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Quinta-feira, 17 Setembro 2009

Os interesses de Espanha são incompatíveis com os interesses de Portugal, senão com o sacrifício deste último

Filed under: Portugal — O. Braga @ 10:13 pm
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Devo dizer que eu conheço razoavelmente bem a História de Portugal; não só a História laudatória, mas também a nossa “outra” História ― aquela que foi registada pelos ingleses, por exemplo, e que não coincide com a História de Portugal que aprendíamos antes do 28 de Abril de 1974. Há alguma verdade neste artigo, mas a perspectiva dessa verdade não é inglesa, mas é espanhola. Vamos a ver:

É certo que a partir das invasões napoleónicas, Portugal passou a ser um protectorado de Inglaterra até meados do século XIX. Tanto assim foi, que até a ida de D. João VI e respectiva Corte para o Brasil, resultou de um “conselho” do governo inglês. E não é verdade que os ingleses “nunca ajudaram Portugal”: desde a crise de 1383 – 1385, onde o Mestre de Avis (recentemente canonizado) se notabilizou, que as tropas inglesas andaram misturadas com as portuguesas. Naturalmente que a ajuda inglesa exigiu contrapartidas, mas Portugal só precisou da ajuda interesseira inglesa para se defender da constante agressão espanhola, que continua até hoje.

Ao contrário dos ingleses, que ajudaram Portugal em troca de algo, Madrid nunca ajudou Portugal e, para além disso, tirou partido daquilo que Portugal tinha de melhor: foi durante a gestão espanhola dos Filipes, entre 1580 e 1640, que os territórios portugueses ocupados ao abrigo do Tratado de Tordesilhas foram rapinados e perdemos outros territórios no oriente, como as ilhas Molucas e outras possessões naquela área. Durante este período, o Brasil foi invadido sucessivamente pelos franceses e holandeses ― os tais franceses que o artigo diz terem ajudado os espanhóis. A frota portuguesa foi confiscada e desbaratada juntamente com a “Grande Armada”. Madrid lutou pelos interesses de Madrid, e nunca pensou nos interesses de Portugal.

E digo “Madrid” e não Espanha, porque foi graças à Catalunha que por duas vezes Portugal conseguiu libertar-se do jugo madrileno: a primeira em 1640, com a revolta catalã que fez com que as tropas de Castela se ocupassem a oriente de tal forma que deram margem de manobra à reorganização do exército português, a que se juntaram as tropas inglesas.
A segunda vez em 1926, antes do golpe militar do Marechal Carmona, quando o rei Afonso XIII de Espanha enviou uma mensagem ao governo inglês pedindo autorização para invadir militarmente Portugal. Nessa altura, a posição de Inglaterra foi clara: antes de se preocuparem em invadir Portugal, Madrid deveria preocupar-se em suster a sublevação catalã que grassava com força.

Portanto, a última vez que Espanha ameaçou Portugal com uma invasão militar foi há 83 anos, e não há séculos.

Uma coisa é certa: o amor que um espanhol possa eventualmente ter a Portugal, nunca pode ser idêntico ao amor que um português tem por Portugal. O amor espanhol por Portugal é um desejo de Espanha, enquanto que o amor português é um desejo de Portugal. Essa diferença é inultrapassável.

Adenda: Resposta a PEQUEÑA RÉPLICA A ” A AMEAÇA ESPANHOLA ” ( 2 ): AQUI

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9 comentários »

  1. A mí es que me aburre ya este tema. Orlando ahí no se acuerda de cuándo los portugueses interfirieron en DOS GUERRAS DE SUCESIONES ESPAÑOLAS, primero con la Beltraneja, y segundo, el Marqués das Minas, apoyando al usurpador Archiduque y llegando a tomar Madrid. ¿ O hablamos de las razzias lusas por el Reino de Sevilla, que por algo se construyeron en la actual provincia de Huelva los llamados castillos de la banda gallega ?

    AYUDA INGLESA….A endeudar Portugal hasta que llegó Salazar. A apoyar a la usurpación liberal con los empréstitos de Mendizábal. Y sí, todos los vinos de Oporto con etiqueta británica, como aquí los de Jerez.

