perspectivas

Domingo, 10 Agosto 2014

A minha visão do actual Partido Socialista

Filed under: Política,Portugal — orlando braga @ 8:07 am
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“É muito difícil para mim aceitar a realidade do país. Fico à espera que isto um dia tenha compostura e volte aos valores básicos da vida”.

Rui Veloso


Do ponto de vista egoísta do Partido Social Democrata, António José Seguro é o melhor. Do ponto de vista — realista e pragmático — do país, e dado que o sistema político é o que é, António Costa é melhor.

De resto, existem caciques e baronatos de um lado e do outro das duas barricadas socialistas; nas duas trincheiras não há virgens puras. A escolha do Partido Socialista é entre o mau e o péssimo, o que reforça a situação de double blind do país que temos já com Passos Coelho.

António Costa tem a vantagem da potencialidade da novidade. “¿Renovar ou morrer…?! Vamos renovar!”, por um lado, e por outro lado parece ter maior liderança política — e “em política, o que parece, é!”.

António José Seguro não está “mais à direita” do que António Costa — ao contrário do que possa parecer. A diferença entre os dois é a de que António José Seguro é mais manipulável pelos seus compagnons de route (alguns deles muito radicais, como por exemplo Ana Gomes), ou seja, a liderança de António José Seguro é mais de tipo “colegial”. O Partido Socialista de António José Seguro, se for governo, será um “saco de gatos”.

António Costa será eventualmente “mais líder” no sentido da liderança tradicional no Partido Socialista — por exemplo, na linha de Mário Soares e de José Sócrates. Será uma liderança heraclitiana de conjunção dos contrários, de sincretismo ideológico e cultural, e de “quadratura do círculo” ao estilo de José Sócrates.

Do ponto de vista dos interesses reais do país, os “dois partidos socialistas” são um desastre que se pode transformar em catástrofe nacional.

Passos Coelho é mau, mas o Partido Social Democrata tem conseguido manter alguma identidade nacional e um resquício de valores de tradição histórica. Com o Partido Socialista no governo — seja o de António José Seguro seja o de António Costa —, o pouco que resta da identidade nacional desaparecerá e Portugal será totalmente desnacionalizado.

Em resumo, as escolhas dos portugueses (no PS ou a nível nacional), nos próximos tempos, serão sempre entre o mau e o péssimo. Rui Veloso vai ter muito que esperar, salvo se aparecerem novos protagonistas na política portuguesa.

Domingo, 20 Julho 2014

Votar em António José Seguro ou em António Costa?

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 11:09 am
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É a mesma coisa. É como votar no Diabo ou em Satanás: é apenas uma questão de nome.

Sexta-feira, 27 Junho 2014

Os atrasados mentais do Partido Socialista

Filed under: Política,politicamente correcto — orlando braga @ 4:19 pm
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No Partido Socialista existe um grupo de atrasados mentais, composto, nomeadamente, pelos deputados Marcos Perestrello, Sérgio Sousa Pinto, Pedro Delgado Alves, e a deputeda Isabel Moreira.

«O projecto de resolução da maioria PSD/CDS-PP para criar o Dia Nacional do Peregrino (13 de Maio) foi hoje aprovado no Parlamento, embora quatro deputados socialistas tenham votado contra e outros 26 optassem pela abstenção.

Com sociais-democratas, democratas-cristãos e a maioria dos socialistas de acordo com a iniciativa, Marcos Perestrello, Sérgio Sousa Pinto, Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves opuseram-se. PCP, com declaração de voto, BE e “Os Verdes” abstiveram-se.»

Parlamento aprova Dia do Peregrino com quatro “contras” e 26 abstenções no PS

Quinta-feira, 22 Maio 2014

A judicialização da vida privada dos cidadãos, com o acordo do Partido Social Democrata

 

A responsabilidade parental é decidida pelos tribunais e tem como objectivo dar a tutela de crianças a adultos em “caso de ausência, incapacidade, impedimento ou morte de progenitor”.

Co-adopção: Deputada do PS dá solução ao PSD

Se existe um pai ou uma mãe biológicos com poder paternal regulado, e na ausência, incapacidade, impedimento ou do morte do outro, é à mãe ou pai biológicos que compete delegar no novo cônjuge e em um grau que ele ou ela achem adequados, uma parte do poder paternal.

Trata-se de um assunto privado. O Estado, através dos tribunais, não tem nada a ver com o que se passa dentro de casa das pessoas senão em caso de manifesto forte indício de violação dos direitos das crianças.

