perspectivas

Domingo, 5 Julho 2009

De Espanha, nem bom vento nem bom casamento

El Zapa

El Zapa

O que se está a passar em Espanha é, no mínimo, preocupante. O governo de Zapatero está a operar uma verdadeira revolução marxista segundo os cânones de Engels, e principalmente seguindo à risca as cartilhas de António Gramsci e George Lukacs.

José Luís Zapatero é filho de um comunista que foi fuzilado por Franco durante a guerra civil espanhola, e nunca recuperou desse trauma de infância. A ideologia de Zapatero nada tem a ver com a tradição do socialismo democrático, mas com o marxismo. A condescendência que Zapatero tem em relação ao sistema capitalista vem na linha gramsciana que defende a destruição cultural da sociedade como a primeira condição da derrocada da iniciativa privada na economia. Para conseguir esse desiderato, o sociopata Zapatero atacou ferozmente a instituição familiar em Espanha:

  • criou o “casamento” gay e a adopção de crianças progénitas e não progénitas por duplas de gays;
  • aboliu as referência ao sexo dos progenitores no registo das crianças, sendo que o “pai” e a “mãe” foram substituídos por “Progenitor A” e “Progenitor B”;
  • aprovou o “divórcio unilateral na hora”; hoje é mais rápido o divórcio em Espanha do que comer um pão com manteiga;
  • aprovou as pesquisas com células embrionais humanas;
  • garantiu os direitos humanos aos macacos. A intenção de Zapatero é atacar o conceito cristão da santidade da vida humana;
  • as escolas primárias espanholas passaram a ensinar a “orientação homossexual” a crianças a partir dos 6 anos de idade. Trata-se de uma verdadeira lobotomia ideológica e cultural anti-natura a crianças da escola primária. A “Educação para a Cidadania” espanhola impõe às crianças o conceito de “pluralismo moral” segundo o qual os conceitos morais do Cristianismo são considerados “intrinsecamente intolerantes”;

O governo de Zapatero ainda não está satisfeito. Prepara agora as seguintes “medidas revolucionárias”:

  • a “pílula do dia seguinte” sem receita médica, e acessível em qualquer farmácia, a raparigas a partir dos 16 anos;
  • garantir a possibilidade de uma rapariga de 16 anos abortar a expensas do Estado sem o conhecimento dos seus progenitores ou encarregados de educação;
  • aumentar o prazo de aborto livre para as 14 semanas de gravidez, ou para as 22 semanas em caso de ser invocado “perigo de saúde mental ou física para a mulher”, o que significa que qualquer mulher poderia invocar “perigo de saúde mental” para abortar às 22 semanas de gravidez.

Conviver com os políticos espanhóis é acompanhar uma associação de malfeitores. “De Espanha, nem bom vento nem bom casamento.”

2 comentários »

  1. […] seguimento do postal anterior, um dos grandes problemas de Portugal chama-se “Espanha”. Espanha representa um enorme problema […]

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    Pingback por A ameaça espanhola « perspectivas — Segunda-feira, 6 Julho 2009 @ 6:57 am | Responder

  2. […] El articulo La amenaza española se escribió en función de un otro anterior que exhibe en detalle las medidas progres zapateristas. […]

    Gostar

    Pingback por La amenaza española « perspectivas — Quinta-feira, 16 Julho 2009 @ 7:07 pm | Responder


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