perspectivas

Quinta-feira, 23 Maio 2013

A Holanda já legalizou a poligamia por ‘uso e costume’

poligamia 300 web“Eine Ehe zwischen drei Personen ist in den Niederlanden nicht möglich, eine eingetragene Partnerschaft aber schon“, so Victor. Schließlich ist eine moderne Gesellschaft flexibel und erfindungsreich, auch zwischen Groningen und Zeeland.

Wir sind zum Notar gegangen, alle in Hochzeitskleidung und haben uns gegenseitig die Ringe angesteckt“, so Victor, dem es natürlich nicht schwerfällt zu beteuern, daß es sich für ihn „nur um eine normale Hochzeit“ handelte.”

Nach der „Homo-Ehe“ folgt die Polygamie in den Niederlanden

A notícia conta um caso de um cidadão holandês que se deslocou a um notário e registou o seu segundo casamento — leia-se, o homem casou com uma segunda mulher sem estar divorciado da primeira mulher e vive com as duas. E o notário reconheceu oficialmente o casamento polígamo.

A Holanda foi dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, rumo ao progresso da sociedade. E agora, na sequência desse progresso louvado por toda a esquerda anti-machista, a Holanda já reconheceu o casamento polígamo por “uso e costume”.

Nós, portugueses, que somos um povo atrasado quando comparado com holandeses ou belgas, só nos resta sair desta União Europeia “já e em força”.

Segunda-feira, 6 Maio 2013

Para os liberais, o acto de parir é um mal em si mesmo

Na imagem abaixo podemos ler : “a mulher não é uma fábrica de bebés”. O slogan concede ao acto reprodutor uma conotação negativa. Para os liberais (de esquerda e de direita), o acto de dar à luz uma criança, entendido esse acto em si mesmo, não é positivo. O mais que podemos dizer é que, para os liberais, esse acto é eticamente neutro, ou seja, o seu valor é neutro.

Não se trata aqui de uma opinião de uma determinada mulher, ou de outra em particular, acerca do acto de parir: antes, trata-se de atribuir um valor universalum valor imposto a toda a sociedade — acerca desse acto natural. Não se trata aqui de dizer que uma mulher deve ter um filho em vez de dez: antes, trata-se de neutralizar eticamente o acto de nascer, e impor essa neutralidade a toda a sociedade independentemente do número de filhos que uma mulher possa ou queira ter. Estamos em presença de uma tentativa de normalização da neutralidade de um valor que decorre da lei natural e que é essencial para o futuro da sociedade.

Porém, o que é mais grave, é que os liberais que defendem essa neutralidade do acto de nascer são os mesmos que defendem a procriação medicamente assistida para todas as mulheres de uma forma irracional e indiscriminada, por um lado, e por outro lado defendem legalização das “barriga de aluguer” que vai criar um novo tipo de escravatura no terceiro mundo.

XX + XY = lei natural

XX + XX = procriação medicamente assistida

XY + XY = “barriga de aluguer”

feminismo sem parir 500 web

Quinta-feira, 2 Maio 2013

Camaradas do Bloco de Esquerda! Vamos proibir aos homens mijar de pé!

Camaradas!

Nas sociedades progressistas e avançadas, os homens vão ser proibidos de mijar de pé – porque um homem que mija de pé é um misógino e não tem respeito pelas mulheres. Por isso, é nossa obrigação, como progressistas, não só propor uma lei na assembleia da república que proíba os homens de mijar de pé (em casa como em qualquer sítio público), mas também criar um sistema de vigilância que detecte qualquer prevaricador que não mije sentado como as mulheres.

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Quinta-feira, 25 Abril 2013

O homofascismo progressista e a legalização da escravatura e do eugenismo

A compra de uma criança será sujeita a um contrato de compra e venda legal.
Uma criança poderá custar entre 5 mil e 100 mil Euros (excluindo viagens e recrutamento), dependendo da raça da mulher que vai parir, do país dessa mulher, da qualidade da procriação, da qualidade do material oferecido pela “barriga de aluguer”, e do contrato em particular.

