perspectivas

Quinta-feira, 16 Julho 2009

La amenaza española

Filed under: cultura,politicamente correcto,Sociedade — O. Braga @ 7:06 pm

Diferentes reacciones a esta apostilla (cuyo titulo es “La amenaza española”) me ha obligado a hacer volver a memoria los resquicios de la lengua castellana que aún me quedan después de algunos anos de contactos profesionales con España.

Me refiero concretamente ― al menos ― a tres reacciones, a veer:

Desde luego, cuando me refiero a la “amenaza española”, no lo hago en el sentido político (iberismo y otras cosas parejas) pero en sentido de la contaminación cultural. La interpretación que lo ha dado la Santa Alianza lo atribuyo solamente a una desfajasen de la lenguaje, porque en ningún momento hablé o me referí al peligro ” absorcionista “ en sentido de integración política, territorial o otra: el peligro que existe es el peligro de la contaminación cultural zapaterista, la importación del nihilismo español contemporáneo que se implantó ahí en cambio de un plato de lentillas que los políticos dichos “progresistas” ofertaran al pueblo.

El articulo La amenaza española se escribió en función de un otro anterior que exhibe en detalle las medidas progres zapateristas.

En esto momento, España es lo peor vecino ― y sigo hablando solamente de cultura y civilización ― que Portugal podría tener. Hasta ahora, no existen en Portugal tentativas de quemar iglesias; al menos, hasta ahora, pero no lo sé por cuanto tiempo más.

Un saludo a todos.

8 comentários »

  1. […] Para los que llegan aquí y de lengua española: leer esta apostilla. […]

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    Pingback por A ameaça espanhola « perspectivas — Quinta-feira, 16 Julho 2009 @ 7:16 pm | Responder

  2. Orlando, yo comprendo que los conservadores-tradicionalistas portugueses vean con miedo el derrotero que ha tomado España.

    No tienes por qué disculparte por decir lo que piensas. Cuando no estoy de acuerdo me quejo. Pero que sepas que te vigilamos 🙂

    Un abrazo y gracias por escribir en español, yo lo entiendo mucho mejor 🙂

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    Comentar por AMDG — Quinta-feira, 16 Julho 2009 @ 8:06 pm | Responder

  3. Estimado:

    Porém, acho que o senhor procura demasiado as culpas no zapaterismo (que não nego que tenha muitas e que o sofro directamente), mas muito poucas na oligarquia vermelha portuguesa que, depois de trair a nação em 1974 com cravos sangrentos, continuou num remoinho a submergir Portugal na globalização que está fundindo economia capitalista com cultura progressista, anulando a independencia portuguesa de verdade. Esse é o verdadeiro perigo, por mais que sempre queiramos buscar culpas fora.

    O “intento irlandês” continuo sem o ver em lado nenhum.

    Sempre podemos consolar-nos buscando as culpas no vizinho, sem ver o que realmente temos diante dos nossos olhos. Mas a contaminação cultural em Portugal não a trouxe o zapaterismo mas sim muito antes a classe progressista autótone que ainda faz sangrar a grande pátria irmã. Da queima de igrejas? Deus queira que nunca chegue a Portugal, ainda que não será pelo pela falta de vontade dos revolucionários daí. Que o comunismo cada vez saca mais votos… pois igualmente também será culpa do pior vizinho… Viajo a Portugal desde pequeno (a minha povoação situa-se sa 140kms do Algarve), e faz pouco tempo estive uma semana em Coimbra, e nem tudo acho que seja por culpa da contaminação espanhola, mas sim porque, por desgraça, Portugal está cavalgando assim como sozinho, sem rebelar-se deveras, como um pontinho mais no mundialismo que nos avassala.

    Deus queira que Portugal um dia perceba que na Tradição não há derrota possível. Deus queira que Portugal volte à sua foralidade. Mas muito temo que inserido neste sistema europeísta de colonialismo ianque nada disso ocorrerá; e também enquanto não se aponte bem ao verdadeiro inimigo não há que procurá-lo tanto por fora. E não se esqueça que o “seu” progressismo é tão iberista ou mais do que o “meu”. E eu em absoluto não sou iberista, sou tradicionalista, carlista espanhol e irmão do miguelismo português. E tanto me dá medo o contágio que pode haver de Zapatero em Portugal, como em Espanha o da subida dos partidos comunistas portugueses. A política peninsular sempre acaba salpicando-nos e isso bem que o sabia Oliveira Salazar, por exemplo. Poderia eu dizer que Portugal é o pior vizinho pelo auge que a foice e o martelo têm aí? Seria injusto, não crê?
    Perdoe-me se me expressei com acritude mas continuo a ver grandes lacunas na sua exposição.

