perspectivas

Sábado, 8 Março 2014

O cardeal Bergoglio, a imprensa e o Vaticano

Filed under: Igreja Católica — orlando braga @ 3:11 am
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papa ambiguo webImaginemos que o cardeal Bergoglio diz o seguinte:

“Os Estados devem regular as situações de coabitação entre homossexuais.”

1/ Logo a seguir, a imprensa (mais conhecida por “me®dia”) vem dizer que “o Papa defende as uniões-de-facto entre gays”.

2/ O Vaticano apressa-se a dizer que “o Papa não quis dizer que os Estados devem regular as situações de coabitação entre homossexuais”. “Pelo contrário”, diz o Vaticano, “o que o Papa quis dizer foi o seguinte: os Estados devem regular as situações de coabitação entre homossexuais — o que é muito diferente!”

Terça-feira, 11 Fevereiro 2014

Daniel Oliveira: o paladino da democracia dos mandadores sem lei

 

O que mais me irrita no Daniel Oliveira não é o Daniel Oliveira: antes é o “tempo de antena” que lhe é dado pelos nossos me®dia medíocres. Digamos que a mediocridade é mútua e biunívoca: les bons esprits se rencontrent…


No ano de 2000, a Suíça ocupava a primeira posição, em uma lista de 42 países, sobre a capacidade de resiliência económica. E só em 2005 o tratado de Schengen foi referendado e aprovado na Suíça. E o Daniel Oliveira escreve isto, logo de entrada:

A Suíça ficou a ganhar com os vários acordos que tem com a União Europeia. O desemprego manteve-se baixo para a população em geral (3,4%) e para os suíços em particular (2%). Os salários cresceram 0,6% (mais do que antes dos acordos com a União). A economia cresceu acima da média europeia e mais de metade das exportações da Suíça vão, graças à abertura dos mercados, para a União. Ninguém no seu prefeito juízo põe em causa as vantagens deste país rico, livre dos constrangimentos do euro e dos tratados, cercado por estados membros, manter estes acordos com a União. Mas os referendos não definem políticas coerentes nem estratégias económicas. E recusam o cinzento de que resulta qualquer processo negocial.”

O Daniel Oliveira inverte a ordem cronológica dos factos históricos: ou seja, segundo ele, a Suíça já tinha beneficiado de Schengen (que é o que está em causa aqui) antes de ter adoptado Schengen! Depois disto, pouco mais há a dizer acerca do textículo.

daniel oliveira dark vader[4]Gentalha como o Daniel Oliveira confunde propositadamente o conceito de “democracia directa” — tal qual era entendida na Atenas grega, o que é objectivamente impossível nas sociedades modernas com milhões de habitantes —, por um lado, com “democracia participativa”, por outro lado, em que existem pacificamente mecanismos referendários no interior de uma democracia representativa. Burros como o Daniel Oliveira confundem sistematicamente “legalidade” e “legitimidade”; e claro que os me®dia aplaudem e corroboram, porque não há poder mais ilegítimo do que o da comunicação social.

Para o Daniel Oliveira e gentalha da sua espécie (incluindo o deputado João Almeida do CDS/PP, por exemplo), os referendos só são bons se as sondagens indiciam que eles vão ganhar. Mas “Que horrível cheiro a povo!”.

É preciso que o povo corra com esta gentalha da política para fora; gente estúpida mas que se considera o supra sumo da inteligência; burros que se auto-proclamam de uma elite; “são os mordomos do universo todo, senhores à força, mandadores sem lei, vêm em bandos com pés de veludo, dançam a ronda no pinhal do rei; e se alguém se engana com o seu ar sisudo, eles comem tudo, eles comem tudo…”

Segunda-feira, 10 Fevereiro 2014

Touradas: um recado para os me®dia portugueses: o povo não pode comer lagosta!

 

anti-tourada

Os me®dia portugueses alinham vergonhosa e despudoradamente à esquerda — principalmente aquele pasquim Púbico e gay de Belmiro de Azevedo. E é também por isso é que os portugueses cada vez menos lêem jornais. Por mim, jornais como o Público não fazem falta nenhuma: já deveriam ter fechado ontem.

A intoxicação me®diática politicamente correcta contra as touradas vem de uma pseudo-elite que diz que não come carne mas come certamente lagosta. Mas os estudos de opinião dizem que a esmagadora maioria do povo português come carne e não pode comer lagosta.

