perspectivas

Segunda-feira, 26 Agosto 2013

Quem te manda, a ti, sapateiro…?

O blogue http://blog.5dias.net/ não tem feed disponível; ou seja, não é possível seguir regularmente o que lá é publicado. Até o azelha informático José Pacheco Pereira tem feed disponível no seu Abrupto.

O Daniel Oliveira deve estar de férias

Quando o negro americano Trayvon Martin foi assassinado, em legítima defesa, pelo meio-branco George Zimmerman, o Daniel Oliveira e o Arrastão – secundado pelo pasquim Público – choraram baba e ranho e rasgaram as respectivas vestes.

Quando o negro James Edwards assassinou recentemente o australiano branco Christopher Lane, nem o Daniel Oliveira, nem o Arrastão , nem o pasquim Público fizeram uma qualquer referência ao caso. Devem estar todos de férias.

Terça-feira, 9 Abril 2013

Passos Coelho entrou em derivas fracturantes

Filed under: Passos Coelho,Pernalonga,politicamente correcto — orlando braga @ 5:19 pm
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«O executivo quer acrescentar à actual lei “recusa ou condicionamento de venda, arrendamento ou subarrendamento de imóveis”»
Governo quer duplicar tecto máximo de multas por discriminação racial

Em desespero de causa, o governo de Passos Coelho e o grupo parlamentar do Partido Social Democrata parecem querer entrar nas questões fracturantes da cultura.

Não tarda nada que, para desviar as atenções do cidadão em relação à sua má governação, o governo de Passos Coelho crie uma lei da eutanásia nos hospitais públicos “a pedido do cliente”, e que legalize o “direito” da mulher a matar a sua cria já nascida. Nada mais eficiente do que as causas fracturantes para esconder a incompetência do governo.

Eu acho muito bem que se combata o racismo, mas há aqui um problema: eu não sou obrigado a vender, alugar ou subarrendar a minha propriedade imóvel a uma determinada pessoa só porque é branco, preto ou amarelo. O que vai acontecer, com esta lei, é uma data de queixas “porque ele não me alugou o apartamento porque sou chinês”.

Eu — como qualquer cidadão — tenho do direito de alugar o meu imóvel a quem quiser e a quem me der na real gana, e tenho mesmo o direito de escolher, entre os candidatos possíveis ao aluguer, quem me dê à partida mais garantias de que não vai escavacar o imóvel que é meu.

Quarta-feira, 6 Fevereiro 2013

¿ As raças existem ?

Alguém, brasileiro, escreveu o comentário seguinte neste meu verbete, comentário esse que publico aqui apenas por razões pedagógicas:

“Este texto não tem nada a ver, parece que pessoas ainda continuam na Idade da Pedra e não conseguem entender quando os conceitos são modificados pelas evidências. Definitivamente não existem raças cientificamente entre os seres humanos, o projecto Genoma, deixou claro que NÃO EXISTEM GENES RACIAIS, raça é um conceito social e não científico, retirar a palavra raças não é mais nada menos do que seguir as evidências científicas.

O conceito de raças que não tem nenhuma importância real nas ciências, só deve ser considerado quando se tratar de violações de direitos humanos ou de necessidade de igualdade, pois este termo foi usado constantemente para denegrir povos em todo o mundo em beneficio de classes dominantes. Não vejo nenhum mal e nem erro, pois raças não precisam desaparecer, pois já não existem sob o ponto de vista racional, somente pelo ponto de vista racista. Que o conceito inútil social siga o seu papel de reparo, mas nada mais que isto.”


Antes de analisar o texto, vamos fazer algumas perguntas:

  • ¿ reconhecer a existência de raças significa que se é racista?
  • ¿ será que dizer “genoma humano” é a mesma coisa que dizer que “só existe uma única categoria de características genéticas e independente de raças” ?

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Quarta-feira, 8 Agosto 2012

Na África do Sul, o governo diz que “os relâmpagos são racistas”, porque só matam pretos

«Following a spate of deaths from lightning in the province of Natal, Nomsa Dube of the Provincial Executive Council promptly called on the National Department of Science and Technology to investigate what causes lightning:

“We will do an investigation and talk to the department of science and technology on what is the cause of the lightning, and if it only happened to the previously disadvantaged, as I have never seen any white people being struck by lightning.”»

via A Great South African & A Horrible South Africa – Taki's Magazine.