    Cumprimentos em Nossa Rainha, Senhora de Fátima.

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    Comentar por Antonio — Sábado, 18 Julho 2009 @ 1:03 am | Responder

  4. António:

    São duas preocupações distintas embora interligadas: uma e a primeira é a da soberania da nação que se liga à economia e à globalização. Outra preocupação é a da cultura ética que é imposta ao povo através da propaganda oficial do Estado como sendo “progressista” no sentido retirar ao corpo nacional o seu juízo crítico.

    Na maior parte das vezes, os analistas políticos só demonstram interesse pela primeira inquietação, mas na minha opinião a questão cultural é muito mais importante do que a económica porque é praticamente irreversível: podemos reverter uma política económica, mas será muitíssimo mais difícil fazer prevalecer os valores de uma ética racional.

    As pessoas podem pensar que a esquerda zapaterista é mais benigna, em termos económicos e políticos, do que a esquerda radical portuguesa constituída pelo BE e PCP e por uma parte do PS. É um erro. Face à impossibilidade objectiva do golpe de Estado que introduza os marxistas num sistema de poder totalitário, estes adoptam dialecticamente a estratégia da corrupção cultural que levará ― através da anestesia social e não só em uma geração ― a esse mesmo desiderato através da criação de uma atmosfera cultural de um novo barbarismo que tem um paralelo identitário com aquele que antecedeu a Idade Média. É isso que Zapatero está diligentemente a fazer. Ora, em Portugal, os portugueses têm conseguido, apesar da propaganda marxista do Estado socialista, suster esse radicalismo eticamente corrupto.

    Quando foi da campanha referendária a favor da liberalização do aborto até às 10 semanas, o marxismo cultural português invocou sistematicamente o “exemplo espanhol” que tinha o aborto legalizado desde 1985. Zapatero já defende hoje uma nova lei de aborto até às 22 semanas sob pretexto de “saúde mental da mulher”.

    Mas não só no aborto: em tudo, Espanha transformou-se no exemplo europeu (e mesmo global) do sucesso das teorias de Gramsci e Lukacs: a colectivização da economia pode esperar, o aparente liberalismo económico é caracterizado pela submissão do empresariado que se mantém controlado, como se vê pelo comportamento submisso do Partido Popular, e a agenda marxista cultural corrosiva avança e impõe-se.

    Espanha transformou-se num exemplo para o povo português no sucesso económico (embora os políticos e os economistas não expliquem ao povo português como é que o milagre económico espanhol foi conseguido), mas pode também passar a ser um exemplo invocado pela esquerda marxista portuguesa nas políticas culturais se não existir um esclarecimento sobre aquilo que significa o sacrifício dos valores para o futuro da sociedade.

    A Irlanda é um exemplo de um país que tem respeito pela sua identidade. Portanto, o “intento” irlandês é exactamente isso: o respeito pelo princípio da identidade (A=A). Não existe aborto legalizado na Irlanda, nem “casamento” gay, nem adopção de crianças por duplas de gays, nem a venda de pílulas anticoncepcionais do dia seguinte sem receita médica, nem aborto legal de meninas de 16 anos sem conhecimento dos pais, nem políticas educativas de promoção cultural da homossexualidade, nem tentativas de mudar o léxico linguístico em nome do desconstrutivismo feminista, nem a atribuição utilitarista dos direitos humanos aos macacos ― enfim, não existe na Irlanda a loucura espanhola.

    Enquanto que o radicalismo ideológico, em Portugal, continua a ser uma característica política de partidos políticos claramente identificados pelo povo como sendo partidos radicais, o radicalismo está no poder em Espanha impondo-se como “reformista” através do PSOE que sempre foi um partido moderado mas que claramente deixou de o ser.

    Os votos na esquerda marxista portuguesa das últimas eleições europeias pode mudar nas próximas eleições legislativas; nada está decidido definitivamente. Em contraponto, a política cultural zapaterista deixará marcas indeléveis no povo espanhol; existe a ideia de que a cultura não está ligada à economia, o que é outro erro crasso que o tempo se encarregará de demonstrar.

    A “foice e o martelo” são votos em políticas económicas, são manifestações de intenção de voto que podem mudar. Existe muita gente aqui que votou no partido comunista e é católica, isto é, é gente que ainda está impregnada dos valores da ética cristã. A “foice e o martelo” não estão no poder em Portugal.
    Em contraponto, o zapaterismo é aplicação literal da cartilha marxista de Gramsci e Lukacs que está já em acção destrutiva através do poder político instalado em Madrid. Existe uma diferença importante nas duas situações ― pelo menos até agora. O futuro a Deus pertence.