    Portugal deseó la unificación peninsular pero siendo él el reino predominante. Esto no lo digo yo, lo dice Oliveira Martins en su ” A vida de Nun´Álvares Pereira “.

    SI FELIPE II TENÍA ASCENDENCIA PORTUCALENSE ESO FUE ALGO BUSCADO POR LA NOBLEZA DE PORTUGAL. Felipe II, el que fue recibido por las calles de Lisboa con ramas de olivo….

    La rebelión de 1640….LE COSTÓ A CATALUÑA, DEBIDO A UN INOPERANTE PAU CLARIS, PERDER EL ROSELLÓN Y LA CERDAÑA. En Andalucía, el conato de rebelión se sofocó porque….Entre ellos mismos fueron traidores.

    Y luego, ¿ hablamos de las intromisiones portuguesas en la Sudamérica Española ? ¿ Hablamos de las invasiones de la Banda Oriental, o de los bandeirantes en el Paraguay, a expensas siempre de intereses británicos ? ¿ Hablamos incluso luego del papel brasileño quitándole territorio a sus naciones vecinas y ensañándose en la Guerra de la Triple Alianza ? ¿ Hablamos del asfixiante pombalismo ?

    Menos victimismo nacionalista y más historia. Y más analizar las culpas propias y no buscar tanto fuera.

    Por otra parte, no entiendo el análisis del amor por Portugal. ¿ Acaso Orlando, eres adivino y lees mis pensamientos y sentimientos ? Repito: No soy iberista, no hablo de absorciones ni invasiones. Pero en ello, Portugal lo hizo tanto o más que España. Y los grandes prohombres portugueses, hasta el mismo António Sardinha, así lo han sabido.

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    Comentar por Antonio — Sexta-feira, 18 Setembro 2009 @ 10:35 am | Responder

  2. Por cierto, que también te dejas por qué los ingleses en el siglo XIV se deciden a venir a la Península: ENTRE OTRAS, BUSCANDO ASEGURARSE PARA ELLOS LA CORONA DE CASTILLA.

    A partir de ahora te seguiré contestando en todo caso en ” La Yijad en Eurabia “.

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    Comentar por Antonio — Sexta-feira, 18 Setembro 2009 @ 12:29 pm | Responder

  3. Eu acho caricato que sejam mencionadas no comentário do António, duas expedições em terras espanholas. Se tivessem existido somente duas expedições espanholas em terras portuguesas, talvez não estivéssemos hoje aqui escrever estes comentários. Por isso, e mesmo com toda a boa-vontade, considero impossível discutir a História com um espanhol, porque pura e simplesmente os factos históricos não contam absolutamente nada. O nacionalismo centrípeto espanhol cega a ponto de gerar um certo desprezo pelo nacionalismo dos outros ― principalmente se os outros forem mais pequenos. Eu tive ligações de trabalho com Espanha e sei muito bem do que falo.

    Se Carlos II de Áustria era um usurpador, o que era Filipe II em 1580, em relação a Portugal ? Quando Carlos II de Espanha morreu sem deixar descendência, o Habsburgo ficou em segundo lugar na lista que o rei espanhol deixou antes de morrer. Porém, o seu segundo lugar da lista deveu-se à influencia de Luís XIV que conseguiu, através das intrigas na Corte espanhola, colocar Filipe de Anjou em primeiro lugar na lista de sucessão ao trono espanhol ― e aqui entramos no problema: desde o tempo em que Mazarino manobrava na sombra, e depois da morte deste, Luís XIV foi a charneira do problema europeu.

    Portugal sofreu constantes e numerosas investidas militares espanholas no seu território desde 1640 a 1668 ― 28 anos a fio de inferno espanhol invadindo sistematicamente Portugal, que culminou em Ameixial e Montes Claros ― e fala-se na isolada expedição do Marquês de Minas ?!

