perspectivas

Domingo, 8 Setembro 2013

A nova telenovela da SIC: “Maravilhoso Mundo Novo”

A telenovela inglesa ‘Coronation Street’ já tem um figurão transgénero. Mas, não contente com o fanchono, a BBC (Bolshevik Broadcasting Corporation), que é responsável pela dita telenovela, vai ter alguns episódios em que conta como o dito transgénero tem cancro e optou pela eutanásia .

Não tarda nada vamos ver uma telenovela da SIC que conta a história de como um fanchono com HPV, SIDA, hemorróides agudas, com o esfíncter lasso e incontinente, optou pela eutanásia a pedido. E depois, o “marido” do fanchono também solicita o golpe-de-misericórdia, grátis e em um hospital público (graças ao Partido Socialista, ao Bloco de Esquerda e ao Partido Comunista) devido à desventura de ver o seu amado partir desta vida tão descontente (para além do problema das enxaquecas crónicas de que o infeliz já sofria).

Emocionados com a coragem suicida do fanchono e do seu “marido”, um grupo de jovens amigos do “casal” fanchono, oriundo de várias boas famílias da Linha de Cascais, reúne-se em uma vivenda luxuosa na Praia da Rocha e opera um ritual de suicídio colectivo, utilizando Pentobarbital comprado livremente na farmácia mais próxima. O pai de um dos jovens suicidários, revoltado com a morte do seu filho, empreende um vendetta privada contra os pais e mães das famílias dos outros jovens desventurados, culpando-os da morte do seu filho.

Depois de muitas peripécias em que todos os figurantes da telenovela vão sendo, um a um, “libertados da vida” através de Tiopental de Sódio comprado avulso em uma drogaria de Odivelas, o último episódio da nova telenovela da SIC foca-se no drama desse pai “herói e libertador”, drama esse que resulta do facto de ele ser o último a suicidar-se.

A originalidade da SIC, desta vez, consiste no facto de uma telenovela acabar sem uma qualquer personagem viva.

Sábado, 7 Setembro 2013

O cúmulo do politicamente correcto: um jogo de futebol sem bola

Você já viu um jogo de futebol sem bola? Se não viu é porque você não vive num país “desenvolvido”.

As associações de futebol do Canadá estão muito preocupadas com a “competição” entre os jovens, e por isso eliminaram o conceito de “golo” no futebol. Por isso, pura simplesmente retiraram a bola do jogo, inventando o “futebol sem bola”.

«Queremos que as nossas crianças cresçam aprendendo que o desporto não tem nada a ver com a competição: em vez disso, o desporto tem a ver com a imaginação. Se tu imaginas que és um bom futebolista, então és de facto um bom futebolista» – declarou Helen Dabney-Coyle, porta-voz da Associação de Futebol de Midlake, Ontario, Canadá. «Retirando a bola do jogo, é absolutamente impossível dizer que “esta equipa ganhou” e “a outra perdeu”, ou dizer que “esta criança é melhor futebolista do que aquela criança”» – acrescentou.

Agora imagine o Campeonato do Mundo de Futebol sem Bola organizado pelo Partido Comunista e pelo Bloco de Esquerda. Uma delícia!


«With the growing concern over the effects of competition in youth sports programs this summer, many Canadian soccer associations eliminated the concept of keeping score. The Soccer Association of Midlake, Ontario, however, has taken this idea one step further, and have completely removed the ball from all youth soccer games and practices.
According to Association spokesperson, Helen Dabney-Coyle , “By removing the ball, it’s absolutely impossible to say ‘this team won’ and ‘this team lost’ or ‘this child is better at soccer than that child.'”

“We want our children to grow up learning that sport is not about competition, rather it’s about using your imagination. If you imagine you’re good at soccer, then, you are.”»

Segunda-feira, 26 Agosto 2013

Quem te manda, a ti, sapateiro…?

O blogue http://blog.5dias.net/ não tem feed disponível; ou seja, não é possível seguir regularmente o que lá é publicado. Até o azelha informático José Pacheco Pereira tem feed disponível no seu Abrupto.