A reclamação do “direito” homofascista “a ter uma criança” permitirá a criação de um mercado “progressista” de compra e venda de seres humanos, e criará as condições para o aparecimento de uma nova escravatura de mulheres pobres e crianças em todo o mundo.

Antes de votar nas próximas eleições para o parlamento, há que saber o que cada partido pensa da adopção de crianças por pares de homossexuais. Eu votarei num partido que se oponha, nem que seja o Partido Comunista.

A aprovação do “casamento” gay e da adopção de crianças por pares de homossexuais em França vai ampliar o mercado do tráfico de crianças e estabelecer definitivamente um novo tipo de escravatura que é promovida não só pela Esquerda caviar, mas também por uma certa “Direita”.

1/ existe uma diferença entre o conceito de “ausência de fertilidade”, por um lado, e por outro lado, o de “infertilidade” propriamente dita e entendida como condição médica. A “ausência de fertilidade” não é uma condição médica, mas antes é uma opção do homem e/ou da mulher homossexuais — os homossexuais que escolheram não procriar mediante relações sexuais. A ausência de fertilidade não é determinada pela natureza, mas tem um fundamento volitivo (opção de estilo de vida).

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Domingo, 21 Abril 2013

As Esposas de Viseu e a ‘coisificação’ da mulher

Filed under: ética,Ut Edita — O. Braga @ 9:22 am
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Dois problemas comuns da mulher coeva são o da ambiguidade e o da ambivalência (os dois termos não são sinónimos).

Por um lado, a mulher moderna e de vistas largas (e feminista, como não poderia deixar de ser) é contra a “coisificação” da mulher por parte do homem; mas, por outro lado, a mulher autónoma e individualista, em nome da privacidade, é contra a ética que impede ou que combate a “coisificação” da mulher. Resulta desta ambiguidade uma ambivalência de sentimentos que — ao contrário da ambiguidade que é do domínio da razão e da lógica — faz parte da psicologia e é resultante de recalcamentos, por um lado, e por outro lado da tentativa de negação da própria natureza feminina (identificação com o masculino).

Esta problemática está bem patente neste verbete da Helena Damião acerca das “Esposas de Viseu”. E vou ao assunto.

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Sábado, 13 Abril 2013

Doreen Kimura e as diferenças entre os dois sexos

Filed under: cultura,feminismo,Livros — O. Braga @ 12:32 am
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Doreen Kimura web

Doreen Kimura

A

27 de Fevereiro passado faleceu a neurocientista canadiana Doreen Kimura, autora do livro “Sexo e Cognição”, edição de 2004 da Editora Gradiva, que os portugueses podem encontrar em qualquer livraria ao preço de 19 Euros.

O trabalho científico de Doreen foi extraordinário e podemos ler aqui (em inglês e em PDF) um resumo de duas páginas do resultado da sua investigação científica. Naturalmente que cientistas como Doreen Kimura nunca poderão ser citados por blogues naturalistas, darwinistas, politicamente correctos e que se reclamam da “ciência”, como é o caso do Rerum Natura. Doreen Kimura é um nome proibido pelo politicamente correcto.

O que é relevante no trabalho de Doreen Kimura é a confirmação da percepção objectiva ou intuitiva que o senso-comum tem das capacidades diferentes dos dois sexos — o que não significa que um sexo seja inferior a outro, por um lado, e por outro lado tem em conta o conceito de juízo universal e das excepções que confirmam a regra.

Perante o delírio interpretativo das elites políticas actuais, que pretendem fazer de conta que a realidade das diferenças sexuais não é aquela que é de facto, o trabalho de uma mulher cientista (e anti-feminista!) veio confirmar que se pode ter uma visão harmoniosa dos papéis diferentes dois sexos consentânea com a realidade e com a natureza.

Quarta-feira, 10 Abril 2013

Pátria é feminino

Filed under: feminismo — O. Braga @ 7:36 pm
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Na nossa língua, dizemos e escrevemos “a Pátria”, e não “o Pátria” — embora a palavra Pátria venha do latim masculino “Pater” (pai). A Pátria tem mais a ver com a mulher do que com o homem — se é que tem grande coisa a ver com o homem. A Pátria é o nosso Lar.

