perspectivas

Domingo, 12 Outubro 2014

A Esquerda caviar, a Direita salmão, e adopção de crianças por pares de invertidos

 

Para além da Esquerda caviar, existe em Portugal uma Direita salmão-rosa que defende o casamento anfíbio: a reprodução anfíbia é externa e a desova é feita em ambiente adequado e politicamente correcto para que a “prole” se mantenha viva.

“Temos uma dinâmica familiar em que ambos assumimos o papel de pais, a lei só me reconhece a mim, mas o nosso filho não tem dúvidas”, revela Diogo Infante.

Há uma dúvida que o filho adoptivo dele não tem: é a de que não tem mãe conhecida.

foi cesarianaNão ter mãe ou pai conhecidos, é uma infelicidade. Mas uma coisa é admitirmos que existem casos de crianças que, por infelicidade, não têm mãe conhecida; e outra coisa é apoiar um movimento político homossexualista que fomente a proliferação e vulgarização de mães desconhecidas. Uma coisa é constatar que as desgraças existem; outra coisa é tentar promover e normalizar a desgraça das crianças em nome de putativos “direitos” de adultos.

Ademais, há aqui um detalhe que não é despiciendo: o facto de a lei permitir, por hipótese e por exemplo, que um homem se “case” com o seu cão, não se depreende dessa permissão legal que exista de facto um “casamento”. A lei pode ser o que qualquer doente mental quiser; o casamento, não.

Esta gente mete nojo! — não porque sejam homossexuais (cada um come do que gosta), mas porque apresentam sintomas claros de psicopatia: não conseguem colocar-se no lugar de uma criança a quem é apagado, do registo civil, o nome da mãe e de todo o ramo familiar materno.

E, não contentes com isso, pretendem levar a sociopatia mais longe através das “barriga de aluguer” que será a próxima guerra destas bestas com forma humana.

Quinta-feira, 21 Agosto 2014

¿O que é o homofascismo?

 

Saiba a resposta: → 300 Articles You Have to Read to Understand What Is Meant by the Term “Homofascism”

homofascism

Quarta-feira, 20 Agosto 2014

"Faz sentido o Nuno morrer para levantar a questão da coadoção"

 

A lobotomia cultural anti-natura continua nos me®dia de Pinto Balsemão.

É uma narrativa comparável à dos fascistas do período temporal anterior à II Guerra Mundial. É a lógica de uma ideia (ideologia): da mesma forma que os fascistas do século XX defendiam a ideia segundo a qual os judeus eram seres natural e ontologicamente inferiores, os novos fascistas defendem a ideia — utilizando a propaganda nos me®dia — de que os homossexuais são seres natural e ontologicamente superiores a ponto de ser legítimo que desafiem as leis da natureza, e tenham privilégios em lugar de direitos.


Entretanto, em Itália:

« La loi de pénalisation de l’homophobie va introduire “pour la première fois depuis la fin du fascisme il y a 70 ans, un crime d’opinion évocateur des temps noirs et troublés, longtemps vaincus et que l’on a cru révolus, des idéologies d’Etat. Des temps où l’Etat identifiait des positions idéologiques qu’il imposait par la force, supprimant tous ceux qui n’étaient pas conformes.” »

Traduzindo:

“A lei da penalização da homofobia vai introduzir “pela primeira vez depois do fim do fascismo de há 70 anos, um crime de opinião que evoca os tempos negros e conturbados, há muito vencidos e que se acreditava estarem resolvidos, das ideologias de Estado. Dos tempos em que o Estado identificava as posições ideológicas que eram impostas à força, suprimindo todas aquelas que não estavam em conformidade.”


Estamos perante um novo fascismo que se entranha na cultura antropológica através da propaganda como, por exemplo, a propaganda política do “Faz sentido o Nuno morrer para levantar a questão da coadoção”. É uma narrativa que apela à emoção — assim como os fascistas do século XX apelavam à emoção da populaça para fazerem valer os seus pontos de vista — no sentido de uma lobotomia geral totalitária.

