perspectivas

Segunda-feira, 13 Maio 2013

Júlio Machado Vaz no seu melhor

julio machado vaz webChamo à atenção dos leitores para esta intervenção de Júlio Machado Vaz numa rádio pública — portanto, paga com o dinheiro dos contribuintes — acerca do caso da governante italiana Micaela Biancofiore. O libelo acusatório de Júlio Machado Vaz e da sua habitual comparsa politicamente correcta da Antena 1 da RDP resume-se à seguinte parte do áudio:

Se ouvirem o resto da paródia de Júlio Machado Vaz, em nenhum momento da sua intervenção ele rebateu a opinião de Micaela Biancofiore; em vez disso, Júlio Machado Vaz passou todo o tempo em um sistemático ataque ad Hominem em relação à italiana. Imaginemos que eu diria exactamente a mesma coisa: “os homossexuais inventaram a discriminação para criar um gueto em torno da sua comunidade”, ao que Júlio Machado Vaz contra-argumentaria assim:

“Você é fascista, nazi, homófobo, racista, troglodita, palafita, tem o nariz grande o que revela uma semelhança simiesca, tem os pés chatos que não lhe dão planta nenhuma, e por isso, você não tem razão!”

O que me aborrece é o curandeiro gayzista da RDP continue a fazer propaganda ideológica sem direito a contraditório e à custa dos nossos impostos. Isso chateia-me solenemente! Por que é que ele não é convidado pela Rádio Renascença? Consta que esta última também já aderiu ao gueto…

Terça-feira, 22 Maio 2012

A RDP e as melopeias do comuna José

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,me®dia — O. Braga @ 5:58 am
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O canal 1 da RDP [Rádio Difusão Portuguesa] que, como sabemos, é uma rádio pública, tem passado recentemente muitas canções de José Mário Branco.

Uma das canções do comunista José, que por lá passa, é o “FMI”: uma lengalenga de longos e infindáveis minutos, em que José Mário Branco interpreta uma melopeia digna de um ébrio em avançado estado de delirium-tremens. A outra canção que passa é a “Caridadezinha”, em que o comunista José defende a ideia segundo a qual apenas e só o Estado tem o direito de fazer caridade. Ou seja, a RDP passa muitas canções de José Mário Branco na medida em que repete ad Nauseam apenas e só estas duas canções do comuna José.

Diz o comuna José que se a caridade for feita pelo Estado, então é boa; mas se a caridade for feita por privados, já é má. E se o Estado estiver falido e não puder fazer a “caridade boa”, o comuna José prefere que não exista, de todo, a “caridadezinha” dos privados, sendo preferível que se morra de fome por aí, criando assim “as condições necessárias” para a ocorrência de uma revolução violenta que institua uma ditadura do proletariado.

Que o comuna José pense da maneira que pensa, o problema é dele; cada maluco, sua sentença. Mas que a RDP nos encha sistemicamente a mioleira com as canções do comuna José, já é outra coisa. Se a RDP quiser passar as canções do comuna José em regime de 24 horas por dia, então que seja privatizada para poder fazer a sua propaganda ideológica sem que seja à custa dos contribuintes portugueses que sustentam os “camaradas” da RDP.

Quarta-feira, 25 Janeiro 2012

Sobre a polémica RDP versus Raquel Freire

Em primeiro lugar, não devemos confundir [como faz o jornal Público] o caso Pedro Rosa Mendes com o caso Raquel Freire. O Público esteve muito mal nesta mistela.

Depois, também eu achei muito estranho que a RTP emitisse em directo um programa com as características do Prós E Contras a partir de Angola. Não faz sentido, assim como não faria sentido que o dito programa fosse emitido, por exemplo, a partir do Japão que até é uma democracia. Não é pelo facto de Angola ter ou não algum défice democrático que justifica a minha crítica à emissão a partir deste país, mas antes pelo facto de o programa Prós E Contra ter determinadas características que o tornam eminentemente nacional e português.

A emissão em directo do Prós E Contras a partir de Angola vai contra o ADN do próprio programa tal qual o conhecemos desde há meia-dúzia de anos. Isto é um facto insofismável. Por isso, a emissão do programa a partir de Angola só pode ter tido razões excepcionais, nomeadamente, razões políticas.

Quando o jornalista Pedro Rosa Mendes critica a emissão do Prós E Contras a partir de Angola, não faz mais do que dizer aquilo que nos parece lógico pelas razões aduzidas acima. E isto significa que se a crítica de Pedro Mendes à RTP se resumiu e se justificou apenas pelo facto de Angola não ser alegadamente uma democracia plena, então o jornalista perdeu a razão, porque sempre existiram casos de emissões radiofónicas e televisivas portuguesas a partir de outros países que não dispõem de uma democracia.

O caso de Raquel Freire é diferente, porque se trata de alguém que não merece o nome de “jornalista”. Se no caso de Pedro Rosa Mendes se pode configurar um caso de um jornalista censurado, no caso de Raquel Freire trata-se de um caso de uma pseudo-jornalista afastada por incompetência, parcialidade por motivação política, e que já tinha sido sujeita a inúmeras queixas dos ouvintes da RDP.

