perspectivas

Domingo, 9 Junho 2013

O director não-executivo da Goldman Sachs está de acordo com o Bloco de Esquerda

O representante da ONU e organizador do Fórum Global da Migração e Desenvolvimento é o inglês Peter Sutherland que é, também, director não-executivo do Banco Goldman Sachs International, e foi presidente do grupo petrolífero BP (British Petroleum).

¿ E o que é que o director não-executivo da Goldman Sachs (que “por acaso” é o organizador do Fórum Global da Migração e Desenvolvimento) defende, no que diz respeito às migrações populacionais e ao multiculturalismo ? Exactamente aquilo que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista defendem! Ou seja, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda estão de acordo com a Goldman Sachs.

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Terça-feira, 4 Junho 2013

A democracia em Portugal já acabou

Filed under: Europa,Política,Portugal — orlando braga @ 4:33 pm
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Segundo o Financial Times que refere o “mecanismo único de resolução” da União Europeia, a comissão europeia de Durão Barroso vai intervir directamente na Banca portuguesa, à revelia do governo português, da assembleia da república e do presidente da república, que não serão tidos nem achados nessa intervenção.

Os portugueses presentes na reunião de Bilderberg 2013

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — orlando braga @ 12:07 pm
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Paulo Portas, o Tó-Zero, e o inarrável e epidémico “bolsa-na-mão”. Vamos ter um governo de coligação Partido Socialista / CDS/PP.

Segunda-feira, 3 Junho 2013

O progresso e o mundo melhor

O conceito de “progresso” só faz algum sentido quando aquilo que de positivo (em termos éticos, culturais e/ou históricos) existiu no passado não se perdeu com o processo de devir. O progresso só pode ser acumulação de experiências positivas; e a esta acumulação de experiências positivas chamamos de “civilização”. Tudo o resto é mudança; e a mudança, entendida em si mesma, não é necessariamente “progresso”.

A existir um “mundo melhor” – se é que é possível – tem que ser um “mundo civilizado”. Não há “mundo melhor” sem a valorização positiva do passado – porque, como vimos, um “mundo melhor” não é apenas um “mundo em devir”: é essencialmente a justaposição cultural das experiências positivas do passado e do presente. A diabolização do passado histórico, ético e cultural é anti-progresso.

E é por isso que o “mundo melhor” é incompatível com o “progressismo” actual: defender o “progresso” e ser “progressista” é, hoje, uma contradição em termos.

Os dois radicalismos que irão devastar a Europa: globalismo e neonazismo

Filed under: Europa — orlando braga @ 4:15 pm
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Globalismo

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Neonazismo

Pelo menos na Grécia, os globalistas vão perder a batalha – a não ser que este país saia do actual double blind em que se encontra. E os neonazis vão ganhar devido à natureza antidemocrática do globalismo que impede que se afirme moralmente entre os povos da Europa. O neonazismo é um mal, mas é mal menor quando comparado com o outro mal.

Terça-feira, 24 Novembro 2009

Quando o marxismo serve de paradigma a um novo fascismo à escala global

« O que quer que venha rotulado como consenso da opinião mundial, aprovado unanimemente por vários governos, pelos organismos internacionais, pela grande mídia, pela indústria do show business e pelos intelectuais públicos mais em moda, ou seja, pela quase totalidade dos “formadores de opinião”, é suspeito até prova em contrário.»

Olavo de Carvalho

O que está a acontecer hoje é a recuperação sistemática dos métodos revolucionários ― que existiam antes da queda do muro de Berlim ― pela plutocracia organizada. Entenda-se por “plutocracia” o “grupo dos quinhentos” a que fez alusão Fernando Pessoa, que manobra, organiza e sustenta as tríades locais que pretendem controlar a sociedade exclusivamente através da mentira endémica como meio de acção política.

O método de acção cultural que serviu a opressão marxista, num passado próximo, é considerado hoje como sendo uma “boa metodologia” para a opressão do futuro ― mas desta vez sem o marxismo económico que atentava contra a super-estrutura capitalista. Vivemos uma espécie de marxismo em que sobrevive a super-estrutura intacta, ao mesmo tempo que se actua na infraestrutura de forma semelhante à que as ditaduras do proletariado o fizeram. Constrói-se uma espécie de ditadura do proletariado global a que escapa o “grupo dos 500” e seus capangas locais. Fascismo puro.