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    Comentar por O. Braga — Sábado, 18 Julho 2009 @ 11:28 am | Responder

  5. Estimado:

    Faço agora a minha resposta em espanhol, mais que nada pela falta de tempo que tenho e por o medo a que uma nova resposta em português seja incompreensível, desculpe o incómodo.

    – Vayamos por partes:

    1 ) – Hay un detalle, estimado señor, que a vd. se le olvida: Desde el 1974, y tras la revolución roja que derrocó a Caetano, el Partido Comunista de España abandonó su exilio dorado de París y comenzó a operar de Lisboa, donde trasladó su emisora. Tanto fue la cosa así que hay una leyenda que indica que Arias Navarro pensó hasta en declararle la guerra a Portugal, algo que yo dudo que fuera así, pero bueno, ahí queda.

    2 ) Incido en lo de iberista por una cuestión capital: La progresía lusa, que traicionó a la gran patria de las quinas y viene haciendo desafueros desde el 1974, es rabiosamente iberista. Yo diría que es más iberista que la izquierda española. Si vd. sigue mi blog ( No tiene por qué hacerlo ), habrá visto que yo he denunciado y lamentado el nefasto influjo que el ” efecto Zapatero ” está teniendo en Portugal. Pero parte de este influjo, parte de ese ” espejo español ” se localiza en el iberismo aún muy latente en la izquierda lusa. Portugal está en manos de corruptos e indeseables. El nuevo orden mundial no le perdonó a Portugal que se regenerara y creciera, no le perdonó que aboliera el perverso sistema de castas en Goa, no le perdonó que el África Portuguesa fuera un ejemplo de no pasar hambre, de un sistema sanitario envidiable, de la erradicación del analfabetismo, del crecimiento económico, de la estabilidad social, de la EVANGELIZACIÓN…..El petróleo de Cabinda desató una guerra global donde yanquis, ingleses y franceses comenzaron a apoyar a los separatistas ( Mientras muchos africanos, como el glorioso Marcelino da Mata, lucharon por la bandera portuguesa, aun republicana ) y por otro lado se metió la URSS y la Cuba castrista….Quien mayor tajada sacó de esta desgracia fue la oligarquía que, quizá con la cabeza visible de Mario Soares, sigue sometiendo a Portugal al peor de los caos. Abomino profundamente de la progresía española y de sus nefastos influjos, y comprendo el miedo que el sano pueblo portugués tiene más de lo que vd. pueda creer; ahora bien, creo que vd. centra las culpas demasiado fuera, y no lo veo justo.

    3 ) – No conozco la situación portuguesa tan bien como vd., pero algo sí que la conozco. Y mire, no sé qué es mejor en un momento dado: Si un socialista ateo directamente o un comunista que se dice católico, porque esto último es una aberración. El comunismo está condenado como intrínsecamente perverso por nuestra Santa Iglesia Católica. Si los comunistas portugueses ” respetan ” el tener votantes católicos, es porque el comunismo ha aprendido sobre todo a raíz de la escuela de Frankfurt y Gramsci a la ” revolución cultural e ir minando desde dentro “; cuando el comunismo portugués se vea con poder suficiente, ya verá vd. dónde van a ir sus votantes católicos. Y no se olvide que en España el comunismo, electoralmente está desarticulado, y que los elementos más radicales de la izquierda española pueden tener su espejo en la subida del comunismo luso. Esto es tan plausible como la nefasta influencia de Zapatero.

    4 ) – Creo que vd. desconoce lo que es el PSOE. El PSOE jamás fue un partido moderado. El PSOE es un partido radical de inspiración fuertemente marxista. Su fundador, Pablo Iglesias, amenazaba de muerte en el parlamento a los conservadores y dejó dicho, literalmente, que el Cristianismo era un enemigo a abatir. Pablo Iglesias trabajó para los intereses franceses y, como la progresía lusa, traicionó a los españoles que se dejaban su sangre en África. Por otra parte, Largo Caballero se autodenominaba ” el Lenin español ” ( Bonita forma de moderación ) y hablaba de que había que aniquilar a segmentos enteros de la sociedad si hacía falta para conseguir la dictadura del proletariado. Tanto él como I. Prieto llamaron a la guerra civil proletaria desde los comienzos de la República. El PSOE fue directamente responsable del asesinato de José Calvo Sotelo, que en Santa Gloria se haya; Calvo Sotelo, uno de los políticos españoles más reputados y sincero admirador del Dr. Oliveira Salazar, y muy conocedor de la política portuguesa.

