perspectivas

Sexta-feira, 2 Maio 2014

O parlamento inglês é controlado por invertidos

 

Uma candidata inglesa ao parlamento europeu, pelo partido English Democrats, afirmou publicamente que existe um excesso de invertidos no parlamento inglês. Julia Gasper disse que existem centenas de fanchonos no parlamento, em todas as posições importantes e prestando favores uns aos outros.

homo-fascismSendo que os fanchonos constituem cerca de 1,5% da população — denunciou Gasper —, a proporção justificaria eventualmente cerca de 10 deputados; no entanto, existem centenas de panascas no parlamento inglês, o que constitui uma violação da democracia.

Este fenómeno de estiolamento da democracia inglesa — através da crescente influência de um partido homofascista não declarado e que não concorre abertamente às eleições, e que se mantém como eminência parda do sistema político — já não é só um fenómeno inglês: países como o Canadá, os países anglo-saxónicos em geral, os países nórdicos da Europa, parecem sofrer do mesmo tipo de estiolamento. E até em Portugal começam a aparecer sinais de alarme: se contarmos os deputados e deputadas invertidos, e se compararmos proporcionalmente em relação à população portuguesa, verificamos que existe já essa tendência em Portugal.

Sexta-feira, 18 Abril 2014

O movimento político gay, a Esquerda e o Positivismo

 

Os neo-empiristas (ou neo-positivistas, vai dar no mesmo), como por exemplo, Carnap, Schlick, Russell, Wittgenstein, etc., diziam que os valores da Ética são subjectivos (pertencem exclusivamente ao âmbito da emoção) e que, por isso, dizem eles que “os valores da ética não são racionais”.

Ora, a verdade é que tudo o que pode ser racionalmente fundamentado, pertence à esfera do racional; e os valores da Ética podem e devem ser racionalmente fundamentados. E, por outro lado, um mesmo valor ético pode ser, simultaneamente, racionalmente fundamentado e objecto de vivência emocional — a razão e a emoção estão, muitas vezes, ligadas entre si.


Quando nós analisamos os argumentos do lóbi político homossexualista em relação à adopção de crianças por pares de invertidos, verificamos, escarrada neles, a assimilação da concepção ética positivista.

Por exemplo, a Isabel Moreira “joga sempre com dois carrinhos” (a dialéctica gayzista/positivista): por um lado, recorre sistematicamente ao apelo à emoção através dos me®dia — na medida em que os valores da ética são considerados, por ela e pelo movimento gayzista, como pertencendo exclusivamente à esfera do emocional —, e, por outro lado, recorre à tentativa de instrumentalização do Direito Positivo isento de qualquer influência do Direito Natural.

Não existe, na concepção gayzista dos valores da ética, uma ideia que não seja subjectivista e emocional.

Para o homossexualismo, os valores da ética não podem ser fundamentados racionalmente, porque são (alegadamente) exclusivamente subjectivos e emocionais; e — tal como pensavam os neo-empiristas — sendo que os valores da ética não são objectivos e não são passíveis de fundamentação racional, então cabe apenas e só ao Direito Positivo formatar arbitrariamente a ética utilizando a força bruta do Estado.

Esta concepção da Ética é assustadora!

Sexta-feira, 4 Abril 2014

O problema é político, e só pode ser resolvido com um partido político

 

A forma como o pasquim Público noticiou a demissão de Brendan Eich, da empresa Mozilla, por pressão do lóbi político gayzista, é inacreditável:

“Em 2008, Eich financiou a campanha contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia. Uma polémica que renasceu no início da semana passada, quando a Mozilla o nomeou para o cargo de director-executivo, contrariando a tradição de uma empresa conhecida pela diversidade e pela promoção da open source.”

Ou seja, segundo o pasquim Público, a “tradição da diversidade” só pode existir com um pensamento único imposto pela Gaystapo. Isto só lá vai “à bomba!”; ou então, através de um movimento político organizado. Quando o lóbi político gayzista, respaldado pelo marxismo cultural (ler o ensaio de Herbert Marcuse sobre o conceito de  “tolerância repressiva”), consegue demitir um CEO de uma grande empresa — então só resta à sociedade a organização de um partido político de sinal radicalmente contrário. Ou seja, neste contexto, a homofobia passa a fazer todo o sentido e recomenda-se!

gay-inquisition-web

Entretanto, um membro do Conselho de Administração da World Vision foi obrigado a demitir-se devido à pressão da Gaystapo e da Ingaysição. Meus caros, isto só lá vai à paulada! Chegou-se a um ponto tal que a coisa já não vai com falinhas mansas: tem que se organizar a paulada sistemática! Nós somos a maioria!

