perspectivas

Segunda-feira, 11 Agosto 2008

Thomas Huxley estava errado (6)

Wormhole
Worm hole

Com a relatividade geral de Einstein, a ideia de “buraco negro” popularizou-se. O “buraco negro” é um lugar no espaço onde o espaço e o tempo se “dobram” um sobre o outro, gerando um campo gravitacional tão intenso que suga toda a matéria à sua volta e nem sequer a luz escapa. Martin Kruskal, um físico de Princeton, descobriu que o “buraco negro” tinha outro lado: o “buraco branco”, que desempenha o papel oposto do “buraco negro”.

O buraco branco “cospe” tudo para fora de si num sentido temporal invertido, e o estranho é que estando os buracos negros e brancos ligados, o buraco negro e o branco não são ou não fazem parte do mesmo buraco.

Se conseguíssemos viajar mais rápido que a velocidade da luz, ao entrarmos num buraco negro seríamos instantânea e imediatamente cuspidos para o exterior pelo buraco branco, como se entrássemos numa sala e simultaneamente estivéssemos a sair dela! Mas ainda assim poderíamos “emergir” no buraco branco num local que se encontrasse a milhões de milhões de anos/luz do local de entrada do buraco negro. A estes túneis espaço-temporais, os físicos quânticos chamaram de “Worm Tunnels” (túneis de minhoca).

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