Em entrevista à TVI24, o truculento, diabólico e laicista jacobino Augusto Santos Silva afirmou que o novo cardeal de Lisboa, D. Manuel Clemente, tem que ser igual ao “cardeal colorido”. Porque “quem se mete com os jacobinos, leva!”.
Quarta-feira, 22 Maio 2013
A domesticação jacobina da Igreja Católica
Tags: aborto, casamento, classe política, costumes, cultura antropológica, família, Igreja Católica, Partido Socialista
Quinta-feira, 9 Maio 2013
O Partido Socialista quer ‘meter só a cabecinha’
Tags: adopção, António José Seguro, ética, Bloco de Esquerda, direitos da criança, engenharias sociais, família, Isabel Moreira, lei natural, Partido Socialista, salafismo gay
Lembram-se a cantiga do Quim Barreiros, “Deixa-me meter só a cabecinha?” O Partido Socialista de António José Seguro está igual:
“Não significa que todos os casais constituídos por pessoas do mesmo sexo possam vir a poder adoptar crianças. Significa apenas “acautelar o futuro, o bem-estar e a segurança” das crianças que “já vivem os seus dias em famílias homoparentais”. Como? O membro do casal que não é pai deve ter a possibilidade de adoptar o filho do seu companheiro. A proposta é do PS. Na próxima semana o Parlamento debate o tema.” — Adopção por pares gay volta ao Parlamento, advogados defendem chumbo
Entretanto, Marinho Pinto e com razão recusa adopção por famílias onde “um homem faz de mãe e uma mulher faz de pai”. Mas isto é tão básico que até um animal, como por exemplo António José Seguro, deveria ver. Mas ele não vê, o que o relega para a condição vegetal.
O Partido Socialista quer resolver alguns problemas pessoais de alguns deputados que não deveriam estar na bancada socialista em função da sua ideologia.
Enquanto o Partido Socialista não recambiar a Isabel Moreira para o Bloco de Esquerda de onde não deveria nunca ter saído, não se safa. Pode até ganhar as autárquicas como sinal de protesto do povo contra Passos Coelho; mas nunca conseguirá uma maioria absoluta no parlamento enquanto patrocinar as políticas esdrúxulas e psicóticas do Bloco de Esquerda.
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Sábado, 27 Abril 2013
Francisco Assis (aos gritos, no Congresso) deveria ter vergonha!
Quem é que levou Portugal à Troika senão o governo do Partido Socialista de José Sócrates e de Francisco Assis? Não adianta a Francisco Assis tentar branquear a História recente do seu partido; não adianta invocar os padroeiros e “santos” de pés carunchosos do Partido Socialista.
Ainda hoje vi um idoso a mexer num caixote do lixo, à procura de qualquer coisa; o Partido Socialista de Francisco Assis bem pode limpar as mãos à parede depois da cagada que fez em cinco anos de governo.
E não só na economia: foi este Partido Socialista, criminoso, que legalizou o aborto grátis a pedido discricionário da mulher depois de um referendo inconclusivo, que transformou o aborto em um método anti-conceptivo e que criou um negócio privado que mata 5 mil portugueses por dia mês, causando um problema demográfico gravíssimo a médio prazo no nosso país.
Foi o Partido Socialista de Francisco Assis que legalizou o “casamento” gay contra a opinião e vontade da esmagadora maioria do povo português. E é este Partido Socialista de Francisco Assis que congemina já a legalização da eutanásia “a pedido do cliente” e a adopção de crianças por pares de invertidos, a legalização das “barrigas de aluguer” e a procriação medicamente assistida para todo o bicho careta.
É este Partido Socialista integralista laico de Francisco Assis que se prepara para perseguir a Igreja Católica portuguesa tal como está a acontecer agora na França de François Hollande.
É preciso uma grande falta de vergonha para não ter vergonha na cara!
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Sexta-feira, 26 Abril 2013
Penas de prisão para os pais e mães portugueses?!
Tags: adopção, criança, direitos da criança, engenharias sociais, família, ideologia de género, integralismo laico, liberdade, partido social-democrata, Partido Socialista, salafismo gay, totalitarismo, União Europeia
Recebi o seguinte email (ver imagem abaixo) segundo o qual o Partido Socialista, em conluio com o Partido Social Democrata de Passos Coelho, pretende fazer passar, por decreto da assembleia da república, a adopção de crianças por pares de homossexuais e com as seguintes medidas adicionais (sic):
- Normalização (da homossexualidade) da sociedade que (as crianças) a partir dos 3 anos leva com “doutrinação” LGBT para acolher “todos os tipos de famílias” e para serem as crianças desde o infantário sejam “mais inclusivas”;
- Orfanatos Católicos, que vão de ter de dar as crianças se não estarão a infringir a lei ;
- Da Creche à faculdade : novos cursos e “mamas” para todo o Esquerdista, Liberal, que pretenda vender a alma para doutrinar as “maravilhas do homossexualismo”;
- Mudança dos Cartões de Identificação, e todos os documentos civis de “Pai e mãe” para “parente 1″ e “parente 2″ ;
- Prisão/multas para quem não quiser matricular o filho numa creche inclusiva, ou que não deseje que o filho frequente aulas de “inclusividade” – Propaganda LGBT
Como eu não tive conhecimento disto nos me®dia, agradeço a quem tenha informações que possam corroborar isto que as deixe ficar em comentário ou me envie por correio electrónico (endereço de email na barra direita).