O conceito de “responsabilidade parental” pretende eliminar o cariz privado da figura de “poder paternal” do quadro jurídico português. Esta gente quer estatizar as famílias através da judicialização da vida privada dos cidadãos.

Domingo, 18 Maio 2014

A política socialista aos berros

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,Política — orlando braga @ 9:54 am
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Com António José Seguro voltamos à política aos berros, ao estilo de José Sócrates. Uma qualidade de Passos Coelho é a que ele não berra quando discursa; notou-se uma mudança no discurso político com a mudança de José Sócrates para Passos Coelho. Agora, com António José Seguro, voltamos à política do rasgar das vestes aos gritos.

Quinta-feira, 15 Maio 2014

A deputada socialista Isabel Oneto e a “responsabilidade parental”

 

Aquilo a que a deputada socialista Isabel Oneto chama de “responsabilidade parental” 1 corresponde àquilo que existe já na lei com a expressão “poder paternal”. Por exemplo, quando há um divórcio, fala-se em “regulação do poder paternal” que, na maioria das vezes e por maioria de razão, beneficia a mulher e mãe.

Portanto, e desconstruindo a fraseologia eufemista da deputada Isabel Oneto: “responsabilidade parental” = “poder paternal”.

adopçao moderna webO que a deputada Isabel Oneto pretende, através da reformulação da linguagem e substituindo o conceito de “poder paternal” por um outro (“responsabilidade parental”), é alterar a noção e o estatuto do “poder paternal” no quadro jurídico português.

Utilizando palavras diferentes (“responsabilidade parental”) para coisas idênticas (“poder paternal”), pretende-se que o objecto da linguagem seja alterado mediante a reformulação dos termos utilizados. Ou seja, o que a deputada Isabel Moreira pretende é alterar o estatuto do “poder paternal” do Código Civil.

No actual enquadramento jurídico, o poder paternal pertence aos progenitores, ou, no caso de viuvez ou de pai incógnito (que, segundo a lei, deve ser a excepção e não regra), pertence a um dos progenitores (biológicos).

A extensão do poder paternal, por parte do progenitor, ao (novo) cônjuge, é assunto privado — ou seja, a autoridade do cônjuge em relação à educação dos filhos da (ou do) progenitora é geralmente consentida pela progenitor(a) e trata-se de assunto privado do casal. Mas perante a lei e perante o Estado, é a viúva ou o viúvo que exerce o poder paternal.

No caso, por exemplo, de uma mãe de filhos de pai incógnito, e uma vez que não existem laços biológicos conhecidos em relação ao pai, é possível a adopção dos filhos da mãe (passo a expressão) pelo cônjuge da dita. Mas esta adopção é feita sempre tendo em conta os interesses da criança que incluem a analogia (ontológica) do casal adoptante em relação à situação dos pais biológicos (pai e mãe).

Parece que o projecto-lei da deputada Isabel Oneto não pretende substituir os laços de filiação.

Por exemplo, um gay “casado” com outro que tenha um filho com mãe conhecida (segundo o projecto-lei da deputada Isabel Oneto) não poderá adoptar essa criança. Mas ficamos sem saber para que serve o conceito de “responsabilidade parental” da deputada Isabel Oneto — uma vez que, até agora, a extensão do poder paternal ao cônjuge é assunto privado do casal: depende da vontade da progenitor ou progenitora. É a mãe da criança (ou o pai biológico, gay ou não) que decide se deve (e como deve, em grau e qualidade) estender e partilhar o poder paternal com o (ou a) novo cônjuge.

Para mim, o conceito de “responsabilidade parental” da deputada socialista Isabel Oneto não faz sentido senão no âmbito de uma maior intrusão do Estado na vida privada dos cidadãos.

Por outro lado, o conceito de “responsabilidade parental” abre as portas ao tráfico de crianças e ao negócio aberrante das “barriga de aluguer” — é uma espécie de co-adopção gay com outro nome; é um eufemismo para “adopção”, porque no caso do negócio do tráfico de crianças, não existe mãe legalmente reconhecida e, por isso, não existe substituição de laços de filiação, o que significa que, na prática, estamos perante uma adopção através do conceito de “responsabilidade parental”.

Nota
1. Não gosto da palavra “parental” que pretende substituir a palavra “paternal” que é considerada “machista” pelo politicamente correcto; contudo, a palavra “parental” também é do género masculino, e por isso fica-se sem saber qual é a lógica da alteração.

