perspectivas

Terça-feira, 15 Julho 2014

A SIDA/AIDS é monstruosamente homófoba, reaccionária, conservadora e ignorante

 

A SIDA é ignorante; e homófoba!, (todos os homófobos são ignorantes).  

gayroller-webNo seguimento de uma “explosão da epidemia” homófoba que atinge os “grupos de risco” que são vitimas da homofobia da SIDA, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que “homens que têm actividade sexual com homens” tomem medicamentos retrovirais — à custa de todos os contribuintes homófobos —, como “método suplementar de prevenção”, para que dessa forma se possa atenuar a homofobia da SIDA.

Actualmente, e devido ao conceito homófobo de “SIDA”, os pobres homossexuais — que não passam de vítimas da SIDA homófoba — têm 19 vezes maior risco de serem contaminados, quando comparados com o resto da população que é, por definição, também homófoba. Por isso, a OMS (Organização Mundial de Saúde) aconselha que os homossexuais tomem diariamente uma pílula que combina dois tipos diferentes de retrovirais — para além do preservativo —, alegadamente no sentido de diminuir os riscos de contaminação de 20 a 25%, o que alegadamente significa “evitar um milhão de novas infecções homófobas nos próximos dez anos”.

Os retrovirais diários contra a homofobia da SIDA serão pagos, como é óbvio, pela esmagadora maioria da população que é homófoba e ignorante.

Eu penso que se deveria retirar o termo “homofobia” dos dicionários, e proibir que se falasse de “homofobia” em público, para que automaticamente a SIDA desaparecesse. Porque tudo isto é uma questão de linguagem: se o conceito de “homofobia” não existisse ou fosse proibido, a SIDA também não existiria!

Quinta-feira, 22 Maio 2014

A anulação do "casamento" gay

 

A anulação da legalidade do “casamento” gay nunca deverá ser objecto de anúncio prévio: só será anunciado depois do fait accompli. Toma-se o Poder e anula-se. Da mesma forma que a legalização do “casamento” gay não foi objecto de consulta popular, a sua ilegalização deverá ser apenas anunciada post facto.

Sexta-feira, 2 Maio 2014

O parlamento inglês é controlado por invertidos

 

Uma candidata inglesa ao parlamento europeu, pelo partido English Democrats, afirmou publicamente que existe um excesso de invertidos no parlamento inglês. Julia Gasper disse que existem centenas de fanchonos no parlamento, em todas as posições importantes e prestando favores uns aos outros.

homo-fascismSendo que os fanchonos constituem cerca de 1,5% da população — denunciou Gasper —, a proporção justificaria eventualmente cerca de 10 deputados; no entanto, existem centenas de panascas no parlamento inglês, o que constitui uma violação da democracia.

Este fenómeno de estiolamento da democracia inglesa — através da crescente influência de um partido homofascista não declarado e que não concorre abertamente às eleições, e que se mantém como eminência parda do sistema político — já não é só um fenómeno inglês: países como o Canadá, os países anglo-saxónicos em geral, os países nórdicos da Europa, parecem sofrer do mesmo tipo de estiolamento. E até em Portugal começam a aparecer sinais de alarme: se contarmos os deputados e deputadas invertidos, e se compararmos proporcionalmente em relação à população portuguesa, verificamos que existe já essa tendência em Portugal.

Sábado, 18 Janeiro 2014

A involução das ciências sociais e o homossexualismo

Filed under: A vida custa,Homofascismo,Homofobismo — orlando braga @ 4:22 pm
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Até há uma dúzia de anos, não me teria passado pela cabeça que, existindo pessoas que fizessem do seu tipo subjectivo de desejo sexual, a sua própria identidade, essa “identidade” pessoal assim definida fosse considerada “normal” pela “ciência” psiquiátrica.