O Daniel Oliveira deve estar de férias

Quando o negro americano Trayvon Martin foi assassinado, em legítima defesa, pelo meio-branco George Zimmerman, o Daniel Oliveira e o Arrastão – secundado pelo pasquim Público – choraram baba e ranho e rasgaram as respectivas vestes.

Quando o negro James Edwards assassinou recentemente o australiano branco Christopher Lane, nem o Daniel Oliveira, nem o Arrastão , nem o pasquim Público fizeram uma qualquer referência ao caso. Devem estar todos de férias.

Domingo, 25 Agosto 2013

O novo conceito (errado) de “exclusão”

Dizer que uma instituição deve ser aberta a toda a gente, é negar a natureza da instituição enquanto tal.

Lemos a história das Guias escuteiras do Reino Unido, que deixaram de mencionar “Deus” no discurso do seu juramento, e porque uma aspirante a Guia era ateia. Bastou que uma Guia ateia invocasse o argumento da exclusão, para que milhares de Guias acedessem à “exclusão” ateísta.

«A group of Girl Guide and Brownie leaders will not use a new promise which removes reference to God, and has received the backing of Bishop Nazir-Ali.
One atheist volunteer helper has accused the group of excluding her, and is being supported by the National Secular Society.
A spokeswoman from Girlguiding UK has signalled that groups which do not use the new pledge will be forced out of the movement unless they comply.»

Em primeiro lugar, há aqui um problema lógico de base: a exclusão pressupõe que não exista nenhum elemento em comum entre dois conjuntos de objectos. Ora, neste sentido, a exclusão não se aplica propriamente à relação entre seres humanos. Entre grupos de seres humanos, entendidos enquanto seres humanos, é impossível haver exclusão propriamente dita – porque há sempre qualquer coisa de comum entre dois seres humanos.

Por outro lado, se entendermos “exclusão” nos termos das proposições da lógica formal clássica, também não se pode aplicar o conceito de “exclusão” no caso das Guias inglesas, porque a referência a Deus no juramento dos escuteiros pode não ser uma condição sine qua non: um escuteiro ateu, entendido como um indivíduo detentor de livre-arbítrio, pode simplesmente omitir a palavra “Deus” no seu juramento, deixando que a tradição e os costumes que compõem uma instituição não sejam destruídos.

O argumento da “exclusão” é (erroneamente) utilizado pelo politicamente correcto para destruir toda e qualquer instituição. Por definição, em uma instituição existem as pessoas que possuem as condições para estar nela, e outras pessoas que não têm essas condições. Dizer que uma instituição deve ser aberta a toda a gente, é negar a natureza da instituição enquanto tal.

Por absurdo, imaginem uma situação em que uma mulher pretende entrar para a maçonaria ao mesmo tempo que anuncia publicamente a sua exigência segundo a qual as lojas maçónicas devem ser mistas, no que respeita aos sexos. Ora, a instituição da maçonaria tem como tradição e costume o facto de existirem lojas masculinas e lojas femininas; e, por isso, só adere à maçonaria quem aceitar a priori as regras da instituição maçónica.

A noção politicamente correcta de “inclusão” é uma forma de exclusão.

Alguém poderá dizer: “as instituições mudam-se”. Mas se o argumento falacioso da “exclusão” for considerado válido para mudar as instituições, então não é possível a existência de qualquer instituição – porque um católico também pode ser considerado “excluído” por se ter retirado a referência a Deus no juramento dos escuteiros. Ou seja, na prática, a noção logicamente errada e politicamente correcta de “inclusão” social é uma forma de exclusão.

Alguém poderá dizer: “trata-se apenas de encontrar, no discurso do juramento dos escuteiros, um menor múltiplo comum. Este argumento é falacioso, porque o menor múltiplo comum pode ser igual a zero. Dizer que, para se mudar uma instituição, se deve aplicar nela o conceito de “menor múltiplo comum”, é afirmar a possibilidade segundo a qual, em caso de ausência de um menor inteiro positivo, então esse menor múltiplo comum é zero. Ou seja, quem defende este argumento pretende destruir a instituição, e não reformá-la.

O que se poderia racionalmente fazer é dar a liberdade ao aspirante a escuteiro de invocar Deus no seu juramento, ou não. Esta solução seria um mal menor. Mas o politicamente correcto é tudo menos racional.

