perspectivas

Domingo, 16 Junho 2013

Os tolerantes de Esquerda

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«Last weekend, Tony Brett, a Liberal Democrat councillor in Oxford and the city’s deputy lord mayor, found what he called a “disgraceful rabble” of people climbing on the city’s main war memorial – squashing, he said, the flowers that mourners had placed there, then trying to remove half of them altogether and “jeering” other visitors as they paid their respects.

That day, the memorial was supposed to be the scene of a wreath-laying by the far-Right, racist English Defence League. But none of the people laying flowers and being jeered bore any kind of EDL insignia and none of the wreaths had any kind of card or message from the group.

Neither Mr Brett, nor a local newspaper reporter on the scene, saw any sign of any EDL presence.

All the aggro, Mr Brett said – he called it the “hate” – came from the self-appointed opponents of bigotry, a group called Unite Against Fascism (UAF). UAF’s response was to start an online petition saying that merely by criticising them Mr Brett had proved himself an EDL patsy, “not a fit representative for Oxford’s wonderful and multi-ethnic community”, and must resign immediately.»

Anti-fascists fuel the fire of hate

Segunda-feira, 10 Junho 2013

A consequência da adopção de crianças por pares de homossexuais (por Isilda Pegado)

«1 – A Teresinha tinha 6 anos quando a mãe, vítima de cancro da mama, faleceu. Desde o ano de idade que vivia com a mãe, perto dos avós e dos tios maternos. Foram estes a passar mais tempo com ela, durante a doença da mãe. Acima de tudo os primos… de quem tanto gostava, e com quem brincava longas horas…

2 – Durante estes 5 anos teve sempre um relacionamento saudável com o pai. O facto de o pai viver com um companheiro, o Jorge, nunca foi motivo de comentário. Contudo, desde os tempos do divórcio, o pai e os avós maternos ficaram de relações cortadas.

Após o óbito da mãe, a Teresinha foi viver com o pai, e com o Jorge.

3 – Os avós maternos receberam então uma notificação para comparecer em Tribunal onde lhes foi comunicado que a sua “neta” tinha sido co-adoptada pelo companheiro do pai, pelo que deixava de ser sua neta.

Foi-lhes explicado que por efeito da co-adopção os vínculos de filiação biológica cessam. É o regime legal aplicável (art. 1986.º do C.C. – “Pela adopção plena, extinguem-se as relações familiares entre o adoptado e os seus ascendentes e colaterais naturais”).

Nada podiam fazer. Choraram amargamente a perca desta neta (depois da filha) que definitivamente deixariam de ver e acompanhar.

A Teresinha que tinha perdido a mãe, perdia também os avós, os tios e os primos de quem tanto gostava. Nunca mais pôde brincar com aqueles primos ou fazer viagens com o tio Zé e a tia Sandra que eram tão divertidos. A Teresinha tinha muitas saudades daquelas pessoas que nunca mais vira.

Não percebia porque desapareceu do seu nome o apelido “Passos” (art. 1988º, nº 1 – “O adoptado perde os seus apelidos de origem”).

4 – Um dia perguntou ao pai porque mudara de nome. Foi-lhe dito que agora tinha outra família. Não percebeu e, calou… Na escola, via que os outros meninos tinham uma mãe e um pai, mas ela não.

5 – Quando chegou aos 16 anos de idade foi ao ginecologista, sozinha. Ficou muito embaraçada com as perguntas que lhe foram feitas sobre os seus antecedentes hereditários maternos. Nada sabia. Percebeu que o médico não a podia ajudar na prevenção de varias doenças… Estava confusa. Nada sabia da mãe. Teria morrido? Teria abandonado a filha?

6 – Até que um dia descobriu em casa, na gaveta de uma cómoda, um conjunto de papéis em cuja primeira pagina tinha escrito SENTENÇA. E leu… que «o superior interesse da criança impunha a adopção da menor pelo companheiro do pai, cessando de imediato os vínculos familiares biológicos maternos, nos termos do disposto no art. 1986º do C.C., tal como o apelido materno “Passos” (art. 1988º, nº 1 do C.C.), que será agora substituído por…». Tudo por remissão dos arts. X.º a Y.º da Lei Z/2013.

7 – O que mais a impressionara naquele escrito foi o facto de que quem a escrevia parecia estar contrariado com a decisão que estava a tomar. E, a dado passo escrevia “Na verdade, quando da discussão da lei Z/2013 na Assembleia da Republica o Conselho Superior da Magistratura e a Ordem dos Advogados emitiram parecer desfavorável à solução legislativa que agora se aplica. Porém, “Dura lex sede lex”. A Teresinha não percebeu…

8 – Durante anos procurou a Família materna, em vão… Mas rapidamente consultou os Diários da Assembleia da Republica onde constavam os nomes dos deputados que tinham aprovado aquela lei que lhe tinha roubado os mimos da avó Rosa, as brincadeiras do avô Joaquim… e os primos.