Domingo, 19 Dezembro 2010

As teorias acerca da Virgem Maria, segundo Júlio Machado Vaz

Vinha, há pouco, no carro a ouvir, salvo erro na RDP 1, o psiquiatra Júlio Machado Vaz falar da figura da Virgem Maria na história da Igreja Católica. O problema de Machado Vaz é que ele não tem um contraditório no seu programa — nem ele aceitaria qualquer tipo de contraditório porque dou de barato que ele tenha a consciência de que o seu tipo de argumentação é fraquíssimo.
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Terça-feira, 27 Julho 2010

A estupidez do João Gobern

Na sua habitual intervenção no programa da manhã da Antena 1 da RDP, João Gobern disse que era “uma estupidez” (sic) perguntar-se a um indivíduo que quer dar sangue se teve recentemente relacionamentos sexuais com um homem — isto é, se é gay. Ora acontece que a estupidez é uma característica dos estúpidos; e para além de estúpido, o Gobern é burro.

Do mesmo questionário constam também as seguintes perguntas: é hipertenso? É diabético? Isto porque tanto uns como outros não podem dar sangue. E não consta que haja estúpidos na rádio a protestar contra a existência de tais perguntas nos formulários para dádiva de sangue.
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Sexta-feira, 16 Abril 2010

Um pouco de pedagogia: resposta a um comentário sobre homofobia

Definição gayzista de homofobia

@ Sérgio Vitorino

O que é homofobia? Para falarmos das coisas temos que as definir primeiro. O gayzismo ou o movimento político homossexual tem a grande preocupação em não definir conceitos para que os epítetos, rótulos e slogans possam ser utilizados de uma forma flexível e em todas as situações. “Homofobia” é “pau para toda a colher”.

Homofobia é definida como “o medo irracional em relação aos homossexuais”.
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Terça-feira, 13 Abril 2010

Ainda sobre Raquel Freire

Vinha há pouco de Aveiro e sintonizei a Antena 1 da RDP. Pela primeira vez ouvi a Raquel Freire de que falei em outro postal. (more…)

Segunda-feira, 12 Abril 2010

O novo cânone de tabus da Raquel Freire

Recebi um convite para participar numa causa no Facebook com o seguinte ideário: “O clítoris na RDP — apoio à crónica de Raquel Freire na rubrica Este Tempo”. Os promotores da causa continuam:


« A dezasseis de Março de 2010, na sua crónica semanal na Antena 1, Raquel Freire atreveu-se a falar do clítoris e disse a palavra masturbação duas vezes. Mas há a escuta e há a audição selectiva. E as notícias lá vêm dizer que há queixas ao provedor por causa da hora a que a crónica “sobre a masturbação feminina” foi transmitida. Quem gosta de cantos escuros manifestou-se. Agora é a vez dos que gostam de janelas abertas fazerem o mesmo.

Escrevamos ao provedor da RDP em defesa da nossa liberdade de ouvintes e de uma sociedade mais saudável na sua relação com o sexo e na sua capacidade de se exprimir. O clítoris também tem direito às ondas hertzianas! »

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Terça-feira, 2 Dezembro 2008

É certo como o destino

Filed under: Portugal,Sociedade — O. Braga @ 3:22 pm
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Ouvi hoje (2/12/2008) na Antena 1 da RDP um comentário de um senhor que dá pelo nome de João Gobern (ou João Govern?), que embora eu não saiba quem é ― nem me interessa saber e nem isso é importante ― tem um lugar cativo no palanque dos me®dia que tentam formar opinião aculturada neste país. Dizia ele que o dia Primeiro de Dezembro não lhe dizia tanto por ter sido o dia da restauração da independência portuguesa em relação ao jugo espanhol, mas muito mais por ter sido o dia da morte (ou de nascimento?) de Oscar Wilde ― e dito isto com aquela pesporrência “intelectual” característica da indústria cultural lisboeta que desafia toda a lógica e transforma a realidade, em nome da necessidade de desconstruir a História.

Naturalmente que o dito João secundou Oscar Wilde na crítica à “moralidade que desrespeita a ética”, jogando assim com a verdade que deveria sempre acompanhar as palavras, e referindo-se à sociedade coeva de Wilde que, segundo o João-com-nome-de-estrangeiro, “perseguiu Wilde por ser homossexual”.

O que o João (“ou é tolo, ou bufão”, diz o povo) não disse ― escondeu por ignorância ou pior: mentiu por omissão ― foi o facto de Oscar Wilde ter sido um assumido pederasta (gostava especialmente de enrabar mocinhos dos 12 aos 16 anos) (more…)

Terça-feira, 1 Julho 2008

A deificação do “grande timoneiro”

Filed under: josé sócrates,Política — O. Braga @ 10:47 pm
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Eduarda Maio escreveu uma apologia laudatória e panegírica socretina. Já me disseram que o livro passa por cima do curso da UNI e dos exames ao domingo. O Jornal das 22 horas da RTP2 perdeu cerca de 15 minutos com a entrevista a Eduarda Maio — a funcionária da propaganda do governo socretino, através da Antena 1 que é paga por todos os portugueses.

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