perspectivas

Domingo, 16 Fevereiro 2014

Deputado húngaro deita ao lixo a bandeira da União Europeia

Filed under: Europa — orlando braga @ 2:36 pm
Tags: ,

 

Quarta-feira, 14 Agosto 2013

A III república portuguesa não é regenerável pelos seus próprios meios

“Portanto – como sempre! -, não se busque nos outros a razão da nossa desgraça política. É dentro da direita que se consente esta corrupção de Estado. E é por causa da nossa debilidade moral – votação corrupta – que os socialistas mandam (é sempre «culpa nossa»). Não há redenção da direita sem limpeza da sua corrupção.”

Eu só não recomendo a leitura deste verbete porque está escrito “desconforme o desacordo ortográfico”; mas façam de conta que está escrito correctamente: a nossa imaginação não tem limites.

Existe um nexo causal entre o processo progressivo da perda da soberania para a União Europeia, por um lado, e por outro lado, a normalização paulatina da corrupção que se entranha nos costumes das elites.

Diz o texto que “não há redenção da direita sem limpeza da sua corrupção”. Ora, essa “limpeza”, efectuada dentro do e pelo sistema, é absolutamente impossível! O Direito Positivo apoia-se espontaneamente nos costumes, e no caso específico da política, nos costumes das elites; e o fundamento dos costumes das elites deve ser procurado nas tradições (boas ou más) mantidas vivas pela História, costumes esses que se manifestam de forma inconsciente na vida política.

A partir do momento em que o Direito Positivo se separou totalmente do Direito Natural – o que aconteceu já na III república, mas principalmente com a alienação progressiva da nossa soberania à União Europeia (e porque no tempo de Salazar ainda existia uma ligação entre os dois tipos de Direito) – o problema ético-político agravou-se. A alienação da soberania portuguesa desresponsabilizou a classe política nacional. Os portugueses vivem hoje num limbo, em que existe uma classe política dentro de num sistema que já não é soberano e que não pertence cabalmente a qualquer soberania. Portugal está à deriva.

A “limpeza da corrupção” não é possível nem à Esquerda nem à Direita – porque na esquerda também existe corrupção, embora diferente. Vemos o que se passa, por exemplo, no Brasil de Dilma Roussef governado à esquerda. Ou o que se passa em França socialista de François Hollande governado pela maçonaria. E se tivermos um governo do Partido Comunista ou do Bloco de Esquerda, a corrupção passa a ser escondida da opinião pública através de uma “ideologia de granito” que confunde a sociedade civil com o Partido, e este com o Estado – mas não deixará de haver corrupção.

Por outro lado, é uma ilusão falar em Direita em Portugal; estamos a enganar-nos a nós próprios! A política e a realidade não se reduzem à economia! Não existe “direita” em Portugal.

Quando o ethos que rege o Partido Socialista é essencialmente semelhante – senão idêntico – ao que rege a tal “direita”, essa “direita” simplesmente não existe. Qualquer “reviravolta” no ethos político português conduzir-nos-ia a uma versão nacional da democracia húngara, e nesse caso teríamos a União Europeia de Durão Barroso a condenar e a perseguir Portugal. Existe um nexo causal entre o processo progressivo da perda da soberania para a União Europeia, por um lado, e por outro lado, a normalização paulatina da corrupção que se entranha nos costumes das elites.

Dizer que é possível uma “limpeza da corrupção” dentro do actual sistema é equivalente a dizer que o teorema de Gödel está errado. O teorema de Gödel diz que é impossível demonstrar a não-contradição de um sistema pelos seus próprios meios, ou mediante meios mais fracos. O actual sistema político não pode logicamente demonstrar, pelos seus próprios meios, as suas contradições. A III república portuguesa não é regenerável pelos seus próprios meios.

Quarta-feira, 17 Julho 2013

A Hungria manda o FMI pró Cara**o!

Filed under: economia — orlando braga @ 6:08 pm
Tags: ,

« Gyorgy Matolcsy, governador do Magyar Nemzeti Bank, o Banco central da Hungria, escreveu hoje uma carta à directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, solicitando o fecho do escritório do Fundo em Budapeste. O banqueiro central alegou que não é necessário manter a presença do FMI no país. Matolcsy era o anterior ministro da Economia do governo chefiado por Viktor Orbán. »

Hungria rompe com FMI

Terça-feira, 25 Junho 2013

A União Europeia é um óptimo utensílio político da esquerda mais radical

Filed under: Europa,politicamente correcto — orlando braga @ 4:58 pm
Tags: , ,

O esquerdista radical e extremista português Rui Tavares é o responsável pelo chamado “relatório Tavares” que pretende expulsar a Hungria da União Europeia porque este país tem um governo conservador eleito pelo povo. Qualquer governo, de um país pequeno da Europa, que não seja de esquerda ou não esteja subordinado à esquerda, é perseguido pela União Europeia de Durão Barroso.

