perspectivas

Terça-feira, 18 Fevereiro 2014

O Papa Francisco I nega a existência do Estado do Vaticano

Filed under: Tirem-me deste filme — orlando braga @ 1:19 pm
Tags: , , ,

 

“O Papa Francisco decidiu continuar as suas viagens com um passaporte argentino, cuja renovação pediu, anunciou esta segunda-feira o Ministério do Interior em Buenos Aires. Os seus antecessores optaram por, depois de eleitos, pedir um passaporte do Vaticano, abdicando do de origem.”

papa passaporte argentino

Repare-se que, na fotografia do passaporte argentino, o cardeal Bergoglio veste-se com a roupa de Papa, e não com a roupa de cardeal argentino.

¿Como é que um chefe-de-estado do Vaticano pode ser de nacionalidade argentina? Resposta: anulando e negando o Estado do Vaticano. Seria a mesma coisa se o nosso presidente da república adoptasse a nacionalidade espanhola.

Mais um tiro no pé do cardeal Bergoglio, a que muitos (impropriamente) chamam de “Papa”.

Segunda-feira, 10 Fevereiro 2014

Petição de apoio à Santa Sé

 

A ONU tem vindo a atacar a Igreja Católica, exigindo que esta aceite o aborto e o ensino da promiscuidade sexual nas escolas. Assine a petição (em português) de apoio à Santa Sé, aqui.

defend Vatican at UN

Domingo, 9 Fevereiro 2014

Santa Josefina Bakhita

Filed under: Igreja Católica — orlando braga @ 8:03 am
Tags: ,

 

santa josefina 3Ontem, 8 de Fevereiro, a Igreja Católica celebrou a memória da Santa Josefina Bakhita. Santa Josefina Bakhita nasceu no Dafur em 1869 — essa região africana tristemente célebre pelo recente genocídio silencioso — e faleceu a 8 de Fevereiro de 1947 em Schio, Vicenza, Itália. O seu corpo mantém-se incorruptível, sepultado sob o altar da igreja do convento canossiano de Schio. Santa Josefina Bakhita foi canonizada pelo Papa João Paulo II em Outubro de 2000.

Confesso que não sabia grande coisa acerca dela até ontem, e passei algum tempo a investigar a vida dela; e que fiquei surpreendido e até emocionado com a história desta “santa morena”. A Igreja Católica tem o condão de emocionar o coração mais empedernido com a realidade de vida dos seus santos, mas esta Santa Josefina é um caso que desafia a metafísica.

Antes de mais, leiam a história da vida de Santa Josefina Bakhita. Em rodapé podem ver várias ligações diferentes para outros tantos sítios com informações acerca desta santa singular da Igreja Católica.

Talvez o único aspecto da doutrina da Igreja Católica em relação à qual tenho dúvidas é a ideia segundo a qual “a alma é criada de raiz no momento da concepção” (a alma não existia antes da concepção do corpo); no fundo, trata-se da versão católica do conceito estóico de “tábua-rasa”.

S. Paulo contraria esta ideia da Igreja Católica através de 1 COR 15, 45 – 49:

“O primeiro homem, tirado da terra, é terrestre; o segundo vem do céu. Tal como era o terrestre, assim são também os terrestres; tal como era o celeste, assim são também os celestes.”

santa josefina 1O que S. Paulo quer dizer é o seguinte: a alma humana pode (pelo menos em alguns casos) existir antes do nascimento do ser humano. A alma ou espírito humanos podem anteceder a sua encarnação no corpo. E só assim se explica a vida dos santos da Igreja Católica, e por maioria de razão, a vida de Santa Josefina Bakhita.

Mesmo o “homem terrestre”, em relação ao qual S. Paulo diz que é “tirado à terra”, tem uma missão qualquer perante Deus. É, pelo menos, uma “missão privada”, por assim dizer, assumida pelo indivíduo em relação a Deus. E depois temos “os homens que vêm do céu”, e cuja missão assumida perante Deus não é apenas do âmbito privado, mas antes assume uma dimensão da comunidade ou mesmo da humanidade.