A Teresinha queria voltar ao tempo destes, que são sangue do seu sangue, mas não pode porque esses anos foram-lhe usurpados. Vive numa busca incessante pela sua identidade. Se as outras raparigas da sua idade sabem das doenças que a mãe e o pai tiveram, porque é que ela não pode saber? Porque lhe negam esse direito?

9 – Leu então num livro que “a adopção é uma generosa forma de ajudar crianças a quem faltam os pais e a família natural para lhes dar um projecto de vida. A adopção é sempre subsidiária”. E perguntou:

- “Onde está a minha família que nunca me faltou mas, de mim foi afastada por estatuição (*) legal e decisão judicial?”

A Teresa está muito triste.

10 – O pai e o Jorge entretanto divorciaram-se… e a Teresa é obrigada a ir passar os fins-de-semana a casa do Jorge… porque a Regulação das Responsabilidades Parentais assim o ditou.

11 – Teresinha, nós estamos aqui!»

— por Isilda Pegado

(*) Estatuição: do verbo “estatuir”, que significa decretar, impor.

Domingo, 9 Junho 2013

O director não-executivo da Goldman Sachs está de acordo com o Bloco de Esquerda

O representante da ONU e organizador do Fórum Global da Migração e Desenvolvimento é o inglês Peter Sutherland que é, também, director não-executivo do Banco Goldman Sachs International, e foi presidente do grupo petrolífero BP (British Petroleum).

¿ E o que é que o director não-executivo da Goldman Sachs (que “por acaso” é o organizador do Fórum Global da Migração e Desenvolvimento) defende, no que diz respeito às migrações populacionais e ao multiculturalismo ? Exactamente aquilo que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista defendem! Ou seja, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda estão de acordo com a Goldman Sachs.

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Sábado, 1 Junho 2013

Luiz de Camões, Shakespeare e o efeito Trickle-down de Georg Simmel

Só tive consciência plena de quem era Camões quando fui obrigado a estudar, no antigo 4º Ano dos Liceus, os Lusíadas. A “coisa” metia medo. Os Lusíadas não eram apenas lidos: eram estudados. E eram mesmo decorados, em algumas partes. E como escreveu Edouard Herriot (e não André Gide, como alguns dizem), “a cultura é o que fica quando se esqueceu tudo”.

A “coisa” era levada muito a sério. A tolerância era quase zero: quem não estudava os Lusíadas não passava na disciplina de Português. De vez em quando lá surgia um professor meio canhoto e canhestro que, identificando Camões com o Estado Novo, via no poeta um símbolo do “fascismo”. E foi aqui que começou o problema do negacionismo da nossa cultura, quando o reviralho fez associações simbólicas indevidas e irracionais entre a História de Portugal, por um lado, e as ideologias políticas coevas, por outro lado. A verdade é que Camões nada teve a ver com o “fascismo”, quanto mais não seja porque no século XVI ainda não tinha surgido o Afonso Costa.

E os doutos picaretas ideológicos das canhas começaram, então, a martelar na cultura. Por exemplo, davam uma ligeira ensaboadela d’Os Lusíadas em um mês, e depois impunham o estudo de Aquilino Ribeiro durante um trimestre inteiro. Foi assim que os invertidos políticos destruíram a cultura portuguesa. Não é que Aquilino não seja legível: o que é, é que o cu não tem nada a ver com as calças, e o estudo de um não proíbe o estudo de outro. Mas os professores do reviralho silencioso, no Estado Novo, não pensavam assim.

Depois veio o 28 de Abril de Troca-O-Passo. A “coisa” piorou. Na filosofia, por exemplo, a teoria do conhecimento foi erradicada e substituída por Karl Marx. Passamos a conhecer as ideias de Karl Marx e Engels sem termos mínima ideia do que era o Conhecimento. Iniciou-se o desconstrutivismo histórico – tão caro a Fernando Rosas e ao Bloco de Esquerda e ao Partido Comunista – que transformou a História de Portugal em uma narrativa acerca de gerações multi-seculares de malfeitores façanhudos sem escrúpulos. Os nossos tetravós passaram a ser uns filhos da puta, e o Camões da família deles. “Vai chatear o Camões!”, passou a ser o slogan. Isto é uma das “coisas” que eu nunca perdoarei à Esquerda! Jamais!