    Lo que le ocurrió al PSOE fue que, tras la muerte de Franco, se decidió que en España debía haber una democracia bipartidista. Por miedo al ” poder social ” del PCE, se pensó que el PSOE podía ocupar el lugar de la socialdemocracia europea. Así, notorios miembros de la UCD reconocieron que fueron financiando al PSOE, que fue acogiendo a los elementos más radicalizados y del eurocomunismo para insertarlos en el ” redil pacífico electoral “. Todo ello se hizo también con la complacencia del asesino Santiago Carrillo. El PSOE adoptó ciertas posturas de las ” teorías de Bernstein ” durante un tiempo. Con el paso de los años, ha vuelto a sus raíces, ya no tanto ” marxistas ortodoxas ” como sí más gramscianas.

    Así, el PSOE abandera ahora una suerte de frente popular de economía brutalmente capitalista y de pseudocultura nihilista; mas porque la izquierda aquí vota ” religiosamente “, y un comunista, o incluso un separatista, votará al PSOE antes de que salga la ¿ derecha ? al poder. Pero si en Portugal los partidos comunistas crecen y el socialismo se ve obligado a pactar con ellos y a concederles altas cotas de poder, éso también puede ser un espejo, como le reitero. La política peninsular siempre nos acaba salpicando. Y recuerde que Mendizábal endeudó tanto a España como a Portugal con el mismo motivo, sufriendo ambas patrias de la península una colonización financiera y unos desastres políticos cuyas consecuencias aún estamos pagando.

    5 ) – Lo que dice vd. de Irlanda es cierto, y es encomiable. Como su resistencia al constitucionalismo europeísta. Ahora bien: Recuerde que Irlanda entregó su territorio del Norte, recuerde la diáspora irlandesa, recuerde el exterminio y la persecución religiosa….Recuerde que Irlanda ha perdido su ser político y que es irrisorio el hecho del ” catolicismo izquierdista ” que allí por desgracia tan de moda está, y hasta la misma inmigración irlandesa en Yanquilandia. Y recuerde que Irlanda no es una nación independiente como no lo es ninguna sometida a la Unión Europea. Hombre, si vamos a poner ejemplos, no nos quedemos sólo en lo que nos interesa.

    En fin, créame que le comprendo y le entiendo en buena medida, pero no comparto la base de lo que dice, porque creo que anda viciada. Y créame que soy el primero en denunciar y lamentar el nefasto influjo nihilista de Zapatero en Portugal, esa gran nación a la que tanto amo; pero creo que vd. se deja demasiadas cosas en el tintero y no quiere ver del todo lo que tiene dentro.

    Cumprimentos em Cristo Rei.

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    Comentar por Antonio — Sábado, 18 Julho 2009 @ 2:45 pm | Responder

  6. Punto 1: de acuerdo.

    Punto 2: la cuestión iberista está sobretodo conectada con la masonería y el republicanismo jacobinista ― no hablando solamente de la izquierda de ambos los países. No es necesario gran esfuerzo para saber quien defiende el iberismo en España, que incluye (también) gente de la derecha neoliberal en Cataluña y otros sitios.
    La izquierda portuguesa se abre más al iberismo por cuanto existe el poder de la masonería instalado en La Moncloa ― como fueron los casos de la primera y segunda repúblicas españolas. Si por ventura si cambia el poder en España, el iberismo portugués vuelve a hibernar. El iberismo es una forma ― un medio ― que la izquierda portuguesa encuentra para fortalecer la agenda política suya y sucia. El caso Saramago es bien evidente.

    En el restante, estoy de acuerdo.

    Punto 3:

    Y mire, no sé qué es mejor en un momento dado: Si un socialista ateo directamente o un comunista que se dice católico, porque esto último es una aberración.

    Un socialista ateo en poder ha perdido totalmente el respecto no solamente por la religiosidad del pueblo aún también por la ética cristiana. Mal por mal, prefiero un perro con miedo que un otro rabioso.

    En mi opinión, debemos concentrarnos más en las cuestiones culturales que en las cuestiones políticas coyunturales y de ocasión. Y voy a dar un ejemplo: el partido comunista portugués ha bajado a cerca de 5% en principios de los anos noventa, ahora está arriba en los 10%, y presupuesto que pude volver a bajar en el futuro. La porcentaje del Bloco de Esquerda en los 10% se lo retiró directamente del partido socialista que se ha rebajado a los 26% debido a las políticas y problemas personales de José Sócrates.
    Lo que no se puede eliminar o cambiar en un pueblo ― al menos de una forma tan expedita ― es el legado cultural anti-natura que permanece tras generaciones.