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Segunda-feira, 25 Março 2013
A Primavera Francesa
Tags: casamento, casamento gay, cultura antropológica, engenharias sociais, França, François Hollande, Partido Socialista, Primavera Francesa, União Europeia
O exemplo que nos vem de França, em que por duas vezes este ano se juntaram em Paris mais de um milhão de manifestantes contra o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de homossexuais, aconselha-nos a não votar nunca no Partido Socialista.
A repressão da polícia maçónica e socialista de François Hollande sobre os manifestantes foi brutal, atingindo inclusive crianças que acompanhavam os seus pais na manifestação. As imagens da Manif da Primavera francesa podem ser vistas aqui.
O povo francês, altamente politizado, revolta-se contra as engenharias sociais maçónicas que o Partido Socialista francês de François Hollande protagoniza. Entretanto, em Portugal e que eu saiba, a Primavera Francesa não passa nas televisões e nos me®dia em geral. A comunicação social portuguesa entrou numa espécie de auto-censura imposta pela maçonaria portuguesa e pelas forças organizadas do pensamento único.
A maçonaria já perdeu a batalha da História. Quaisquer que sejam os meios para-totalitários e de repressão brutal de que a maçonaria se sirva hoje para impor coercivamente a sua mundividência revolucionária aos povos da Europa e do mundo, já ficou bem patente que o pêndulo da História tende a encontrar um equilíbrio, e que esse equilíbrio passa pela neutralização da mente revolucionária e, por isso, pela neutralização cultural, social e política, da maçonaria.
Podem os maçons e os seus sequazes políticos continuar a reprimir, a agredir, a proibir, a ocultar a realidade aos povos, a enviesar as evidências, a inquirir, a censurar. De nada lhes adiantará. E o pior pode estar para vir, porque a violência maçónica irá inexoravelmente ser causa de uma violência inédita contra aqueles que agora se servem da força bruta do Estado para impôr uma visão elitista e gnóstica da realidade.
Hoje, é o próprio Rousseau que clama contra a maçonaria: “Um direito digno desse nome não prescreve quando a força bruta do Estado acaba”. E se os ideais maçónicos precisam da força bruta do Estado para se imporem à sociedade, então parece ser evidente que a maçonaria tem os seus dias contados.

Crianças vítimas do gás lacrimogéneo da polícia maçónica
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Quarta-feira, 6 Março 2013
O relatório de Patrícia Morgan acerca do “casamento” gay
Tags: casamento, casamento anfíbio, casamento gay, Partido Socialista
- a ideia segundo a qual o “casamento” gay reforça a instituição do casamento revelou-se, pela experiência, falsa;
- na medida em que o casamento é redefinido na lei para acomodar os relacionamentos gay, passa para a cultura antropológica a ideia segundo a qual o casamento não tem nada a ver com a paternidade e com a maternidade;
- o “casamento” gay tem como consequência, na cultura antropológica, a banalização das uniões heterossexuais e a separação entre o casamento, por um lado, e a maternidade e paternidade, por outro lado;
- em Espanha, após a introdução do “casamento” gay, verificou-se uma aceleração marcada do declínio do casamento (o número de casamentos celebrados, em geral na sociedade, baixou);
- nos países com “casamento” gay, as relações nos casais (de sexo oposto, obviamente) tendem a identificar-se com as normas comportamentais gay, e não o contrário;
- o “casamento” gay não impede a efemeridade endógena e idiossincrática dos relacionamentos gay;
- o “casamento” gay é um direito negativo, ou seja, o que interessa à comunidade minoritária gay é que o casamento esteja disponível, embora a participação na instituição do casamento não tenha interesse para os gays;
- o “casamento” gay faz parte de uma política anti-família e anti-casamento, de que a Suécia é o exemplo típico;
- o “casamento” gay desencadeia o desmembramento das estruturas familiares nas sociedades tradicionalmente favoráveis à família (como é o caso de Portugal e Espanha).
