perspectivas

Terça-feira, 13 Março 2012

Ter um comportamento nazi é um privilégio exclusivo dos gays

Schützenkönig und Schützenkönigin


“Katholische Schützen und der Kölner Weihbischof Koch erhalten nach Homosexuellen-Beschluss Morddrohungen aus der Homoszene und werden als Nazis beschimpft – Jetzt gibt es eine Strafanzeige bei der Staatsanwaltschaft Köln.”

via KATH.NET – Katholischer Nachrichtendienst.

Na Alemanha, como noutros países, existe uma Associação de Tiro ao Alvo que dá pelo nome de Schützenverein. Faz parte da tradição alemã escolher anualmente o Rei do Tiro ao Alvo [ Schützenkönig ] caso se trate de um homem, ou a Rainha do Tiro ao Alvo [ Schützenkönigin ] caso se trate de uma mulher. E a mulher de um Schützenkönig recebe automaticamente o título de Schützenkönigin [ver imagem].

Na cidade alemã de Colónia, a Associação de Tiro ao Alvo da cidade [ Schützenverein ] decidiu contra a pretensão do lóbi político gayzista local de nomear oficialmente o parceiro gay de um Rei do Tiro ao Alvo [ Schützenkönig ] de Rainha do Tiro ao Alvo [ Schützenkönigin ]. Em consequência, o lóbi político gayzista ameaçou de morte três membros da direcção da Associação de Tiro ao Alvo, incluindo um bispo católico que recebeu um email informando que “serás enforcado por isto”, “a tua felicidade e a da tua família estão ameaçadas”, “vamos transformar a tua vida num inferno”, para além de uma linguagem insultuosa e de se classificar de “nazis” toda a gente que se opõe à agenda política gayzista.

Este incidente não foi publicado nos me®dia alemães, como é óbvio. E é por isso que os gays continuam a ser vistos na opinião pública como os “coitadinhos”, as “vítimas do discurso de ódio”, os “excluídos sociais”, etc.

A política cultural gayzista de Obama e Hillary Clinton, falha em África

“On January 19, three days after Clinton attended the second-term inauguration ceremony of Liberian President Ellen Johnson Sirleaf, a winner of the 2011 Nobel Peace Prize, Sirleaf’s press secretary announced that she would veto any legislation allowing gays to wed or legalizing homosexuality.

In February, a Liberian lawmaker introduced legislation that would ban gay marriage. The bill, an amendment to existing legislation banning incestuous marriages and polygamy, would make gay marriage a first-degree felony, with prison sentences of up to ten years.”

via The Obama Administration’s Bold but Risky Plan to Make Africa Gay-Friendly – Robbie Corey-Boulet – International – The Atlantic.

Barack Obama e a abortista Hillary Clinton adoptaram uma política de chantagem em relação aos países africanos: ou legalizam o “casamento” gay, ou os Estados Unidos não apoiam o desenvolvimento de África.

Ora, o que acontece é que as reacções dos países africanos em geral contra a agenda política obamista — nomeadamente da Libéria que é maior aliado dos Estados Unidos em África, através da presidente liberiana e prémio Nobel da Paz Ellen Johnson Sirleaf [na imagem abaixo] — revelam que a estratégia política radical de Obama de promoção da cultura de morte em África saiu furada.

Os países africanos ainda vão ter, um dia, a missão de civilizar a Europa.

Sábado, 10 Março 2012

Isto vai ter um fim que não vai ser coisa bonita

“Recentemente, uma dupla de gays solicitou pernoita na estalagem dos Bull, e naturalmente que essa pernoita foi recusada. Em consequência da recusa de check-in, a dupla de gays resolveu processar judicialmente o casal Bull por discriminação, pedindo uma indemnização de cerca de 5.000 Euros.”

via Peter and Hazelmary Bull, vítimas da intolerância gayzista « perspectivas.

No ano passado, uma casal inglês proprietário de uma estalagem foi condenado a pagar em tribunal cerca de 5.000 Euros por se ter recusado a albergar uma dupla de gays [ver imagem em baixo].