Entretanto, o governo conservador de Viktor Orbán já conseguiu reduzir o défice excessivo e reconduziu a Hungria à senda do crescimento económico; e as sondagens mais recentes dão o partido conservador de Viktor Orbán com 49% das intenções de votos, logo seguido dos 27% dos socialistas. Mas a União Europeia não aceita a democracia na Hungria.

Enquanto a União Europeia persegue literalmente a Hungria, o Portugal-colónia da União Europeia, com um défice excessivo e sem crescimento económico é o modelo de país preconizado pelo radical e extremista Rui Tavares.

Quinta-feira, 18 Abril 2013

O ataque da União Europeia à Hungria por esta recusar o sincretismo politicamente correcto

A União Europeia está a tentar transformar a Hungria num Estado pária, baseando-se em meros formalismos burocráticos como por exemplo a idade de reforma dos juízes húngaros. O modelo de acção política da União Europeia em relação à Hungria é uma cópia fiel do modelo alemão que se caracteriza pelo sistemático acto gratuito e de imposição de um pensamento único político em toda a Europa.

A União Europeia pretende transformar a Hungria num exemplo de punição dos países “relapsos”, e em uma forma de intimidação em relação a outros países potencialmente “prevaricadores”.

O que está em causa, na realidade, é que a Hungria repudia o sincretismo político típico da União Europeia e imposto por esta, de forma coerciva, a todos os países da Europa; e que transforma a direita política europeia numa “sucursal cultural” da esquerda. Do ponto de vista da mundividência em relação à cultura antropológica, não existe hoje nenhuma diferença entre a direita e a esquerda representadas nas instituições da União Europeia. E por isso é que a Hungria é considerada uma ameaça ao unanimismo Eurofascista.

«Viviane Reding, commissaire à la Justice, s’est livrée à un nouveau discours contre la Hongrie hier devant le Parlement européen. Elle a notamment accusé le gouvernement hongrois d’avoir institué, lors de la dernière réforme constitutionnelle, un impôt spécifique destiné à payer les éventuelles amendes infligées au pays par la Cour européenne de Justice… Elle a indiqué qu’elle avait préparé un « paquet (sic) de lettres d’infraction contre la Hongrie» (à envoyer à la Cour européenne de Justice), mais qu’elle attendait la réponse de Viktor Orban sur l’impôt spécifique pour envoyer le paquet. Cette réponse doit arriver en mai au plus tard. « Nous n’attendrons pas juin pour lancer les procédures d’infraction.»

Domingo, 14 Abril 2013

A perseguição da União Europeia à Hungria continua

Filed under: Geral — orlando braga @ 1:34 pm
Tags: , , , , , ,

Le président de la Commission européenne, José Manuel Barroso, a écrit hier au premier ministre hongrois, Viktor Orban, pour se plaindre une fois de plus des dernières modifications de la Constitution du pays. Une étude des services de la Commission confirme que celle-ci a « de graves inquiétudes quant à la compatibilité de la quatrième modification de la loi fondamentale hongroise avec les règles de l’Union européenne et avec le principe de l’Etat de droit ». (via)

Quinta-feira, 11 Abril 2013

A Hungria não está no Euro (obviamente!)

Filed under: economia,Europa,Portugal — orlando braga @ 3:46 pm
Tags: , , ,

“Portugal e Hungria têm áreas e população de dimensões em tudo semelhantes. São dois países da União Europeia (UE) que distam entre si 2390 quilómetros. O primeiro está no Euro e o segundo ainda possui moeda própria, o chamado florim húngaro.

Portugal quer terminar o ano de 2012 com um défice de 5% e uma dívida de 120% relativamente a um PIB que deverá cair 3%.

A Hungria, pelo contrário, deverá ter um défice de 2,5% e uma dívida de 78,4%, tendo como base uma economia que deverá recuar 1,2%. Bem-vindo ao mundo dos contrastes no seio da Europa dos 27.” — (via)

Terça-feira, 9 Abril 2013

A cruzada da União Europeia contra a Hungria

O povo da Hungria foi a votos e elegeu um parlamento e um governo.

Viktor Orban primeiro ministro da Hungria¿E o que diz a União Europeia? Diz que não existe democracia na Hungria.

¿E por que diz a União Europeia que “não existe democracia na Hungria”? Porque o parlamento e o governo da Hungria, eleitos pelo povo húngaro, não pretendem alienar a soberania do país aos desígnios psicóticos das elites da União Europeia controladas por uma nova estirpe do nazismo.

Portanto, segundo a União Europeia, um regime não é democrático se praticar o voto popular; antes, é democrático apenas e só se alienar a sua soberania e depositá-la à mercê de um bando de irresponsáveis elitistas que interpretam o mundo de uma forma delirante.