Quando o homem defende A Pátria, nada mais faz do que defender a preponderância do feminino na sociedade. A defesa da Pátria, por parte do homem, por exemplo, nas Forças Armadas, é a defesa da essência feminina da nação (outro termo feminino: A Nação).

Ora, o que está a acontecer é que a ideia intrinsecamente feminina de Pátria está a ser sujeita a uma obliteração radical por parte da Esquerda e, paradoxalmente, em nome da afirmação feminista da mulher.

«Eu considero o fenómeno chamado feminismo muito perigoso, porque as organizações feministas proclamam uma pseudo-liberdade da mulher, que, em primeiro lugar, deve aparecer fora do casamento e fora da família.

O homem tem o seu olhar para o exterior — ele tem que trabalhar, ganhar dinheiro — e a mulher deve estar focada no interior, onde estão as crianças, onde a está o lar. Se esta função importantíssima da mulher é destruída, então tudo será destruído — a família, ou se quiserem, A Pátria.

Não é por acaso que chamamos à Rússia A Pátria

— patriarca Vladimir Kirill, chefe da Igreja Ortodoxa Russa, citado aqui.

Sábado, 9 Março 2013

A maioria dos políticos europeus actuais são esquizofrénicos ligeiros ou psicóticos

‘It’s an equation where the answer is so often rigged because, whichever way you look at it, the solution ends up being the mother doing more of the caring, and the father doing more of the earning – even if that isn’t what the young couple wants.

‘She gets the year-long maternity leave; after that, the expectation is she’ll continue to be the primary carer – so she’s the one who goes part-time. Lower pay, fewer shots at promotion. Work less, earn less.

It’s heartbreaking to watch women who feel forced to lower their ambitions for themselves. And it’s heartbreaking to see fathers missing out on being with their children.

‘As a father, I find the outdated assumption that men should go out and work and women should stay at home and look after the children frankly absurd.’

via Clegg attacks 'absurd' idea of mums not dads staying at home to bring up children in attempt to repair damage to Lib Dems | Mail Online.

O liberal inglês Nick Clegg (que faz parte do governo de outro psicopata, David Cameron) defende a ideia segundo a qual as pessoas (homens e mulheres) realizam sempre, e somente, os seus projectos de vida mediante uma profissão de classe média-alta: por exemplo, ser um advogado, um engenheiro ou um político. Por outras palavras, uma profissão de classe média-alta é definida por ele como a condição da “vida boa” (em termos aristotélicos) e da felicidade.

nick clegg webPor isso, Nick Clegg lamenta que as mulheres não possam ter, todas elas, acesso à “vida boa” tal qual definida por ele. Uma mulher que seja mãe e tenha uma licença de maternidade de 1 ano (como parece acontecer no Reino Unido) é uma condição absurda e limitadora da “vida boa” para essa mulher. Para Nick Clegg, a maternidade é um mal em si mesma, na medida em que, alegadamente, impede o acesso da mulher à “vida boa”. Para ele, a licença de maternidade de 1 ano deveria ser tirada pelo pai da criança para que a mãe tivesse acesso à “vida boa”.

Para Nick Clegg, a vida boa significa que todas as mulheres do mundo devem ter acesso a uma profissão de classe média-alta (a tal “vida boa”). E como 95% da mulheres em todo o mundo não têm essa “vida boa”, Nick Clegg diz que o mundo é injusto.

Para Nick Clegg, é muito bom que a mulher não tenha que ficar em licença de maternidade (paga pelo Estado) de 1 ano para cuidar da criança; mas ao mesmo tempo, Nick Clegg diz que é uma desgraça que o pai não fique em casa em licença de maternidade, em substituição da mãe.