Em Nova Iorque foi inaugurado um Hotel exclusivo para gays [ver imagem completa aqui].

Eu não acho mal que se criem hotéis exclusivamente para gays; aliás, penso que se deveriam construir cidades inteiras só para gays. O que eu não aceito é que me venham dizer que os “direitos” dos gays são exclusivistas: só os gays têm o direito de impôr o apartheid à maioria da população.

Este fenómeno cultural da supremacia gayzista vai ter um fim… que não será bonito de ver. De tanto nos moerem a paciência e o juízo, um dia destes a “tampa salta”…! E depois, vitimizam-se.

Sexta-feira, 9 Março 2012

Durão Barroso: o “cu de pedra” da União Europeia

Segundo o critério das Nações Unidas, uma ONG [Organização Não-governamental] é aceite naquela organização internacional na medida em que não seja financiada por governos; ou seja, a partir do momento em que uma ONG é financiada por um qualquer governo, deixa automaticamente de ser creditada na ONU como sendo uma ONG (Organização Não-Governamental).

Respondendo ao escândalo público que constituiu o financiamento da ILGA-Europa por parte da Comissão Europeia, Durão Barroso escreveu, preto no branco e sem deixar quaisquer dúvidas, que “a União Europeia não se rege pelos critérios da ONU em relação às ONG’s”. Segundo Durão Barroso, a atribuição de financiamentos a organizações políticas da sociedade civil — como é o caso da ILGA-Europa — por parte da União Europeia, depende apenas e só do critério totalmente arbitrário e nepotista da elite política e burocrática europeia sediada em Bruxelas.

Na ex- URSS, Molotov era conhecido pelo apelido de “cu de pedra”, porque foi o exemplo supremo do burocrata — sentado num cadeirão do Poder — que se alcandora a uma posição de relevo no Partido Comunista e na sociedade.

No leviatão europeu também existe um “cu de pedra”: Durão Barroso.

Quarta-feira, 22 Fevereiro 2012

O fim da idade da inocência

Depois da transformação da mulher em objecto sexual — o que é um facto sociológico e cultural contemporâneo inegável —, a revolução sexual segue o seu curso previsível e pretende transformar a criança — desde o seu nascimento! — em um objecto sexual através da legalização da pedofilia, mediante a classificação da pedofilia como “orientação sexual”. E na linha da frente da normalização da pedofilia, está o activismo político gay.

Um estudo “científico” recente realizado nos Estados Unidos chegou à conclusão de que as crianças [na esmagadora maioria, do sexo masculino] abusadas sexualmente entram em “não-conformidade de género” — que é um eufemismo que o referido estudo “científico” arranjou para “confusão de género”.

Porém, o estudo científico diz que o abuso sexual das crianças, considerado em si mesmo, não é um mal: o que é um mal é a reacção dos pais da criança em relação ao comportamento anormal subsequente ao abuso. Segundo o estudo “científico”, depois de a criança ser abusada sexualmente, os pais devem colaborar activamente com o comportamento anormal da criança que decorre do abuso sexual que sofreu, e mesmo incentivar a “não-conformidade de género da criança”.

Resumindo as conclusões do estudo “científico”:

  • não existe nenhum mal em uma criança ser abusada sexualmente;
  • o mal existe apenas e só quando os pais da criança não colaboram com, e não incentivam, a confusão de género da criança que decorreu do abuso sexual que sofreu.

Caros amigos: perante isto, é “entrar com pau” neles e “baixar o porrete”. Não há outro caminho possível.

Sábado, 18 Fevereiro 2012

Na Suécia, quem criticar publicamente a sodomia vai para a cadeia

“Anyone challenging the homosexualist agenda in public in Sweden can be sent to prison, and the European Court of Human Rights (ECHR) has ruled that this does not constitute any violation of rights. In 2004, the Swedish government charged a group of pamphleteers with “agitation against a national or ethnic group,” a crime that carries a maximum penalty of 2 years in prison.”

via EU family roundup: Criticize homosexuality in Sweden and go to jail?: No problem for European court | LifeSiteNews.com.