A escolha eleitoral do povo húngaro não merece o respeito das avantesmas reunidas em Estrasburgo e em Bruxelas. Para as bestas da União Europeia, o voto não conta: o que conta é o poder plenipotenciário e nepotista de uma classe política europeísta e não eleita, que representa submissa e incondicionalmente a plutocracia internacional mais decadente.

Quinta-feira, 7 Fevereiro 2013

O exemplo que chega da Hungria

Filed under: Europa — orlando braga @ 10:54 am
Tags: , ,

« Há uns dias, li uma interessante entrevista a Viktor Orban, o primeiro-ministro da Hungria, na qual defende que se os países europeus não implementarem mudanças radicais, estão condenados a desaparecer.

Orban, que tem sido criticado por muitos dirigentes europeus, afirma que Bruxelas não pode ser igual a Moscovo no tempo da URSS: “Em Bruxelas, tem que haver debate, e as nações têm que representar os seus interesses. Se há interesses comuns, pomo-nos de acordo. Se não há interesses comuns, não pode ser Bruxelas a ditar o que temos que fazer”.

E acrescentou: “Sempre que há uma crise, Bruxelas impõe a mesma receita”. Viktor Orban explica que é possível fazer com que a crise não caia apenas sobre as pessoas. Por isso, e entre outras medidas, o seu Governo controla o preço da electricidade, da água e dos combustíveis. “Não permito que se aproveitem das pessoas”, justifica. Também baixou os impostos às pessoas com baixos rendimentos e aumentou os impostos aos bancos e às multinacionais que têm monopólio.

O certo é que, em 2010, altura em que assumiu o Governo, a Hungria estava pior do que a Grécia e, hoje, apresenta uma recuperação admirável. »

via O exemplo que chega da Hungria – alinhamentos.

Terça-feira, 21 Agosto 2012

O Direito Positivo e o fim da república (Parte III)

“O sistema de justiça português é constituído por lojas maçónicas e controlado pela maçonaria.”

via Ex-juiz acusa maçonaria de controlar a justiça – Portugal – DN.

Vamos colocar a hipótese da seguinte proposição: X=Y+Z. Vemos aqui uma equação ou uma fórmula. “Fórmula” e “forma” têm a mesma origem etimológica. Portanto, X=Y+Z é uma fórmula ou forma, ou uma proposição formal. A proposição formal X=Y+Z é constituída por três variáveis: X, Y e Z; e são “variáveis” porque podem ser substituídas por qualquer valor que resulte em um resultado verdadeiro da proposição formal. Por exemplo: 3=1+2. Ora, esta proposição formal contém variáveis que podem ser substituídas por valores numéricos ad infinitum.

Uma coisa parecida passa-se com o Direito Positivo. Imaginemos, por absurdo que seja, que a fórmula X=Y+Z é o processo formal de promulgação legislativa segundo o Direito Positivo. Podemos, então, substituir as variáveis dessa proposição formal com quaisquer números a condizer, desde que batam certo no resultado. O valor dos números, entendidos em si mesmos, não tem absolutamente nenhuma importância para o formalismo processual do Direito Positivo.
(more…)

Segunda-feira, 18 Junho 2012

Pílula abortiva é inconstitucional (na Hungria!)

Filed under: aborto,ética,cultura — orlando braga @ 8:34 pm
Tags:

“L’Institut hongrois de contrôle des médicaments a donné son feu vert à la commercialisation du pesticide humain (comme l’appelait le Pr. Lejeune) RU486. Mais le Premier ministre Viktor Orban a soulevé une question de constitutionnalité, puisque la nouvelle Constitution, celle qu’il a fait adopter, garantit la protection de la vie depuis la conception. Et le sous-secrétaire d’état à la Santé a souligné que le feu vert de l’Institut de contrôle des médicaments résultait des obligations européennes mais ne signifiait pas la mise sur le marché de la pilule abortive.”

via La pilule abortive anticonstitutionnelle (en Hongrie) : Le blog d'Yves Daoudal.

A comercialização da pílula abortiva — também chamada eufemisticamente de “pílula do dia seguinte” — foi proibida na Hungria por ser inconstitucional. A nova constituição da Hungria foi aprovada em referendo pela esmagadora maioria do povo húngaro.

Sábado, 2 Junho 2012

A prova dos nove sobre esta União Europeia

Filed under: Europa,politicamente correcto — orlando braga @ 9:08 am
Tags: , ,

Ainda vamos ver a União Europeia, e sobretudo a Comissão Europeia de Durão Barroso, ceder em toda a linha às reivindicações da esquerda radicalíssima da Grécia, e continuar a perseguir a Hungria e a boicotar os empréstimos financeiros aos húngaros que elegeram um governo conservador. A verdadeira face da União Europeia revelar-se-á, então, escancarada, mediante os factos.

Página seguinte »

The Rubric Theme. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 485 outros seguidores