    Apesar de Portugal ter assinado o Tratado com Inglaterra, Holanda e o Império austríaco, as tropas portuguesas não dispararam um único tiro contra Espanha de Filipe V. Um único tiro !. Foi Filipe V que declarou guerra a Portugal, invadindo e saqueando Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Portalegre, Monsanto, etc. Com saques sistemáticos, coisa que tinha sido criticada e abolida por Filipe IV. A actuação de Filipe V só pode ser considerada selvagem: primeiro porque atacou não em defesa, mas em ofensiva pura e dura; e depois porque se comportou como um autêntico selvagem, mesmo para os paradigmas morais daquele tempo, saqueando e destruindo tudo à sua passagem.

    Em resultado disso, o português Jaques de Magalhães, que tinha a responsabilidade do destacamento militar das Beiras, entra em Salamanca onde Carlos II foi aclamado pelo povo como rei de Espanha. Seguiu-se depois uma passeata militar triunfal e sem resistência ― sem oposição militar ― até Madrid, comandada pelo marquês das Minas.

    O critério não pode ser duplo: não é possível que se critique uma única expedição militar portuguesa ― que praticamente não causou vítimas espanholas até Madrid, porque se tratou de um “passeio militar” sem resistência ―, ao mesmo tempo que se tenta esconder as centenas de expedições espanholas em território português que foram o inferno deste povo ao longo da sua História.

    Contam-se pelos dedos de uma só mão a vezes que as tropas portuguesas se aventuraram para além de Badajoz; mas se eu fosse fazer o inventário das incursões espanholas em Portugal, estaria aqui toda a noite. O que os espanhóis nunca conseguiram vencer foi a tenacidade draconiana portuguesa: por exemplo, durante os 28 anos de guerra da restauração, os soldados portugueses que desertassem tinham toda a sua família fuzilada.

    Oliveira Martins não me merece a mínima credibilidade; para além de maçon, era iberista.

    Filipe II prometeu ao povo o que não cumpriu, como sempre aconteceu com Espanha ― ainda não se cumpriu o estipulado pela Conferência de Viena no rescaldo da derrota napoleónica.

    Em 1668, Portugal assina um Tratado de paz com Espanha; em 1675, o espanhol Conde de Humanes congemina um plano para trazer o rei idiota Afonso VI de Angra (Açores) para Madrid, no intuito de o fazer casar com a viúva Ana de Áustria ― isto é, Tratado de Paz de um lado, conspiração para dominar, por outro; sempre foi assim. Na sequência da iniciativa de Humanes, o regente português e irmão de Afonso VI, D. Pedro, chegou a enviar tropas para a fronteira para preparar a defesa, e o rei foi recambiado de Angra para Sintra onde viveu vigiado até à sua morte.

    As “intromissões portuguesas na América do Sul” resumiram-se a uma: Rio da Prata. Porém, se formos a fazer as contas a prejuízos, os prejuízos portugueses foram incomensuravelmente maiores, desde logo, Ceuta, que foi oferecida de mão beijada aos espanhóis no seguimento do tratado de paz de 1668 que Espanha tentou imediatamente minar através do conde de Humanes. Com que moral se invoca uma incursão na América do Sul em comparação com as perdas que Portugal teve ― desde Ceuta a Olivença, passando pelas perdas no oriente português a favor dos inimigos da dinastia filipina ?

    O António pode conhecer a História de Espanha, mas garanto-lhe que não conhece a História de Portugal como eu a conheço. Acontece que as duas histórias são diferentes.

    O que aconteceu recentemente com a intervenção directa da PRISA espanhola na TVI portuguesa, e os recentes acontecimentos de “ameaças” espanholas por causa do TVG, é apenas o eco de uma longa História que o Presentismo político pretende branquear.

