perspectivas

Quinta-feira, 16 Outubro 2014

Com este Orçamento de Estado de Passos Coelho, o Partido Comunista só precisa de afinar a táctica

Filed under: Passos Coelho — O. Braga @ 6:52 am
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Existe uma táctica que poderá permitir ao Partido Comunista ultrapassar largamente a fasquia dos 15%: deixar Jerónimo de Sousa entregue ao Alentejo, e entregar Lisboa, Porto, Braga e Coimbra ao João Oliveira e ao Bernardino Soares. Depois, há zonas mistas: Viseu, Aveiro, Douro interior e Trás-os-Montes, Guarda, que podem ser “trabalhadas” em conjunto.

Se o Partido Comunista tiver esta flexibilidade interna, é verosímil que ultrapasse largamente os 15% de votos nas próximas eleições, porque o povo já se apercebeu que António Costa é “papel carbono” de Passos Coelho, o CDS/PP está “amarrado” a Passos Coelho, o Livre quer apenas chegar ao Poder, o Bloco de Esquerda está em liquidação, e Marinho e Pinto vai ser recuperado pelo sistema (como aconteceu com o defunto PRD).

A alternativa ao avanço natural do Partido Comunista seria uma renovação interna no Partido Social Democrata — o que me parece quase impossível face à dinâmica natural dos partidos políticos.

Sexta-feira, 28 Fevereiro 2014

O Partido Comunista e a estimulação contraditória

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 1:31 pm
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O Partido Comunista é a favor do “casamento” gay e da adopção de crianças por pares de invertidos; mas, ao mesmo tempo, é a favor da perseguição mortal da Coreia do Norte aos homossexuais.

PCP vota contra condenação de crimes da Coreia do Norte   Política   Sol

Domingo, 8 Dezembro 2013

Definição de “Daniel Oliveira”

 

Um radical de esquerda é um descendente ideológico dos antigos puritanos cristãos que, com a passagem do tempo e das gerações, chegaram à conclusão de que são mais santos do que o próprio Deus.

Domingo, 1 Setembro 2013

Um artigo científico para Isabel Moreira ler

A deputada lésbica do Partido Socialista, Isabel Moreira, afirmou, numa entrevista, que é preciso “separar a maternidade dos afectos”, fazendo alusão à necessidade de vulgarização do negócio das “barriga de aluguer”. O sítio scientificamerican.com publica um artigo interessante acerca da relação entre a mãe e o nascituro.

Isabel Moreira não sabe o que diz – quando a vemos na televisão, com aquele ar postiço de doutorice asnal, com uma pose de quem sabe muitas coisas mas não consegue explicar-se, com aquela ignorância bem escondida por detrás de um alvará de inteligência.

- Cientistas descobriram que células do nascituro coexistem no cérebro da mãe .

mom-web.jpg«The link between a mother and child is profound, and new research suggests a physical connection even deeper than anyone thought. The profound psychological and physical bonds shared by the mother and her child begin during gestation when the mother is everything for the developing fetus, supplying warmth and sustenance, while her heartbeat provides a soothing constant rhythm.

The physical connection between mother and fetus is provided by the placenta, an organ, built of cells from both the mother and fetus, which serves as a conduit for the exchange of nutrients, gasses, and wastes. Cells may migrate through the placenta between the mother and the fetus, taking up residence in many organs of the body including the lung, thyroid muscle, liver, heart, kidney and skin. These may have a broad range of impacts, from tissue repair and cancer prevention to sparking immune disorders.»

Quarta-feira, 14 Agosto 2013

A linguagem de ódio

Filed under: A vida custa,Política — O. Braga @ 6:54 am
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A lógica do terror, expressa neste tipo de discurso político, autojustifica-se com a necessidade de destruir pela violência os vestígios do passado e de dar à luz um “mundo novo”, assegurando – se for necessário – pela guerra civil, a vitória da revolução contra um putativo “inimigo” externo, por um lado, e por outro lado, através da profilaxia social, pela purga ou pelo campo de concentração, pretende-se eliminar qualquer “inimigo” interno.

Trata-se de uma “ideologia de granito”, que pretende monopolizar os discursos políticos e históricos, reduzindo a arte, a filosofia e a ciência a meros campos de experimentalismo que anunciam o “homem novo” destituído de natureza humana. E, finalmente, através da ocultação do facto originário da pluralidade das opiniões, pretende conduzir a uma situação de impossibilidade dos indivíduos pensarem por serem incapazes de distinguir os factos, por um lado, das suas respectivas representações, por outro lado.