O politicamente correcto sul-africano não diz a palavra “preto”; em vez disso, adoptou a expressão “previously disadvantaged” [tradução: “anteriormente desfavorecidos”].

Sexta-feira, 25 Maio 2012

O racismo dos negros

Filed under: A vida custa,cultura,politicamente correcto — orlando braga @ 8:43 am
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« I believe that blacks will take this Obama victory as a mandate, not to straighten out the mess in their own backyards, but to continue the job of “fixing” white folks. This means stepping up the crusade designed to keep whites in the habit of working to exterminate the “guilt” and “shame” that supposedly taints their hearts and souls. And it will not matter how you label these blacks. You may call them “liberal” or “radical” or even “conservative,” but their quest will be the same. If there is one thing that unites blacks across all politics, religious attachments, and classes, it is the desire to control the attitudes and behavior of whites. »

via The Thinking Housewife › Elizabeth Wright on The Everlasting Quest to Transform Whites.


“In South Africa, the word racist has lost it’s original meaning and now only get’s used to describe a white person doing something a black person doesn’t like.”

via I Luv SA: I am a racist.

Nos Estados Unidos de Obama — assim como na África do Sul —, em vez de apaziguar as tensões raciais, a política correcta está a exacerbá-las.

O cidadão branco é considerado racista só porque é branco, a não ser que seja humilhado perante a cultura negra. Se um branco não segue os padrões culturais da negritude, então é racista; mas mesmo que siga esses padrões culturais da negritude, nunca é considerado um cidadão de pleno direito, mas antes é classificado como cidadão inferior ou de segunda classe.

Qualquer reparo feito a um negro é imediatamente classificado de “racista”. Não se pode criticar o mau comportamento de um negro sem ser chamado de “racista”. O negro é senhor de fazer o que lhe der na real gana, e quem o criticar ou contradizer é imediata e logicamente… um racista!.

Terça-feira, 21 Setembro 2010

O verdadeiro racismo é progressista e de esquerda

Filed under: aborto — orlando braga @ 6:38 am
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Sexta-feira, 13 Agosto 2010

O movimento de defesa dos “direitos” dos animais e a crescente animalização da sociedade

Propaganda dos 'direitos' dos animais

Eu nunca fui a uma tourada, e raramente vejo uma na TV a não ser que seja “à Antiga Portuguesa”. Portanto, não se pode dizer que eu sofresse alguma coisa se as touradas fossem abolidas. Porém, a simples proibição de alguma coisa que é centenária e faz parte da nossa tradição tem que ser racionalmente fundamentada. Além disso, temos que saber quais são os critérios éticos das pessoas que defendem a proibição das touradas.

O que se está a passar com o movimento de defesa dos “direitos” dos animais é que este movimento se serve da reivindicação do bem-estar dos animais para colocar a vida do ser humano ao mesmo nível da de um touro (por exemplo). O que está por detrás do movimento de defesa dos “direitos” dos animais é uma ideologia eugenista, na linha ideológica de Margaret Sanger e do nazismo. A defesa dos “direitos” dos animais é, de facto, um movimento eugenista encapotado; a defesa dos animais nada mais é que uma forma de branquear uma agenda política que pretende a animalização da sociedade.

Reparem no outdoor à direita: faz sentido comparar os judeus no campo de concentração nazi com as galinhas, fazendo a equiparação e a equivalência de ambas as situações ??? Não dá para ver o tipo de gentalha que anima o movimento de defesa dos “direitos” dos animais ?

Um dos grandes defensores dos “direitos” dos animais é o australiano Peter Singer. No seu livro “Ética Prática”, Singer escreveu que a vida de um recém-nascido tem o mesmo valor da de um peixe. Por isso, escreve Singer, matar um recém-nascido não é assassínio e é tão imoral como esmagar uma lesma. No mesmo livro, Peter Singer escreve que sendo que o ser humano é tão animal como outro qualquer, o sexo entre seres humanos e animais não pode ser considerado como uma ofensa à dignidade humana.

