perspectivas

Domingo, 13 Junho 2010

A política animalesca de José Sócrates

Jornal de Notícias de hoje

Em um tempo em que volta a estar na moda, nas classes sociais mais abastadas, o ensino em casa (home schooling), o socialista José Sócrates resolve fechar mais de mil de escolas, com menos de 21 alunos, no interior do país, sob pretexto de que “o fecho das escolas é melhor para as crianças”.

Naturalmente que quem tem dinheiro suficiente para contratar uma professora privada para ensinar os seus filhos em casa, ou mesmo sacrificar a vida profissional da mãe para educar os seus filhos — e segundo a opinião de José Sócrates — deve ser estúpido. Inteligente é o Sócrates.

O cinismo e a hipocrisia da criatura não têm limites. Sacrifica a parte mais fraca e despovoada do país para não ter que mexer nos privilégios da cidade prostituta que lhe dá os votos necessários para se manter no poleiro. Entre retirar um pouco a quem tem alguma coisa, ou reduzir à indigência quem já tem pouco, a criatura não hesita: o que interessa são os votos da clientela política da capital do império que já não existe.

Não estamos a lidar com um “animal político”, como dizia Aristóteles: estamos a lidar com um “político animal”. Porém, chamar de “animal” a Sócrates é um insulto não só para os animais em geral, como para os humanos em particular. Não há nome que descreva e classifique José Sócrates.

5 comentários »

  1. E, para cúmulo, é capaz de fechar as escolas para com os edifícios fazer negócios. Porque esse salafrário é capaz de todas as baixezas, como já deu provas sficientes.

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    Comentar por Henrique — Domingo, 13 Junho 2010 @ 8:39 pm | Responder

  2. Não há nome que descreva e classifique José Sócrates.

    Há sim senhor, mas eu não escrevo palavrões por princípio.

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    Comentar por Ánytos — Domingo, 13 Junho 2010 @ 9:26 pm | Responder

  3. Caro Orlando, porque não nos dá um enquadramento sobre o objectivo final de todas estas “animalidades” aparentemente sem sentido quando vistas individualmente? Quando é que vai divulgar a estratégia de redução populacional e escravização “do que restar”?
    Isto não é à toa. É preciso fazer zoom-out de vez enquando para mostrar ao pessoal mais interessado e que vai mais além da curiosidade ociosa.
    TODA as mais distintas políticas aberrantes (e que afectam a indústria, o comércio, a agricultura, a saude, a cultura, a educação, etc) concorrem para reduzir a população em número, pondo a trabalhar docilmente os restantes para uma elite. O paradigma a considerar é este. A incompetência e a desonestidade de delito comum não explicam tudo. Longe disso!

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    Comentar por P. Marcos — Domingo, 13 Junho 2010 @ 10:17 pm | Responder


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