Um erro das “ciências” sociais é considerar a homossexualidade como uma identidade ou um estado da pessoa, quando a homossexualidade nada mais é do que uma interpretação subjectiva do desejo sexual (a chamada “orientação sexual”). Não há duas categorias de seres humanos — uns homossexuais, e outros heterossexuais: isto não passa de uma construção ideológica e política.

Um homem que faça do seu desejo sexual a sua própria identidade é considerado como um tarado sexual por qualquer psiquiatra; mas sendo um invertido, já é considerado “normal”.

A violência verbal do discurso activista sodomita lançada sobre os seus contraditores revela um estado patológico de carência, que resulta do corte em relação à alteridade sexual: a negação daquilo que falta ao invertido — a alteridade sexual — é um dos principais focos da reivindicação do movimento político homossexualista, que exprime o desejo de ver a sociedade inteira encarregar-se da solução de um problema intrapsíquico de alguém que faz do seu desejo sexual a sua própria identidade.

Quarta-feira, 31 Julho 2013

A marcha das putas

« Na Marcha das Vadias, em Copacabana, diversas encenações ilustraram os apelos feitos pelas feministas. Uma delas chamou a atenção por seu teor altamente polémico, pois os envolvidos utilizaram a imagem da Nossa Senhora como objecto sexual. A cabeça da Santa virou uma espécie de consolo. Em seguida, os manifestantes quebraram as imagens e as cruzes. Por fim, uma manifestante pegou o que sobrava de uma cruz, colocou camisinha em sua base e a enfiou no ânus de seu parceiro de encenação. Tal acto assustou até mesmo outros manifestantes que não esperavam tanta ousadia. Uma delas disse que colocaria uma máscara para não ser reconhecida, já que receava represálias no trabalho. »

Ler o resto aqui.

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Segunda-feira, 29 Julho 2013

O Papa Francisco I renega o apóstolo São Paulo

A julgar pelas próprias palavras deste Papa, o apóstolo S. Paulo irá ser renegado e excomungado pela Igreja Católica:os-sapatos-cambados-do-papa-web.jpg

“If someone is gay and he searches for the Lord and has good will, who am I to judge?” Francis asked. “We shouldn’t marginalize people for this. They must be integrated into society”.

Tradução das palavras deste Papa: “Se alguém é gay e procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para o julgar? Não devemos marginalizar as pessoas por isso. Elas devem ser integradas na sociedade.”

Note-se que este Papa não utilizou a palavra genérica “homossexual” – que pode ser um abstémio -, mas antes utilizou a palavra “gay”, que supõe explicitamente um homossexual sexualmente activo. A ideia deste Papa, segundo a qual um sodomita sexualmente activo que “procura o Senhor e tem boa vontade”, não deve ter o seu comportamento criticado pela Igreja Católica, vai contra as palavras do apóstolo S. Paulo, como seguem:

“Por isso é que Deus, de acordo com os apetites dos seus corações, os entregou à impureza, de tal modo que os seus próprios corpos se degradaram (…)

Foi por isso que Deus os entregou a paixões degradantes. Assim, as suas mulheres trocaram as relações naturais por outras que são contra a natureza. E o mesmo acontece com os homens: deixando as relações naturais com a mulher, inflamaram-se em desejos de uns pelos outros, praticando, homens com homens, o que é vergonhoso, e recebendo em si mesmos a paga devida ao deu desregramento”. – S. Paulo, Carta aos Romanos, 1, 24- 27

Será que este Papa – apoiado pelos acólitos clericais sodomitas que pululam pela Santa Sé e controlam o Vaticano – prepara-se para excomungar o apóstolo S. Paulo?

Sexta-feira, 26 Julho 2013

Gattaca, e a negação dos limites ontológicos e éticos da natureza humana

Um leitor escreveu um comentário neste verbete , como segue:

“Caro Orlando Braga, estou curioso quando fala que essa gente vive em situação de carência, será que poderia explicar melhor que tipo de carência é e em que circunstâncias se manifesta e como leva essa gente a ter comportamentos clinicamente destrutivos, poderia escrever um texto detalhado sobre esse assunto(ou indicar-me um), por favor? Cumprimentos.”