Os santos não querem ser santos. A última coisa que lhes passa pela cabeça é serem santos. O facto de serem santos decorre apenas do nosso reconhecimento da sua (deles) santidade. A santidade dos santos é intrínseca, endógena ao seu espírito; a santidade faz parte da natureza dos santos ou daqueles que “vêm do céu”.


santa josefina 2Para além da facticidade existencial, ou seja, daquilo que nos parece ser “pura contingência”, há sempre a possibilidade de que a contingência seja (pelo menos em uma parte dos fenómenos) apenas aparente, e que haja — em alguns aspectos aparentemente contingentes da vida de um ser humano (e principalmente nos santos) — uma “necessidade” divina que, em muitos casos, controla determinados acontecimentos que nos parecem ser contingentes porque não temos uma explicação para eles. Ou seja, em muitos casos de algumas vidas, o destino da pessoa é literalmente “guiado” ao mesmo tempo que lhe é garantido a priori o seu livre-arbítrio. Trata-se de uma “liberdade guiada”, como um pai “guia” a liberdade de um filho, em que a facticidade é transcendida por um desiderato divino específico em relação a uma determinada pessoa.

O problema é que nós, humanos, não conseguimos saber quando a contingência é apenas aparente, ou seja: não temos a capacidade de saber se uma determinada possibilidade de um acontecimento já verificado, foi um efeito apenas de variáveis humanas e/ou da decorrência normal de variáveis quânticas no decurso da progressão do espaço-tempo, ou, se a sequência de eventos sofreu uma (parcial) influência exógena (divina) ao ser humano e à dimensão do espaço-tempo que, de certo modo, “moldou” um curso de uma vida em uma determinada direcção.

Não está aqui em causa a liberdade do indivíduo. O que está em causa é a assunção total da contingência e da facticidade. Pelo menos em alguns casos, a contingência é “manipulada”, por assim dizer; o curso dos acontecimentos é influenciado (por Deus) em uma determinada direcção, deixando-se contudo ao indivíduo que escolha livremente o sentido.


Sábado, 1 Fevereiro 2014

A contradição do Padre jesuíta Vasco Pinto Magalhães sobre a adopção

 

Lemos aqui o seguinte:

«O padre Vasco Pinto Magalhães, da província portuguesa da Companhia de Jesus (jesuítas), afirmou que a discussão sobre adopção e co-adopção por pessoas do mesmo sexto tem de centrar-se nos “direitos da criança”.

(…)

“Adoptar não é um direito da maioria heterossexual que o homossexual reivindique”, precisou.»

Mas, logo a seguir, o padre Vasco Pinto Magalhães diz o seguinte:

«O sacerdote jesuíta sublinha que os Direitos Humanos “não vão a votos e que “os referendos têm o perigo de fazer crer que o legal é, necessariamente, ético”.»

Dos jesuítas não podemos esperar nunca, jamais, qualquer coerência. A coerência jesuíta consiste na incoerência e na ambiguidade, ou seja, um jesuíta incoerente é absolutamente coerente — como podemos verificar pela idiossincrasia do cardeal Bergoglio.

Jesuíta que se preze dá sempre “uma no cravo e outra na ferradura”. Talvez por isso o Marquês de Pombal se incompatibilizou com eles, porque o jesuíta é educado para se mover na ambiguidade e na ambivalência da política. Ora, que eu saiba, Jesus Cristo não pertenceu à elite política.


Das duas, uma: ou a adopção, em geral, é um “direito humano”, e, por isso, um direito dos adultos em geral — ou não é. O padre Vasco Pinto Magalhães não é Deus (pelo menos, que eu saiba), para ter a capacidade de revogar o princípio do terceiro excluído.