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    Comentar por O. Braga — Sexta-feira, 18 Setembro 2009 @ 9:37 pm | Responder

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    Pingback por Os interesses de Espanha são incompatíveis com os interesses de Portugal, senão com o sacrifício do país mais pequeno (4) « perspectivas — Domingo, 20 Setembro 2009 @ 6:38 pm | Responder

  6. […] Maçonaria, Oliveira Martins, Portugal Em relação a este postal que fez referência a estoutro da minha lavra: Por otra parte, yo jamás he avistado en mi persona hispanofobia alguna en Portugal. Y me he dado […]

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  8. 1. os Portugueses têm que abrir os olhos enquanto têm tempo e correr com estes maçonicos iberistas de que se compõe o Ps daqui para fora, em nome do nosso Portugal que eles querem destruir e matar para fazer de nós parte do império castelhano.
    O sócrates, e o zapatero que não é mais que o Conde duque de olivares dos sec, XXI, juntamente com a maçonmaria portuguesa e a castelhana, a denominada ibero maçinaria está a delinear e a pôr em prática um plano para rebentar com portugal, e os sinais que o ps envia são sinónimo disso, e não pensem que o Mário Lino disse ser “iberista” em Espanha por lapso; e que a política de Sócrates de “Espanha, Espanha, Espanha” é uma figura de estilo; que dia 16 deste mês Luis amado em plena campanha também advogou a inclusão de portugal em espanha, isto não est´
    a a acontecer por acaso, isto esta aser planeado e forgado pelo Ps a mado da maçonaria, daí que o senhor rui pereira, grão mestre do oriente lusitano e chefe da maçonaria Portugesa seja també ministro deste governo e é çle dem dúvida que dá as ordens oa sócrates, ordens estas que v~em de castela, para mater Portugal, este governo do ps está chei de vendidos e de traidores á patria.
    Desenganem-se. A ideia de Pan-iberismo, com capital em Madrid, passa por concessões à ETA, passa por concessões à Catalunha, isto é, passa por concessões às nacionalidades, porque Portugal também é uma nação.
    Os socialistas portugueses, alinhados ao ideário maçónico sem pátria, ajoelham-se perante Espanha com a conivência e colaboração dos socialistas espanhóis. As máquinas socialistas de ambos os países actuam na sombra. Esta sondagem publicada pela TSF é seguida de outra já publicada em Portugal há semanas sobre o mesmo tema (só que os portugueses são menos adeptos do iberismo – pudera, passaríamos a ser cidadãos de terceira classe, porque de segunda já somos hoje com Sócrates no poder). Será coincidência que num prazo de um mês se publiquem sondagens deste tipo em ambos os países? Yo no creo en brujas; pero que las hay, las hay.
    Lisboa não é Barcelona nem Portugal é a Catalunha. Lisboa é a capital de um país e de uma nação que gerou países novos e novas nacionalidades e cuja língua se fala por mais de 200 milhões de pessoas nesses países. O catalão fala-se nas casas-de-banho das cidades catalãs. Nada de confusões, Sr. Sócrates.
    Uma coisa é a integração de Espanha e Portugal na União Europeia, onde estão hoje 25 países. Outra coisa é o aproveitamento da dinâmica da construção europeia para a absorção de Portugal por Espanha com a consequente sujeição de Lisboa a Madrid, que é o que Sócrates e Zapatero estão a fazer.
    Eu não tenmho dúvidas nenhumas disto e espero que os Portugueses abram os olhos e corram com estes vigaristas e traidores de portugal, correndo com este traidor à pátria do Sócrates, o Miguel de Vasconcelos do séc. XXI, ao antigo Vasconcelos, o grupo dos quarenta empurrou-o pelas janelas do Paço do terreiro abaixo.

    Hoje somos mais civilizados: vamos empurrar Sócrates para fora do governo, porque Sócrates foi é um equívoco tremendo que o marketing político e o lobby plutocrata transformaram em “competência”, e como nos desgovernou durante 4 anos e anda a destruir Portugal para depois o vender aos castelhanos em saldo, está rodeado de traidores á patria não merece ser primeiro minisro do nosso pais, por isso e por um imperativo de importancia nacional não votem no Ps, porque o Ps é o partido de castela e o partido que defende os interesses dos castelhanos e não dos Portugueses.

    Morte à espanha, ou melhor ao Império Colonial Castelhano.

    Viva Portugal.

