perspectivas

Sexta-feira, 9 Janeiro 2009

Quando o poder do Estado aumenta, quem sofre são os mais fracos

Nas suas relações com o fisco, a máxima de que “quem não deve, não teme” já não se aplica aos portugueses; agora, quem não deve, teme sempre, porque o fisco parte sempre do princípio de que cada português é um milionário com contas em off-shore e envolvido na Operação Furacão.

Quando a ideologia política de Saldanha Sanches foi tida em conta na feitura das actuais leis fiscais, não poderíamos esperar outra coisa: o Estado passou a ser um Big-Brother que vigia o cidadão mais vulnerável e fraco, porque aos “tubarões” a vigilância é relaxada, como indiciam os episódios das fraudes no BCP e BPP que resultaram em injecção de dinheiro do Estado para encapotar os desvios.

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