perspectivas

Quinta-feira, 18 Abril 2013

O ataque da União Europeia à Hungria por esta recusar o sincretismo politicamente correcto

A União Europeia está a tentar transformar a Hungria num Estado pária, baseando-se em meros formalismos burocráticos como por exemplo a idade de reforma dos juízes húngaros. O modelo de acção política da União Europeia em relação à Hungria é uma cópia fiel do modelo alemão que se caracteriza pelo sistemático acto gratuito e de imposição de um pensamento único político em toda a Europa.

A União Europeia pretende transformar a Hungria num exemplo de punição dos países “relapsos”, e em uma forma de intimidação em relação a outros países potencialmente “prevaricadores”.

O que está em causa, na realidade, é que a Hungria repudia o sincretismo político típico da União Europeia e imposto por esta, de forma coerciva, a todos os países da Europa; e que transforma a direita política europeia numa “sucursal cultural” da esquerda. Do ponto de vista da mundividência em relação à cultura antropológica, não existe hoje nenhuma diferença entre a direita e a esquerda representadas nas instituições da União Europeia. E por isso é que a Hungria é considerada uma ameaça ao unanimismo Eurofascista.

«Viviane Reding, commissaire à la Justice, s’est livrée à un nouveau discours contre la Hongrie hier devant le Parlement européen. Elle a notamment accusé le gouvernement hongrois d’avoir institué, lors de la dernière réforme constitutionnelle, un impôt spécifique destiné à payer les éventuelles amendes infligées au pays par la Cour européenne de Justice… Elle a indiqué qu’elle avait préparé un « paquet (sic) de lettres d’infraction contre la Hongrie» (à envoyer à la Cour européenne de Justice), mais qu’elle attendait la réponse de Viktor Orban sur l’impôt spécifique pour envoyer le paquet. Cette réponse doit arriver en mai au plus tard. « Nous n’attendrons pas juin pour lancer les procédures d’infraction.»

Domingo, 14 Abril 2013

A perseguição da União Europeia à Hungria continua

Le président de la Commission européenne, José Manuel Barroso, a écrit hier au premier ministre hongrois, Viktor Orban, pour se plaindre une fois de plus des dernières modifications de la Constitution du pays. Une étude des services de la Commission confirme que celle-ci a « de graves inquiétudes quant à la compatibilité de la quatrième modification de la loi fondamentale hongroise avec les règles de l’Union européenne et avec le principe de l’Etat de droit ». (via)

Quinta-feira, 11 Abril 2013

A Hungria não está no Euro (obviamente!)

Filed under: economia,Europa,Portugal — O. Braga @ 3:46 pm
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“Portugal e Hungria têm áreas e população de dimensões em tudo semelhantes. São dois países da União Europeia (UE) que distam entre si 2390 quilómetros. O primeiro está no Euro e o segundo ainda possui moeda própria, o chamado florim húngaro.

Portugal quer terminar o ano de 2012 com um défice de 5% e uma dívida de 120% relativamente a um PIB que deverá cair 3%.

A Hungria, pelo contrário, deverá ter um défice de 2,5% e uma dívida de 78,4%, tendo como base uma economia que deverá recuar 1,2%. Bem-vindo ao mundo dos contrastes no seio da Europa dos 27.” — (via)

Terça-feira, 9 Abril 2013

A cruzada da União Europeia contra a Hungria

O povo da Hungria foi a votos e elegeu um parlamento e um governo.

Viktor Orban primeiro ministro da Hungria¿E o que diz a União Europeia? Diz que não existe democracia na Hungria.

¿E por que diz a União Europeia que “não existe democracia na Hungria”? Porque o parlamento e o governo da Hungria, eleitos pelo povo húngaro, não pretendem alienar a soberania do país aos desígnios psicóticos das elites da União Europeia controladas por uma nova estirpe do nazismo.

Portanto, segundo a União Europeia, um regime não é democrático se praticar o voto popular; antes, é democrático apenas e só se alienar a sua soberania e depositá-la à mercê de um bando de irresponsáveis elitistas que interpretam o mundo de uma forma delirante.