Ou seja, segundo Nick Clegg, a mulher dever ter acesso à “vida boa” deixando a criança em casa com o pai que a substitui na licença de maternidade. Por isso, para Nick Clegg, um pai substitui perfeitamente uma mãe de uma criança logo após o nascimento desta. O corolário da mundividência de Nick Clegg é que se toda a gente — homens e mulheres — tem o direito de ter a tal vida boa, então ninguém ficaria em casa a cuidar da criança que seria entregue aos serviços da SS (Segurança Social); mas como as mulheres da SS (Segurança Social), que cuidariam das crianças, não seriam da classe média-alta, Nick Clegg continuaria eternamente a lamentar a injustiça do mundo.


Segundo o psiquiatra suíço de renome, Eugen Bleuler, o esquizofrénico na sua forma simples inclui os excêntricos de diversos tipos, nomeadamente os políticos que querem “mudar o mundo”. Quando virmos um político que diz que quer “construir um mundo melhor”, estamos sempre e invariavelmente em presença de um esquizofrénico ligeiro (de tipo Nick Clegg), ou mesmo em presença de um esquizofrénico paranóico (tipo Hugo Chavez ou pior). E quando não são esquizofrénicos simples ou paranóicos, os políticos são psicóticos no sentido do delírio interpretativo segundo o psiquiatra Paul Sérieux.

Sexta-feira, 8 Março 2013

Dia da mulher

Filed under: A vida custa,cultura,Esta gente vota — O. Braga @ 11:51 am
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Na medida em que, sendo homem, consideraria uma humilhação se existisse um “dia do homem”, também acho uma humilhação para a mulher a existência do “dia da mulher” — na mesma lógica, por exemplo, do “dia da baleia”, ou do “dia da árvore”, ou do “dia da criança”. A mulher não é nem uma baleia, nem um vegetal, nem uma criança. Quando uma sociedade elege o “dia da mulher” é uma sociedade “machista do avesso”; e a maior parte das mulheres continua a ser enganada pelo novo machismo “progressista”.

dia da mulher web

Quinta-feira, 24 Janeiro 2013

Sinais da decadência acelerada dos Estados Unidos

Um país que manda as mulheres para a guerra, em situação de combate e de morte iminente, é um país decadente.

As mulheres são o garante da continuidade de uma sociedade, porque só elas nos dão as crianças. E por isso, as mulheres devem ser protegidas e afastadas de situação de morte iminente em situações de guerra.

Em nome da “igualdade”, os “progressistas” obamistas mandam as mulheres para a guerra.

Sábado, 22 Dezembro 2012

Bispo alemão critica a posição do Papa Bento XVI em relação à concepção da família

In an interview with KNA, Ruhr Bishop Franz-Josef Overbeck, criticized those who defend the traditional family yesterday:  ”The earlier roles , where the husband is employed and the woman principally cares for the children doesn’t exist any more.  To want to hold onto it, would be in fact social romanticism.  The educational possibilities of women and their involvement in the work process have fundamentally altered the family picture.

via The Eponymous Flower: Bishop Franz-Josef Overbeck Criticizes Pope Benedict's Concept of Family.

A cultura actual concebe o saber e o conhecimento como coisas com exclusiva utilidade prática imediatista.

Esta é uma das características principais do Neoliberalismo que embrutece a nossa sociedade. Mas ao longo da História, verificamos que os valores culturais em relação ao saber e ao conhecimento não foram sempre os da actualidade (por exemplo, na Roma Antiga da fase do Império).

Não passa pela cabeça da maioria que uma pessoa estude, se instrua, e se edifique intelectualmente sem que seja expressamente para ganhar muito dinheiro ou subir na estrutura social de Poder. Por isso é que surgem os “alvarás de inteligência”, como por exemplo o “canudo” ad hoc de Miguel Relvas.
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Sábado, 1 Dezembro 2012

Os liberais e a mulher

Para os liberais de direita (Partido Social Democrata de Passos Coelho), a mulher deve ser vaca embora à sua custa e sem dependência do Estado. Para os liberais de Esquerda (Partido Socialista, Bloco de Esquerda e parte do Partido Comunista), o Estado deve apoiar e ajudar a mulher a ser vaca.

Tanto uns como outros concordam que a mulher deve ser vaca: a única diferença entre eles é sobre a função do Estado no avacalhamento da mulher.

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