perspectivas

Sábado, 20 Fevereiro 2010

A propaganda política gayzista, bloquista e socratina à custa do dinheiro dos nossos impostos

José Pacheco Pereira escreve aqui sobre o caso do dinheiro dos contribuintes que é utilizado pelo partido socialista de José Sócrates para financiar os projectos radicais de propaganda política irracional do bloco de esquerda. Àquilo que o JPP escreveu, vou acrescentar algumas considerações.

Uma das características do politicamente correcto, é a sua aversão irracional à ciência. Constatamos este fenómeno, por exemplo, na propaganda política do aquecimento global e no escândalo dos emails do Climategate. Aquilo a que chamamos genericamente “politicamente correcto” é o produto de uma estratégia política multipolar de destruição da linguagem e dos símbolos promovida pelo marxismo cultural. O marxismo económico foi auto-derrotado com estrondo, mas tenta agora recuperar o fôlego com uma estratégia de destruição da cultura e de alienação do senso-comum e da realidade objectiva, através de uma racionalização que conduz a um interpretação delirante a partir dos factos concretos.

O futuro de uma sociedade não se pode definir segundo meras opiniões de uma minoria com desprezo pela ciência. A tolerância de uma sociedade em relação a uma condição excepcional como é a homossexualidade, não pode servir de instrumento para propaganda de um determinado estilo de vida ou de uma sub-cultura. A ideia de que a homossexualidade é inata, não só não está cientificamente provada, como até existem provas científicas de que a homossexualidade é adquirida intra-cultura, nomeadamente através da educação das crianças.

Naturalmente — e como bem escreve o JPP — que o facto de uma criança ter duas “mães”, muda tudo; basta ler os relatórios científicos dos países que têm, há vários anos, a adopção por duplas de gays. O gayzismo luta contra o tempo, porque sabe que, mais cedo ou mais tarde, a ciência se encarregará de provar a irracionalidade das suas opiniões. À medida em que os países ditos “progressistas”, que permitem a adopção de crianças por duplas de gays, forem coligindo estatísticas sobre o modus vivendi gay e sobre as consequências em relação às crianças, o método científico irá apresentando factos irrefutáveis sobre as “duas mães lésbicas”. Ora essa luta contra o tempo é a causa do frenesim do politicamente correcto e das suas fugas para diante.

O gayzismo e o marxismo cultural encaixam perfeitamente um no outro através da tentativa de mudar a ordem do ser (a natureza humana) através de um processo histórico. É neste quadro que se situa a luta gayzista contra o tempo, que permita que as evidências científicas só possam surgir num enquadramento político em que serão abafadas pela sub-informação e pela pseudo-informação de Estado. Trata-se da tentativa sistemática de ocultação da verdade dos factos através da implantação de uma religião política a nível de Estado que é, por definição, a-científica.


  1. Ainda há pouco vi na TV o lançamento de um livro com o título “O 3º Sexo”. O gayzismo caracteriza-se por fazer do desejo sexual subjectivo, a própria identidade do gay. O gay identifica-se através da subjectividade do seu desejo sexual, e por isso, esse desejo sexual subjectivo passa a ser o único símbolo de identidade que não poder ser, de modo nenhum, negociável. Portanto, o 3º Sexo é constatação de uma identidade subjectiva desfasada da realidade. De igual modo, os zoófilos poderão argumentar a existência do 4º Sexo que resultaria do desejo sexual subjectivo do sexo com animais. E por aí fora.
  2. Imaginemos que um homem heterossexual fazia do seu desejo sexual a sua identidade. Como escreveu Olavo de Carvalho, esse homem seria uma pessoa insuportável de se conviver, porque o seu próprio desejo sexual seria a única forma de afirmação da sua identidade ― o que num heterossexual não faz nenhum sentido. No heterossexual, o princípio da identidade existe em harmonia com a realidade objectiva (A=A).
  3. Por outro lado, o gayzismo defende a exclusividade dos gays em relação ao direito de repulsa sexual. Só o gay pode exercer o direito à repulsa sexual. Quando um machão gay (peludo e envolto em cabedais) repudia um gay efeminado, essa repulsa sexual é aceite pelos gayzistas como sendo natural. Quando um heterossexual repudia o desejo sexual de um gay, isso já é entendido como sendo uma forma de discriminação. Só os gays podem exercer o direito de repulsa sexual. E quando um heterossexual repudia o desejo homossexual gay, passa a ser classificado como “homófobo”.
  4. Quando um heterossexual sofre uma “nega” de uma mulher, ele atribui esse facto à sua inabilidade pessoal; quando um gay sofre uma “nega” de um heterossexual, ele atribui esse facto a um acto de discriminação homófoba ― só o gay tem direito à repulsa sexual.
  5. O simples facto de a esmagadora maioria da população ser heterossexual, é para o gay um atentado à sua própria identidade que decorre exclusivamente do seu desejo sexual subjectivo. Por isso, o gay declara guerra cultural à própria heterossexualidade através da crítica à noção de “heterossexismo”. Para o gay, a heterossexualidade é insuportável e discriminatória da identidade subjectiva gay que se escora exclusivamente no seu desejo sexual. O heterossexual é um inimigo a a abater.

Enquanto a sociedade não levar este assunto a sério, e tomar consciência de que estamos em presença de um movimento fascistóide, uma minoria vai continuando a retirar direitos da maioria em nome da “justiça” e da “igualdade”.

5 comentários »

  1. Lamentável que até em Portugal a situação já esteja tão abusiva!

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    Comentar por Jackie AUS — Sábado, 20 Fevereiro 2010 @ 3:45 pm | Responder

  2. O objectivo desta luta armada gayzista tem só um fim. A destruição da familia tradicional.

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    Comentar por Luis Ribeiro — Domingo, 21 Fevereiro 2010 @ 12:06 am | Responder

  3. Olá caros, eu sou gay e não subscrevo em nada aquilo que está escrito. Tinha vergonha de escrever coisas dessas. A homossexualidade é muito mais que o acto sexual em si, quem pensa assim é um perverso!

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    Comentar por O povo — Domingo, 21 Fevereiro 2010 @ 4:30 am | Responder

  4. @ O Povo:

    Você é o primeiro a confundir “gay” com “homossexual”, misturando as duas noções. O seu comentário passou aqui para que as pessoas possam verificar o tipo de estratégia política que o gayzismo usa.

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    Comentar por O. Braga — Domingo, 21 Fevereiro 2010 @ 2:44 pm | Responder

  5. Parabens pela postagem otimas dicas.

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    Comentar por Gabriel Monteiro — Sexta-feira, 26 Fevereiro 2010 @ 6:30 pm | Responder


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