Ora, se não existe um “direito” dos adultos à adopção, qualquer reivindicação à adopção por parte de indivíduos adultos pertencentes a um qualquer grupo social ou cultural pode ser sujeita a referendo. Por exemplo, em 2005, os suíços referendaram o “casamento” gay, porque o casamento é uma instituição, e em todas as instituições há aqueles que reúnem as condições para nelas poderem estar, e outros não — nem toda a gente tem o “direito” automático a estar dentro de uma instituição.

A adopção também é uma instituição. Portanto, há aqueles que reúnem as condições para estar dentro desta instituição, e outros não. E são essas condições que devem ser sujeitas a referendo, e não putativos “direitos humanos” que não são para aqui chamados.

Quarta-feira, 29 Janeiro 2014

Os ditos “tradicionalistas”, e a adulteração da doutrina das “duas espadas”

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 7:32 pm
Tags:

 

“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” — Jesus Cristo

A ideia segundo a qual o Estado deve-se submeter à Igreja Católica surgiu apenas na Alta Idade Média (finais do século XII, princípios do século XIII) com a doutrina dos Fraticelli (intelectuais da Ordem dos Franciscanos Menores) que adulterou o conceito de “duas espadas” do Evangelho de S. Lucas. Portanto, é absolutamente seguro dizer que até ao século XII, não fez escola, na Igreja Católica, a adulteração da doutrina das “duas espadas” (Plenitudo potestatis) que só surgiu com o Papa Inocêncio III no século XII, e que a seguir fez escola com a doutrina desenvolvida pelos Fraticelli.

A adulteração da doutrina das “duas espadas” não existe, por exemplo, em Santo Agostinho que, na sua obra Civitae Dei, separou inequívoca e claramente a “cidade de Deus” da “cidade dos homens”. E nem na patrística cristã encontramos resquícios de qualquer defesa da supremacia do Papa sobre o poder político. O próprio S. Paulo não falou de outra coisa: na obrigação dos católicos obedecerem ao poder político quando as leis são justas.

Em reacção à adulteração da doutrina das “duas espadas” realizada pelos Fraticelli da Alta Idade Média, surgiram os teóricos da Razão de Estado que se propagaram nos séculos seguintes e foram o esteio do movimento revolucionário que culminou com a Reforma de Lutero (que submeteu a religião protestante ao poder político). Desde então, o laicismo não deixou de se desenvolver até chegar ao ponto de actualmente perseguir os cristãos.

Em suma, uma parte da Igreja Católica — os Fraticelli — não estão isentos de responsabilidades da actual situação de um laicismo exacerbado e discriminatório. Nunca, até ao século XII, a Igreja Católica tinha defendido a supremacia do poder do Papa sobre os príncipes e reis.

Dizer, como se diz aqui, que um fenómeno político que teve origem no século XII é “tradição da Igreja Católica”, é desconhecimento da História. Os ideólogos do “tradicionalismo” português não sabem o que dizem.

Segunda-feira, 23 Dezembro 2013

Dois verbetes sobre Frei Bento Domingues

 

Quinta-feira, 19 Dezembro 2013

Um bom católico deve recusar e negar o papa herético Francisco I

Filed under: Geral — orlando braga @ 10:00 am
Tags: , ,

 

Ler aqui.

O cardeal Bergoglio não segue as regras da canonização da Igreja Católica

Filed under: Geral — orlando braga @ 8:47 am
Tags: , ,

 

Ler aqui.

Sábado, 14 Dezembro 2013

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada diz que Nelson Mandela foi para o Céu

 

Eu não vou discutir aqui o conceito de “Paraíso” que é comum ao Cristianismo e ao Islamismo; nem sequer vou aqui discutir se um ateu pode ou não aceder ao Paraíso. A minha questão, aqui, não é teológica: em vez disso, é ética.

Eu não sou Deus nem Jesus Cristo para saber, com toda a certeza, se o Mandela foi para o Céu; mas o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, que fala directamente com Deus e com Jesus Cristo (o que, aparentemente é vedado ao comum dos mortais), lá terá as suas razões.

