perspectivas

Segunda-feira, 1 Junho 2009

O activismo gayzista não quer um referendo; prefere um plebiscito de auto-celebração


Em vez de um referendo popular sobre o “casamento” entre duas avantesmas, o movimento gay prefere o plebiscito que celebre, sob o ponto de vista sócio-cultural, a cultura gay (ficheiro PDF). O que o activismo político gay pretende não é perguntar à sociedade o que pensa sobre este assunto: é antes impôr à sociedade a celebração cultural de um determinado estilo de vida através de um plebiscito elitista e unilateral, promovido pela ILGA e outras organizações para-pedófilas [não esquecer que a NAMBLA pertenceu, atá há pouco tempo atrás, à ILGA INTERNACIONAL].

O gayzismo pensa que vence a sociedade pelo cansaço. Vamos dizer a essas organizações políticas que o que nos move são convicções. Acreditamos numa sociedade em que o núcleo familiar é composto por um pai, uma mãe e pelos filhos. E dizer que um gay pode sempre casar, se assim o quiser, com uma mulher [se esta quiser]; ninguém proíbe um gay de se casar.

A legislação portuguesa já prevê direitos ― que eu considero excessivos ― em relação às uniões dos gays: a lei 7/2001 foi recentemente alterada para acrescentar ainda mais direitos às uniões gay. Mas eles ainda não estão contentes, nem nunca estarão: querem o “casamento”, como se duas pessoas do mesmo sexo se pudessem casar. Querem-nos impôr o absurdo cultural; querem destruir o senso-comum dos portugueses; querem destruir a cultura portuguesa. E depois do casamento”, vão querer adoptar crianças, e passarão outra vez a existir crianças de “pai incógnito”, como acontecia no tempo do “arroz de quinze”. E depois da adopção, vão querer o casamento na igreja católica; e depois do casamento na igreja católica, vão querer ser ordenados padres e freiras; e depois disso tudo, vão querer que seja obrigatório por lei ser homófilo e aderir à cultura gay.

Como escrevi aqui:

O intuito gayzista é eminentemente político e pretende estigmatizar culturalmente a heterossexualidade, isto é, negar a realidade da Natureza por via da coacção cultural que se pretende que venha a assumir contornos crescentes de violência cultural, psicológica e mesmo física perpetrada sobre a maioria, utilizando para o efeito os instrumentos de repressão ao dispor do Estado ― que, pelo contrário, deveria representar, de forma prioritária, os interesses da maioria natural e garantir o futuro da sociedade. Como escreveu Maria José Nogueira Pinto, este problema não tem solução.

A expressão do desejo gay é, por si mesma, uma questão de identidade, e portanto, é uma questão de vida ou de morte ― ela não pode ser negociável de maneira nenhuma, e assume a forma de um direito incondicional e inalienável. Por outro lado, a repulsa do hetero em relação ao acto homossexual é considerada pelos gayzistas como uma forma de violência inaceitável, e portanto, é classificada de “crime” ou “doença mental”.

Em resumo: a agenda política gay tem como objectivos:

  • eliminar qualquer tipo de repulsa pelo acto homossexual por parte dos heterossexuais, o que significa a construção de uma cultura virtual de predominância homossexual ― sublinho: virtual, na medida em que se trata de formatar coercivamente uma cultura, e não da alteração (o que é impossível) da biologia humana ― , por um lado,
  • e decretar por lei o exclusivismo dos gays ao direito à repulsa sexual, por outro,

o que transforma a agenda política gay num projecto totalitário e elitista cultural extremamente perigoso.

Dê uma olhada em: The Gay Report: Pesquisa de Hábitos Sexuais Gays

1 Comentário »

  1. Sou brasileiro e aqui a situação é gravíssima, os gays já conseguiram submeter à apreciação do nosso parlamento (câmara e senado) vários projetos de lei, visando restringir qualquer tipo de crítica aos seus comportamentos exdrúxulos, dentre estes projetos, o de nº 122/2006, foi simplesmente draconiano, ele determinava prisão de até 05 anos para quem não empregue um gay, ou quem o demita, ou que lhe cause qualquer vexame, por palavras ou gestos e expressões faciais e determinava a obrigação do estado em promover o movimento gay às custas do cofre público, diga-se de passagem que isto Lula e Dilma já estão a fazer.

    A reação que impediu a aprovação da lei, já no senado, pois havia sido aprovado na câmara de deputados,foi árdua e tal reação foi quase que totalmente liderada por cristãos protestantes, os católicos tiveram pouca e discreta participação, acho que entenderam se tratar de iniciativa protestante e portanto não deveriam participar – o que é um absurdo, pois o bem da população deveria estar acima de qualquer sectarismo.

    No Brasil a chegada de Lula e dos comunistas/socialistas ao poder, se fez acompanhar da maoir crise moral da história do país, todos os dias vem á mídia escândalos de corrupção, elevação de impostos, tentativas de controle da mídia, censura de jornais, perseguição à jornalistas, enfim…. presenciamos a ascenção de um regime totalitário que, por fim ,quer desmoralizar a população enfiando garganta abaixo do povo a legislação gayzista.

    Marcilio Leão

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    Comentar por Marcilio Leao — Segunda-feira, 8 Agosto 2011 @ 8:45 pm | Responder


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