Segunda-feira, 19 Agosto 2013

Queres ser inteligente? Faz-te ateu!

Basta uma pessoa dizer que professa o ateísmo para se tornar automaticamente mais inteligente, como se se tratasse de um upgrade de um software da Microsoft. O upgrade tem resultados imediatos: uma pessoa afirma o seguinte: “a partir de agora não sou religioso!” E PUM! Perlimpimpim! Torna-se imediatamente mais inteligente…!

A coisa é simples e funciona assim: estabeleço a priori um critério de “inteligência”, e quem não satisfizer esse critério é burro.

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Republicanos inteligentes medindo a cabeça de um jesuíta burro

Dou um exemplo de um critério possível de “inteligência”: “uma pessoa inteligente é vegetariana, tolerante em relação à sodomia, defensora do aborto livre até aos 9 meses de gravidez, tem uma fé religiosa na ciência, e vota no Bloco de Esquerda”. Você enquadra-se neste critério de “inteligência”? Não?! Então você é burro!

Portanto, o critério é político e ideológico. Ou seja, estamos em presença de cientismo.

Por outro lado, como 99% das pessoas ou é religiosa ou segue uma cultura religiosa, e segundo a teoria da probabilidade, é óbvio que encontramos muito mais pessoas com défice de inteligência em uma maioria de 99% do que numa minoria de 1%. Não é preciso escolher muito.

Ou seja – “trocando por miúdos” para que os ateus e o Jornal I possam compreender o que eu quero dizer: mesmo seguindo um determinado critério a priori de “inteligência”, é mais provável encontrar um “burro” em uma maioria cultural de 99% da população, do que em uma minoria cultural de 1% da população. A probabilidade de encontrar um burro entre 1000 pessoas é maior do que encontrar um burro em 10 pessoas.

E se imaginarmos, por absurdo, que 99% das pessoas seriam ateias, então, e segundo esses “estudos”, 99% das pessoas deixaria de ser burra, e passariam todas elas a ser inteligentes! Brilhante! Só no Jornal I é que aprendemos coisas destas… !

A negação de uma crença religiosa é, em si mesma, uma crença. E só um burro ateu – e o Jornal I – não consegue ver isto.

Ora, o que os “estudos” fazem é o seguinte: 1/ estabelecer um critério de “inteligência” que convenha a uma determinada mundividência ideológica e política; 2/ negar a teoria da probabilidade, ou fazer de conta que ela não existe. Isto é ciência, estúpido!

[ficheiro pdf da burrice do Jornal I]

Sábado, 3 Agosto 2013

A metafísica da homofobia

« Olhe-se, por exemplo, para a opinião de uma muçulmana sueca muito mediática, Suad Mohamed: “não me peçam para a aceitar ou dizer que o meu deus permite a homossexualidade, porque ser homossexual é proibido (…) ser homossexual é uma escolha, não se nasce assim (…) é o mesmo que beber ou matar. Está a agir de forma errada; a fazer coisas que Deus não gosta”. »

- Texto de Henrique Raposo, respigado no Facebook, que pode ser lido na íntegra aqui e em PDF


Eu concordo com a Suad Mohamed, excepto com a ideia dela segundo a qual ser homossexual seja “igual a beber e matar”. É óbvio que ser gay não é igual a ser um assassino ou um bêbedo. A ética tem uma hierarquia racional (baseada na razão) que determina os graus dos seus valores.

Mas, até hoje, ainda não houve ninguém que me definisse “homofobia”. Se consultarmos a Wikipédia, por exemplo, a definição de “homofobia” tem mais de uma página escrita, o que não é uma definição. Eu não posso definir uma coisa escrevendo um livro inteiro acerca dessa coisa: neste caso, escrevo sobre um conceito alargado, e não sobre uma definição (uma definição implica uma noção, e uma noção tem que ser expressa em poucas palavras).