Na Suécia, quem criticar publicamente o acto homossexual vai parar à prisão. Por exemplo, se eu fosse sueco e por escrever este mesmo postal, provavelmente iria dar com os ossos na pildra. E o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos concorda com a lei sueca, ou pelo menos não tem nada a opor-lhe.
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Segunda-feira, 13 Fevereiro 2012

Duas lésbicas britânicas “traídas” pelo pai homossexual que quer ver o seu filho

Confusão de grelos, homens nabos e falta de tomates: é esta a revolução agrícola que a Esquerda pretende para Portugal :

Deux lesbiennes britanniques se déclarent « amères et trahies » parce que leur donneur de sperme, un ancien ami gay, demande à pouvoir passer des week-ends et les vacances avec son fils biologique.

Ils s’étaient rencontrés dans un restaurant et avaient convenu tous les trois, avant la conception, que les deux femmes seraient les « parents » de l’enfant, qu’il vivrait dans une « famille nucléaire » et que l’homme ne ferait pas valoir ses droits de père.

Marié à la mère (« un mariage de complaisance ») ce dernier était présent à la naissance de son fils et a pu le serrer dans ses bras. Aujourd’hui, il demande à le voir régulièrement et à être reconnu comme son père. La justice anglaise va donc devoir répondre à cette question : un enfant peut-il avoir trois « parents » et deux foyers ?

Les deux lesbiennes veulent élever leur enfant dans « une famille intacte (sic), avec deux parents » et jugent « très étrange » le concept de « trois parents, deux foyers » défendu par le père, selon les termes de leur avocat. Néanmoins, elles ne seraient pas opposées à l’idée qu’il participe à l’éducation de son fils, au contraire…

via Deux lesbiennes « trahies » par le père homosexuel qui veut voir son fils….

Terça-feira, 7 Fevereiro 2012

Os “tolerantes” panascas não são racistas ?

“The Archbishop of York received racist and threatening messages just days after he voiced his support for traditional marriage, sparking a police hate crime investigation.

Earlier the Archbishop’s office confirmed that North Yorkshire Police had been called in following a number of “abusive and threatening emails of a racist nature”.

Last week Dr John Sentamu told the Daily Telegraph that marriage must remain between a man and a woman, but his comments provoked outrage amongst gay rights campaigners and led to a protest at York Minster.”

via Archbishop racially abused after supporting traditional marriage | News | The Christian Institute.

Os activistas panascas comparam o homocepticismo ao racismo, colocando os dois conceitos num mesmo plano. Mas quando um preto não concorda com a promiscuidade sexual gay e com a tentativa gayzista de destruir a instituição do casamento, os “tolerantes” panascas ameaçam e insultam o preto.

Terça-feira, 31 Janeiro 2012

A revolução sexual e a ideologia de género custam o dobro do total gasto com o alcoolismo, o tabagismo e a obesidade

Promiscuity has direct financial costs. STIs are estimated to cost the NHS – and therefore the taxpayer – more than £1 billion per year. There are also longer-term costs. HIV treatment is now estimated at around £0.5 billion a year in the UK, with lifetime costs per case estimated at more than £300,000.

Preventing the 3,550 new cases that were diagnosed in 2008 would ultimately have saved £1.1 billion. The estimated 83,000 cases of HIV in the UK at the end of 2008 represent a total lifetime cost of £26 billion. Teenage pregnancy costs the NHS £63 million per year, and a further £29 million for infertility and other complications arising from chlamydia alone.

96 per cent of abortions are carried out on the NHS, at a cost of £650 each,[18] or £118 million.

These direct costs total around £60 per taxpayer annually. However, this ‘premium’ to insure our sexual freedom soars when the wider costs are taken into account.”

via The Jubilee Centre – Free sex: Who pays?.

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Domingo, 20 Novembro 2011

A Inquisição Gay ou Ingaysição

A imagem supra refere-se a uma notícia no jornal Público publicada na FaceBook, e vê-se imediatamente abaixo dois comentários: o primeiro é meu, e o segundo comentário é de um polícia da Al Gayeda em serviço no FaceBook.