Domingo, 10 Novembro 2013

Nunca utilizem o sarcasmo com um jornalista português

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,me®dia — orlando braga @ 9:07 am
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Se um jornalista português perguntar se o Papa vai aprovar o "casamento" gay nas igrejas, e se você responder: “Sim!, e também vai tornar-se muçulmano!”, no dia seguinte aparecem as parangonas:

 

papa nos merdia

Quarta-feira, 23 Outubro 2013

O jornal Público é uma espécie de blogue

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 9:38 am
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publico opiniao maminhas web png
O jornal Público deveria ter uma parte do jornal dedicada exclusivamente à opinião dos seus jornalistas; deveria criar blogues pessoais dentro da edição "na rede" do jornal, o que teria a vantagem de o leitor incauto poder saber de antemão o que é notícia e o que é opinião dos jornalistas. De todos os jornais portugueses, o pasquim Público é o mais perigoso porque mistura sistematicamente notícia com opinião.

Sábado, 19 Outubro 2013

Para o Bloco de Esquerda, o nacional-socialismo é “extrema-direita”

 

NATIONAL SOCIALISM: A LEFT-WING MOVEMENT

by Povl H. Riis-Knudsen

*originally written for Nordland Foblag

nazi white pride«For far too many years it has been widely accepted that National Socialists are extreme right-wingers, and only rarely have they hesitated to refer to themselves as such. At a certain point, however, it became the official policy of the World Union of National Socialists to avoid the term "right-wing," claiming that National Socialism does not fit into the pattern of "right" and "left" and instead ought to be considered as standing above this distinction. This most certainly was a step in the right direction, but at this time and within the context of the current struggle it might, however, be a good idea to reconsider the whole question about political wings and make a few points clear concerning the meaning of the terms "right" and "left" and their application to today’s political scene.»


Entre o nazismo do Bloco de Esquerda e a extrema-direita de Passos Coelho, tem que existir um meio-termo virtuoso, em que o Estado e a soberania dos países são assumidos sem quaisquer radicalismos, e em que a tradição, os valores cristãos da ética e a cultura são respeitados.

Para o Bloco de Esquerda, o controlo férreo da economia de um país é característica de “extrema-direita”. Esta história está muito mal contada. Ou, como dizia o nazi Goebbels: “Uma mentira mil vezes repetida acaba por ser verdade”. A Esquerda e os me®dia esquerdistas do pós-guerra continuam a utilizar o slogan de Goebbels.

O facto de o partido nazi ser anti-Estalinista não significa que tenha sido de extrema-direita: muitos movimentos socialistas europeus daquela época (incluindo os sociais-democratas alemães) foram anti-Estalinistas.

De facto, a extrema-direita é aquela que defende um Estado tão minimalista que um país e um povo inteiro se tornam servos da plutocracia internacional. Extrema-direita é Passos Coelho, ou pelo menos parece ser.

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Quinta-feira, 17 Outubro 2013

Os dois Papas e o viés me®diático

Filed under: Política,politicamente correcto — orlando braga @ 11:02 pm
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Vemos aqui em baixo uma notícia (clique nas imagens para ampliar): “O Papa Francisco I envia 200 Euros a uma pensionista vítima de assalto”.

media2

Agora imaginem como seria a mesma notícia no tempo de Bento XVI (há pouco mais de seis meses):

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Terça-feira, 15 Outubro 2013

A manifestação ensurdecedora do anti-Cristo nos me®dia

 

In Jesus Christ, there is no distance or separation between the medium and the message. It’s the one case where we can say that the medium and the message are fully one and the same.”

“This could be the time of the anti-Christ,” McLuhan said in 1977, alluding to media’s potential to reach every human being on earth at the same time. “It is Lucifer’s moment … The age in which we live is certainly favourable to an anti-Christ.”

Marshall McLuhan

O Papa Francisco I reduziu o papado a um bispado: o seu estilo e comportamento levam à dissolução do papado na sua estrutura formal. E, do ponto de vista do conteúdo da mensagem do cardeal Bergoglio, os erros filosóficos e teológicos objectivos são gritantes e auto-evidentes.

É fácil dizer aos me®dia que 300 mortos em Lampedusa são uma desgraça. Mais difícil é dizer aos me®dia que é uma maior desgraça que 300 crianças sejam abortadas todos os dias em Itália.

Com o Concílio do Vaticano II, a igreja quis "abrir-se ao mundo". E qual foi o resultado? Os seminários estão vazios, os não-crentes invadiram a estrutura da Igreja Católica, e finalmente temos um Papa que interpreta esse espírito do Concílio ex-cathedra.

