perspectivas

Sexta-feira, 5 Abril 2013

A demissão de Miguel Relvas é um não-facto

Filed under: Passos Coelho,Pernalonga — O. Braga @ 9:52 am
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Miguel Relvas deveria ter-se demitido ou sido demitido em Junho de 2012. A sua demissão agora já pouco adianta para Passos Coelho e para o governo, e por isso, a sua demissão é um não-facto.

The Joker

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Domingo, 24 Março 2013

O Eixo do Mal e o abominável homem das neves

Estava eu sintonizado na SICn, à espera do resultado das eleições do Sporting Clube de Portugal — que é das poucas coisas que me interessam em política — quando entro pelo Eixo do Mal adentro.

clara-ferreira-alves 400 webE todas aquelas criaturas maléficas estiveram de acordo com o putativo facto segundo o qual a petição pública contra a contratação do ex-primeiro-ministro José Sócrates pela RTP para fazer comentário político foi uma má ideia — alegadamente porque “ninguém deve coarctar a liberdade de opinião a outrem”.

Convém lembrar aquelas cabeças chôchas — principalmente a de Clara Ferreira Alves — que a RTP não é uma empresa privada de televisão. A RTP pertence ao Estado, e por isso depende do financiamento dos contribuintes. E neste contexto, a petição pública referida faz todo o sentido.

Se uma estação privada de televisão tivesse contratado, por exemplo, o abominável homem das neves para comentar o estado da Nação, neste caso qualquer petição pública seria menos justificável, embora pudesse não perder toda a sua justificação (dependeria, por exemplo, do facto de o abominável homem das neves ser um pedófilo inveterado, entre outras coisas).

Mas tratando-se de uma estação pública e estatal de televisão, os cidadãos que votarem petições contra e a favor da presença do abominável homem das neves — em comentários obscenos numa televisão do Estado — nada mais fazem do que cumprir um dever.

Domingo, 3 Março 2013

¿ Miguel Relvas vai ser promovido?

Depois das manifestações públicas de ontem, Passos Coelho deveria promover Miguel Relvas no governo, e criar a figura de vice-primeiro-ministro para acomodar o novo número dois do governo — passando, assim, Paulo Portas para número quatro. Ficaria bem, ao grande líder, uma atitude consentânea com uma sageza que despreza os sibaritas que — como diz o big chief Alexandre Soares dos Santos — cantam como as cigarras em pleno Inverno.

The Joker

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Sexta-feira, 21 Dezembro 2012

Depois do falhanço da TAP, Miguel Relvas continua à procura de comissões

Filed under: A vida custa,Coelhismo — O. Braga @ 11:03 am
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miguel relvas e as comissões

Imagem “picada” aqui.

Quinta-feira, 20 Dezembro 2012

Miguel Relvas ficou sem as comissões

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:39 pm
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O Governo decidiu recusar a proposta do grupo Synergy, do empresário German Efromovich, para a compra da TAP dando sem efeito a operação em curso.

via Governo não vende TAP a Efromovich – Economia – Sol.

miguel relvas web

Segunda-feira, 15 Outubro 2012

Relvas acusa Público de denegrir a sua imagem

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 3:56 pm
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Relvas acusa Público de denegrir a sua imagem – Política – Sol.

Terça-feira, 17 Julho 2012

A inteligência da estupidez

“Uma coisa só me maravilha mais do que a estupidez com que a maioria dos homens vive a sua vida: é a inteligência que há nessa estupidez.”

— Fernando Pessoa


Ele há inteligentes estúpidos que vivem felizes porque ainda não viram que os organizadores e mentores dos movimentos pela demissão de Miguel Relvas no FaceBook não são socialistas ou da Esquerda radical: um dos dois movimentos anti-Relvas foi criado por militantes de base do Partido Social Democrata, e o outro por pessoas que não sendo de Esquerda, são independentes no sentido de não serem militantes de qualquer partido político.

[ ficheiro PDF ]

Segunda-feira, 16 Julho 2012

O prestígio de Passos Coelho

Filed under: Passos Coelho,Pernalonga — O. Braga @ 10:09 pm
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Muita gente da “direita” não percebeu que a saída de Miguel Relvas do governo, se tivesse tido lugar há apenas uma semana atrás, reforçaria o prestígio de Passos Coelho, em vez de o prejudicar. Mas já é tarde: Passos Coelho perdeu o timing, e agora tanto faz que Relvas saia como não saia. Uma semana fez toda a diferença.

O prestígio de um político não se constrói no governo: o prestígio precede-o, na sua qualidade de simples cidadão. Ou esse prestígio existe já antes do cidadão entrar no governo — por exemplo, o caso de Salazar nos seus primeiros 20 anos de governo —, ou nunca se consolidará. E é esse prestígio anterior à governança que dá ao cidadão as autoridades de direito e de facto para poder impor os seus pontos de vista e/ou traduzir nas acções do governo a vontade do povo.

