perspectivas

Terça-feira, 2 Abril 2013

Em Espanha, a cada quatro minutos há um divórcio

É o resultado do “divórcio na hora” que foi instituído por Zapatero para acomodar, na lei espanhola, o “casamento” gay, e que serviu de exemplo ao famigerado José Sócrates: de quatro em quatro minutos há um divórcio unilateral e expresso em Espanha — e isto para além de já não ocorrerem muitos casamentos, e apesar da crise económica em Espanha.

Zapatero e José Sócrates ficarão para a história como criminosos lesa-sociedade. Se não forem julgados por um tribunal de Direito, serão certamente julgados pelo tribunal da História.

Sábado, 26 Janeiro 2013

A discriminação do Estado em relação às famílias e à educação das crianças

El Alto Tribunal analiza su jurisprudencia anterior y recuerda que “nadie pone en duda la legitimidad del sistema de educación diferenciada”, pero “cuestión distinta” es que, a partir de la entrada en vigor de la Ley Orgánica de Educación (LOE), sea posible que esos centros “puedan tener la condición de concertados con fondos públicos, cuando expresamente en el régimen de admisión de alumnos se prohíbe la discriminación por razón de sexo“.

via El Supremo reitera que los centros que segregan por sexo no deben ser financiados con dinero público – Público.es.

O STJ espanhol decidiu que as escolas privadas não-mistas — aquelas que não misturam os sexos dos alunos — não recebam apoios do Estado espanhol, dizendo que “é proibida a discriminação por razão de sexo”.
Mas, no caso de colégios para raparigas ou para rapazes, ¿ quem é “discriminado” ? ¿ As raparigas ou os rapazes ? Ou, ¿ será que se “discriminam” mutuamente ?


Vamos ver o que significa “discriminação” :

discriminação
(latim discriminatio, -onis, separação)
s. f.
1. Acto ou efeito de discriminar (ex.: o exercício envolve discriminação visual). = DISTINÇÃO
2. Acto de colocar algo ou alguém de parte.
3. Tratamento desigual ou injusto dado a uma pessoa ou grupo, com base em preconceitos de alguma ordem, nomeadamente sexual, religioso, étnico, etc.


No caso do ponto 1, “discriminar” é distinguir uma determinada coisa ou ser, de uma outra coisa ou ser, sem que essa distinção implique necessariamente qualquer injustiça. Ou seja, fazer a distinção entre seres diferentes entre si, não implica obrigatoriamente uma injustiça. Se eu digo, por exemplo, que “uma mulher é diferente de um homem”, estou a fazer uma distinção, e por isso, estou a fazer uma “discriminação” — o que não significa que eu esteja a ser injusto, mas esteja apenas a constatar um facto.

No caso do ponto 2, “discriminação” já implica injustiça, na medida em que implica um tratamento qualitativamente diferenciado (qualidade do tratamento diferente). Quando coloco alguém de parte, retirando-lhe direitos devidos, estou a ser injusto. O mesmo se passa com o ponto 3.

Ora, uma escola masculina e outra feminina não implicam que o tratamento dado aos alunos e às alunas, respectivamente, seja necessariamente injusto, porque, por exemplo, a matemática aprende-se da mesma forma numa e noutra escola: não existe uma “matemática para meninas” e outra “matemática para meninos”.

Portanto, dizer que as escolas não-mistas são “discriminatórias”, e no sentido do ponto 3, é um absurdo. O mais que poderíamos dizer é que as escolas não-mistas discriminam-se igualmente umas em relação às outras — o que é um paradoxo, porque na verdade ninguém é necessariamente tratado de forma desigual na qualidade de ensino.

O problema é ideológico. O Estado espanhol — tal como acontece em Portugal — pretende substituir-se aos pais das crianças, retirando aos progenitores a capacidade de decidir sobre o melhor que considerem para os seus filhos. Ora, isso é que é uma verdadeira discriminação por parte do Estado em relação aos direitos naturais da família.

Sexta-feira, 26 Outubro 2012

¿Espanha está ‘hodida’?

Filed under: economia,Europa — O. Braga @ 3:19 pm
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La tasa de paro supera el 25% en España, pero la mitad  del país supera o roza el 30%, algo inédito en la historia y en el mundo desarrollado.

via Media España se instala en la depresión con un paro medio del 32% – Libre Mercado.