A escolha eleitoral do povo húngaro não merece o respeito das avantesmas reunidas em Estrasburgo e em Bruxelas. Para as bestas da União Europeia, o voto não conta: o que conta é o poder plenipotenciário e nepotista de uma classe política europeísta e não eleita, que representa submissa e incondicionalmente a plutocracia internacional mais decadente.

Quinta-feira, 7 Fevereiro 2013

O exemplo que chega da Hungria

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:54 am
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« Há uns dias, li uma interessante entrevista a Viktor Orban, o primeiro-ministro da Hungria, na qual defende que se os países europeus não implementarem mudanças radicais, estão condenados a desaparecer.

Orban, que tem sido criticado por muitos dirigentes europeus, afirma que Bruxelas não pode ser igual a Moscovo no tempo da URSS: “Em Bruxelas, tem que haver debate, e as nações têm que representar os seus interesses. Se há interesses comuns, pomo-nos de acordo. Se não há interesses comuns, não pode ser Bruxelas a ditar o que temos que fazer”.

E acrescentou: “Sempre que há uma crise, Bruxelas impõe a mesma receita”. Viktor Orban explica que é possível fazer com que a crise não caia apenas sobre as pessoas. Por isso, e entre outras medidas, o seu Governo controla o preço da electricidade, da água e dos combustíveis. “Não permito que se aproveitem das pessoas”, justifica. Também baixou os impostos às pessoas com baixos rendimentos e aumentou os impostos aos bancos e às multinacionais que têm monopólio.

O certo é que, em 2010, altura em que assumiu o Governo, a Hungria estava pior do que a Grécia e, hoje, apresenta uma recuperação admirável. »

via O exemplo que chega da Hungria – alinhamentos.

Terça-feira, 21 Agosto 2012

O Direito Positivo e o fim da república (Parte III)

“O sistema de justiça português é constituído por lojas maçónicas e controlado pela maçonaria.”

via Ex-juiz acusa maçonaria de controlar a justiça – Portugal – DN.

Vamos colocar a hipótese da seguinte proposição: X=Y+Z. Vemos aqui uma equação ou uma fórmula. “Fórmula” e “forma” têm a mesma origem etimológica. Portanto, X=Y+Z é uma fórmula ou forma, ou uma proposição formal. A proposição formal X=Y+Z é constituída por três variáveis: X, Y e Z; e são “variáveis” porque podem ser substituídas por qualquer valor que resulte em um resultado verdadeiro da proposição formal. Por exemplo: 3=1+2. Ora, esta proposição formal contém variáveis que podem ser substituídas por valores numéricos ad infinitum.

Uma coisa parecida passa-se com o Direito Positivo. Imaginemos, por absurdo que seja, que a fórmula X=Y+Z é o processo formal de promulgação legislativa segundo o Direito Positivo. Podemos, então, substituir as variáveis dessa proposição formal com quaisquer números a condizer, desde que batam certo no resultado. O valor dos números, entendidos em si mesmos, não tem absolutamente nenhuma importância para o formalismo processual do Direito Positivo.
(mais…)

Segunda-feira, 18 Junho 2012

Pílula abortiva é inconstitucional (na Hungria!)

Filed under: aborto,ética,cultura — O. Braga @ 8:34 pm
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“L’Institut hongrois de contrôle des médicaments a donné son feu vert à la commercialisation du pesticide humain (comme l’appelait le Pr. Lejeune) RU486. Mais le Premier ministre Viktor Orban a soulevé une question de constitutionnalité, puisque la nouvelle Constitution, celle qu’il a fait adopter, garantit la protection de la vie depuis la conception. Et le sous-secrétaire d’état à la Santé a souligné que le feu vert de l’Institut de contrôle des médicaments résultait des obligations européennes mais ne signifiait pas la mise sur le marché de la pilule abortive.”

via La pilule abortive anticonstitutionnelle (en Hongrie) : Le blog d'Yves Daoudal.

A comercialização da pílula abortiva — também chamada eufemisticamente de “pílula do dia seguinte” — foi proibida na Hungria por ser inconstitucional. A nova constituição da Hungria foi aprovada em referendo pela esmagadora maioria do povo húngaro.