O gayzismo é um movimento totalitário — o homofascismo — que se caracteriza pelo ódio, intolerância, anti-liberalismo, e perseguição inquisitorial. O caso de Brendan Eich é o princípio de uma série de casos que se seguirá; e não pensem que este caso não terá repercussões em Portugal e na União Europeia. Segundo a Lei da Impossibilidade de Mérito, “o que aconteceu a Brendan Eich não acontecerá a você, caro leitor; mas se acontecer, você merece-o!”.

Sexta-feira, 31 Janeiro 2014

Béatrice Bourges: a heroína pela liberdade e contra o despotismo socialista de François Hollande

 

Béatrice Bourges está em greve de fome há cinco dias na praça Édouard Hériot, em Paris. A greve de fome de Béatrice Bourges tem como objectivo protestar contra as políticas culturais (na área dos costumes) e económicas do socialista e jacobino François Hollande.

printemps_beatrice_bourges

Na passada Segunda-feira, Béatrice Bourges foi interrogada (na via pública!) onze vezes pela polícia a mando do ditador François Hollande — segundo nos informa o GalliaWatch. Não satisfeitos com os interrogatórios sucessivos, a polícia social-fascista do jacobino François Hollande tentou privar Béatrice Bourges do sono, impedindo-a de dormir, para além de tentar privá-la de liberdade de movimento na via pública.

Na passada quinta-feira, Béatrice Bourges foi interrogada novamente pela polícia fascista do jacobino François Hollande, apesar da sua fraca condição física devido à greve de fome. Para evitar que ela fosse detida pela polícia neonazi e gayzista do maçon François Hollande, a família de Béatrice Bourges acabou por retirá-la da rua a pretexto de um exame médico.

Beatrice Bourges

¿Você já viu qualquer referência a Béatrice Bourges nos me®dia portugueses? Não viu nem virá! Voltamos ao tempo da clandestinidade imposta por um novo fascismo gayzista e maçónico.

Quarta-feira, 18 Dezembro 2013

Adivinhem quem foi eleito a “Personagem do Ano” pelo movimento gayzista internacional

Filed under: A vida custa,politicamente correcto — orlando braga @ 7:00 am
Tags: , , , ,

 

Vejam aqui.

Domingo, 17 Novembro 2013

A homofobia das lésbicas é uma coisa muito feia

 

Un couple lesbien se sépare : coup de couteau passionnel en plein centre-ville

Uma lésbica homofóbica enfiou uma faca com uma lâmina de 14 centímetros no peito de uma outra lésbica que assim foi vítima de homofobia. A homofobia dos gays e das lésbicas é uma coisa muito feia.

Quinta-feira, 31 Outubro 2013

O parlamento europeu pretende instituir privilégios para os invertidos

 

Defender os direitos humanos não é instituir privilégios de classe.

A deputada lésbica austríaca ao parlamento europeu, “butch” Ulrike Lunacek (Gouine comme un camion!), elaborou um Relatório de Iniciativa 1 — semelhante ao relatório da execrável Edite Estrela — que, a ser aprovado, instituirá uma forma de censura política pior do que a salazarista: a censura do pensamento. No tempo do Salazarismo, eram censurados os textos publicados contra o regime do Estado Novo; mas segundo o relatório da “butch”  Ulrike Lunacek, qualquer pensamento homofóbico deve ser censurado, o que significa a criação de uma polícia política do pensamento.

«Since January 2011, it has made this request ten times in various resolutions, asking the European Commission to produce a roadmap against homophobia and discrimination on grounds of sexual orientation and gender identity. This report sets out a draft canvas for such a comprehensive policy.»

Ulrike Lunacek web 300A partir do momento em que a “butch” lésbica Ulrike Lunacek confunde “homofobia”, por um lado, com “discriminação em função de orientação sexual”, por outro lado, entrou-se já no campo da subjectivização da lei que torna legais autos-de-fé mediante a falácia da interrogação e censura do pensamento. O movimento gayzista é mais perigoso do que a PIDE; e só é comparável à GESTAPO e/ou ao KGB.

Por outro lado, quando se fala em “discriminação” (por exemplo, no acesso ao trabalho) há que ter o cuidado de não deduzir daí a exigência de atribuição de privilégios. Não faz sentido que um fanchono tenha qualquer prioridade no acesso ao trabalho quando comparado com uma pessoa normal. O combate à discriminação não significa a atribuição de privilégios aos fanchonos. Defender os direitos humanos não é instituir privilégios de classe.

Nota

1.  Os Relatórios de Iniciativa do parlamento europeu não são vinculativos, ou seja, não obrigam os governos e Estados nacionais. Mas como a classe política europeia, em geral, tende para o extremismo político — por exemplo, o Partido Socialista e o Partido Social Democrata —, esses Relatórios de Iniciativa são, regra geral, imediatamente adoptados a nível nacional por uma classe política subserviente ao politicamente correcto.