A dita “orientação homossexual” tem limites, como é óbvio. Por exemplo, a alteridade sexual necessária para a procriação é um dos limites da “orientação homossexual”.

Mas quando esses “limites da homossexualidade” são negados, aquilo que é realmente óbvio deixa de o ser.

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E é assim que os activistas políticos homossexualistas – nem todos são homossexuais e instrumentalizam a ideologia gayzista para outros fins, e muitos homossexuais não são activistas políticos gayzistas – fazem da exigência de respeito em relação aos homossexuais um instrumento de acção política no sentido da negação dos limites da “orientação homossexual”.

O “respeito pelos homossexuais” passa, então, a ser sinónimo de “negação dos limites da homossexualidade”. Ou seja, só respeita os homossexuais quem nega também esses limites da homossexualidade – o que é autocontraditório!. Pelo contrário, a verdade é que quem nega esses limites da homossexualidade é, de facto, quem não respeita a condição do comportamento sexual homossexual (seja esse comportamento determinado ou arbitrário). Existe aqui um paralelismo com o feminismo radical que parece defender os “direitos da mulher”, quando na realidade reduz a mulher a uma espécie de “homem”.

A negação dos “limites da homossexualidade” resulta de uma situação de carência ontológica que, por sua vez, decorre da negação da alteridade sexual. Essa situação de carência não desaparecerá jamais com o “casamento” gay, com a adopção de crianças por pares de invertidos, com a procriação medicamente assistida para todas as lésbicas, com a “barriga de aluguer” para todos os gays, etc., etc., – em suma, essa situação de carência não desaparecerá sequer com a hipostasia do filme “Gattaca”.

Este problema da negação dos limites da homossexualidade não tem solução, a não ser através da imposição coerciva, por intermédio da força bruta do Estado, da negação desses limites da homossexualidade a toda a sociedade, provocando uma ruptura ética e ontológica fundamental que nega a natureza humana, por um lado, e por outro lado transforma o filme “Gattaca” em realidade.

Este problema não tem solução porque a exigência do reconhecimento, por parte de toda a sociedade, da negação dos limites da homossexualidade exprime o desejo de ver a sociedade encarregar-se da solução prática de um problema intra-psíquico dos homossexuais que negam esses limites. E a imposição coerciva, através da força bruta do Estado, da negação cultural desses limites da homossexualidade revela a natureza totalitária da ideologia gayzista.

Adenda: a ler: « Pai e mãe e a “co-adopção” homossexual », por José Ribeiro e Castro

Segunda-feira, 15 Julho 2013

Os invertidos, o direito à diferença, e o desejo sexual subjectivo como identidade

« Por mero acaso, através de um dos canais de televisão generalistas portugueses – não me recordo qual: SIC? TVI? -, tomei conhecimento de que se realizou ontem em Braga uma manifestação pela igualdade de direitos dos homossexuais, na qual participaram cerca de duzentos manifestantes.

(…)

Pensei: estas reivindicações são absurdas e são-no porque a capacidade de gozo de direitos é independente de alguém ser heterossexual ou porventura homossexual. Os direitos são inerentes à personalidade humana, decorrem em directo desta e são naturalmente fruídos pelo homem como forma de realizar em pleno aquela mesma personalidade (livre, inteligente, racional), e sempre no respeito simultâneo do bem comum do todo social e da lei moral cognoscível pela consciência, reflexo da lei divina no âmbito humano.

Deste modo, não tem qualquer sentido a reivindicação pelos homossexuais de direitos iguais aos dos heterossexuais, pela simples razão de que os homossexuais já gozam de direitos iguais aos dos heterossexuais. Ao invés, ao manifestarem-se da forma que se manifestaram em Braga, os homossexuais pretendem, sob a capa da igualdade, um regime de privilégio que satisfaça a reivindicação de um pseudo-direito ao exibicionismo ostensivo da sua sexualidade, algo que os próprios heterossexuais nunca reivindicaram, nem podem reivindicar, porque moralmente inadmissível.»

