perspectivas

Sexta-feira, 9 Abril 2010

Um “gayzista cristão” é truque político

Em termos gerais, estou de acordo com este texto de Pedro Arroja. Contudo, e em relação a Kant, há que distinguir a homossexualidade como distúrbio psicossomático (uma anormalidade), do movimento gay organizado politicamente (gayzismo). Por exemplo, é hoje claríssimo que Nietzsche tinha um distúrbio mental de tipo paranóide que se agravou com a sífilis (Nietzsche era sifilítico); porém, nem por isso esse distúrbio mental de Nietzsche afectou outras áreas da sua actividade, como a de literato. De forma idêntica, a alegada homossexualidade de Kant era um distúrbio psicossomático que não o impediu de ter uma actividade produtiva, assim como os esquizofrénicos, se forem tratados, podem ter uma vida muito próxima da normal.

Coisa diferente é o gayzismo como movimento político organizado. E aqui estou totalmente de acordo com Pedro Arroja. Um exemplo do perigo da organização política homossexual pode ser constatada através do facto historicamente inquestionável de que o partido nazi foi fundado por homossexuais, desde Rosenberg a Röhm, passando pelo próprio Hitler. A História já provou bastamente que os homossexuais organizados politicamente são destrutivos e um perigo para a sociedade. O que se está a passar em Espanha com o movimento gay a querer condicionar as aulas facultativas de religião e moral nas escolas mostra bem o tipo de organização política com que estamos a lidar, e que deve ser, caso seja necessário, reprimida com a necessária e adequada violência. O movimento político gayzista é niilista por natureza e não pode ser de outra forma: o niilismo e a destruição da vida fazem parte da sua própria razão de ser.

Em relação aos ataques gayzistas ao Papa, ler este artigo de Olavo de Carvalho. Pouca gente se referiu ao facto de que mais de 90% dos casos de pedofilia na ICAR terem sido praticados sobre meninos, o que denota claramente a identificação entre a homossexualidade e a pedofilia.

Contudo, ainda não se contou a história da penetração gayzista na Igreja Católica embora já se saiba do financiamento gigantesco que a KGB concedeu, a partir dos anos 50 do século que passou, para que a ICAR fosse infiltrada e minada por dentro. Por exemplo, a denúncia do padre Nuno Serras Pereira em relação ao actual cardeal patriarca de Lisboa não pode ficar em “águas de bacalhau”; e o facto de um sacerdote que defendia, há anos atrás, o “casamento” gay chegar a cardeal patriarca dá bem a ideia da dimensão da infiltração gayzista no seio da ICAR.

Isto significa que é impossível a um gay ser realmente católico — assim como é impossível a um criminoso que não se arrependa do seu crime ser realmente cristão — porque o próprio comportamento gay é contraditório com a ordem da natureza aplicada ao ser humano e com os princípios do cristianismo. Um homossexual activo pode seguir, por aculturação, os princípios cristãos como Kant seguiu (o imperativo categórico de Kant nada mais é do que uma adaptação do princípio cristão do “faz aos outros o que queres que te façam a ti”); mas esse homossexual vive a sua vida em constante contradição fundamental (não se trata de um contradição venial, mas de uma contradição fundamental) com a religião que diz professar. Um “gayzista católico” é truque político.

Anúncios

Deixe um Comentário »

Ainda sem comentários.

RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

AVISO: os comentários escritos segundo o AO serão corrigidos para português.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

Create a free website or blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: