perspectivas

Domingo, 27 Abril 2014

A primeira banqueira suicida

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 10:17 am
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As mulheres também querem ter protagonismo a nível da gestão das grandes empresas e também querem ser presidentes dos conselhos de administração dos Bancos. Ora aqui está o que lhes pode acontecer.

“There have been 13 senior financial services executives deaths around the world this year, but the most notable thing about the sad suicide of the 14th, a 52-year-old banker at France’s Bred-Banque-Populaire, is she is the first female.

As Le Parisien reports, Lydia (no surname given) jumped from the bank’s Paris head-quarter’s 14th floor shortly before 10am. FranceTV added that sources said “she questioned her superiors before jumping out the window,” but the bank denies it noting that she had been in therapy for several years.”

suicide bankers

Segunda-feira, 21 Abril 2014

Os me®dia têm medo de serem considerados “machistas”

Filed under: Política,politicamente correcto — orlando braga @ 7:07 pm
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Dizer a verdade acerca das características da mulher (em juízo universal) é ser machista. Por isso, os me®dia politicamente correctos ocultam muitas vezes a verdade acerca dos factos relacionados com a mulher  — chama-se a isso sub-informação.

É o caso do navio que naufragou, na semana passada, ao largo da Coreia do Sul com 476 passageiros a bordo, e em que terão morrido mais de 300 pessoas. Os me®dia portugueses deram a notícia segundo a qual quem estaria ao leme do navio era um jovem sem experiência”, quando a verdade é que quem estava ao leme era uma mulher com 26 anos de idade.

Como escreve a Laura Wood — e eu concordo com ela — a mulher é (em termos de juízo universal) menos apta do que o homem no que se refere a inteligência espacial, e elas são, por natureza, menos habilitadas a manobrar grandes navios.

Para não correrem o risco de serem criticados pelo politicamente correcto, os me®dia portugueses distorcem amiúde a verdade dos factos.

Quinta-feira, 3 Abril 2014

¿Como se explica o arquétipo mental de Isabel Jonet?

 

É evidente que Isabel Jonet é mulher e sobretudo mãe.

isabel jonet webAs mulheres têm (estou a fazer um juízo universal) uma maior eficácia na acção comunitária e na acção política local, quando comparadas com os homens. Quando eu vejo uma mulher candidatar-se a uma autarquia, penso seriamente em votar nela. O nível de acção política das mulheres é diferente da dos homens — o que não significa que “diferença” seja sinónimo de “hierarquia”, como pensa a Esquerda.

Portanto, é evidente que as mulheres têm uma forma de ver o mundo diferente da dos homens (continuo a falar em termos de juízo universal). Essa diferença não significa “inferioridade” das mulheres, ao contrário do que a Esquerda e os neoliberais pensam.

Sendo que a mulher é naturalmente melhor talhada para a acção política comunitária, tende a construir padrões de raciocínio estruturados a partir da experiência própria colhida na acção comunitária. Uma pessoa que age na comunidade tem necessariamente um pensamento concreto (pragmatismo) e tende a colocar as abstracções em um segundo plano.

Por isso, aquilo que a Isabel Jonet pensa acerca dos desempregados e das redes sociais baseia-se em uma experiência concreta da mulher Isabel Jonet enquanto agente de uma determinada instituição comunitária que funciona em um determinado âmbito social e em um contexto geográfico restrito (área de Lisboa).

Segue-se que a opinião de Isabel Jonet acerca da relação entre desempregados e redes sociais é também um juízo universal que, em aparente contradição, não pode ser extrapolável para todo o nosso país — mas antes é um juízo universal restrito a um determinado contexto social e geográfico, juízo esse que é marcado pela experiência pessoal de alguém (Isabel Jonet) que se preocupa com o concreto e relega o abstracto para segundo plano das suas preocupações.

Ou seja, Isabel Jonet fala daquilo que ela conhece pessoalmente, da sua experiência própria no âmbito da sua (dela) acção comunitária.

Ora, aquilo que é evidente (por exemplo, a diferença entre o homem e a mulher) é hoje alvo de ocultação cultural premeditada e propositada pelo politicamente correcto. E por isso é que Isabel Jonet é atacada pelos me®dia, pela Esquerda e também pelos neoliberais: em nome da “igualdade” entre o homem e a mulher, atacam a idiossincrasia feminina! Estranha forma de defender a “igualdade”!

Domingo, 9 Março 2014

A cibernética e o amor politicamente correcto

Filed under: feminismo,politicamente correcto — orlando braga @ 5:20 am
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Imaginem que um homem apaixona-se por uma mulher, e para estar seguro da sua idoneidade como futura esposa, vai tentar saber em quantas camas ela já dormiu em outras tantas cambalhotas com outros homens. Parece um amor absurdo, mas não é.

Em Inglaterra, as mulheres agora  “podem pedir à polícia que verifique se os seus companheiros têm antecedentes de violência doméstica ou de outro tipo, segundo uma nova legislação que entrou hoje em vigor”.

É o amor politicamente correcto: em vez de a mulher namorar o homem durante algum tempo até perceber o mínimo acerca da índole dele — ela conhece-o de manhãzinha, vai à polícia à tardinha e, se não houver alarde, dá a cambalhota à noitinha. 

E depois, a culpa é sempre do homem…

Sábado, 8 Março 2014

Por que é que a mulher tem que ir trabalhar para a fábrica?

Filed under: cultura,Sociedade — orlando braga @ 5:15 pm
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O dia 8 de Março foi decretado “Dia da Mulher” por Lenine, em 1921, para obrigar a mulher russa a sair do lar e ir trabalhar para a fábrica. É esse dia de Lenine que você comemora hoje!

dia da mulher web

¿Por que é que a mulher tem que ir trabalhar para a fábrica? Por que é que não se criam as condições culturais, sociais e económicas para que a mulher, se assim preferir, possa ficar em casa a cuidar dos filhos e da sua família? Por que é que o trabalho feminino e doméstico é inferiorizado na nossa cultura actual?

A resposta está nos dois lados do mesmo problema: o marxismo e o neoliberalismo.

Quarta-feira, 4 Dezembro 2013

A solução do problema demográfico passa por uma relação directa entre o IRS e a filiação

 

Face ao decréscimo da taxa de natalidade (número médio de filhos por mulher), alguns países da Europa (os mais ricos) estabeleceram um valor pecuniário de incentivo à natalidade. Porém, esse tipo de incentivos só funciona em relação às classes mais baixas: as classes médias e altas prescindem desse incentivo e, na maior parte das vezes, prescindem também dos filhos.

A solução do problema demográfico passa por uma relação directa entre o IRS e a filiação.

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Quinta-feira, 21 Novembro 2013

A União Europeia é um delírio: os políticos não sabem o que significa “trabalhar”

 

Isto não pode ser feito desta maneira:

“O Parlamento Europeu (PE) aprovou hoje uma proposta para aumentar a representação feminina das mulheres nos conselhos de administração das empresas de forma a atingir pelo menos 40 por cento até 2020.

A proposta estabelece que "as empresas cotadas em bolsa da União Europeia deverão implementar procedimentos de selecção transparentes de modo a aumentar a representação das mulheres nos conselhos de administração para, pelo menos 40% até 2020", refere nota do parlamento europeu.”

ceo-femalesOs políticos são, em geral, sibaritas que não sabem o que é trabalhar em uma empresa. Muitos deles não sabem sequer o que significa a palavra “trabalho”: para eles, trabalho é estar sentado numa cadeira e levantar a mão de vez em quando.

Por este andar, um dia destes vamos ver o parlamento europeu decidir o seguinte:

  • 5% dos conselhos de administração das empresas terão que ser muçulmanos;
  • 5% dos conselhos de administração das empresas terão que ser pretos
  • 5% , idem, terão que ser homossexuais;
  • 5%, ibidem, terão que ser jovens com menos de 30 anos;
  • 5%, ibidem, deficientes motores
  • 5%, ibidem, terão que ser representantes dos partidos políticos;
  • 35%, ibidem, terão que ser homens;
  • 35%, ibidem, terão que ser mulheres;
  • O dono da empresa não tem voto nem nesta nem em qualquer outra matéria.

Esta decisão do parlamento europeu “vai dar com os burros na água”: por um lado, vai dar razão a Marine Le Pen e a Geert Wilders, entre outros movimentos políticos como a Aurora Dourada grega, acerca desta União Europeia; e por outro lado, quando as empresas começarem a ter problemas de gestão, vamos ver a pressão das empresas e da opinião pública no sentido da dissolução desta União Europeia.

Note-se que eu não sou contra a igualdade de oportunidades entre os dois sexos: o que eu digo — e qualquer pessoa com um mínimo de senso diria também — é que a igualdade de oportunidades não vai lá com quotas.

Quinta-feira, 7 Novembro 2013

O absurdo tomou conta da nossa cultura

 

«SYDNEY, November 6, 2013 (LifeSiteNews.com)Women should be forced to abort their children for the next 30 years as a part of global population control, homosexual activist Dan Savage told Australian television on Monday.»

bebeNos tempos que correm, torna-se muito penoso abordar qualquer tema relacionado com a ética ou com a moral, porque o absurdo e o auto-contraditório tomou conta da cultura.

Por exemplo a partir do momento em que membros do activismo guei assumem importância desmedida na cultura e nas decisões acerca do nosso futuro como sociedade, entramos no absurdo. Neste caso, um conhecido activista político gayzista defende a ideia segundo a qual, num horizonte temporal de trinta anos, as mulheres deverão ser obrigadas a abortar.

Ora, um indivíduo que, por sua própria opção, se abstém de procriar, e que por natureza não pode ter filhos pelo cu, não tem o direito de tentar impor a sua visão da maternidade à sociedade. Mas a verdade é que, hoje, quem manda na nossa sociedade são os fanchonos organizados politicamente.

Terça-feira, 6 Agosto 2013

Feminismo: “quem aborta não é sempre uma mulher”

Uma feminista que dá pelo nome de Lauren Rankin, e que alegadamente é “a feminist writer and activist, and is a current graduate student in Women’s and Gender Studies at Rutgers University”, escreveu aqui o seguinte:

« The last month has been particularly brutal for abortion rights activists and women’s health advocates, as state after state has proposed and/or passed various bills that restrict abortion access and undermine abortion care. In response, there has been a re-energized reproductive rights movement, with many across the nation stating that they “Stand With Texas Women” or “Stand With North Carolina Women.” But in this response, abortion rights activists have overlooked and dismissed a very important reality: Not everyone who has an abortion is a woman.

Abortion is so often framed as a women’s issue by both those who advocate for abortion rights and those who seek to dismiss abortion as frivolous. And for abortion rights, a movement that took root in the late 1960s and early 1970s, this makes sense. Prior to a deeper understanding and problematizing of gender and the way that it works, in our social construction, only women had abortions because only women could get pregnant. But in 2013, we should know better, and we need to do better. »

Em suma, segundo o texto, há seres humanos que parem mas que não são mulheres; e, por isso, nem sempre quem aborta é mulher. Por exemplo, uma “mulher que diz que é homem” não é mulher, e por isso, quando essa “mulher que diz que é homem” aborta, não se trata de uma aborto de uma mulher, mas antes trata-se de um aborto de uma mulher que diz que ela própria é homem.

Ou seja, há homens com útero e ovários. E há mulheres com pénis e testículos, e estas últimas são mulheres que não abortam. Em contraponto, os homens com útero e ovários já abortam. Há mulheres que não abortam por determinismo biológico porque têm pénis e testículos, e há homens que, por um determinismo biológico e porque têm útero e ovários, já têm o “direito” a abortar.

Portanto, o aborto não depende do determinismo biológico. Mas, em contrapartida, depende do determinismo biológico. O que se passa é que o determinismo biológico não é o determinismo biológico: em vez disso, é o determinismo biológico.

O determinismo biológico é uma construção social excepto quando não é uma construção social. E a biologia já não é uma construção social quando é determinante na construção do conceito segundo o qual há pessoas que parem e não são mulheres.

Eu tenho extrema dificuldade em classificar “isto” sem recorrer ao psiquiatra Júlio Machado Vaz, que deverá ter concerteza uma tese genial para explicar “aquilo”. Só lentes académicos, como por exemplo Lauren Rankin ou Júlio Machado Vaz, têm a capacidade de explicar coisas tão complexas quanto estas.