[ via ]
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Domingo, 10 Fevereiro 2013
Seguro assume legado de Sócrates
“Querer assacar a qualquer Governo a responsabilidade pela crise não é sério. Justo será reconhecer que todos os governos tiveram a sua responsabilidade na situação do país”. Com esta frase, inscrita no novo documento estratégico do PS apresentado hoje pelo seu líder, António José Seguro assume o legado político do seu antecessor.
As primeiras sete páginas do documento – Portugal Primeiro (carregue no link para ler o documento de orientação estratégica) – tentam fazer a quadratura do círculo face ao que pedia António Costa e o que entende a actual direcção. Seguro lembra a importância das circunstâncias externas da crise das dívidas soberanas, valoriza-a, explica com isso a importância “decisiva de uma resposta europeia” a essa crise. Mas sempre anota as “responsabilidade passadas e presentes” do partido, mostrando que também não as esqueceu – nomeadamente as “fragilidades estruturais do país, não resolvidas nesse consulado.
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Sexta-feira, 8 Fevereiro 2013
Assine a petição “Defender o Futuro” e corrija o legado de José Sócrates
Tags: Bloco de Esquerda, Partido Socialista
« Por isso, é imperativo que a Assembleia da República encontre novas formas de promover o Bem-Comum (mais…)
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Quinta-feira, 31 Janeiro 2013
As prioridades educativas de François Hollande
Tags: feminazismo, França, François Hollande, Partido Socialista, União Europeia

François Hollande
“Les plaisirs sexuels des femmes sont importants : il est fondamental que chaque femme ait les moyens de connaître ce qui fait vibrer son propre corps, comme il est doux de vivre, seule, avec son, sa ou ses partenaires les délices du clitoris, comme il est enthousiasmant de sentir l’orgasme d’une femme au bout de sa langue !”
As conclusões do seminário serão a base da nova reforma educativa socialista francesa, destinada a crianças a partir dos 5 anos de idade, que agora irão ter em contra “a importância do clitóris” e o “orgasmo da mulher na ponta língua”.
São estas as prioridades da educação socialista.
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Os socialistas vão retirar a palavra “raça” da Constituição
Tags: França, François Hollande, Partido Socialista

François Hollande
La suppression du mot “race” de la Constitution était une promesse de campagne de François Hollande. Elle sera tenue avant l’été 2013 selon France Inter.
via Le mot race supprimé de la Constitution avant l'été – L'EXPRESS.
O maçon François Hollande acredita que ao retirar a palavra “raça” da Constituição, as raças deixam, automaticamente e como que por magia, de existir.
E o mesmo se passa com o “casamento” gay: François Hollande acredita que basta que se coloque em letra de lei o “casamento” gay, para que aquilo que não é nem nunca foi casamento, passe a sê-lo.
Adenda: depois de eliminar a palavra “raça” da Constituição, os socialistas vão retirar a palavra “religião”.
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Quarta-feira, 30 Janeiro 2013
António Costa não tem apoio da maçonaria
Tags: António Costa, António José Seguro, Partido Socialista
“O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, ameaçou candidatar-se à liderança do PS na reunião da Comissão Política, mas, no final, acabou a dizer que irá trabalhar para a unidade e evitar a confrontação.”
via Afinal, António Costa não se candidata à liderança do PS – Política – Sol.
Entre António José (in) Seguro e António Costa como líder do Partido Socialista, a maçonaria apoia o primeiro.
Desde logo porque é mais difícil “torcer” António Costa porque, concorde-se com ele ou não, tem ideias próprias e sobretudo convicções fortes. A maçonaria não gosta de pessoas de convicções fortes que estejam “fora da loja”.
Depois, António Costa “alinha” mais à esquerda. Para a maçonaria, a esquerda só é boa se obedecer.
Quando o maçon Rui Pereira substituiu António Costa como ministro do governo de Sócrates, tratou-se de uma manobra de fortalecimento da maçonaria na estrutura do governo socialista; e em contrapartida, a maçonaria ofereceu a António Costa uma “gaiola dourada” — ou uma “prateleira”, como quiserem — como presidente da câmara de Lisboa.
A possibilidade de António Costa vir a ser líder do Partido Socialista depende apenas dele próprio, e da sua capacidade de se descaracterizar politicamente, e de se submeter caninamente ao ideário obscuro de uma sociedade secreta. E é isto que António José Seguro faz.
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Segunda-feira, 28 Janeiro 2013
A consequência do divórcio socratino e socialista “unilateral e na hora”
Tags: Bloco de Esquerda, divórcio, Partido Comunista, partido social-democrata, Partido Socialista, PSD
“Dois irmãos de 12 e 13 anos foram encontrados mortos no interior de um carro, nas imediações da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), na Cruz Quebrada, Oeiras, na noite de domingo. Hoje de manhã, as autoridades encontraram o corpo da mãe.”
A Esquerda há-de pagar os seus excessos ideológicos com língua-de-palmo.