Mas se eu só tive consciência plena de quem era Camões quando fui obrigado a estudá-lo, já tinha ouvido falar nele através do efeito de Trickle-down. Camões era mencionado amiúde em conversas de família, ou em conversas entre adultos a que a criança assiste. Apesar do negativismo comuna embutido no sistema, Camões era falado, conversado, e mencionado às mesas dos cafés, em tertúlias de amigos, nas famílias – e as crianças ouviam. Hoje, as crianças não ouvem nada porque ninguém fala.

Portanto, não admira que as crianças inglesas não saibam hoje quem foi Shakespeare , assim como não me admiro que as crianças portuguesas só conheçam o Camões quando querem mandar alguém à bardamerda. A Esquerda venceu a guerra cultural. E depois, ainda se queixam

Adenda: o que interessa é ensinar, nas escolas, a “educação sexual”, e a ideia de que “não existem sexos”. E que se lixe o Camões! A cultura faz-se nas alcovas!

Quarta-feira, 29 Maio 2013

O perigo da ideologia de Poder despótico do movimento político homossexualista

«But the LGBT movement is based on an ideology of power (NOT love), which will allow some adults to recruit, brainwash, and exploit young people into their network of behavior. The movement is based on a false ideology of biological determinism, predicated on the notion that people are “born” gay and “cannot change” and “do not have a choice.”

These notions, combined with the idea that certain gay “experts” have “gaydar” and can identify homosexuality in others before they are willing to admit it to themselves, amount to a police state of surveillance and intimidation.

In the name of forcing people to accept “who they are,” LGBT organizations have sought to gain institutional control over the education system, the media, the two-party system, churches, commerce, and finally, the forces of international violence embodied in the military, intelligence organizations, and state departments of countries that have bowed to the demands of this lobby.

The LGBT movement progressed from recruiting young people, to now demanding the “right” to children, a “right” expressed through the lens of property and privilege. It is natural that a movement so devoted to controlling other people would eventually seek to buy people and own them, in the name of “giving them a family.”

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Segunda-feira, 28 Janeiro 2013

A consequência do divórcio socratino e socialista “unilateral e na hora”

“Dois irmãos de 12 e 13 anos foram encontrados mortos no interior de um carro, nas imediações da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), na Cruz Quebrada, Oeiras, na noite de domingo. Hoje de manhã, as autoridades encontraram o corpo da mãe.”

via Irmãos de 12 e 13 anos encontrados mortos no interior de carro. Corpo da mãe encontrado esta manhã – Visao.pt.

A Esquerda há-de pagar os seus excessos ideológicos com língua-de-palmo.

Sábado, 1 Dezembro 2012

Os liberais e a mulher

Para os liberais de direita (Partido Social Democrata de Passos Coelho), a mulher deve ser vaca embora à sua custa e sem dependência do Estado. Para os liberais de Esquerda (Partido Socialista, Bloco de Esquerda e parte do Partido Comunista), o Estado deve apoiar e ajudar a mulher a ser vaca.

Tanto uns como outros concordam que a mulher deve ser vaca: a única diferença entre eles é sobre a função do Estado no avacalhamento da mulher.

Quinta-feira, 15 Novembro 2012

A política de “terra queimada” da Esquerda

O povo sabe que “quem esconde a cara, mostra o cu”. O que nós todos vimos, ontem, em frente ao parlamento, foi o cu da Esquerda. Que ninguém se engane: a liberdade é, para a Esquerda, um meio para acabar com a liberdade. E que ninguém “compre” a estória segundo a qual a violência a que assistimos ontem não tem nada a ver com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda. Só se engana quem quer ser enganado.

Discurso da Esquerda actual


(fotos daqui).

Segunda-feira, 12 Novembro 2012

A quatro hipóteses de Portugal, face à baixíssima natalidade

“Portugal tem a segunda taxa de fecundidade mais baixa do mundo – noticiava, há dias,a TSF. Fez notícias e um debate público. Mas, apesar dos alertas repetidos, pouca gente faz alguma coisa. 

Qualquer dia, é demasiado tarde para fazer qualquer coisa de jeito. Já é tarde, aliás. Convém é que não seja demasiado tarde.”

via Avenida da Liberdade: Dá que pensar….

A baixa natalidade de um país é um fenómeno cultural, ou seja, tem origem na cultura antropológica que é, hoje, imposta por uma certa cultura intelectual dita “progressista” e de Esquerda.
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Segunda-feira, 15 Outubro 2012

O conluio entre os revolucionários (de esquerda e de direita) contra a família tradicional

«Este documento confidencial produzido pela equipe do Sr. Henri Kissinger em 1974, desclassificado pela Casa Branca em 1989, estabelece as políticas e estratégias a serem implementadas pelo Governo Americano, para a redução da população dos países em desenvolvimento. O documento expõe a preocupação com o crescimento da população mundial e propõe medidas de controle utilizando como eufemismo “ Serviços de Planeamento Familiar ”. Entre os instrumentos de “planeamento familiar” recomendados estão: anticonceptivos orais, DIUs, melhores métodos de prever a ovulação, esterilização de homens e mulheres, meios leuteolíticos e auto-progesterona, métodos não clínicos: espumas, cremes e preservativos.»

via Controlo da população | O relatório Kissinger.