A estratégia da Gaystapo é criação de um clima psicológico de medo generalizado que impeça a liberdade de expressão. Porém, e como podemos ver no comentário, o critério de acusação por crime de heresia [delito de opinião] é absolutamente discricionário e subjectivo, e remete para um novo tipo de Inquisição [a Ingaysição].

Adrian Smith

O critério gayzista é o de censura pidesca [de PIDE] de opinião a tudo o que parece ser discriminação, e não àquilo que é, de facto, discriminação. Qualquer opinião que pareça ser discriminatória, passa automaticamente a ser discriminatória. Este ambiente leva a um clima social de esquizofrenia paranóica que podemos exemplificar com o caso do cidadão inglês Adrian Smith.

Adrian Smith estava em sua casa e, por isso, no seu tempo privado, quando entrou no FaceBook e escreveu um comentário numa notícia lá publicada que anunciava a celebração de uniões-de-facto gay em igrejas inglesas. E o seu comentário foi apenas e só o seguinte: “an equality too far” [igualdade demasiada].

Em consequência desse seu comentário, a Gaystapo inglesa, em serviço no FaceBook, entrou em acção, descobriu a empresa onde Adrian Smith trabalhava, e a empresa despromoveu-o e fez-lhe um corte salarial de 40% — ou seja, um simples comentário que decorre da liberdade de expressão valeu-lhe um corte de salário de 40%.

Actualização: Victory for Christian demoted over gay marriage comments

Quarta-feira, 2 Novembro 2011

O governo “conservador” inglês pretende que gays se “casem” nas igrejas

Same-sex couples could be able to register civil partnerships in churches in England and Wales before the end of the year, according to controversial new plans from the Government.

via Government sets date for church civil partnerships | News | The Christian Institute.

O governo inglês pretende que duplas de gays registem as suas uniões-de-facto nas igrejas inglesas; ou seja, em vez de alugarem um parrot na praia, ou um restaurante, ou ainda uma sala de um hotel, o governo inglês vai legislar no sentido de transformar as igrejas cristãs em locais adequados para os gays fazerem as suas festas das uniões gay.

Segundo a “ministra da igualdade” do governo “conservador” inglês, Lynne Featherstone, não se trata de celebrações religiosas: as igrejas serão apenas e somente transformadas em locais públicos onde os gays se juntam para celebrar as suas uniões. Naturalmente que as sacristias das igrejas podem transformar-se também em locais adequados para um pequeno bacanal introdutório das celebrações das uniões gay.

Clique na imagem

Domingo, 30 Outubro 2011

Bunker, o super-herói que “pega de empurrão”

O lóbi guei internacional criou um super-herói de banda desenhada, que a primeira coisa que faz quando vê um homem, inimigo da sociedade, é virar-lhe o traseiro: é assim que o super-herói Bunker combate o racismo e a homofobia.

Sempre com aquele ar alegrete, excêntrico e hipster, o super-herói Bunker convida as crianças a seguirem-lhe o exemplo: “dar o pacote” é a melhor forma de estabelecer a paz e a justiça na Terra. E convidar todos os retrógrados cristãos homófobos e racistas a uma metanóia de “saída do armário” generalizada, é a melhor forma de salvar o planeta do aquecimento global, de que o excesso de seres humanos é a principal causa.

Salvando o planeta enquanto meneia a bunda, voando graciosamente qual borboleta colorida e justiceira, combatendo os horrendos criminosos homófobos e naturalmente, por consequência e por lógica sequitur, lutando contra os criminosos racistas — Bunker faz da abertura do seu bunker posterior a chave do progresso e da justiça na Terra, rumo a uma sociedade de plena felicidade para todos, incluindo a felicidade dos pedófilos para os quais as crianças são convidadas a mitigar as penas da discriminação social e do preconceito tenebroso que pauta a idade das trevas dos trogloditas cristãos.

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