Para a “ideologia de granito”, é absolutamente necessário que o real seja privado de simbolização para que se possa desencadear, até ao infinito, uma lógica de terror levada a um extremo tal em que o conceito de “delimitação da lei” é por ela sistematicamente colocado em causa, e a procura da verdade é condicionada pela tentativa recorrente de limitar a escolha de fontes de informação à disposição dos cidadãos.

É absurdo que se compare – porque não se trata de uma analogia, mas antes de uma comparação – Bin Laden que não era americano; ou Hitler que não era holandês, por um lado, com o cónego Melo que era português, por outro lado. A “ideologia de granito” tudo faz para privar o real da sua simbolização através da irracionalização do discurso político: a lógica passa a ser o absurdo.

[verbete também publicado aqui ]

Segunda-feira, 15 Julho 2013

Os marxistas nunca aprendem com a História

Um marxista é essencialmente burro: tanto faz a experiência do dia anterior, como nada. Um marxista é anti-empírico e, por isso, anti-científico: não aprende com a experiência. A “praxis” marxista é treta teórica. A obra de Karl Marx é ininteligível porque amiúde contraditória, e só pode ser entendida num contexto de formação de um dogma.

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Nesta imagem – respigada aqui – o militante comunista incorre em duas falácias lógicas: o argumento ad Baculum (ou baculino) e o argumento ad Numerum. O argumento ad Baculum, vindo de um político, revela a sua (dele) índole totalitária. O argumento ad Numerum revela estupidez: nunca ocorreu uma qualquer transformação histórica e social somente baseada no putativo número de apoiantes dessa transformação. A própria revolução francesa teve origem burguesa (elitista), e não proletária ou campesina.

Manuel Tiago terá eventualmente alguma razão em relação a uma certa actual ofensiva contra alguns princípios básicos dos direitos humanos em Portugal – ofensiva que existe de facto -, mas perdeu a razão através dos seus argumentos falaciosos.

Domingo, 16 Junho 2013

Os tolerantes de Esquerda

os-tolerantes-de-esquerda-500-web.jpg

«Last weekend, Tony Brett, a Liberal Democrat councillor in Oxford and the city’s deputy lord mayor, found what he called a “disgraceful rabble” of people climbing on the city’s main war memorial – squashing, he said, the flowers that mourners had placed there, then trying to remove half of them altogether and “jeering” other visitors as they paid their respects.

That day, the memorial was supposed to be the scene of a wreath-laying by the far-Right, racist English Defence League. But none of the people laying flowers and being jeered bore any kind of EDL insignia and none of the wreaths had any kind of card or message from the group.

Neither Mr Brett, nor a local newspaper reporter on the scene, saw any sign of any EDL presence.

All the aggro, Mr Brett said – he called it the “hate” – came from the self-appointed opponents of bigotry, a group called Unite Against Fascism (UAF). UAF’s response was to start an online petition saying that merely by criticising them Mr Brett had proved himself an EDL patsy, “not a fit representative for Oxford’s wonderful and multi-ethnic community”, and must resign immediately.»

Anti-fascists fuel the fire of hate

Segunda-feira, 10 Junho 2013

A consequência da adopção de crianças por pares de homossexuais (por Isilda Pegado)

«1 – A Teresinha tinha 6 anos quando a mãe, vítima de cancro da mama, faleceu. Desde o ano de idade que vivia com a mãe, perto dos avós e dos tios maternos. Foram estes a passar mais tempo com ela, durante a doença da mãe. Acima de tudo os primos… de quem tanto gostava, e com quem brincava longas horas…

2 – Durante estes 5 anos teve sempre um relacionamento saudável com o pai. O facto de o pai viver com um companheiro, o Jorge, nunca foi motivo de comentário. Contudo, desde os tempos do divórcio, o pai e os avós maternos ficaram de relações cortadas.

Após o óbito da mãe, a Teresinha foi viver com o pai, e com o Jorge.

3 – Os avós maternos receberam então uma notificação para comparecer em Tribunal onde lhes foi comunicado que a sua “neta” tinha sido co-adoptada pelo companheiro do pai, pelo que deixava de ser sua neta.

Foi-lhes explicado que por efeito da co-adopção os vínculos de filiação biológica cessam. É o regime legal aplicável (art. 1986.º do C.C. – “Pela adopção plena, extinguem-se as relações familiares entre o adoptado e os seus ascendentes e colaterais naturais”).

Nada podiam fazer. Choraram amargamente a perca desta neta (depois da filha) que definitivamente deixariam de ver e acompanhar.