A igualdade de direitos entre heterossexuais e homossexuais

Esta citação supra é acertada, e baseia-se na crítica a duas reivindicações homossexualistas: o direito à diferença, por um lado, e por outro lado ao desejo sexual homossexual subjectivo concebido como a própria identidade da pessoa homossexual.

1/ Conforme já escrevi aqui e algures, o conceito de “direito à diferença” é uma aberração ideológica: o “direito à diferença” não é a mesma coisa que “respeito pela diferença”. A reivindicação do “direito à diferença” é, por um lado, contraditória, e por outro lado, perigosa.

É contraditória porque a Declaração Universal dos Direitos do Homem tem como fundamento o princípio da igualdade natural de todos os homens. É perigosa porque reivindica direitos especiais para os invertidos e, se esse direito à diferença for concedido pela classe política, vai certamente conduzir a um retrocesso no princípio de igualdade entre os seres humanos em geral.

2/ Quando alguém reduz a sua identidade ao seu próprio desejo sexual, é um tarado sexual e precisa de tratamento psiquiátrico urgente.

Porém, este princípio lógico só se aplica aos heterossexuais: se uma pessoa heterossexual reduz a sua identidade ao seu desejo sexual, então dizemos – incluindo o Júlio Machado Vaz – que essa pessoa é destrambelhada dos miolos, que está maluquinha e que precisa de ser internada no Hospital Júlio de Matos ou quejando.

Mas se essa pessoa (que reduz a sua própria identidade ao seu desejo sexual) for homossexual, então acontece que está na moda – incluindo o Júlio Machado Vaz – dizer que essa pessoa é absolutamente normal.

3/ Se juntarmos a reivindicação política homossexualista do “direito à diferença”, por um lado, com a normalização da redução da identidade pessoal ao próprio desejo sexual subjectivo, por outro lado, temos então aqui o caldo ideológico e político daquilo a que podemos chamar de “homofascismo”.

Domingo, 14 Julho 2013

Alguns conselhos para quem defende o “casamento” gay

1/ escolha um dos seus progenitores (pai ou mãe) e apague o seu nome — dele ou dela — e a sua existência da sua vida;

2/ vá ao Registo Civil e elimine o nome desse progenitor da sua Certidão de Nascimento;

3/ elimine o nome desse progenitor e de toda a sua família da sua lista de contactos, lista de telefone, álbuns de fotografias, etc.;

4/ procure um gay ou uma lésbica para ser adoptado por ele ou ela. Escolha um ou uma que seja do sexo oposto ao progenitor que acabou de eliminar da sua Certidão de Nascimento – o que criará uma situação semelhante àquela que defende para as futuras crianças colocadas na mesma situação;

5/ insira o nome do novo ou da nova adoptante na sua Certidão de Nascimento.

6/ se os familiares do seu progenitor eliminado reclamarem da sua decisão, diga-lhes para “abrirem a mente” e que “se actualizem”, Diga-lhes que “as ligações genéticas não são suficientes para criar laços de família”; que “as ligações genéticas e biológicas não são necessárias para a parentalidade”; e que “a gestação uterina não é suficiente para justificar os laços familiares”;

7/ nunca mais mencione o nome de família do progenitor que acabou de eliminar da sua Certidão de Nascimento, incluindo os nomes dos membros dessa família. E nunca diga aos seus filhos que esse nome de família, e o seus membros, existem.

8/ finalmente, utilize os seguintes argumentos contra os seus críticos: a) “o casamento gay e adopção de crianças por pares de homossexuais fortalecerá a família e o casamento”; b) “não façam juízos de valor”; c) “¿ o que é que vocês têm contra os homossexuais?!”; d) “¿ você é homófobo?!!!”.