O desemprego em Espanha é o maior em todo o mundo desenvolvido (25% da população activa), e tem a quarta maior taxa de desemprego do mundo, a seguir à Macedónia, Bósnia e Sérvia; e tem até uma taxa de desemprego superior à do Sudão. Mas se dividirmos Espanha em norte e sul, a taxa de desemprego do centro-sul desse país atinge, em média, os 32,2% da população activa. Mesmo a taxa de desemprego na industrializada Catalunha é alta: 22,5%.
(more…)

Quarta-feira, 5 Setembro 2012

Depois da tirania zapaterista, as touradas voltam à televisão espanhola

Filed under: cultura — O. Braga @ 9:45 pm
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Un inusitado interés ha despertado la exitosa corrida celebrada esta tarde en Valladolid, no sólo por la presencia de tres máximas figuras como “El Juli”, Manzanares y Alejandro Talavante, que han cortado siete orejas, sino también por el regreso de las cámaras de TVE en directo en un festejo taurino.

via Triunfal regreso de los toros a las retransmisiones de TVE – Libertad Digital.

Segunda-feira, 7 Maio 2012

Hollande, o Zapatero francês

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:32 am
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Em primeiro lugar, não foi Hollande que ganhou as eleições francesas: foi Sarkozy que as perdeu. Se tivessem colocado outra pessoa qualquer no lugar de Hollande, também teria ganho as eleições. Sarkozy só se pode queixar de si mesmo, da sua incapacidade de libertar a sociedade francesa da tutela do Estado, do seu messianismo absurdo e do seu culto de personalidade narcisista.

Quem ganhou as eleições francesas foi, também, Zapatero a título póstumo que, por sua vez, tinha ganho as eleições em Espanha devido ao ataque terrorista da Al-Qaeda de 11 de Março de 2005 em Madrid. Em França, temos hoje todas as desgraças ao mesmo tempo: ataques terroristas islâmicos, multiculturalismo sem controlo, problemas na economia, dívida pública alta, dependência do Estado, questionamento do significado da União Europeia, etc..

Por ironia, com a eleição de Hollande saiu tudo ao contrário: a incerteza na Europa aumentou com a sua eleição, o que confirma o princípio de Murphy aplicado à União Europeia. As bolsas europeias estão em queda acelerada. E depois do Merkozy, temos o Merkollande. Viró disco e toca o mesmo.

Quinta-feira, 25 Agosto 2011

“España es un transatlántico” — (José Luis Rodríguez Zapatero) – FINAL

«La historia se repite. En mayo de 2010 el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, se vio obligado, en contra de su voluntad y de sus principios ideológicos, a presentar un histórico paquete de recortes presupuestarios (congelación de pensiones y rebaja salarial a los funcionarios, entre otras medidas) con carácter de urgencia ante el Congreso para tratar de evitar la bancarrota de España.»

via Los hechos demuestran que España es ya un protectorado del BCE – Libre Mercado.

Sexta-feira, 5 Agosto 2011

“España es un transatlántico” — (José Luis Rodríguez Zapatero) – X

Filed under: Tuitando e blogando — O. Braga @ 7:59 pm
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Terça-feira, 2 Agosto 2011

“España es un transatlántico” — (José Luis Rodríguez Zapatero) – IX

Filed under: Tuitando e blogando — O. Braga @ 3:21 pm
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Quinta-feira, 21 Julho 2011

“España es un transatlántico” — (José Luis Rodríguez Zapatero) – VIII

Filed under: Tuitando e blogando — O. Braga @ 7:02 pm
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Segunda-feira, 18 Julho 2011

“España es un transatlántico” — (José Luis Rodríguez Zapatero) – VII

Filed under: A vida custa,economia,Política — O. Braga @ 3:53 pm
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La prima de riesgo ya roza los 370 puntos – Libre Mercado.

A taxa de juro paga por Espanha aproxima-se agora dos 7% — os mesmos 7% que o nosso ex-Ministro da Finanças dizia, em Dezembro passado, que “era o fim do mundo”. Em suma, o que nos separa de Espanha, são apenas alguns meses…Entretanto, Portugal vai pagar menos de 5% de taxa de juro.

Terça-feira, 12 Julho 2011

“España es un transatlántico” — (José Luis Rodríguez Zapatero) – VI

Filed under: economia — O. Braga @ 9:40 am
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Terça-feira, 5 Julho 2011

Mais uma pérola da ministra da igualdade do governo de Zapatero

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