perspectivas

Quarta-feira, 13 Agosto 2008

A verdade incomoda

Um dos postais recentes mais lidos deste blogue é este: Activista gay: “sexo com animais é legítimo”. Relata o facto de um dos activistas gay mais conhecidos dos Estados Unidos defender a ideia de que o sexo com animais é legítimo desde que “os animais dêem o seu consentimento” (sic).

Note-se que eu não escrevi nenhuma mentira: um dos activistas gay mais conhecidos dos Estados Unidos defende a ideia de que o sexo com animais é legítimo desde que “os animais dêem o seu consentimento (sic).

Quando escrevi o postal não me passou pela cabeça tanta “popularidade”, e estranhei ― dada a quantidade de visitas ao post ― que não existissem comentários. Finalmente, chegou um comentário de alguém que se sentiu incomodado com a verdade:

«Você, de facto, é um destes “pseudo-intelectualóides” que existem nestes país, com um discurso muito bem escrito mas sem nenhuma consistência, e que fazem o país estar como está. Tenha vergonha na cara e pare de categorizar e generalizar uma “comunidade” de muitos milhões de pessoas espalhadas por todo o mundo de “pervertidos”.»

Assina: “estudante de psicologia” (estamos mal com a psicologia que temos; razão tem o Olavo de Carvalho — outro “pseudo-intelectual”)

O comentário é, assim, aqui parcialmente transcrito mas não será publicado na posta.

3 comentários »

  1. Agora descobri porque é que os sapateiros espanhóis querem equiparar os símios aos seres humanos!

    Assim podem desbundar alegremente neles, incluindo símios bebés, a depois dizer ao juíz “ele deu um grunhido de consentimento”.

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    Comentar por Luis Bonifácio — Quinta-feira, 14 Agosto 2008 @ 10:15 am | Responder

  2. Isso eu gostaria de saber…Como os animais manifestam o seu consentimento? Será na languidez do olhar? Será nos tais “grunhidos” de satisfação? Acredito que a bestialidade não está preocupada com o que sentem os animais. Parece a piada do sacristão e as galinhas …”quem cala consente”.É isso?

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    Comentar por Delfina — Quinta-feira, 14 Agosto 2008 @ 3:24 pm | Responder

  3. Cara Delfina.

    Eu estou a deduzir que o juíz não entenda o grunhido de um macaco, Por isso dá sempre o benefício da dúvida ao “violador”, pois este afirmará que entede o grunhido.

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    Comentar por Luís Bonifácio — Quinta-feira, 14 Agosto 2008 @ 10:35 pm | Responder


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