E enquanto não me definirem “homofobia” – ou seja, enquanto não existir uma noção de homofobia -, quem utiliza essa palavra e seus derivados (incluindo o Henrique Raposo) escreve sobre uma coisa indefinida. Seria, por exemplo, como se eu escrevesse sobre o tema da “estrogonofobia”: ninguém sabe bem o que significa “estrogonofobia”, e portanto, escrever sobre a “estrogonofobia”, para além de ser tempo perdido, é absurdo.

O conceito de “homofobia” é, na sua ambiguidade plural, semelhante, por exemplo, ao conceito medieval escolástico de “intelecto” que podia significar várias coisas: espírito, alma, inteligência, entendimento, saber, etc.. Por isso, não podemos afirmar que tenha existido, na escolástica medieval, uma noção de “intelecto”: em vez disso, era um conceito alargado que era “pau para muitas colheres”.

Não faz sentido escrever sobre uma coisa que não tem definição, senão no âmbito da metafísica. O conceito de “homofobia” pode ser (absurdamente) considerado metafísico, na medida em que só lhe podemos conhecer a forma mas não o conteúdo. Quando alguém pergunta: ¿o que significa “homofobia”?, a resposta é longa, e varia de pessoa para pessoa e conforme as subjectividades.

A forma racional – se não a única – de conceber uma coisa, definindo-a, é opondo-lhe outra coisa. A dicotomia entre os valores faz parte da forma como o ser humano compreende o mundo. Por exemplo, o Homem compreende o significado do Ser contrapondo-lhe o Não-ser. Ou compreende a morte em contraposição à vida. Ou compreende o mal em oposição ao bem. Etc..

Neste contexto dicotómico, se me disserem que “homofobia” é o oposto de homofilia, então começa a ser possível encontrar uma definição para o termo “homofobia”, porque já existe uma definição – por derivação semântica – de “homofilia”.

Por exemplo, a palavra “anglofilia” significa amor pelos ingleses, seus costumes e cultura; a palavra “germanofilia” significa amor pelos alemães, seus costumes e cultura; a palavra “islamofilia” significa amor pelos islamitas, seus costumes e cultura. Etc..

Por maioria de razão, a palavra “homofilia” significa amor pelos gueis, seus costumes e cultura. E só neste sentido se compreende o significado da palavra “homofobia”: significa, por oposição a “homofilia”, o repúdio dos gueis, seus costumes e cultura. Pode-se ser homófobo da mesma maneira que se pode ser anglófobo, germanófobo, ou islamófobo. E por isso é que, na “metafísica da homofobia”, entre ser homófilo ou ser homófobo, e se me derem licença e liberdade, prefiro concordar parcialmente com a Suad Mohamed.

Quarta-feira, 31 Julho 2013

Uma grande comoção por causa do verbete anterior

Bento XVI foi duramente criticado pelo politicamente correcto e pelos me®dia por ter feito aquele célebre discurso na universidade de Regensburg, em que citou o imperador bizantino Manuel II Paleólogo acerca do Islamismo. Bento XVI fez a seguinte afirmação, parafraseando Manuel II Paleólogo:

“Mostra-me também o que trouxe de novo Maomé, e encontrarás apenas coisas más e desumanas tais como a sua norma de propagar, através da espada, a fé que pregava”.

Perante a crítica da esquerda e do politicamente correcto a Bento XVI, os bons “católicos” calaram-se.

Mas quando eu fiz uma crítica ao discurso do Papa Francisco I em que ele utiliza a palavra “gay” em vez da palavra “homossexual”, os bons “católicos” entraram em comoção colectiva e criticaram-me em todo o lado, chegando a dizer que sou da “extrema-direita” e “sede-vacantista”…!

1/ “Gay” não é a mesma coisa que “homossexual”!

Uma definição pode ser “nominal“, ou “real“.

As definições “nominais” assentam numa convenção prévia (por exemplo, os sinónimos de um dicionário); e as definições “reais” são as que resultam das características invariavelmente observadas a partir dos dados da experiência.

A definição (de algo) é inseparável da classificação (por categorias) – e por isso não se pode dar uma definição de um individuo, ou de uma unidade, enquanto tal.

A partir dos dados da experiência, ou seja, mediante uma DEFINIÇÃO REAL, “gay” não é a mesma coisa que “homossexual”.