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    Comentar por fernando — Sábado, 26 Setembro 2009 @ 12:33 am | Responder

  9. O Ps é o partido de castela em Portugal, é o partido que defende os interesses dos Castelhanos em Portugal, e penso que já ninguém tem dúvidas disso depois do que se passou na TVI, em que o pseudo primeiro ministro de Portugal, esse traidor à pátria Portuguesa e um vendido aos Espanhóis, não teve problemas em pedir ao seu amiguinho zapatero que controla a Prisa que saneasse o Moniz e a Moura Guedes.

    Daqui há que tirar uma lição, não podemos deixar que mios de comunicação em Portugal caima em mais de capitais estrangeiros muito menos de espanhóis, e o próximo governo que com toda a certeza não vai ser PS tem que imediatamente a seguir a tomar posse passar imediatamente a TVI para capitais portugueses, quer seja por nacionalização seguida de privatização ou então por um convite à Prisa a vender a sua participação na média capital.

    Mas os sinais da ingerência castelhana em Portugal não se ficam por aqui, e os sinais de conivência, promiscuidade e de subserviência deste Ps para com os castelhanos são mais que muitos e não se ficam por aqui, começaram logo quando este traidor do sócrates tomou posse em que disse logo que a sua prioridade era a Espanha, Espanha, Espanha, e ainda mais vergonhoso, na campanha das europeias foi a valência apoiar o seu tutor e falou Castelhano, uma autentica vergonha para nós Portugueses, ter um primeiro ministro que se rebaixa a falar castelhano, enquanto que o zapatero quando veio os comício do Ps a Coimbra falou em castelhano e nem uma palavra disse em Português, esse filho da puta.

    De seguida a cimeira Luso-espanhola de 2006 em Braga lançaram logo mais uma semente deste iberismo que o Ps tanto defende, que o foi o também ibérico centro de nano tecnologia de Braga.

    Mas o governo do Ps está repleto de traidores à pátria, iberistas e maçónicos iberistas, começando logo pelo boi do Mário Lino que não teve vergonha de dizer em Vigo em 2006 aquando da apresentação do TGV na Galiza que Portugal devia ser uma integrado na Espanha, o que lhe valeu uma queixa na procuradoria geral da república interposta por militares.

    Mais recentemente temos outro iberista, desta vez foi o Luís amsdo que se descuidou e disse no dia 16 deste mês em Leiria em plena campanha que o futuro para Portugal passa pela união com Espanha, isto está-se a tornar vergonhoso, doentio e perigoso para o país, temos que correr com estes filhos da puta.

    Para finalizar este quadro de honra temos o iberista mor, o senhor Rui Pereira, Grão mestre do oriente lusitano e que não faz mais nada do que abrir centros de controle fronteiriços mistos da GNR com a Guarda Civil castelhana, em pleno território Português e com bandeira espanhola hasteada em Quintanilha e Vilar Formoso, estando já previstos masi 3, um em Elvas, outro em Vila Verde da Raia e outro em Vila real de santo Antónia, isto é uma rebaixeza para Portugal e uma clara passagem de soberania.

    Em relação ao TGV serviria apenas para endividar Portugal até ás orelhas e depois sermos vendidos em saldo aos castelhanos passados 900 anos de luta.

    O TJV a ligar Lisboa a Madrid não serve em nada os interesses de Portugal, caso viesse a ser feita o que eu não acredito que aconteça serviria apenas para endividar Portugal e levar á fuga de mais empresas de Lisboa para Madrid, mas este é mesmo o objectivo do Ps, rebentar com a economia nacional e depois vender o país aos castelhanos em saldo.

    O argumento de que Portugal precisa de um TGV porque é periférico não faz o mínimo sentido, porque ninguém ia deixar de apanhar um avião por meia dúzia de euros como se faz hoje com as low costs para ir para paris, Berlim, Roma, Bruxelas ou qualquer outra cidade da Europa para dar para um balúrdio por uma viagem de TGV não faz sentido nenhum, o TGV só é competitivo para distancias máximas de 600 Km , a partir daí perde competitividade para o avião.

    A única linha que Portugal poderia vir a fazer se tivesse dinheiro para o fazer seria uma no sentido longitudinal do pais a começar em Braga, a passar no Porto, Aveiro Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa Évora Beja e a acabar em Faro.