Como dizia Marshall McLuhan: os me®dia criam uma ficção que se torna uma cópia substitutiva do Corpo Místico, e que é "uma manifestação ensurdecedora do anti-Cristo". E o cardeal faz parte desse Ersatz do Corpo Místico.

Domingo, 13 Outubro 2013

Rand Paul: “Existe uma guerra mundial contra os cristãos”

Filed under: politicamente correcto — orlando braga @ 9:23 am
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Os me®dia portugueses e a espiral do silêncio da coelhada insegura

 

que se lixe a troika 2

Ontem comprei o jornal “i” e qual foi o meu espanto quando li um artigo, da autoria de Tiago Mota Saraiva (¿por que é que os lisboetas assinam quase sempre com três nomes?!) acerca de uma Manif a realizar em Lisboa no dia 26 de Outubro próximo.

Manif ?! Mas como é que eu não sabia da Manif?! O Tiago Saraiva dá a explicação:

“Durante esta semana, alguns subscritores a manifestação deram uma conferência de imprensa, num local em que Passos Coelho discursava, anunciando os mais de 650 subscritores (da Manif). Os jornalistas estavam lá. Gravaram. Numa televisão passou como mais um protesto à passagem do primeiro-ministro. Noutros telejornais, a informação não passou.”

A informação não passou; e por isso é que eu não sabia de nada. São os me®dia a colaborar na espiral do silêncio imposta pelo PSD do Pernalonga acolitado pelo Partido Socialista do (in)Seguro. Naturalmente que eu não vou fazer 700 quilómetros para ir à Manif. Mas se vivesse perto de Lisboa, ia.

Domingo, 6 Outubro 2013

Os me®dia politicamente correctos estão todos de acordo: é preciso censurar a voz do povo!


«Entre o Marquês de Pombal e o Rossio, em Lisboa, desfilaram mil a duas mil pessoas. Afirmaram o direito à vida e promoveram em Portugal uma petição dirigida à Comissão Europeia, que, para ser válida e eficaz, tem de reunir um milhão de subscritores nos 28 países da União Europeia até 1 de Novembro próximo.

O ambiente foi de festa e alegria, com muitos, muitos jovens a participar. Houve um pequeno comício no final, no Rossio. As imagens falam por si.

E, amanhã, domingo, 6 de Outubro, decorre em todo o país o dia nacional de recolha de assinaturas na petição UM DE NÓS, como aí foi anunciado e promovido.
Silêncio. Omissão. Ocultação. Censura. Para quem se informa pela televisão, nada aconteceu

O regresso da Censura


um de nos 1um de nos 2um de nos 3

Pinto Balsemão deve estar feliz, depois de ter dito, em directo num programa de televisão, que se Portugal tivesse metade da população que tem hoje, não haveria problemas económicos (como se isso tivesse um mínimo de fundamento).

(imagens retiradas do FaceBook / clique para ampliar a fotografia)

Sábado, 28 Setembro 2013

A bichona

Filed under: homocepticismo,Homofascismo,Homofobismo,politicamente correcto — orlando braga @ 4:25 pm
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Manuel Luís Goucha é uma bichona ou não? É! E é, ou não, uma bichona assumida? É! E então por que razão o Manuel Luís Goucha colocou o Estado português no Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos"? Resposta: porque o Manuel Luís Goucha é uma bichona assumida, mas não gosta que digam, implícita ou explicitamente, que ele é uma bichona assumida.

Portanto, temos aqui um caso de esquizofrenia identitária.

O Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa disse alguma coisa que não corresponda à verdade? A ver:

«Manuel Luís Goucha não gostou que a decisão do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa falasse em «atitudes», «formas de expressar», «roupas coloridas próprias do universo feminino» e apresentou recurso no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.»

Em que medida os factos concretos e objectivos, tornados públicos pelo próprio agente moral, podem ser considerados injuriosos? Se Manuel Luís Goucha é uma bichona, e assume-se como uma bichona, por que razão é injurioso afirmar que ele é uma bichona?

¿Em que é que constitui uma discriminação alguém dizer de um sujeito que ele é aquilo que ele próprio diz que é?!!!

O problema da nossa televisão não é só Manuel Luís Goucha: é também a infestação de bichonas nos canais de televisão, como por exemplo, Malato, João Baião, Herman José, José Castelo Branco, Cláudio Ramos, João Monchique, Vítor de Sousa, etc. — a maior densidade populacional de bichonas por metro quadrado em todo o mundo.

a-bichona-400-web

 

[ Ficheiro PDF ]

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