¿Será que a Esquerda (Bloco de Esquerda, Partido Comunista e o Partido Socialista) estão “feitos” com os americanos, na medida em que defendem as mesmas políticas anti-demográficas que uma certa elite riquíssima dos Estados Unidos defende?
¿E o que dizer da opinião do plutocrata de Bilderberg, Pinto Balsemão, expressa na seguinte frase?:

“Se a população portuguesa fosse metade da que existe actualmente, não teríamos problemas económicos nem de défice.”Francisco Pinto de Balsemão

É certo que tanto a Esquerda como a elite plutocrata americana estão de acordo quanto à acção política de destruição da família tradicional, embora por razões diferentes. Mas uns e outros sempre estiveram de acordo! Aquilo a que chamamos de “revolução burguesa” de 1789, em França, é o princípio de um acordo radical, em algumas áreas de acção política, entre os revolucionários (de esquerda) e a alta burguesia (revolucionários de direita).

Por exemplo, as políticas eugénicas [eugenismo] do princípio do século XX eram compartilhadas pela Esquerda política, por um lado, e pela elite endinheirada, por outro lado. A eugenista, abortista e feminista radical americana Margaret Sanger pertencia à classe alta e endinheirada e foi apoiada pelos muito ricos na sua acção anti-família tradicional, embora ela se dissesse “de Esquerda” (“liberal“). O capitalista Henry Ford (dos automóveis Ford) apoiou financeiramente o regime de Hitler e a política eugénica do nazismo. Ford nunca negou, e assumiu mesmo, que era um eugenista.

O eugenismo nasceu em Inglaterra na esteira de Darwin, e não nos Estados Unidos. Aquilo que o documento Kissinger defende, em traços largos, já tinha sido defendido, 100 anos antes, pelo aristocrata inglês Francis Galton no seguimento de Malthus e Darwin, e foi apoiado por quase toda a intelectualidade da esquerda inglesa daquele tempo.

Em suma : 1/ atribuir a origem da política anti-demográfica exclusivamente aos americanos é não conhecer a História; 2/ a Direita actual (nos Estados Unidos e na União Europeia) pode ser tão destrutiva, para a sociedade e para a humanidade, quanto a Esquerda.

Sábado, 8 Setembro 2012

Portugal pode perder um milhão de habitantes

Filed under: aborto,Política,Portugal — O. Braga @ 1:15 pm
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O semanário “Expresso” escreve que a população portuguesa poderá cair de 10,6 para 9,6 milhões de pessoas em 2030, se as políticas e os comportamentos demográficos actuais não mudarem, conclui um estudo sobre cenários demográficos da Fundação Francisco Manuel dos Santos que será divulgado na próxima semana.

A população portuguesa vai começar a encolher nos próximos 20 anos, mesmo que as políticas de apoio à família e o comportamento das mulheres em idade fértil consigam a proeza de aumentar os níveis de fecundidade dos atuais 1,37 para dois filhos por mulher, isto é, o limiar da substituição de gerações.

Maria João Valente Rosa e Maria Filomena Mendes, demógrafas da Fundação Francisco Manuel dos Santos, construíram três cenários demográficos para Portugal até 2030 – pessimista ( ou conservador), realista (ou moderado) e optimista. E no primeiro, em que as tendências actuais em termos de fecundidade se mantêm nos próximos 20 anos, Portugal poderá perder um milhão de habitantes, quase tantos como os que saíram do país durante a grande vaga de emigração de 1960-1970 (1,3 milhões).

via Portugal pode perder um milhão de habitantes – Especiais – DN.

Terça-feira, 14 Agosto 2012

A direita paternalista

«Os movimentos culturais dos anos cinquenta e sessenta no Ocidente fizeram algum sentido ao por em causa poderes e instituições demasiadamente rígidas e tendencialmente hipócritas.»

via A liberdade de perder a liberdade – Corta-fitas.

A alternativa à censura cultural e comportamental “tendencialmente hipócrita”, é a hipocrisia total consumada mediante a censura do pensamento.

A não-esquerda tende a ver a esquerda como um movimento de idiotas bem-intencionados e de irresponsáveis que não sabem o que andam a fazer. Contudo, basta constatarmos a coincidência de pontos-de-vista existente entre a esquerda, por um lado, e George Soros & Plutocracia Lda., por outro lado, para verificarmos que as idiotices do Bloco de Esquerda e da ala radical do Partido Socialista nada têm de idiota.
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