Sábado, 19 Abril 2014

¿A Suíça é um Estado socialista?!

 

nacionalismo webNa Suíça, vai acontecer brevemente um referendo para aprovar um salário mínimo nacional 25 Euros / hora. A julgar pela ideologia neoliberal de Passos Coelho e, por exemplo, dos blogues Corta-fitas ou do Blasfémias, a Suíça é um país socialista!.

Há um fenómeno social e político que os “liberais” de pacotilha da nossa praça não compreendem: o nacionalismo.

A Suíça é nacionalista, e por isso é que restringe a imigração, controla as importações, faz aumentar a influência da classe média na economia, e mantém assim a coesão social. Aliás, o que nos valeu, nesta crise económica, foi o nacionalismo que é intrínseco ao povo português, e à revelia dos estúpidos que controlam este país.

Para a “tropa” do PSD do Pernalonga, falar-lhes em “nacionalismo” é como tentar explicar a um analfabeto o que é um soneto decassilábico.

Terça-feira, 14 Janeiro 2014

A monstruosidade de Isabel Moreira

 

O Partido Socialista, ao acolher Isabel Moreira e gente da extrema esquerda como por exemplo Miguel Vale de Almeida nos seus quadros, tornou-se em um partido radical, por um lado, e, por outro lado, não ganhou grande coisa em termos eleitorais, como se pode ver hoje nas sondagens. Ao radicalizar as suas posições na esfera dos costumes, o Partido Socialista não só não ganhou como até perdeu apoio popular.

Isabel Moreira é um espírito tortuoso e até perverso:

“A deputada do PS Isabel Moreira diz que a proposta de referendo à co-adopção de crianças feita pelo PSD, para travar a proposta de lei do PS, está ferida de ilegalidade. “O projecto propõe-se referendar a adopção e a co-adopção, que são bem distintas. Basta dizer que a adopção [por casais do mesmo sexo] já foi chumbada duas vezes no Parlamento, enquanto a co-adopção está em processo legislativo”, diz ao SOL a deputada do PS. “A lei do referendo só permite submeter uma matéria de cada vez”, explicita a constitucionalista.”

Quando Isabel Moreira diz que “a adopção e co-adopção são coisas bem distintas”, não está a considerar ambos os conceitos em função dos interesses da criança: a distinção é feita por ela em função do estatuto dos adultos e em função dos interesses dos adultos. Porque, em termos práticos, tanto no caso da adopção como no da co-adopção, à criança é sempre retirado o direito à dupla linhagem de pai e mãe. E retirar a uma criança o direito à dupla linhagem é uma monstruosidade. Isabel Moreira é um monstro em pessoa — e é como um monstro que ela deve ser tratada. E é este tipo de monstro humano que o Partido Socialista tem acolhido no seu seio.

Por outro lado, a adopção de crianças por pares de sodomitas não é um direito, porque o direito, mesmo sendo positivo, terá sempre que ser escorado de alguma maneira no Direito Natural. O Direito não se inventa ao bel-prazer das elites políticas. As elites políticas não podem actuar em roda-livre e criar o direito que lhes dá na real gana à revelia total do Direito Natural, reduzindo a norma legal ao facto.

A adopção, tal como o casamento, são instituições. Uma instituição é um modo de vida que a sociedade concede a si própria para garantir a sua continuidade. Por definição, uma instituição implica sempre que hajam pessoas que reúnam as condições para estar dentro dela, e outras que ficam fora delas porque não têm as condições exigidas. Por natureza, qualquer instituição discrimina; qualquer instituição é discriminatória!

Dizer que “os direitos das minorias não podem ser sujeitos a referendo” é tentar dizer que as minorias, quaisquer que sejam e apenas porque existem, devem ter acesso a qualquer instituição — o que significa que, segundo esta lógica, as instituições da nossa sociedade deixam de fazer qualquer sentido. A partir do momento que se nega, através da lei, o direito que as instituições têm de discriminar, são as próprias instituições que passam a estar em causa.

Por aqui se vê como o Partido Socialista se tornou em um partido ainda mais radical do que o Partido Comunista — porque o Partido Comunista ainda coloca reservas à adopção de crianças por pares de invertidos. E Isabel Moreira é um factor de instabilidade política deste Partido Socialista.