A Teresinha que tinha perdido a mãe, perdia também os avós, os tios e os primos de quem tanto gostava. Nunca mais pôde brincar com aqueles primos ou fazer viagens com o tio Zé e a tia Sandra que eram tão divertidos. A Teresinha tinha muitas saudades daquelas pessoas que nunca mais vira.

Não percebia porque desapareceu do seu nome o apelido “Passos” (art. 1988º, nº 1 – “O adoptado perde os seus apelidos de origem”).

4 – Um dia perguntou ao pai porque mudara de nome. Foi-lhe dito que agora tinha outra família. Não percebeu e, calou… Na escola, via que os outros meninos tinham uma mãe e um pai, mas ela não.

5 – Quando chegou aos 16 anos de idade foi ao ginecologista, sozinha. Ficou muito embaraçada com as perguntas que lhe foram feitas sobre os seus antecedentes hereditários maternos. Nada sabia. Percebeu que o médico não a podia ajudar na prevenção de varias doenças… Estava confusa. Nada sabia da mãe. Teria morrido? Teria abandonado a filha?

6 – Até que um dia descobriu em casa, na gaveta de uma cómoda, um conjunto de papéis em cuja primeira pagina tinha escrito SENTENÇA. E leu… que «o superior interesse da criança impunha a adopção da menor pelo companheiro do pai, cessando de imediato os vínculos familiares biológicos maternos, nos termos do disposto no art. 1986º do C.C., tal como o apelido materno “Passos” (art. 1988º, nº 1 do C.C.), que será agora substituído por…». Tudo por remissão dos arts. X.º a Y.º da Lei Z/2013.

7 – O que mais a impressionara naquele escrito foi o facto de que quem a escrevia parecia estar contrariado com a decisão que estava a tomar. E, a dado passo escrevia “Na verdade, quando da discussão da lei Z/2013 na Assembleia da Republica o Conselho Superior da Magistratura e a Ordem dos Advogados emitiram parecer desfavorável à solução legislativa que agora se aplica. Porém, “Dura lex sede lex”. A Teresinha não percebeu…

8 – Durante anos procurou a Família materna, em vão… Mas rapidamente consultou os Diários da Assembleia da Republica onde constavam os nomes dos deputados que tinham aprovado aquela lei que lhe tinha roubado os mimos da avó Rosa, as brincadeiras do avô Joaquim… e os primos.

A Teresinha queria voltar ao tempo destes, que são sangue do seu sangue, mas não pode porque esses anos foram-lhe usurpados. Vive numa busca incessante pela sua identidade. Se as outras raparigas da sua idade sabem das doenças que a mãe e o pai tiveram, porque é que ela não pode saber? Porque lhe negam esse direito?

9 – Leu então num livro que “a adopção é uma generosa forma de ajudar crianças a quem faltam os pais e a família natural para lhes dar um projecto de vida. A adopção é sempre subsidiária”. E perguntou:

- “Onde está a minha família que nunca me faltou mas, de mim foi afastada por estatuição (*) legal e decisão judicial?”

A Teresa está muito triste.

10 – O pai e o Jorge entretanto divorciaram-se… e a Teresa é obrigada a ir passar os fins-de-semana a casa do Jorge… porque a Regulação das Responsabilidades Parentais assim o ditou.

11 – Teresinha, nós estamos aqui!»

— por Isilda Pegado

(*) Estatuição: do verbo “estatuir”, que significa decretar, impor.

Domingo, 9 Junho 2013

O director não-executivo da Goldman Sachs está de acordo com o Bloco de Esquerda

O representante da ONU e organizador do Fórum Global da Migração e Desenvolvimento é o inglês Peter Sutherland que é, também, director não-executivo do Banco Goldman Sachs International, e foi presidente do grupo petrolífero BP (British Petroleum).

¿ E o que é que o director não-executivo da Goldman Sachs (que “por acaso” é o organizador do Fórum Global da Migração e Desenvolvimento) defende, no que diz respeito às migrações populacionais e ao multiculturalismo ? Exactamente aquilo que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista defendem! Ou seja, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda estão de acordo com a Goldman Sachs.

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Sábado, 1 Junho 2013

Luiz de Camões, Shakespeare e o efeito Trickle-down de Georg Simmel

Só tive consciência plena de quem era Camões quando fui obrigado a estudar, no antigo 4º Ano dos Liceus, os Lusíadas. A “coisa” metia medo. Os Lusíadas não eram apenas lidos: eram estudados. E eram mesmo decorados, em algumas partes. E como escreveu Edouard Herriot (e não André Gide, como alguns dizem), “a cultura é o que fica quando se esqueceu tudo”.