2/ Desafio os “católicos” que me criticaram pelo meu verbete anterior , e que se referiram ao catecismo da Igreja Católica como escudo, que me demonstrem onde existe a palavra “gay” no catecismo.

3/ Um Papa não é Deus. Um Papa é um homem, e por isso não está acima da crítica. Quem considera o Papa uma espécie de deus, é estúpido.

Sábado, 27 Julho 2013

Não devemos respeitar quem não merece respeito

Quando a racionalidade e a intemporalidade, que condicionam o valor do “respeito”, não são tidos em conta, então “não devemos respeitar quem não merece respeito”.

Leio aqui que “sem respeitar os outros ninguém merece o respeito de si mesmo. Porque só quem respeita o seu próximo é verdadeiramente digno do eminente valor da sua própria vida”. Desde logo, parece-me que existe uma contradição no primeiro parágrafo, porque seguindo o princípio lógico implícito na citada proposição, mesmo que livremente não respeitem os outros, alegadamente merecem respeito – o que é, em si mesmo, contraditório. Teremos que saber, em primeiro lugar, o que significa “respeito”.

S. Tomás de Aquino dizia o seguinte: “Não devemos respeitar quem não merece respeito”. Obviamente que o Santo também se referia a nós próprios: não nos devemos respeitar (a nós próprios) se não merecemos respeito (de nós próprios). O problema do “respeito” liga-se, por um lado, com o valor (ou desvalor) dos princípios éticos pelos quais nos norteamos (a nossa “bússola” interior, internalismo), e depois depende da correcta interpretação (racionalidade, externalismo) do termo “respeito” (já lá iremos).

(more…)

Segunda-feira, 22 Julho 2013

A protecção do regime democrático em relação aos homofascistas

« A lei de co-adopção que vai ser votada na especialidade, se tudo correr conforme os planos, na próxima semana, discrimina contra casais heterossexuais. O aviso parte de Isilda Pegado, presidente da Federação Portuguesa Pela Vida, que esta tarde foi ouvida no Parlamento, pela comissão que está a analisar esta proposta de lei.
“A adopção conjugal prevista no código civil aplica-se só no âmbito do casamento. Os unidos de facto heterossexuais não podem co-adoptar, porém os unidos de facto homossexuais, caso esta lei seja aprovada, poderão co-adoptar. Estamos a criar discriminação positiva dos casais homossexuais contra os heterossexuais”, considera.

Por outro lado, explica a activista pró-vida, esta lei não passa de uma forma de tentar contornar a legislação existente, que não permite a adopção por pares de homossexuais: “Com a adopção agora proposta, adopção feita no singular e depois extensível, no fundo o que se pretende é permitir a adopção por pares homossexuais. Não se pode permitir estas fraudes ou burlas à própria legislação por parte dos deputados”. »

- Isilda Pegado considera que lei de co-adopção discrimina heterossexuais

Domingo, 16 Junho 2013

O “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com a nossa vida?

Um dos argumentos notórios do Bloco de Esquerda e da ILGA Portugal é este: o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com vida das pessoas. O “casamento” gay e a adopção de crianças são-nos apresentados como uma liberdade negativa .

Nada mais falso! Acontece apenas que essa interferência nas nossas vidas, que tem em si uma forte componente totalitária, é progressiva e, por isso, as pessoas não se vão dando conta dela. Por exemplo, uma escola francesa cancelou a festa tradicional dos pais e mães, com medo dos insultos do lóbi gay:

Après concertation de l’équipe enseignante, un mot a été remis aux enfants de petite et moyenne sections de maternelle à destination de leurs parents. Il dit ceci : « En raison de l’évolution sociale de la structure familiale et afin d’éviter toutes polémiques, [nous avons] décidé de fêter désormais la fête des Parents à l’occasion de laquelle votre enfant vous offrira une surprise. Nous instaurons cette fête entre les dates de fête des Pères et fête des Mères. Ces autres fêtes ne seront plus préparées en classe. »

- La directrice d’école supprime la fête des pères et des mères !

Com o passar do tempo e com a continuação dos insultos do lóbi político gay, todas as escolas francesas sofrerão essa pressão política e terão a tendência para cancelar esta festa tradicional do fim do ano escolar dos pais e das mães, com medo dos insultos dos invertidos organizados politicamente.

