A negação da realidade é uma característica comum aos gnósticos da antiguidade tardia e aos neognósticos (movimento revolucionário moderno). Segue-se que podemos dizer, e neste sentido, que um marxista ou um nazi, por exemplo, são neognósticos.
A proliferação de novos “direitos” atribuíveis ao cidadão revela essa negação íntima e subjectiva da realidade.
Enquanto que os gnósticos antigos consideravam a realidade, em que se move a existência humana, como sendo um “mundo tóxico” que, segundo eles, deveria ser objecto de rejeição e negação — os gnósticos modernos não só rejeitam e negam essa realidade, como pretendem também alterar o seu fundamento axiomático.
Quanto mais vou vendo e analisando o fenómeno revolucionário moderno, mais me convenço que o neognóstico ou revolucionário é basicamente um doente mental. Pessoas como, por exemplo, Francisco Louçã e outros dirigentes políticos da Esquerda, são doentes mentais.
Faz parte da doença mental neognóstica ou revolucionária, a obsessão com a igualdade que acaba por esmagar as diferenças humanas. E o absurdo é que a obsessão em relação à igualdade é proclamada em nome do direito à diferença…! Essa obsessão em relação à igualdade faz parte do quadro clínico de uma pessoa com graves perturbações mentais.
É neste ambiente de loucura política neognóstica que surgem as reivindicações de novos “direitos” — que reduzem a norma do Direito ao facto —, como por exemplo, o direito ao “casamento” gay, à adopção de crianças por duplas de avantesmas, à eutanásia, a liberalização do aborto e a equiparação dos direitos dos animais aos direitos humanos (ou vice-versa), etc.
Essas reivindicações de novos “direitos” expressam, por parte dos neognósticos ou revolucionários, a firme negação e rejeição da realidade concreta e objectiva, e o desejo — impossível de realizar — de alterar a estrutura axiomática da natureza e da realidade. Estamos a lidar com gente com graves problemas mentais!
O problema está em saber até que ponto permitimos que um bando de loucos tome conta da nossa sociedade.
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