Quinta-feira, 14 Agosto 2014

A Gaystapo e a adopção de crianças por pares de invertidos: ¿A criança não tem pai biológico?

 

O lóbi político gayzista “ILGA” publicou hoje um vídeo que pode ser visto abaixo.

Cerca do minuto 1:15, a amiga da mãe biológica diz o seguinte:

“Se acontecesse alguma coisa à criança e a tivesse que a levar ao hospital, iam perguntar quem eu era. Apresento o cartão de cidadã da criança, e eu não estou lá. Está lá só o nome da mãe biológica… e eu? Estou onde? Não estou em lado nenhum…”

Admira-me que a RTP tenha transmitido este documentário. A RTP anda a brincar com assuntos sérios à custa dos contribuintes portugueses.

O Código Civil português estipula que não podem haver filhos de pai incógnito. Ao que parece, aquela criança é filha de pai incógnito — o que vai contra o espírito da lei.


Artigo 1835 do Código Civil

1. A paternidade nos termos dos dos artigos anteriores contará obrigatoriamente do registo do nascimento do filho, não sendo admitidas menções que a contrariem.

(…)

Artigo 1865 do Código Civil — Averiguação Oficiosa

1. Sempre que possível, o tribunal ouvirá a mãe acerca da paternidade que atribui ao filho.

2. Se a mãe indicar quem é o pai ou por outro meio chegar ao conhecimento do tribunal a identidade do pretenso progenitor, será este também ouvido.

3. No caso de o pretenso progenitor confirmar a paternidade, será lavrado termo de perfilhação e remetida certidão para averbamento à repartição competente de registo.

4. Se o presumido pai negar ou se recusar a confirmar a paternidade, o tribunal procederá às diligências necessárias para averiguar a viabilidade da acção de investigação de paternidade1.

5. Se o tribunal concluir pela existência de provas seguras da paternidade, ordenará a remessa do processo ao agente do Ministério Público junto do tribunal competente, a fim de ser intentada a acção de investigação.

 


No caso concreto das duas amigas (uma das quais é mãe da criança), pode ter acontecido que o tribunal não tivesse ouvido a mãe biológica — como estipula a alínea 1. do artigo 1865 —, talvez porque a juíza estivesse com diarreia ou o juiz estivesse com o penso.

Se a mãe biológica foi ouvida pelo juiz ou pela juíza, o que aconteceu certamente é que a mãe biológica se recusou a indicar a identidade do pai biológico — e não há nada na lei que obrigue a mãe biológica a indicar a identidade do progenitor da criança. Parece certo que a mãe da criança não quis revelar o nome do pai que ela sabe bem quem é, porque em Portugal não é permitida a inseminação artificial in vitro em mulheres solteiras.

Portanto, estamos perante uma lésbica que engravidou de um homem e não quis identificar o pai da criança no tribunal. Ou seja, estamos perante alguém que quis criar um facto para, a partir dele, criar uma norma jurídica: a perfilhação da criança por parte da sua amiga.


Quando uma mulher, com filhos, se divorcia do seu marido e volta a casar com outro, a situação do segundo marido em relação aos filhos da sua esposa é exactamente a mesma se ele (o segundo marido) for ao hospital com um dos filhos da sua actual esposa e mãe biológica — porque o segundo marido não perfilhou nem pode perfilhar os filhos da sua actual esposa, uma vez que as crianças foram previamente perfilhadas pelo pai biológico (o primeiro marido dela).

Portanto, o que está aqui em causa não é adopção, mas antes é a perfilhação.

O que o lóbi político gayzista (vulgo “Gaystapo”) pretende é que um dos elementos de um par de homossexuais possa perfilhar um filho biológico do outro elemento da parelha, à revelia do espírito da lei que diz que “o tribunal ouvirá a mãe acerca da paternidade que atribui ao filho”.

