Chamo à atenção dos leitores para esta intervenção de Júlio Machado Vaz numa rádio pública — portanto, paga com o dinheiro dos contribuintes — acerca do caso da governante italiana Micaela Biancofiore. O libelo acusatório de Júlio Machado Vaz e da sua habitual comparsa politicamente correcta da Antena 1 da RDP resume-se à seguinte parte do áudio:
Se ouvirem o resto da paródia de Júlio Machado Vaz, em nenhum momento da sua intervenção ele rebateu a opinião de Micaela Biancofiore; em vez disso, Júlio Machado Vaz passou todo o tempo em um sistemático ataque ad Hominem em relação à italiana. Imaginemos que eu diria exactamente a mesma coisa: “os homossexuais inventaram a discriminação para criar um gueto em torno da sua comunidade”, ao que Júlio Machado Vaz contra-argumentaria assim:
“Você é fascista, nazi, homófobo, racista, troglodita, palafita, tem o nariz grande o que revela uma semelhança simiesca, tem os pés chatos que não lhe dão planta nenhuma, e por isso, você não tem razão!”
O que me aborrece é o curandeiro gayzista da RDP continue a fazer propaganda ideológica sem direito a contraditório e à custa dos nossos impostos. Isso chateia-me solenemente! Por que é que ele não é convidado pela Rádio Renascença? Consta que esta última também já aderiu ao gueto…
Uma das canções do
Em primeiro lugar, não devemos confundir [como faz o jornal Público] o caso Pedro Rosa Mendes com o caso Raquel Freire.
Na sua habitual intervenção no programa da manhã da Antena 1 da RDP, João Gobern disse que era “uma estupidez” (sic) perguntar-se a um indivíduo que quer dar sangue se teve recentemente relacionamentos sexuais com um homem — isto é, se é gay. Ora acontece que a estupidez é uma característica dos estúpidos; e para além de estúpido, o Gobern é burro. 















