‘It’s an equation where the answer is so often rigged because, whichever way you look at it, the solution ends up being the mother doing more of the caring, and the father doing more of the earning – even if that isn’t what the young couple wants.
‘She gets the year-long maternity leave; after that, the expectation is she’ll continue to be the primary carer – so she’s the one who goes part-time. Lower pay, fewer shots at promotion. Work less, earn less.
‘It’s heartbreaking to watch women who feel forced to lower their ambitions for themselves. And it’s heartbreaking to see fathers missing out on being with their children.
‘As a father, I find the outdated assumption that men should go out and work and women should stay at home and look after the children frankly absurd.’
via Clegg attacks 'absurd' idea of mums not dads staying at home to bring up children in attempt to repair damage to Lib Dems | Mail Online.
O liberal inglês Nick Clegg (que faz parte do governo de outro psicopata, David Cameron) defende a ideia segundo a qual as pessoas (homens e mulheres) realizam sempre, e somente, os seus projectos de vida mediante uma profissão de classe média-alta: por exemplo, ser um advogado, um engenheiro ou um político. Por outras palavras, uma profissão de classe média-alta é definida por ele como a condição da “vida boa” (em termos aristotélicos) e da felicidade.
Por isso, Nick Clegg lamenta que as mulheres não possam ter, todas elas, acesso à “vida boa” tal qual definida por ele. Uma mulher que seja mãe e tenha uma licença de maternidade de 1 ano (como parece acontecer no Reino Unido) é uma condição absurda e limitadora da “vida boa” para essa mulher. Para Nick Clegg, a maternidade é um mal em si mesma, na medida em que, alegadamente, impede o acesso da mulher à “vida boa”. Para ele, a licença de maternidade de 1 ano deveria ser tirada pelo pai da criança para que a mãe tivesse acesso à “vida boa”.
Para Nick Clegg, a vida boa significa que todas as mulheres do mundo devem ter acesso a uma profissão de classe média-alta (a tal “vida boa”). E como 95% da mulheres em todo o mundo não têm essa “vida boa”, Nick Clegg diz que o mundo é injusto.
Para Nick Clegg, é muito bom que a mulher não tenha que ficar em licença de maternidade (paga pelo Estado) de 1 ano para cuidar da criança; mas ao mesmo tempo, Nick Clegg diz que é uma desgraça que o pai não fique em casa em licença de maternidade, em substituição da mãe.
Ou seja, segundo Nick Clegg, a mulher dever ter acesso à “vida boa” deixando a criança em casa com o pai que a substitui na licença de maternidade. Por isso, para Nick Clegg, um pai substitui perfeitamente uma mãe de uma criança logo após o nascimento desta. O corolário da mundividência de Nick Clegg é que se toda a gente — homens e mulheres — tem o direito de ter a tal vida boa, então ninguém ficaria em casa a cuidar da criança que seria entregue aos serviços da SS (Segurança Social); mas como as mulheres da SS (Segurança Social), que cuidariam das crianças, não seriam da classe média-alta, Nick Clegg continuaria eternamente a lamentar a injustiça do mundo.
Segundo o psiquiatra suíço de renome,
Eugen Bleuler, o esquizofrénico na sua forma simples inclui
os excêntricos de diversos tipos, nomeadamente
os políticos que querem “mudar o mundo”. Quando virmos um político que diz que quer
“construir um mundo melhor”, estamos sempre e invariavelmente em presença de um esquizofrénico ligeiro (de tipo Nick Clegg), ou mesmo em presença de um esquizofrénico paranóico (tipo Hugo Chavez ou pior). E quando não são esquizofrénicos simples ou paranóicos, os políticos são psicóticos no sentido do
delírio interpretativo segundo o psiquiatra Paul Sérieux.