Ou seja, e em resumo: o que a Gaystapo pretende é instituir a legalização do estatuto de “filho da puta”, por um lado, e por outro lado pretende erradicar a árvore genealógica das crianças.

Estamos perante uma tentativa de uma revolução antropológica delirante, através de engenharias sociais psicóticas.

Nota
1. por exemplo, fazer testes de ADN ao putativo pai e ao filho.

Segunda-feira, 4 Agosto 2014

A evidência da ligação do lóbi político homossexual à tentativa de legalização da pedofilia

Filed under: homocepticismo,Homofascismo,Homofobia,Homofobismo — O. Braga @ 7:23 pm
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“Paedophilia Information Exchange (PIE) était une organisation fondée en 1974, issue du lobby homosexuel, et destinée à obtenir la légalisation de la pédophilie. Son président, Keith Hose, était également impliqué dans le Gay Liberation Front. En 1975, Keith Hose a tenu un long discours en faveur de la pédophilie au cours du congrès annuel de Campaign for Homosexual Equality (CHE).”

Du lobby homosexuel au lobby pédophile au Royaume-Uni : histoire de scandales politiques

Terça-feira, 15 Julho 2014

A SIDA/AIDS é monstruosamente homófoba, reaccionária, conservadora e ignorante

 

A SIDA é ignorante; e homófoba!, (todos os homófobos são ignorantes).  

gayroller-webNo seguimento de uma “explosão da epidemia” homófoba que atinge os “grupos de risco” que são vitimas da homofobia da SIDA, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que “homens que têm actividade sexual com homens” tomem medicamentos retrovirais — à custa de todos os contribuintes homófobos —, como “método suplementar de prevenção”, para que dessa forma se possa atenuar a homofobia da SIDA.

Actualmente, e devido ao conceito homófobo de “SIDA”, os pobres homossexuais — que não passam de vítimas da SIDA homófoba — têm 19 vezes maior risco de serem contaminados, quando comparados com o resto da população que é, por definição, também homófoba. Por isso, a OMS (Organização Mundial de Saúde) aconselha que os homossexuais tomem diariamente uma pílula que combina dois tipos diferentes de retrovirais — para além do preservativo —, alegadamente no sentido de diminuir os riscos de contaminação de 20 a 25%, o que alegadamente significa “evitar um milhão de novas infecções homófobas nos próximos dez anos”.

Os retrovirais diários contra a homofobia da SIDA serão pagos, como é óbvio, pela esmagadora maioria da população que é homófoba e ignorante.

Eu penso que se deveria retirar o termo “homofobia” dos dicionários, e proibir que se falasse de “homofobia” em público, para que automaticamente a SIDA desaparecesse. Porque tudo isto é uma questão de linguagem: se o conceito de “homofobia” não existisse ou fosse proibido, a SIDA também não existiria!

Quinta-feira, 22 Maio 2014

A anulação do "casamento" gay

 

A anulação da legalidade do “casamento” gay nunca deverá ser objecto de anúncio prévio: só será anunciado depois do fait accompli. Toma-se o Poder e anula-se. Da mesma forma que a legalização do “casamento” gay não foi objecto de consulta popular, a sua ilegalização deverá ser apenas anunciada post facto.

Sexta-feira, 2 Maio 2014

O parlamento inglês é controlado por invertidos

 

Uma candidata inglesa ao parlamento europeu, pelo partido English Democrats, afirmou publicamente que existe um excesso de invertidos no parlamento inglês. Julia Gasper disse que existem centenas de fanchonos no parlamento, em todas as posições importantes e prestando favores uns aos outros.

homo-fascismSendo que os fanchonos constituem cerca de 1,5% da população — denunciou Gasper —, a proporção justificaria eventualmente cerca de 10 deputados; no entanto, existem centenas de panascas no parlamento inglês, o que constitui uma violação da democracia.