Quarta-feira, 23 Outubro 2013

A total inversão da lógica e dos valores, ou o perigo orwelliano do Partido Socialista

 

O PSD propõe que seja feito um referendo sobre a co-adopção por homossexuais (ler a notícia aqui). A deputada homofascista do Partido Socialista, Isabel Moreira, emite a seguinte opinião:

1984«“Encaro este projecto de resolução [JSD] com enorme surpresa, porque todos assistimos à apresentação de um diploma que prevê a adopção do filho do cônjuge ou do unido de facto em casais do mesmo sexo, que foi aprovado na generalidade; e todos assistimos também a uma ampla discussão na especialidade, com a criação de um grupo de trabalho para esse efeito, tendo a presidência da deputada do PSD Carla Rodrigues, que está de parabéns, porque fez um trabalho intenso e difícil.”

“Agora encontraram este estratagema de aparecer com uma proposta de referendo, que é um acto antidemocrático e pouco leal do ponto de vista político”, acusou a deputada socialista.

Segundo Isabel Moreira, a iniciativa da JSD é antidemocrática "porque a Assembleia da República é a sede da tomada de decisões legislativas, sobretudo de decisões complexas como esta [da co-adopção], que implicam uma abordagem de vários pontos de vista científicos e jurídicos".

"Por outro lado, há uma questão de direitos fundamentais, que é o direito de ter uma mãe ou um pai. Referendar direitos fundamentais é a negação da democracia", advogou a deputada constitucionalista da bancada do PS.»

Por aqui podemos ver o alto perigo em votar no Partido Socialista. Não se trata de um mero risco: é um perigo iminente. Um partido que afirma publicamente que “um referendo é anti-democrático” é um partido mais extremista do que o Partido Comunista que já defendeu, por diversas vezes, a realização de referendos.

O Partido Socialista actual é (ainda) mais perigoso do que o Bloco de Esquerda, porque este último já não engana ninguém. A linguagem orwelliana na política foi transferida do Bloco de Esquerda para o Partido Socialista.

Vemos isto mesmo quando a deputada homofascista e socialista Isabel Moreira utiliza o argumento do “direito de uma criança ter pai e mãe” para defender que se retire à criança esse mesmo direito através da adopção gay (pensamento duplo). Isto é absolutamente orwelliano!

Sábado, 5 Outubro 2013

É de loucos!

Filed under: homocepticismo,Homofascismo,Homofobismo — orlando braga @ 12:22 pm
Tags: , , ,

 

"Sólo uno de cada cien británicos reconoce abiertamente su homosexualidad, es decir 545.000 adultos (1,1% de la población) se considera a sí mismo gay o lesbiana y unos 220.000 (0,4%) confiesan su bisexualidad.

A pesar de la iniciativa del Gobierno de Cameron de legalizar el matrimonio homosexual en Reino Unido, eso sí con la oposición de casi la mitad de sus diputados conservadores, no se ha producido un incremento en el número de personas dispuestas a hacer pública su condición de gay o lesbiana respecto a los resultados del año anterior."

La lucha de Cameron por los derechos de este colectivo no repercute en un aperturismo de la población

(via)

Por vezes, ponho-me a pensar se não serei que estou a ver mal o mundo e a realidade. Perante o absurdo, questiono-me se não serei eu que não está bem da cabeça — porque a melhor forma de nos mantermos sãos é questionamo-nos sobre a nossa hipotética loucura…!

A notícia induz o leitor a concluir que "não há mais fanchonos em circulação no Reino Unido porque o povo é homófobo". Perante isto, dou comigo a pensar: ¿ serei eu que estou maluco?!, e não estou ver bem a coisa?

E depois está implícita na notícia uma lógica extraordinária: a percentagem de homossexuais aumenta com o passar dos anos, ou porque a percentagem actual não corresponde supostamente à realidade, ou porque se supõe que a homossexualidade "evolui" e propaga-se epidemicamente na sociedade com o passar do tempo.

Carlo Cipolla, nas suas leis fundamentais da estupidez humana, defendeu a tese segundo a qual a percentagem de estúpidos em circulação é fixa, por um lado, e por outro lado é quantitativamente semelhante em qualquer sociedade. Mas parece que esse princípio não se aplica aos fanchonos: não só a sua percentagem não é fixa, como "evolui" ao longo do tempo.

Sexta-feira, 20 Setembro 2013

O contraste entre os dois Papas

Filed under: Igreja Católica — orlando braga @ 9:25 am
Tags: , , , , ,

«O Papa Bento XVI disse hoje, a bispos brasileiros, no Vaticano, que é papel da Igreja emitir juízo moral em questões políticas quando isso for importante para defender os direitos fundamentais da pessoa. No discurso, ao qual a reportagem da Gazeta do Povo teve acesso com exclusividade, o Pontífice afirmou que os padres devem se posicionar quando estiverem em discussão temas como aborto e a eutanásia (a abreviação da vida de doentes terminais).»