Do ponto de vista ético, o problema não é o de saber se Nelson Mandela era católico ou não: a ética não escolhe religiões, embora as religiões tenham influência na (boa) ética. O problema é o de saber se Nelson Mandela foi, ou não, responsável moral pela morte de dezenas de vítimas de atentados bombistas — incluindo uma freira católica assassinada às mãos do ANC dirigido por Nelson Mandela.

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada poderá dizer que “sem ovos não se fazem omeletas”, e que “os fins justificam os meios”; e que o Mandela entendeu que os atentados bombistas que mataram inocentes eram um bom meio para atingir um determinado fim político. O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada pode defender o quiser, mas não pode dizer que a sua opinião segundo a qual o Mandela foi para o Céu é eticamente defensável à luz do Cristianismo: está seguramente mais livre de pecado mortal o nosso Álvaro Cunhal do que Nelson Mandela.

Por fim, quando o Mandela defendeu o aborto e aplicou-o na ordem jurídica do seu país, o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada deve ter ficado muito feliz — e por isso é que o Padre defende que o Mandela foi para o Céu. Ainda vou ver o Padre fazer campanha a favor do aborto (a tudo se chega, enquanto a vida dura!).

Se julgarmos Mandela do ponto de vista da ética cristã, não é defensável que ele tenha ido para o Céu; mas a teologia do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada parece ter em fraca conta a ética católica: parece que, para o Padre, os pecados mortais deixaram de existir. Que lhe faça bom proveito!

Domingo, 8 Dezembro 2013

Sobre um texto de D. Redovino Rizzardo, um Bispo do Brasil

 

Vindo de um Bispo, este texto é inclassificável. Só para dar um exemplo, a associação ideológica entre o conceito de “autoridade”, por um lado, e o de “dominação”, por outro lado, tem origem na Escola de Frankfurt e no marxismo cultural (Adorno e Marcuse). O leitor, (etiam feminis), poderá ler o texto também na minha análise em PDF.

O Papa WebDesde logo, o texto do Bispo brasileiro revela o profundo mal-estar sentido no seio da Igreja Católica, e que este papa desencadeou de forma consciente (o que é mais grave!). E para tentar dissolver esse mal-estar, o Bispo recorre à tolerância repressiva de Marcuse, instituindo um mecanismo maniqueísta de selecção daquilo e daqueles que são politicamente correctos: para ele, hoje há os “bons católicos” — os tais que alegadamente “colocam o bem da Igreja e da humanidade acima de seus interesses e traumas” — que seguem cega e acriticamente as ideias do cardeal Bergoglio e dos seus mentores ideológicos; e os “maus católicos”, os que pensam logicamente pela sua própria cabeça e não procedem dessa forma. Para a liderança actual da Igreja Católica, pensar pela própria cabeça é uma forma de “alienação” e uma tentativa de “mistificação” da realidade (utilizo a linguagem marxista propositadamente).

E são estes, os que não aceitam que os católicos pensem pela sua própria cabeça, que colocam em causa o conceito tradicional de “autoridade”; ou seja, pretendem impôr um conceito de “autoridade” que recusa a autoridade: “Quem manda e quem obedece estão no mesmo nível”, dizem (SIC, ver no texto). Ou seja, o Bispo utiliza o princípio da autoridade para impôr uma ausência de autoridade. Por aqui vemos o absurdo e/ou a indigência intelectual do clero católico que alcandorou o cardeal Bergoglio a papa.

Esta Igreja Católica, a do cardeal Bergoglio, é uma Igreja mentirosa porque se recusa aceitar a realidade da condição humana tal qual ela é; é uma Igreja gnóstica, porque se recusa a aceitar a condição humana, e em nome da “caridade”; ou melhor dizendo: para esta Igreja Católica, a caridade não é uma consequência da condição humana, mas antes é a condição humana que decorre da caridade. Esta inversão dos termos relacionais entre “condição humana”, por um lado, e a “caridade”, por outro lado, é revolucionária e gnóstica.