Este fenómeno de estiolamento da democracia inglesa — através da crescente influência de um partido homofascista não declarado e que não concorre abertamente às eleições, e que se mantém como eminência parda do sistema político — já não é só um fenómeno inglês: países como o Canadá, os países anglo-saxónicos em geral, os países nórdicos da Europa, parecem sofrer do mesmo tipo de estiolamento. E até em Portugal começam a aparecer sinais de alarme: se contarmos os deputados e deputadas invertidos, e se compararmos proporcionalmente em relação à população portuguesa, verificamos que existe já essa tendência em Portugal.

Sábado, 18 Janeiro 2014

A involução das ciências sociais e o homossexualismo

Filed under: A vida custa,Homofascismo,Homofobismo — O. Braga @ 4:22 pm
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Até há uma dúzia de anos, não me teria passado pela cabeça que, existindo pessoas que fizessem do seu tipo subjectivo de desejo sexual, a sua própria identidade, essa “identidade” pessoal assim definida fosse considerada “normal” pela “ciência” psiquiátrica.

Um erro das “ciências” sociais é considerar a homossexualidade como uma identidade ou um estado da pessoa, quando a homossexualidade nada mais é do que uma interpretação subjectiva do desejo sexual (a chamada “orientação sexual”). Não há duas categorias de seres humanos — uns homossexuais, e outros heterossexuais: isto não passa de uma construção ideológica e política.

Um homem que faça do seu desejo sexual a sua própria identidade é considerado como um tarado sexual por qualquer psiquiatra; mas sendo um invertido, já é considerado “normal”.

A violência verbal do discurso activista sodomita lançada sobre os seus contraditores revela um estado patológico de carência, que resulta do corte em relação à alteridade sexual: a negação daquilo que falta ao invertido — a alteridade sexual — é um dos principais focos da reivindicação do movimento político homossexualista, que exprime o desejo de ver a sociedade inteira encarregar-se da solução de um problema intrapsíquico de alguém que faz do seu desejo sexual a sua própria identidade.

Quarta-feira, 31 Julho 2013

A marcha das putas

« Na Marcha das Vadias, em Copacabana, diversas encenações ilustraram os apelos feitos pelas feministas. Uma delas chamou a atenção por seu teor altamente polémico, pois os envolvidos utilizaram a imagem da Nossa Senhora como objecto sexual. A cabeça da Santa virou uma espécie de consolo. Em seguida, os manifestantes quebraram as imagens e as cruzes. Por fim, uma manifestante pegou o que sobrava de uma cruz, colocou camisinha em sua base e a enfiou no ânus de seu parceiro de encenação. Tal acto assustou até mesmo outros manifestantes que não esperavam tanta ousadia. Uma delas disse que colocaria uma máscara para não ser reconhecida, já que receava represálias no trabalho. »

Ler o resto aqui.

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Segunda-feira, 29 Julho 2013

O Papa Francisco I renega o apóstolo São Paulo

A julgar pelas próprias palavras deste Papa, o apóstolo S. Paulo irá ser renegado e excomungado pela Igreja Católica:os-sapatos-cambados-do-papa-web.jpg

“If someone is gay and he searches for the Lord and has good will, who am I to judge?” Francis asked. “We shouldn’t marginalize people for this. They must be integrated into society”.

Tradução das palavras deste Papa: “Se alguém é gay e procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para o julgar? Não devemos marginalizar as pessoas por isso. Elas devem ser integradas na sociedade.”

