perspectivas

Sexta-feira, 22 Maio 2009

Pedófilo inglês considerado suspeito no caso de Madeleine McCann

Filed under: Maddie — O. Braga @ 5:14 pm
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O pedófilo inglês Raymond Hewlett, já condenado pela justiça inglesa por vários ataques sexuais a crianças nos últimos 40 anos, foi formalmente considerado suspeito no caso do desaparecimento de Madeleine McCann, nomeadamente porque na altura do desaparecimento da pequena Maddie na Praia da Luz em Abril de 2007, Raymond Hewlett se encontrava no Algarve e a pouco tempo de viagem de automóvel da Praia da Luz. Desde o desaparecimento de Madeleine que Raymond Hewlett se encontra em parte incerta.

Ler notícias:


Adenda:

Gonçalo Amaral foi condenado a pena de prisão com pena suspensa.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1382307&idCanal=62

Num Estado de Direito ― que não é o caso de Portugal ―, e perante o desfecho da decisão do tribunal de Faro que condenou Gonçalo Amaral e os seus capangas a penas de prisão, a mãe da Joana estaria automaticamente fora da prisão devido a confissão sacada à base de tortura.

Eu não sei se a mãe da pequena Joana a matou ou não, ninguém sabe se a Joana está de facto morta, ou sequer sei se a mãe foi cúmplice no seu “desaparecimento”. O que eu sei é que os fins a atingir não podem justificar todos os meios de acção policial considerados de uma forma arbitrária e sem regras éticas e deontológicas.

No “caso Joana”, uma das poucas verdades insofismáveis é que a mãe da Joana foi condenada pelo desaparecimento da sua filha, no decurso de uma confissão obtida à pancada.

No caso Maddie, Gonçalo Amaral guiou-se pelos mesmos padrões de investigação que tinha adoptado no “caso Joana”: arrebentavam-se as ventas à Kate McCann num interrogatório nocturno bem “batidinho” tipo PIDE, e a “bifa” acabava por confessar, a bem ou mal. “Ou vai ou racha, Pacheco!”
Com “porradinha forte e feio em cima do lombo”, até eu digo que matei a minha família toda! O Amaral e os seus capangas estavam do lado da lei, mas formavam um “gang” do tipo “justiceiros da noite”, digno de um filme sobre os bas-fonds de Brooklyn.

Toda a investigação do caso Joana se pautou por muito músculo e pouco cérebro, à imagem do fautor principal da mesma. E quando surgiu o “caso Maddie”, o Amaral pensou que todos os casos de desaparecimento de crianças se deviam à intervenção das mães, e que o “caso Maddie eram favas contadas” e uma autoestrada sem portagens com muita porrada à mistura, e que depois de umas equimoses faciais e coisa e tal, a Kate McCann faria uma confissão a gosto e a pedido.

3 comentários »

  1. Gramava ver a cara do Amaral e dos que o secundam quando se descobrir a verdade.

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    Comentar por Henrique — Sexta-feira, 22 Maio 2009 @ 5:51 pm | Responder

  2. Afinal já tinhas dado por isso.

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    Comentar por Henrique — Sexta-feira, 22 Maio 2009 @ 11:48 pm | Responder


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