political, material and indeed moral progress and is a real anchor weighing most heavily on those least able to carry the load. In extreme cases, it leads to phenomenon such as enabling and excusing the worst excrescences of the cult of victimization, such as rationalizing Palestinian barbarity towards their own children.

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    Comentar por shâmtia ayômide — Segunda-feira, 7 Fevereiro 2011 @ 9:53 am | Responder

  4. @O. Braga
    li o link, deveras interessante.

    encontrei esse outro aqui, definitivamente Soros é a nova Gertrude Bell’s

    http://www.americanthinker.com/2007/05/ignorance_cognitive_dissonance.html

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    Comentar por shâmtia ayômide — Segunda-feira, 7 Fevereiro 2011 @ 10:04 am | Responder

  5. O caso de George Soros é um pouco diferente do de Bell. Conforme escrevi no postal em inglês cujo link está acima, Soros apresenta-se a si próprio como uma espécie de deus.

    No fundo, tanto Bell como Soros têm uma característica gnóstica: a tentativa de escapar à realidade criando um mundo substitutivo. Porém, o romantismo de Soros é mais nietzscheano e revolucionário, enquanto que o de Bell é um romantismo idealista.

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    Comentar por O. Braga — Segunda-feira, 7 Fevereiro 2011 @ 10:18 am | Responder

  6. Richard Nikolaus Von Coudenhove-Kalergi:

    “The man of the future will be of mixed race. Today’s races and classes will gradually disappear owing to the vanishing of space, time, and prejudice. The Eurasian-Negroid race of the future, similar in its appearance to the Ancient Egyptians, will replace the diversity of peoples with a diversity of individuals.”

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    Comentar por | — Sábado, 12 Fevereiro 2011 @ 4:34 pm | Responder


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