Uma espécie de ditadura pode ser eleita; e um rei absolutista mas prestigiado pode respeitar a vontade do povo. Se um político eleito não tem prestígio, cederá sempre a interesses alheios à vontade da nação; e o prestigio de um rei, que existe antes mesmo de ser confirmado em Cortes, dá-lhe a autoridade necessária para ouvir a opinião pública e defender os interesses da nação.

Passos Coelho é mais uma nuvem passageira da nossa política à procura de um “tacho” em Bruxelas (ou ao serviço de Bruxelas). Mas o Seguro socialista não é melhor: entre outras coisas, também lhe falta o prestígio.

Domingo, 15 Julho 2012

O jogo da Kolejka é o futuro de Portugal

O secretário-de-estado da Cultura, em esforço conjunto com o ministro-adjunto Miguel Relvas e com o PSD do Pernalonga e de Luís Filipe Meneses — e depois de obterem o acordo político do Partido Socialista de Seguro, do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista — deveriam fazer a promoção do jogo Kolejka, de origem polaca — ou Coleica, em português. Aliás, este jogo deveria ser de promoção obrigatória nas escolas primárias, no sentido de adestrar as nossas crianças para a IV república que se avizinha.

O jogo consiste em premiar o jogador que consegue mover mais influências sociais e políticas no sentido de conseguir adquirir todos os itens de uma lista de compras.

Essas “compras” tanto podem ser do tipo dos bens alimentares básicos — arroz, feijão, pão, etc. —, como podem ser do tipo político e de influência social —, por exemplo, uma licenciatura em um ano, conseguir um job for the boys num instituto público ou de mão pública, um emprego sem trabalho para um familiar, um subsídio do Estado para uma Fundação privada, um contrato chorudo e feudal para as PPP — (Parcerias Público-privadas), um salário pago pelo Estado de 500 mil Euros anuais ou em valor semelhante, etc.

Um adulto que não esteja treinado no jogo da Coleica é automaticamente relegado para o estatuto de pária europeu. Um europeu que se preze terá que aprender a jogar as “cartas especiais” da Coleica — por exemplo, “Sou Gay”, “Sou Feminista”, “Sou a favor do aborto grátis e à custa dos contribuintes”, “Sou anti-católico”, “Sou ateu”, “Sou de Esquerda”, “Sou Neoliberal”, “Pertenço à Maçonaria”, etc.

Aprender a jogar à Coleica é absolutamente essencial para o futuro das nossas crianças: é ainda mais importante e necessário do que aprender a ler, escrever e contar. Aprender a nossa História não faz falta para o futuro das nossas crianças, porque a Coleica é o nosso próprio futuro dentro do leviatão europeu que se aproxima.

Luís Filipe Meneses e a lei da rolha

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Luís Filipe Menezes, avisou hoje o seu vice-presidente de que as críticas feitas por este ao ministro Miguel Relvas “não se podem repetir”.

Firmino Pereira, que é vice-presidente do PSD/Porto e da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, defendeu hoje a saída do Governo do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, por considerar que Miguel Relvas “está a fragilizar a imagem do Governo”.

via Luís Filipe Menezes manda calar vice sobre caso Relvas – Expresso.pt.

Eu tenho por Luís Filipe Meneses o maior desprezo, tanto desprezo quanto alguém pode ter por outrem. Não é ódio, porque não odeio alguém. É o desprezo que se sente por um animal rastejante ou por um ser intrinsecamente desprezível.

Desde logo, é dos poucos políticos portugueses — senão o único, depois do ministro Mário Lino de má memória — que defendem abertamente a alienação de Portugal a Espanha; e neste sentido é detentor de um utilitarismo político desprezível, porque nem sequer defende um iberismo pessoano ou um iberismo telúrico de Miguel Torga: o iberismo de Luís Filipe Meneses é puramente utilitário; é um utilitarismo digno do de Miguel de Vasconcellos.

Depois, e por motivos pessoais, Luís Filipe Meneses é presidente de uma autarquia que mandou cortar uma árvore centenária a pedido de alguém influente no seu partido político, e o mais grave é que deixou o local da árvore abatida num estado deplorável.

Em terceiro lugar, Luís Filipe Meneses não tem o sentido da realidade do país, por exemplo, quando anunciou que pretende construir um túnel que ligue os dois lados do rio Douro. Estamos em presença de um demagogo e de um populista. Quem conhece o Meneses sabe que ele tem pouco mais de metro e meio de altura e o complexo de Napoleão — para não dizer que é lélé da cuca.

E agora surge a notícia da lei da rolha no Partido Social Democrata de Luís Filipe Meneses.

Sábado, 14 Julho 2012

Eu, no lugar dele, borrava a cara com trampa, e nunca mais era visto em público

O doutor que já era antes de o ser

Terça-feira, 10 Julho 2012

A maçonaria não deixa [é um Estado dentro do Estado]

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 9:10 pm
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