Entretanto, ficamos a saber que na Holanda, o primeiro país do mundo a legalizar o “casamento” gay, no decorrer de 10 anos apenas 1 em 10 gays se “casaram”. Em Espanha, os números são idênticos, como podemos ler no mesmo artigo.

Os invertidos politicamente organizados não querem “casar”! O que eles querem é acabar com as instituições do casamento e da família!

Quinta-feira, 13 Junho 2013

As Pessoas Atraídas por Menores

Camaradas!

As Pessoas Atraídas por Menores têm sido, ao longo de centenas de milhares de anos, vítimas de estereótipos patriarcais, de estigmas e do medo. Chegou a altura de fazer valer o progresso da humanidade e libertar as Pessoas Atraídas por Menores do jugo despótico da sociedade patriarcal.

As Pessoas Atraídas por Menores têm o direito à sua orientação sexual, tal como os homossexuais têm. A orientação sexual das Pessoas Atraídas por Menores não é diferente da orientação sexual dos homossexuais e/ou dos heterossexuais. O Bloco de Esquerda bate-se sempre, e em toda a parte, pelos direitos humanos dos indivíduos e, neste caso, pelo direito à orientação sexual das Pessoas Atraídas por Menores.

Os maiores cientistas do mundo e do universo inteiro, patrocinados pelo Bloco de Esquerda, reuniram-se recentemente para denunciar a moral patriarcal e fascista, e demonstraram cientificamente que a palavra “pedofilia” foi inventada já no tempo do paleolítico para negar o direito humano da orientação sexual das Pessoas Atraídas por Menores. Portanto, camaradas!, não devemos dizer “pedofilia”!, mas antes devemos dizer “Pessoas Atraídas por Menores”. A ciência já provou que quem utilizar a palavra “pedofilia” é fascista!

A APA (Associação Americana de Psicologia) já defendeu, em 1998, que a orientação sexual das Pessoas Atraídas por Menores não causa o mal nas crianças que os fascistas dizem que causa. Os fascistas e antidemocratas do partido republicano nos Estados Unidos tentaram que as Pessoas Atraídas por Menores deixassem de pertencer a uma orientação sexual específica, mas o nosso camarada Obama não concordou com essa proposta fascista, e por isso manteve o direito das Pessoas Atraídas por Menores a não ser discriminadas em função da sua orientação sexual.

Este ano, dois psicólogos canadianos — os maiores do mundo e do universo, a par com o nosso camarada Júlio Machado Vaz — declararam solenemente no parlamento canadiano que a orientação sexual das Pessoas Atraídas por Menores é tão normal quanto a homossexualidade, e, o que é talvez um pouco estranho, até quanto a heterossexualidade! E os deputados progressistas canadianos aplaudiram de pé.

As orientações sexuais das Pessoas Atraídas por Menores e dos homossexuais não podem ser mudadas porque são congénitas e genéticas. A única orientação sexual que pode ser mudada é a heterossexual porque é um produto de construções sociais e culturais.

Um professor da universidade do Hawai – o melhor e maior professor universitário do mundo, dos arredores e do universo! – afirmou que a pornografia infantil é boa para a sociedade, porque mantém entretidas as Pessoas Atraídas por Menores na sua dignidade. Camaradas!: como podem verificar cientificamente, nunca a ciência foi tão científica como é hoje!

As Pessoas Atraídas por Menores têm todo o direito à sua orientação sexual desde que as crianças dêem o seu consentimento. Se, por exemplo, uma criança de dois anos de idade der o seu consentimento, então não só uma Pessoa Atraída por Menores passa a ser feliz como essa criança também.

Camaradas! O que conta é o Amor!

É por amor, de uma pelo outro ou de um pela outra, que um casal de um homem e de uma mulher concorda em abortar. É por amor que um casal de homossexuais adopta uma criança e apaga a sua árvore genealógica. É por amor que uma Pessoa Atraída por Menores se interessa pelas crianças. Por isso, é tempo de acabar com os preconceitos e com a ignorância!

A luta continua! A vitória é certa!

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