A “coisa” era levada muito a sério. A tolerância era quase zero: quem não estudava os Lusíadas não passava na disciplina de Português. De vez em quando lá surgia um professor meio canhoto e canhestro que, identificando Camões com o Estado Novo, via no poeta um símbolo do “fascismo”. E foi aqui que começou o problema do negacionismo da nossa cultura, quando o reviralho fez associações simbólicas indevidas e irracionais entre a História de Portugal, por um lado, e as ideologias políticas coevas, por outro lado. A verdade é que Camões nada teve a ver com o “fascismo”, quanto mais não seja porque no século XVI ainda não tinha surgido o Afonso Costa.

E os doutos picaretas ideológicos das canhas começaram, então, a martelar na cultura. Por exemplo, davam uma ligeira ensaboadela d’Os Lusíadas em um mês, e depois impunham o estudo de Aquilino Ribeiro durante um trimestre inteiro. Foi assim que os invertidos políticos destruíram a cultura portuguesa. Não é que Aquilino não seja legível: o que é, é que o cu não tem nada a ver com as calças, e o estudo de um não proíbe o estudo de outro. Mas os professores do reviralho silencioso, no Estado Novo, não pensavam assim.

Depois veio o 28 de Abril de Troca-O-Passo. A “coisa” piorou. Na filosofia, por exemplo, a teoria do conhecimento foi erradicada e substituída por Karl Marx. Passamos a conhecer as ideias de Karl Marx e Engels sem termos mínima ideia do que era o Conhecimento. Iniciou-se o desconstrutivismo histórico – tão caro a Fernando Rosas e ao Bloco de Esquerda e ao Partido Comunista – que transformou a História de Portugal em uma narrativa acerca de gerações multi-seculares de malfeitores façanhudos sem escrúpulos. Os nossos tetravós passaram a ser uns filhos da puta, e o Camões da família deles. “Vai chatear o Camões!”, passou a ser o slogan. Isto é uma das “coisas” que eu nunca perdoarei à Esquerda! Jamais!

Mas se eu só tive consciência plena de quem era Camões quando fui obrigado a estudá-lo, já tinha ouvido falar nele através do efeito de Trickle-down. Camões era mencionado amiúde em conversas de família, ou em conversas entre adultos a que a criança assiste. Apesar do negativismo comuna embutido no sistema, Camões era falado, conversado, e mencionado às mesas dos cafés, em tertúlias de amigos, nas famílias – e as crianças ouviam. Hoje, as crianças não ouvem nada porque ninguém fala.

Portanto, não admira que as crianças inglesas não saibam hoje quem foi Shakespeare , assim como não me admiro que as crianças portuguesas só conheçam o Camões quando querem mandar alguém à bardamerda. A Esquerda venceu a guerra cultural. E depois, ainda se queixam

Adenda: o que interessa é ensinar, nas escolas, a “educação sexual”, e a ideia de que “não existem sexos”. E que se lixe o Camões! A cultura faz-se nas alcovas!

Quarta-feira, 29 Maio 2013

O perigo da ideologia de Poder despótico do movimento político homossexualista

«But the LGBT movement is based on an ideology of power (NOT love), which will allow some adults to recruit, brainwash, and exploit young people into their network of behavior. The movement is based on a false ideology of biological determinism, predicated on the notion that people are “born” gay and “cannot change” and “do not have a choice.”

These notions, combined with the idea that certain gay “experts” have “gaydar” and can identify homosexuality in others before they are willing to admit it to themselves, amount to a police state of surveillance and intimidation.

In the name of forcing people to accept “who they are,” LGBT organizations have sought to gain institutional control over the education system, the media, the two-party system, churches, commerce, and finally, the forces of international violence embodied in the military, intelligence organizations, and state departments of countries that have bowed to the demands of this lobby.

The LGBT movement progressed from recruiting young people, to now demanding the “right” to children, a “right” expressed through the lens of property and privilege. It is natural that a movement so devoted to controlling other people would eventually seek to buy people and own them, in the name of “giving them a family.”

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Segunda-feira, 28 Janeiro 2013

A consequência do divórcio socratino e socialista “unilateral e na hora”

“Dois irmãos de 12 e 13 anos foram encontrados mortos no interior de um carro, nas imediações da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), na Cruz Quebrada, Oeiras, na noite de domingo. Hoje de manhã, as autoridades encontraram o corpo da mãe.”

via Irmãos de 12 e 13 anos encontrados mortos no interior de carro. Corpo da mãe encontrado esta manhã – Visao.pt.

A Esquerda há-de pagar os seus excessos ideológicos com língua-de-palmo.

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