    Para transporte de mercadorias poderíamos pensar numa linha no sentido transversal do pais de Aveiro a Vilar Formoso, ou de Santarém, passando por Castelo Branco direita a Vilar Formoso, e daí seguir pelo corredor Valladolid – Irun em direcção a Bordéus, sendo este o percurso mais curto de ligação á Europa e o percurso seguido tanto pelos nosso emigrantes que vão para a Suíça e para a França como pelo tráfego rodoviário que entra em Portugal vindo de França e da restante Europa.

    Este ideia de fazer a ligação por Madrid não cabe na cabeça de ninguém e basta olhar para um mapa para ver que não faz sentido e torna a viagem muito mais longa, é literalmente andar ao para trás, visto que de Madrid depois se teria que ir a Barcelona e aviagem demoraria uma eternidade

    Mas é claro que o ps não está aqui para defender os interesses de Portugal e dos portugueses, esta sem para defender o interesses dos castelhanos, e para eles interessa esta linha para por um lado poderem fazer toda a linha Madrid –Badajoz de borla sob o argumento da trans-nacionalidade da linha como disse e bem a Dra. Ferreira Leite.

    Contudo o Ps como tem um plano secreto para destruir Portugal quer a linha de Lisboa para Madrid, visto que para eles Portugal já não passa de uma província espanhola e a linha do TGV seria o reconhecimento tácito de Portugal da perda de soberania do país para o império Castelhano e provocaria a fuga das empresas que ainda estão em Lisboa para Madrid.
    Os Portugueses têm que abrir os olhos enquanto têm tempo e correr com estes maçónicos iberistas de que se compõe o Ps daqui para fora, em nome do nosso Portugal que eles querem destruir e matar para fazer de nós parte do império castelhano.
    O sócrates, e o zapatero que não é mais que o Conde duque de olivares dos sec, XXI, juntamente com a maçonaria portuguesa e a castelhana, a denominada ibero maçonaria está a delinear e a pôr em prática um plano macabro e hediondo para matar Portugal, actuando as máquinas dos socialistas de ambos os países na sombra.

    Eu não tenho dúvidas nenhumas disto e espero que os Portugueses abram os olhos e corram com estes vigaristas e traidores de Portugal, correndo com este traidor à pátria do Sócrates, o Miguel de Vasconcelos do séc. XXI, talvez também o devêssemos mandar pela janela como fizeram em 1640 o grupo dos 40.
    Sendo assim, no próximo domingo temos a hipótese de empurrar Sócrates para fora do governo, visto que nos desgovernou durante estes últimos 4 anos e anda a destruir Portugal para depois o vender aos castelhanos em saldo, está rodeado de traidores á pátria e não merece ser primeiro minisro do nosso pais, por isso e por um imperativo de ordem nacional não votem no Ps, porque o Ps é o partido de castela e o partido que defende os interesses dos castelhanos e não dos Portugueses.

    No meio de tudo isto uma das coisas que mais me surpreende é a hipocrisia deste ps, deste partido anti-patriótico que pinta carros de campanha e autocarro com as corres de Portugal que tem como slogan “ Avançar Portugal”, quando este mesmo partido advoga a extinção de Portugal como nação independente passados 900 anos de história, penso que de acordo com a sua agenda escondida ao Ps seria mais adequado adoptar como slogan “Matar Portugal”.

    Viva Portugal e tal como refere o comentário anterior:

    Morte à Espanha, ou melhor ao Império Colonial Castelhano.

    Independência para a Catalunya, Galiza e Euskadi (País Basco)que nós devemos apoiar.

    Viva Portugal, estaremos cá pelos menos 900 anos, à Espanha eu ainda a vou ver desaparecer do mapa e nesse dia todos os Portugueses devem ficar contentes.

    E lembro a estes traidores á pátria que ainda há Portugueses de bem, e que amam o seu país e estão cá para o defender se for preciso tal como fizeram os nosso antepassados.

    Viva Portugal e Olivença Portuguesa.

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    Comentar por Alves — Sábado, 26 Setembro 2009 @ 1:15 am | Responder


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