perspectivas

Terça-feira, 25 Setembro 2012

O resultado da Primavera Árabe

Com a Primavera Árabe, tão querida pela Esquerda, pelos liberais e pelos “progressistas” — incluindo as feministas, os gueis, etc. — os chamados “crimes de honra” islâmicos, perpetrados em público, tornaram-se legais no Egipto, resultado da validação da lei islâmica (Sharia). Neste vídeo vemos o assassinato público de uma mulher por esfaqueamento.

¡ Tudo legal ! A Esquerda e os liberais devem estar muito orgulhosos.

http://youtu.be/1s8sLYB9KP8

Segunda-feira, 16 Abril 2012

Amina el-Filali clama por justiça para as mulheres marroquinas

Filed under: ética,cultura,feminismo — O. Braga @ 10:21 am
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O caso de Amina el-Filali, uma rapariga marroquina de 15 anos que se suicidou a 10 de Março passado, por se recusar a casar com um indivíduo de 23 anos que, alegadamente, a forçou em relações sexuais, não pode deixar de merecer a nossa atenção em relação ao estatuto da mulher nos países islâmicos.

Ao ler a história deste caso no Washington Post, dei comigo a pensar no absurdo e na injustiça da situação da mulher nos países islâmicos, por um lado, e por outro lado, no oposto radical do feminismo nos países ocidentais. Parece que o estatuto da mulher só subsiste em situações extremas, e que não é possível estabelecer um meio-termo racional que dê à mulher direitos e obrigações. Enquanto que nos países islâmicos, a mulher tem muitas obrigações e poucos direitos, no ocidente a mulher tem cada vez mais direitos e obrigações escamoteadas pelo politicamente correcto.

Em qualquer país civilizado, um adulto que tenha relação sexuais com uma rapariga de 15 anos comete um ilícito punível com pena de prisão. Em Marrocos, e nos países islâmicos em geral, a lei islâmica não pune o criminoso; e pior: obriga a rapariga a casar-se com ele.

Porém, como podemos pedir aos países islâmicos que alterem as leis que regulam o estatuto da mulher, se nós próprios, no ocidente, temos leis que tendem exactamente para o extremo oposto? Como podemos pedir a uma sociedade islâmica que dê mais direitos à mulher, se nós próprios transformamos os direitos da mulher em um instrumento radical de destruição da nossa sociedade? A verdade é que o ocidente não tem a moral necessária para poder exigir a mudança do estatuto da mulher no Islão.

Sexta-feira, 11 Novembro 2011

Salam Alaikum! Allahu Akbar!

Filed under: Islamismo — O. Braga @ 6:19 pm
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Du’a Khalil Aswad was beaten, kicked and stoned for 30 minutes at the hands of a lynch mob before one of her attackers launched a carefully aimed fatal blow.”

via The girl who was stoned to death for falling in love | Mail Online.

Ou a gente dá cabo deles, ou eles dão cabo de nós. Aqui não há “terceira via”, nem Estado de Direito, nem lei que nos valha! E quem pensar o contrário disto, é tolo…!

Sábado, 12 Fevereiro 2011

Os cristãos do Egipto estão entregues à bicharada islâmica

Filed under: Islamismo — O. Braga @ 12:36 pm
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Para a esmagadora maioria da população islâmica egípcia, os cristãos coptas que vivem no Egipto são Dhimmi. Segundo a lei islâmica (a Sharia), um Dhimmi é um cidadão de segunda classe, e não tem os mesmos direitos de um cidadão muçulmano.
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Segunda-feira, 18 Outubro 2010

Angela Merkel e a falência do multiculturalismo na Alemanha

« A chanceler alemã, Angela Merkel, lançou nova acha para a fogueira do debate em curso no país sobre a imigração e islamismo, avaliando que a tentativa de criar uma sociedade multicultural na Alemanha “falhou redondamente”. »

in Público

Eu sou insuspeito para falar de Angela Merkel; por várias vezes já escrevi aqui que ela é boçal e expliquei por quê. Não vale só dizer o que uma pessoa é; é necessário explicar porque é que ela é.
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Terça-feira, 12 Fevereiro 2008

A Turquia despreza o multiculturalismo e o relativismo moral

A União Europeia hesita na questão da adesão da Turquia, impondo condições prévias em matéria de direitos e garantias, e o parlamento turco aprova uma lei que faz regressar o uso do véu islâmico das mulheres em instituições públicas, nomeadamente nas universidades. A mensagem dos políticos turcos é clara: a Turquia não se submete a chantagens económicas que pretendam subjugar e condicionar os turcos sob o ponto de vista cultural. O problema é que ninguém pode garantir que a Turquia não passará a defender o retorno ao califado mesmo depois de uma eventual adesão à UE.
A lei integrista turca que repõe o véu islâmico nas instituições públicas é uma resposta aos socialistas, marxistas culturais e libertários europeus: não adianta que tentem seduzir a Turquia com as benesses económicas que a adesão à UE pode implicar, em troca de concessões em sede de ética e da adopção institucional e cultural de um relativismo moral promovido pelo libertarismo europeu actualmente no poder.

Constatamos, assim, que o radicalismo integrista islâmico se opõe ao radicalismo libertário ocidental (com uma forte simbiose com o marxismo cultural). O verdadeiro “choque de civilizações” é este, e não o que hipoteticamente oporia cristãos a muçulmanos.
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