Quinta-feira, 11 Julho 2013

A ciência, as normas (ética) e a teologia cristã

Filed under: ética,Ciência — orlando braga @ 8:43 am
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Sobre este texto alegadamente de Olavo de Carvalho, que começa em “de novo a indistinção entre o normal, o natural, o saudável e o moralmente certo”, e acaba em “escrevo essas coisas em benefício apenas da clareza mental”, pretendo expressar uma pequena divergência, como segue:

(more…)

Quarta-feira, 10 Julho 2013

O orgulho de ser um animal irracional e bestial

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« La simulada sodomización del oso de la Puerta del Sol de Madrid por un homosexual en traje de Adán durante la enésima celebración orgiástica de la vulgaridad y la grosería hecha Orgullo Gay no es sólo un episodio más de la clásica chabacanería del susodicho colectivo en su Día Grande, sino que es una acción cargada de significado. Recordemos que la estatua del Oso y el Madroño representan las armas de la villa y corte de Madrid. El significado no puede ser más evidente: el movimiento gay se folla (seamos castizos por una vez: le da por el culo) aquello que se supone representa a la comunidad, vale decir su memoria histórica, sus señas de identidad, sus símbolos multiseculares…

(…)

El movimiento homosexualista es el enemigo nato de la sociedad organizada, del orden establecido, una empresa subversiva permanente, un agente perturbador, particularmente virulento en esta fase avanzada de descomposición general.

Hacía ahí van todas las puyas, todos los insultos, todos los escupitajos de esta gente. No hay en las manifestaciones cada vez más desacomplejadas y groseras de la especie gay ninguna reivindicación de derechos supuestamente conculcados o denuncia de una discriminación cualquiera, que de haberla corre en su favor, ya que hoy en día, en determinados círculos, el ser homosexual y además parecerlo es un plus, una nota superior, una llave que abre puertas. El movimiento gay, el homosexualismo militante, no marcha a favor de nada (lo tienen todo) si no es a favor de la erosión y destrucción de todo valor tradicional, todo orden, todo equilibrio, en breve: la sociedad normal basada en reglas y normas incompatibles con la voluntad suicida de los grupos y elementos cuya intrascendencia vital, cuyo vacío existencial quisieran hacer extensivo al conjunto de la sociedad. »

El Orgullo Gay da la nota en Madrid

Terça-feira, 9 Julho 2013

O parlamento europeu prepara-se para legalizar o tráfico de seres humanos

O parlamento europeu prepara-se para impor a todos os países da União Europeia a legalização do tráfico de seres humanos para satisfazer as reivindicações de uma pequeníssima minoria de invertidos. Trata-se de legalizar o negócio da “barriga de aluguer”, que é uma nova forma de escravatura.

Podemos definir “escravatura” como “a compra de seres humanos sob estatuto de propriedade pessoal, com a permanência do controlo dessa propriedade por parte do comprador, e com o apoio da lei e do Estado”.

«Quelles suites l’étude commandée par le Parlement européen sur la gestation pour autrui (GPA) va-t-elle avoir? Sollicités par la commission des Affaires juridiques, une quinzaine d’experts français et étrangers ont dressé un état des lieux, dans les différents pays européens, de cette pratique «en plein essor». Leur travail sera présenté lundi après-midi aux députés européens.

Huit pays sur les 28 que compte l’Union européenne autorisent ou tolèrent le recours à des mères porteuses. En France, la GPA demeure interdite. Même chez les Verts, parti où l’on trouve le plus de parlementaires favorables, «nous sommes très divisés sur cette question», indique l’eurodéputée EELV Michèle Rivasi. «Pourquoi le droit à l’enfant serait-il obligatoire?, s’interroge-t-elle. C’est très dur pour l’enfant ; il va chercher toute sa vie quel est le ventre qui lui a donné naissance…»

- Le Figaro: La GPA discutée au Parlement européen

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