Bento XVI defende acção política da Igreja contra o aborto

A notícia é de 28 de Outubro de 2010, mas poderia ser de hoje, não fora o golpe-de-estado que um grupo de cardeais operou no Vaticano, colocando no poder uma espécie de títere. É por demais evidente que quem manda hoje, e de facto, na Igreja Católica não é o Papa Francisco I: existe uma plêiade esconsa e sinistra que controla o Papa em exercício.

bento 16

Quarta-feira, 31 Julho 2013

A marcha das putas

« Na Marcha das Vadias, em Copacabana, diversas encenações ilustraram os apelos feitos pelas feministas. Uma delas chamou a atenção por seu teor altamente polémico, pois os envolvidos utilizaram a imagem da Nossa Senhora como objecto sexual. A cabeça da Santa virou uma espécie de consolo. Em seguida, os manifestantes quebraram as imagens e as cruzes. Por fim, uma manifestante pegou o que sobrava de uma cruz, colocou camisinha em sua base e a enfiou no ânus de seu parceiro de encenação. Tal acto assustou até mesmo outros manifestantes que não esperavam tanta ousadia. Uma delas disse que colocaria uma máscara para não ser reconhecida, já que receava represálias no trabalho. »

Ler o resto aqui.

a-marcha-das-putas.jpg

Sexta-feira, 26 Julho 2013

Gattaca, e a negação dos limites ontológicos e éticos da natureza humana

Um leitor escreveu um comentário neste verbete , como segue:

“Caro Orlando Braga, estou curioso quando fala que essa gente vive em situação de carência, será que poderia explicar melhor que tipo de carência é e em que circunstâncias se manifesta e como leva essa gente a ter comportamentos clinicamente destrutivos, poderia escrever um texto detalhado sobre esse assunto(ou indicar-me um), por favor? Cumprimentos.”

A dita “orientação homossexual” tem limites, como é óbvio. Por exemplo, a alteridade sexual necessária para a procriação é um dos limites da “orientação homossexual”.

Mas quando esses “limites da homossexualidade” são negados, aquilo que é realmente óbvio deixa de o ser.

gattaca-300-web.jpg

E é assim que os activistas políticos homossexualistas – nem todos são homossexuais e instrumentalizam a ideologia gayzista para outros fins, e muitos homossexuais não são activistas políticos gayzistas – fazem da exigência de respeito em relação aos homossexuais um instrumento de acção política no sentido da negação dos limites da “orientação homossexual”.

O “respeito pelos homossexuais” passa, então, a ser sinónimo de “negação dos limites da homossexualidade”. Ou seja, só respeita os homossexuais quem nega também esses limites da homossexualidade – o que é autocontraditório!. Pelo contrário, a verdade é que quem nega esses limites da homossexualidade é, de facto, quem não respeita a condição do comportamento sexual homossexual (seja esse comportamento determinado ou arbitrário). Existe aqui um paralelismo com o feminismo radical que parece defender os “direitos da mulher”, quando na realidade reduz a mulher a uma espécie de “homem”.

A negação dos “limites da homossexualidade” resulta de uma situação de carência ontológica que, por sua vez, decorre da negação da alteridade sexual. Essa situação de carência não desaparecerá jamais com o “casamento” gay, com a adopção de crianças por pares de invertidos, com a procriação medicamente assistida para todas as lésbicas, com a “barriga de aluguer” para todos os gays, etc., etc., – em suma, essa situação de carência não desaparecerá sequer com a hipostasia do filme “Gattaca”.

Este problema da negação dos limites da homossexualidade não tem solução, a não ser através da imposição coerciva, por intermédio da força bruta do Estado, da negação desses limites da homossexualidade a toda a sociedade, provocando uma ruptura ética e ontológica fundamental que nega a natureza humana, por um lado, e por outro lado transforma o filme “Gattaca” em realidade.

Este problema não tem solução porque a exigência do reconhecimento, por parte de toda a sociedade, da negação dos limites da homossexualidade exprime o desejo de ver a sociedade encarregar-se da solução prática de um problema intra-psíquico dos homossexuais que negam esses limites. E a imposição coerciva, através da força bruta do Estado, da negação cultural desses limites da homossexualidade revela a natureza totalitária da ideologia gayzista.

Adenda: a ler: « Pai e mãe e a “co-adopção” homossexual », por José Ribeiro e Castro

Página seguinte »

The Rubric Theme. Create a free website or blog at WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 491 outros seguidores