A autoridade nunca pode ser ausência de autoridade; quem diz que “Quem manda e quem obedece estão no mesmo nível”, não se refere apenas ao “nível” ontológico (a condição humana): antes, pretende fazer a quadratura do círculo através de uma utopia política que invade hoje a Igreja Católica. Mas trata-se de uma utopia mentirosa e perigosa, porque nos dizem, com toda a autoridade, que não há autoridade: alguém, com uma autoridade de direito, pretende retirar-nos qualquer autoridade de facto.

Porém, o mais grave no novo clero é a mistura da palavra de Jesus Cristo com o marxismo cultural. Isto não tem perdão possível; hão-de arder no inferno da auto-clausura espiritual — porque o inferno é essencialmente um estado de espírito.

A mensagem de Jesus Cristo, e nomeadamente no caso da do Bom Samaritano, não tem tempo (é intemporal). Mas o novo clero diz que ela só vale agora, com o cardeal Bergoglio exercendo a autoridade que nega a autoridade. A mensagem do Bom Samaritano é, por eles, circunscrita no tempo e limitada pela ideologia política. Isto não tem perdão, senão o perdão de Deus.

Quando Jesus Cristo se referiu ao “vinho novo”, referia-se à Nova Aliança que veio substituir a Antiga Aliança judaica que este papa diz que não foi revogada!. Por aqui vemos como se contradiz este novo clero conciliar, ignaro e/ou mentiroso. Eles pegam nas palavras de Jesus Cristo e deturpam-nas — e deles, por isso, podemos e devemos esperar tudo. Ainda vamos ver esta gente defender a ideia segundo a qual Jesus Cristo era homossexual, ou coisas do género. Esperem para ver.

Sábado, 7 Dezembro 2013

“O Papa, um homem de acção”

 

«Não toleremos que da palavra “empirismo” se apropriem os que negam três quartas partes do óbvio» — Nicolás Gómez Dávila




O Papa, um homem de acção

«Não sei se poderia ousar dizer que já posso fazer uma síntese. Vejo muitos elementos díspares, vejo um homem de acção – é a primazia da acção, sem dúvida; este não é um homem de doutrina. Um argentino me disse:

“Vocês europeus terão muita dificuldade para entender sua personalidade, porque o Papa Francisco não é um homem de doutrina, é um homem de acção, de práxis. Ele é um homem muito pragmático, muito próximo à terra”.

É visível em seus sermões que ele está perto da gente, e isso é talvez o que o faz muito popular, porque o que ele diz afecta a todos. Também irrita um pouco a todos, mas ele está muito próximo do chão. Não há muita teoria. Vemos isso claramente: trata-se de acção, pura e simples.»

Entrevista de Dom Bernard Fellay, superior da FSSPX, sobre o Papa Francisco



Ser um “homem de acção” e um empirista não significa que se tenha necessariamente que ser um psicótico e/ou que se lhe permita que “negue o que é óbvio”. Há uma grande diferença entre o empirismo e a burrice.

Um indivíduo que age sem pensamento prévio inverte a noção de liberdade que consiste em agir em função da Razão; esse indivíduo é uma espécie de animal irracional: é livre porque age! Em contraponto, o ser humano, porque é racional, deve agir porque é livre — a acção é filtrada pela razão que lhe dá a liberdade propriamente dita (S. Tomás de Aquino).

Os dois primeiros Papas do século XXI

Filed under: Igreja Católica — orlando braga @ 6:57 am
Tags: , ,

 

os dois papas

Tivemos a sorte ou o privilégio de viver no tempo de João Paulo II, de conviver com ele, e o ouvir nos meios de comunicação social ou aquando das nossas peregrinações ao santuário de Fátima. Foi também um privilégio termos vivido no mesmo tempo do Papa Bento XVI, braço direito de João Paulo II e “uma cabeça com pernas”.

Página seguinte »

The Rubric Theme. Create a free website or blog at WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 497 outros seguidores