Sábado, 3 Agosto 2013

A confusão do Neanderthal contemporâneo

O Padre Portocarrero de Almada confunde aqui “divisão do trabalho”, que é uma característica endógena do homo sapiens que nem sequer Karl Marx colocou em causa, por um lado, com “machismo e repressão da mulher”, por outro lado. Muito sinceramente, não gosto do discurso do Padre, porque não contribui para a resolução do problema da permutabilidade dos indivíduos (não só entre homem e mulher) na sociedade actual, e pelo contrário acaba por ser um esteio para essa mesma permutabilidade. Quando, numa sociedade, quaisquer dois indivíduos são absolutamente permutáveis e intermutáveis, vivemos numa sociedade orwelliana e de pesadelo.

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Sábado, 1 Junho 2013

O que conta é o amor! Estúpido!

“La organización Martijn, que defiende las relaciones sexuales consentidas entre niños y adultos fue disuelta por una orden judicial previa de junio pasado, pero el tribunal holandés de apelación ha anulado esa sentencia. «El trabajo de la asociación es contrario al orden público, pero no existe una amenaza de la desintegración de la sociedad», ha dictado el Tribunal de Apelación de Arnhem, Leeuwarden (norte) y así se recoge en un comunicado.”

Un tribunal holandés decide que es ilegal prohibir una asociación de pedófilos

Depois do “casamento” gay, da adopção de crianças por pares de homossexuais, da procriação medicamente assistida a torto e a direito, da “barriga de aluguer” e do tráfico de crianças para satisfazer os caprichos de uma minoria psicótica – depois de tudo isto, vamos ver os deputados portugueses à assembleia da república retirar a pedofilia do Código Penal, seguindo ordens da União Europeia.

A descriminalização da pedofilia (a retirada do Código Penal) será o primeiro passo. E vamos ver deputados do CDS/PP a abster-se na votação; e a Igreja Católica em silêncio, com medo de se perderem as sinecuras de um clero composto por sibaritas. E iremos vez o curandeiro gayzista da RDP, Júlio Machado Vaz, a criticar na rádio “os preconceitos estúpidos anti-pedófilos” provenientes de gente que recusa o progresso.

Você está a sorrir?! Espere para ver. É tudo uma questão de “progresso da opinião pública”. E se não houver progresso da opinião pública, o “progresso” será importo à revelia do povo utilizando a força bruta do Estado.

Depois, virá o segundo passo, que é o da instituição da pedofilia como um “direito”, através da sua inscrição no Código Civil como “uma relação consentida entre uma criança e um adulto”, com direito a declaração conjunta de IRS. E porquê, tudo isto? Porque o que conta é o amor!

O sentimentalismo do mulherio está a dar cabo da sociedade. “O que conta é o amor”, dizem muitas delas para justificar o injustificável, como por exemplo o “casamento” gay . O feminino em excesso intoxicou a nossa cultura. É tempo de voltarmos ao masculino.

Quinta-feira, 23 Maio 2013

A Holanda já legalizou a poligamia por ‘uso e costume’

poligamia 300 web“Eine Ehe zwischen drei Personen ist in den Niederlanden nicht möglich, eine eingetragene Partnerschaft aber schon“, so Victor. Schließlich ist eine moderne Gesellschaft flexibel und erfindungsreich, auch zwischen Groningen und Zeeland.

Wir sind zum Notar gegangen, alle in Hochzeitskleidung und haben uns gegenseitig die Ringe angesteckt“, so Victor, dem es natürlich nicht schwerfällt zu beteuern, daß es sich für ihn „nur um eine normale Hochzeit“ handelte.”

Nach der „Homo-Ehe“ folgt die Polygamie in den Niederlanden

A notícia conta um caso de um cidadão holandês que se deslocou a um notário e registou o seu segundo casamento — leia-se, o homem casou com uma segunda mulher sem estar divorciado da primeira mulher e vive com as duas. E o notário reconheceu oficialmente o casamento polígamo.

A Holanda foi dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, rumo ao progresso da sociedade. E agora, na sequência desse progresso louvado por toda a esquerda anti-machista, a Holanda já reconheceu o casamento polígamo por “uso e costume”.

Nós, portugueses, que somos um povo atrasado quando comparado com holandeses ou belgas, só nos resta sair desta União Europeia “já e em força”.

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