Sábado, 2 Junho 2012

A prova dos nove sobre esta União Europeia

Filed under: Europa,politicamente correcto — O. Braga @ 9:08 am
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Ainda vamos ver a União Europeia, e sobretudo a Comissão Europeia de Durão Barroso, ceder em toda a linha às reivindicações da esquerda radicalíssima da Grécia, e continuar a perseguir a Hungria e a boicotar os empréstimos financeiros aos húngaros que elegeram um governo conservador. A verdadeira face da União Europeia revelar-se-á, então, escancarada, mediante os factos.

Quinta-feira, 19 Abril 2012

Franceses e alemães afirmam que só eles têm direito à soberania nacional

“Los ministros del Interior de Francia, Claude Guéant, y de Alemania, Hans Peter Friedrich, señalan en una carta que los controles fronterizos internos tendrían un carácter temporal, pero insisten en que la decisión de aplicarlos debe corresponder a cada país, no a la Comisión Europea, y que ese es “un punto no negociable”.

“La prevención de las amenazas a la seguridad y al orden público corresponde a la soberanía nacional“, subrayan los dos ministros en una carta enviada a la presidencia danesa de la Unión Europea y divulgada este jueves.”

via Alemania y Francia proponen recuperar los controles fronterizos en la UE – Libertad Digital.

Quando se trata da Alemanha ou da França, existe a concepção de “soberania nacional” na União Europeia.

Porém, se um país pequeno, como por exemplo a Hungria, aplica esse mesmo conceito de “soberania nacional” na sua ordem interna, a União Europeia persegue-o até à exaustão — como está agora a acontecer. E quando a Irlanda recusou , em referendo, o Tratado de Lisboa, os dois únicos países soberanos da União Europeia trataram de demonstrar aos irlandeses, mediante a imposição de um novo referendo, que a soberania nacional não é um direito, mas é um privilégio a que os pobres irlandeses não têm direito.

A União Europeia é um leviatão onde existem apenas dois países com direito à soberania nacional: a França e a Alemanha.

Terça-feira, 7 Fevereiro 2012

Hungria : Cuidado com os que se dizem “campeões da democracia”

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:01 am
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“Em 2010 o povo magiar foi às urnas, e mais de 2,5 milhões de votantes (52,3% dos votos) escolheram o Fidesz, partido conservador da ala direita do plenário.

(…)

O partido [Fidesz] decidiu também proclamar o Cristianismo conservador como religião oficial do país, quando apenas pouco mais de 20% da população é praticante de qualquer corrente religiosa.”

via Hungria não rima com Democracia | Clique.

Vejam a contradição deste detractor da Hungria: por um lado, o idiota escreve que partido Fidesz ganhou as eleições com 52,3% dos votos — em Portugal, não é necessária esta percentagem para um partido ganhar com a maioria absoluta; mas por outro lado, o idiota diz que os eleitores que votaram no partido ganhador são estúpidos, porque sabiam que a corrente filosófica prevalecente no partido Fidesz era a cristã e mesmo assim votaram nele. Como é possível haver pachorra para aturar este tipo de idiota?

E desde quando a inscrição, na nova Constituição húngara, da frase “Deus abençoa os húngaros” [que é aquilo a que aquele idiota se refere] é exclusivista do Cristianismo ?! Deus não é comum a cristãos, judeus e muçulmanos ?! Grande idiota! E mentiroso: vejamos o que diz o Factory Book acerca das religiões na Hungria:

“Roman Catholic 51.9%, Calvinist 15.9%, Lutheran 3%, Greek Catholic 2.6%, other Christian 1%, other or unspecified 11.1%, unaffiliated 14.5% (2001 census)”

Cuidado com os idiotas que dizem que a democracia é só deles!

Quinta-feira, 26 Janeiro 2012

Deus abençoe os húngaros, e livre-os do maoísta Durão Barroso

O que a Comissão Europeia — e, portanto, a União Europeia — está a fazer à Hungria não é só uma vergonha descarada: é um verdadeiro escândalo!
(mais…)

Quarta-feira, 25 Janeiro 2012

Diz o roto para nu: “Por que não te vestes tu?!”

Filed under: Europa — O. Braga @ 6:09 am
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“O Conselho Europeu deu hoje luz verde a eventuais sanções contra a Hungria por causa do seu défice excessivo.”

Conselho Europeu considera insuficientes medidas da Hungria para travar a crise.

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