Sábado, 3 Outubro 2009

A celebração do prenúncio do fascismo global

«60 anos de barbárie». O título é perfeito.
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Quinta-feira, 3 Setembro 2009

Sobre Hegel e o comunitarismo de Etzioni

Fiquei a saber através de um comentário neste postal da existência do Comunitarismo, o que prova a minha ignorância e o facto de estarmos sempre a aprender. Segundo parece, o ideólogo do comunitarismo foi o judeu Amitai Etzioni. Sobre o comunitarismo segundo Etzioni, ainda não tenho opinião formada, embora se sugira aqui que o comunitarismo tem origem em Hegel, o que é provável.

Hegel

Hegel

Ora bem, antes de mais, para se evitarem mal-entendidos que sempre acontecem quando o espaço é curto, convém dizer que “nacionalismo” não é o mesmo que “estatismo”. As pessoas confundem Nação com Estado. Eu sou nacionalista mas não sou estatista ― o que não quer dizer que seja anti-Estado, nem o poderia ser, porque o Estado existe como um meio e não como um fim; o Estado serve a Nação e não é esta que deve servir aquele.

aqui se falou como as ideias de Hegel degeneraram naquilo que é o marxismo cultural ou politicamente correcto. As ideias têm sempre uma história. Eu estou de acordo com algumas ideias de Hegel ― por exemplo na frase que parece um cliché: “O que é real é racional, e o que é racional é real”. Mas a aplicação da dialéctica hegeliana ao processo histórico é perfeitamente desastrosa.
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Quarta-feira, 2 Setembro 2009

O que está por detrás da Nova Ordem Mundial ?

Winston Churchill dizia da União Soviética que era “um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma”. A eleição de Barack Hussein Obama e os desenvolvimentos da política globalista são um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma. Para o cidadão com alguma estatura intelectual, e mesmo para os políticos de países mais pequenos como Portugal e países do terceiro-mundo, o que se está a passar nos areópagos internacionais é um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma. O que é Nova Ordem Mundial?
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Quarta-feira, 3 Junho 2009

O silêncio dos culpados

O silêncio dos culpados

O silêncio dos culpados

“Temo os vossos silêncios, não as vossas injúrias.”

― Racine

Se a oposição a G W Bush era saudável, hoje existe um consenso político em torno de Obama que é doentio. Vivemos um tempo de “silêncio dos culpados”, que sabendo da monstruosidade global que se está a criar, se calam por forma a dirimir os erros das convicções pretéritas ― tudo em nome de uma coerência que não existe senão como uma manifestação de uma desonestidade política. Embora a História não se repita, vivemos um tempo de silêncio dos culpados similar ao que ocorreu com a ascensão de Hitler ao poder na Alemanha dos anos 30 do século passado. Um silêncio ensurdecedor e acomodadiço; um baixar de braços perante um novo projecto de totalitarismo, desta feita, a nível global. Como se poderá fazer oposição a um totalitarismo global?
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Todo o político federalista é um traidor à Nação Portuguesa

O que é o Tratado de Lisboa?

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Terça-feira, 28 Abril 2009

‘Pensar Portugal’, na RTP 1

Quando num Estado de Direito os tribunais se substituem ao parlamento, como está a acontecer nos Estados Unidos com os tribunais a revogarem as leis do Código Civil sobre o casamento sem darem cavaco aos parlamentos estatais, de facto assistimos a uma revolução anti-democrática.

O programa de ontem da Fatinha teve três traços essenciais: o politicamente correcto, o conceito ambíguo de “globalismo” e a apologética obâmica.

O politicamente correcto decorre da presença de Mário Soares no debate, ele próprio representando o correcto na política sem contraditório possível. Perante a figura de Mário Soares, ninguém se atreve a discordar dele, porque ele faz uso da autoridade política que, em parte, granjeou na sociedade portuguesa.

O conceito de “globalismo” não foi definido pelos intervenientes talvez porque não interessava definir nada sobre isso. A pergunta de um estudante foi inteligente: “O fim do neoliberalismo como ideologia não abre as portas a um globalismo?”
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