Quarta-feira, 11 Dezembro 2013

Nuno Melo contraria a Lei de O’Sullivan

 

A Direita tem que começar a aprender uma coisa: tem que ser Direita, e não deve ser Não-esquerda. Pertencer à Não-esquerda não é a mesma coisa que ser de Direita. Ser da Direita não é ceder sistematicamente ao nacional-porreirismo e submeter-se à Lei de O’Sullivan. Por causa da Lei de O’Sullivan é que a Marine Le Pen está hoje mais perto do Poder em França.

Uma Direita forte nos princípios e decidida no combate à esquerda radical (passe-se a redundância, porque qualquer movimento político influenciado pelo marxismo é sempre radical) é a melhor forma de evitar o surgimento de movimentos revolucionários de sinal oposto, como acontece hoje em França, na Grécia, na Holanda, e em outros países da Europa.

Desta feita, Nuno Melo esteve bem: diplomaticamente, mandou a Edite Estrela à bardamerda — a propósito do famigerado “Relatório Estrela” que pretendia transformar o aborto em um “direito humano” — como se o acto de abortar um ser humano potencial e com potencialidades fosse, em si mesmo, um direito.

A propósito do “Relatório Estrela”, e no seguimento de emails que enviei a deputados europeus portugueses, tanto do Partido Social Democrata como do CDS/PP, recebi algumas respostas contrastantes dos dois partidos, o que revela bem as diferenças fundamentais entre eles.

Por exemplo, um email que recebi da deputada europeia do Partido Social Democrata, Regina Bastos1, que aparentemente fundamenta o “chumbo” da do “Relatório Estrela” apenas baseando-se no princípio da subsidiariedade; e, em contraponto, um email do deputado do CDS/PP, Diogo Feio2, que fundamenta a sua decisão negativa em princípios éticos claros e fundamentais. É esta a razão por que nunca mais votarei no Partido Social Democrata: José Pacheco Pereira tem razão: o Partido Social Democrata é um partido da Não-esquerda e faz parte do nacional-porreirismo.

É preciso fazer crescer o CDS/PP para se evitar uma possível “lepenização” em Portugal.

Notas
1. Regina Bastos.pdf
2. Diogo Feio.pdf

Domingo, 8 Dezembro 2013

Definição de “Daniel Oliveira”

 

Um radical de esquerda é um descendente ideológico dos antigos puritanos cristãos que, com a passagem do tempo e das gerações, chegaram à conclusão de que são mais santos do que o próprio Deus.

Sexta-feira, 6 Dezembro 2013

Partido Socialista e Partido Social Democrata: especialistas em estimulação contraditória e dissonância cognitiva

 

“Sociais-democratas entregaram ontem uma proposta que prevê prisão até dois anos para maus-tratos e até seis meses para quem abandone animais de companhia”

Um exemplo de estimulação contraditória que provoca uma dissonância cognitiva transversal a toda a sociedade: ao mesmo tempo que criminalizam o abandono de animais, os partidos políticos descriminalizam o aborto e tornam-no gratuito.

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Segunda-feira, 25 Novembro 2013

Edite Estrela e os socialistas vão andar em maré de azar: o povo anda mais informado

 

A iniciativa “Um de Nós” contra o aborto já granjeou mais de 1,5 milhões de assinaturas nos países da União Europeia, e por isso, o Partido Socialista de António José Seguro e de Edite Estrela sentem-se ameaçados na sua agenda política radical contra o ser humano. E à medida em que o povo ande mais informado, os socialistas vão ficando mais desesperados.

one_of_us_logoPor isso é que a radical socialista feminazi e execrável Edite Estrela espuma de raiva: que o povo ande informado sobre o que a classe política anda a fazer, enche-a de revolta. Para Edite Estrela e para os socialistas de António José Seguro, o povo deve ser ignorante, à moda das ditaduras do passado. Edite Estrela está ligada à indústria do aborto em Portugal: segundo soube, ela tem interesses económicos no negócio. Mas não só ela: existe uma quadrilha de socialistas que a acompanham no negócio abortista em Portugal.

Só assim se compreende que um relatório nauseabundo da autoria da IPPF (The International Planned Parenthood Federation), e adoptado por Edite Estrela — relatório esse que defende, por exemplo, que seja ensinada a masturbação a crianças até aos 4 anos de idade — seja agora de novo apresentado no parlamento europeu depois de ter sido reprovado em plenário do dia 22 de Outubro de 2013. A abortista Edite Estrela e os socialistas de António José Seguro andam desesperados com o andamento do “negócio”: já não conseguem manter o povo totalmente ignorante.

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