Note-se que este Papa não utilizou a palavra genérica “homossexual” – que pode ser um abstémio -, mas antes utilizou a palavra “gay”, que supõe explicitamente um homossexual sexualmente activo. A ideia deste Papa, segundo a qual um sodomita sexualmente activo que “procura o Senhor e tem boa vontade”, não deve ter o seu comportamento criticado pela Igreja Católica, vai contra as palavras do apóstolo S. Paulo, como seguem:

“Por isso é que Deus, de acordo com os apetites dos seus corações, os entregou à impureza, de tal modo que os seus próprios corpos se degradaram (…)

Foi por isso que Deus os entregou a paixões degradantes. Assim, as suas mulheres trocaram as relações naturais por outras que são contra a natureza. E o mesmo acontece com os homens: deixando as relações naturais com a mulher, inflamaram-se em desejos de uns pelos outros, praticando, homens com homens, o que é vergonhoso, e recebendo em si mesmos a paga devida ao deu desregramento”. – S. Paulo, Carta aos Romanos, 1, 24- 27

Será que este Papa – apoiado pelos acólitos clericais sodomitas que pululam pela Santa Sé e controlam o Vaticano – prepara-se para excomungar o apóstolo S. Paulo?

Sexta-feira, 26 Julho 2013

Gattaca, e a negação dos limites ontológicos e éticos da natureza humana

Um leitor escreveu um comentário neste verbete , como segue:

“Caro Orlando Braga, estou curioso quando fala que essa gente vive em situação de carência, será que poderia explicar melhor que tipo de carência é e em que circunstâncias se manifesta e como leva essa gente a ter comportamentos clinicamente destrutivos, poderia escrever um texto detalhado sobre esse assunto(ou indicar-me um), por favor? Cumprimentos.”

A dita “orientação homossexual” tem limites, como é óbvio. Por exemplo, a alteridade sexual necessária para a procriação é um dos limites da “orientação homossexual”.

Mas quando esses “limites da homossexualidade” são negados, aquilo que é realmente óbvio deixa de o ser.

gattaca-300-web.jpg

E é assim que os activistas políticos homossexualistas – nem todos são homossexuais e instrumentalizam a ideologia gayzista para outros fins, e muitos homossexuais não são activistas políticos gayzistas – fazem da exigência de respeito em relação aos homossexuais um instrumento de acção política no sentido da negação dos limites da “orientação homossexual”.

O “respeito pelos homossexuais” passa, então, a ser sinónimo de “negação dos limites da homossexualidade”. Ou seja, só respeita os homossexuais quem nega também esses limites da homossexualidade – o que é autocontraditório!. Pelo contrário, a verdade é que quem nega esses limites da homossexualidade é, de facto, quem não respeita a condição do comportamento sexual homossexual (seja esse comportamento determinado ou arbitrário). Existe aqui um paralelismo com o feminismo radical que parece defender os “direitos da mulher”, quando na realidade reduz a mulher a uma espécie de “homem”.

A negação dos “limites da homossexualidade” resulta de uma situação de carência ontológica que, por sua vez, decorre da negação da alteridade sexual. Essa situação de carência não desaparecerá jamais com o “casamento” gay, com a adopção de crianças por pares de invertidos, com a procriação medicamente assistida para todas as lésbicas, com a “barriga de aluguer” para todos os gays, etc., etc., – em suma, essa situação de carência não desaparecerá sequer com a hipostasia do filme “Gattaca”.

Este problema da negação dos limites da homossexualidade não tem solução, a não ser através da imposição coerciva, por intermédio da força bruta do Estado, da negação desses limites da homossexualidade a toda a sociedade, provocando uma ruptura ética e ontológica fundamental que nega a natureza humana, por um lado, e por outro lado transforma o filme “Gattaca” em realidade.

Este problema não tem solução porque a exigência do reconhecimento, por parte de toda a sociedade, da negação dos limites da homossexualidade exprime o desejo de ver a sociedade encarregar-se da solução prática de um problema intra-psíquico dos homossexuais que negam esses limites. E a imposição coerciva, através da força bruta do Estado, da negação cultural desses limites da homossexualidade revela a natureza totalitária da ideologia gayzista.

Adenda: a ler: « Pai e mãe e a “co-adopção” homossexual », por José Ribeiro e Castro

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