Peter Singer inverteu o princípio do racismo nazi, adoptando o mesmo ódio anti-humano. Diz ele que a crença na dignidade do ser humano é especieísmo, e o especieísmo não é diferente do racismo. E como — continua Singer — o racismo é mau, a crença na dignidade humana também é má. Para Singer, o ser humano não tem mais dignidade do que uma mosca.

A ignorância é uma ajuda preciosa

O argumento do racismo foi também utilizado pelo movimento político gayzista e pela Gaystapo. As feministas radicais também o utilizam. Porém, comparar um ser humano negro a um boi ou a um cavalo, não lembra ao diabo: só pode vir da cabeça de um doente mental.

O que Peter Singer defende é uma forma de nazismo politicamente correcto — um neonazismo que fica bem, cai bem nas elites eugenistas que, o que é pior, se reproduzem.

Na minha opinião, só por defender pública e implicitamente o assassínio de recém-nascidos, Peter Singer deveria ir para a cadeia com julgamento sumário. Mas isso são contas de outro rosário…

Peter Singer é, obviamente, marxista. Mas não é só Peter Singer que faz parte do movimento de defesa dos “direitos” dos animais: os activistas homossexuais e a respectiva Gaystapo, as feministas (lésbicas incluídas) e os activistas pró-aborto, todos eles fazem parte do rol de activistas em prol dos “direitos” dos animais. Todos esses movimentos fazem parte do movimento revolucionário internacional e do marxismo cultural.

E eu, que não apreciava as touradas, passei a tolerá-las.

Sábado, 12 Junho 2010

Os bloquistas de direita

Como foi possível que os antigos gregos considerassem bárbaros os povos germânicos, e hoje os alemães, descendentes desses bárbaros tratem — na presente crise económica e financeira — os gregos como bárbaros? A resposta não pode estar na diferença racial, porque teríamos então de admitir que aconteceu uma mutação genética degenerescente entre os gregos. A verdadeira razão para as diferenças entre considerados “bárbaros” do século V a.C., e os “bárbaros” actuais, está na cultura.
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Sábado, 10 Abril 2010

Não há pachorra para aturar o Daniel Oliveira

Eu não perco tempo a ler os artigos do Daniel Oliveira, mas já não é porque o despreze ou porque não goste daquilo que ele escreve: pelo contrário, é porque o compreendo de tal forma que já nem preciso de o ler. Neste caso (link), acontece que fui obrigado a lê-lo por interposta pessoa (link).

Eu compreendo o Daniel Oliveira (DO) porque ele se encaixa perfeitamente no perfil da mente revolucionária. Eric Voegelin criou uma expressão para definir o tipo de profecia do DO: a fé metastática. A fé metastática é a crença segundo a qual é possível mudar a natureza fundamental da realidade, — o que Eric Voegelin pensa que não é possível. E não é possível simplesmente porque o homem não é um deus.
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Quarta-feira, 13 Janeiro 2010

Os anti-corpos islâmicos na Europa

Quando há uma década estive em Casablanca (Marrocos), foi-me impedida a entrada na grande mesquita da cidade. Eu tinha curiosidade de a ver por dentro, e embora estivesse acompanhado por um amigo marroquino e muçulmano, foi-me vedada a entrada na mesquita por dois gorilas com ar ameaçador, sob pretexto da cor da pele que denotava uma origem não-islâmica.
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Sexta-feira, 24 Abril 2009

A confusão entre racismo e homofobia

Filed under: Gayzismo — orlando braga @ 5:36 pm
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A confusão propositada que os activistas gays introduziram no debate ideológico e ético, comparando a homofobia ao racismo, levou a que uma criança negra americana escrevesse a seguinte frase:

“O meu acto sexual não me fez negro; isso é algo que os gays não podem dizer, embora seja um facto que o acto sexual deles é que os faz gays.”

Eu gostaria de ter escrito este texto do Rev. Wayne Perryman.

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