    Punto 4:

    Yo ignoraba las características del PSOE como están descritas, porque me acuerdo de Felipe González como un hombre relativamente moderado.

    el PSOE abandera ahora una suerte de frente popular de economía brutalmente capitalista y de pseudocultura nihilista

    Esto es exactamente lo que ha pretendido hacer José Sócrates en Portugal, tras su amigo Zapatero. Afortunadamente, no lo hay conseguido (hasta ahora).

    Punto 5.

    Si un país no es fácilmente “colonizado” en lo punto de vista cultural, tiene más posibilidades de sobrevivir intacto como país en un mundo globalizado. Irlanda puede estar dependiente económicamente de la UE; pero cuando se llega ahí vemos ― como yo lo ha visto personalmente ― claramente que es un “país diferente” en los valores humanos, en comparación, por ejemplo, con Inglaterra. Y esto lo hace exclusivamente la cultura.

    Un abrazo cordial.

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    Comentar por O. Braga — Sábado, 18 Julho 2009 @ 4:00 pm | Responder

  7. Bom, meu senhor, no fundo nâo estamos tâo distantes na opiniâo. Só algumas precissôes:

    – Felipe González jamais foi moderado, pelo contrário, tem o ” orgulho ” de ser o politico mais corrupto da nossa democracia; e isso é muito….Alem de ter uma mansâo em Marrocos e um império capitalista em Iberoamerica, e um dos personagens mais sinistros da política atual, como digo-lhe. Entretanto, tambén practicou o terrorismo de estado e apoiu a Thatcher nas Malvinas, sendo tambén um grande incentivo para os contrabandistas britânicos de Gibraltar. Felipe González, realmente, na sua ideologia, tampouco é muito diferente do ” PSOE original “; simplesmente ocupou um ” parêntese ” para o bipartidismo indiscutível num momento dado.

    – Agora, pode que o ” câo raivoso ” nao esteja assim muito em Portugal; mas esse efeito pode mudar, tanto pela influência de Zapatero como pela animada do voto comunista em Portugal. Pense nisto.

    – As nossas naçoes sao fácilmente colonizadas no plano cultural. Já estamos assim, outra coisa é que nós nâo queramos ve-lo. Mas a colonizaçâo nâo é só político-económica; culturalmente está afetando-nos muito; e por exemplo, nao faz muito que podia dizerse que Portugal era diferente a Espanha nisso; agora já nao. E nao é so culpa do ” peor vizinho “. Foi Portugal o peor vizinho quando os comunistas espanhois trabalhabam con total liberdade desde Lisboa ? Quando a Revoluçâo dos Cravos ? Eu nâo acho assim. Entâo, muitos portugueses de bem foram ao exilo a Espanha, como muitos espanhois ( Entre eles, Calvo Sotelo ) foram ao exilo em Portugal durante a República. República que é a que vem destroçando a vos, como a nós a nossa anti-monarquia liberal.

    – Que o partido comunista pode descer no futuro ? Temos que ve-lo….Na tuda a Europa globalizada o progressismo está muito forte; porém, porque tem o dominio incontestável da ” cultura “. E isso afeta a Portugal, porque Portugal nÂo é livre, como nâo é a Espanha. E lembre que o socialismo é ateu por definiçâo. E o poder dos pedreiros-livres tambén está bem instalado em Lisboa e desde muito tempo trás. Outra vez, amigo, o cao raivoso….Que nâo só vem da Espanha.

    Esto es exactamente lo que ha pretendido hacer José Sócrates en Portugal, tras su amigo Zapatero. Afortunadamente, no lo hay conseguido (hasta ahora).

    Nao concordo con isto. Eu tenho visto em Portugal o contrário, por desgraça. E nâo é algo que vinha do zapaterismo, porque vem de assaz antes.

    Cumprimentos em Cristo Rei.

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    Comentar por Antonio — Sábado, 18 Julho 2009 @ 6:55 pm | Responder

  8. […] de España, que fueran los principales suministradores de esclavos de America… Pero este comentario a una entrada en español de Orlando en respuesta a una reseña mía (La mayor amenaza para el […]

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    Pingback por El imperialismo portugués | La Yijad en Eurabia — Quinta-feira, 20 Agosto 2009 @ 7:39 am | Responder


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