perspectivas

Sexta-feira, 9 Agosto 2013

O termo “fascismo” é uma “palavra total”

O termo “fascismo” é uma “palavra total”.

Alguém que baseie a sua mundividência política – e de concepção de Estado – no conceito de “vontade geral” de Rousseau não pode ser, por definição, conservador.

As “palavras totais” eram as palavras utilizadas pelo homem do paleolítico na sua simplicidade de cobrir nexos de significado maiores e comparáveis às imagens existentes – por exemplo, um quadrado gravado numa pedra – representando, em esboços básicos e rudimentares, uma mundividência abrangente. A “palavra total” é hoje uma espécie de slogan que simplifica o que é, em si mesmo, complexo. O politicamente correcto é o domínio da “palavra total” por excelência; é uma espécie de espaço cultural de reificação do homem do paleolítico moderno.

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Terça-feira, 26 Junho 2012

A sinificação: o novo fascismo

Do ponto de vista ideológico, o que aproxima Barack Hussein Obama de Angela Merkel é a preferência de ambos por um modelo de sinificação da sociedade, que constituiu uma nova forma de fascismo. Podemos dizer, como toda a segurança, que Barack Hussein Obama não é propriamente um socialista de tipo Mário Soares; e podemos dizer também com igual segurança que Angela Merkel não é propriamente uma democrata-cristã ou mesmo uma conservadora: ambos são neofascistas.

O que caracteriza a sinificação — tanto da União Europeia que conduz ao IV Reich, como dos Estados Unidos — é a adopção (grosso modo, mais ou menos, segundo as sociedades) do modelo social e económico chinês, em que a propriedade privada e os meios de produção são detidos por privados, mas são os políticos e os burocratas que tomam as decisões fundamentais em matéria de planeamento económico. Porém, a sinificação vai mais longe e passa a definir os critérios éticos e de moralidade da sociedade: estamos em presença de um novo tipo de fascismo.

Recordo que desde 1973 que o globalista Henry Kissinger defende publicamente a adopção do modelo chinês para todo o mundo.

O novo fascismo de Barack Hussein Obama e de Angela Merkel defende o controlo público da economia embora esta permaneça em mãos privadas. Isto é, exactamente, sem tirar nem pôr, o que aconteceu com o regime nazi — mais ainda do que com o fascismo italiano que era corporativista e, portanto, um pouco menos afoito ao controlo da economia por parte do Estado.
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Terça-feira, 15 Março 2011

“Falar Claro”, no Porto TEDX

Vinha há pouco no carro e ouvi na Antena 1 da RDP o anúncio — com direito a entrevista — de um evento a realizar no Porto TEDX sobre o tema “Falar Claro”. A “coisa” é mais ou menos assim:

Uma vez que o nosso ensino está a formar analfabetos funcionais, é necessário reduzir a complexidade da linguagem escrita (a todos os níveis, incluindo a das instituições do Estado), de modo a que os novos analfabetos possam ser integrados na sociedade. Em vez de tentarmos elevar o nível cultural dos cidadãos, vamos baixar o nível e a complexidade da comunicação, através da redução da significação da linguagem ao mínimo possível.


Eu não conheço os promotores dessa conferência no Porto, e portanto, não vou fazer juízos de valor acerca das pessoas. Vou só analisar as ideias.

O cientista político dinamarquês Kresten Schultz-Jørgensen (ver página dele no FaceBook) escreveu recentemente um artigo com o título “Technology, Superficiality, and Fascism” (Tecnologia, Superficialidade e Fascismo). Eu não tenho tempo para traduzir o artigo, mas o leitor poderá fazer-me o favor de utilizar o tradutor do Google.

A certa altura do texto, Kresten Schultz-Jørgensen escreve o seguinte:

[A simplificação da linguagem] é um retrocesso, e George Orwell tinha razão : a dissolução da competência linguística com justificação na necessidade, leva à erosão do poder mental [do cidadão] e ao aparecimento de um fascismo auto-criado.

Menos palavras, menos espaço mental, mais preconceitos: os componentes-chave do fascismo.

A iniciativa “Falar Claro” faz parte de um projecto social-fascista, certamente ligado a uma Esquerda fascista protagonizada pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Comunista. Até que ponto os organizadores do tal evento têm a consciência disso, é secundário. O que interessa são os factos.

Domingo, 19 Setembro 2010

O advento do fascismo brasileiro

A separação entre a Igreja e o Estado teve como intenção original proteger todas as religiões e credos de igual modo perante a lei, e não a de proteger o Estado da acção livre e legal das diversas religiões e dos respectivos crentes.

Podemos dizer, com pertinência, que Lula da Silva é fascista.

Sábado, 5 Dezembro 2009

A expressão europeia do fascismo gay

O gayzismo começou por pedir a aplicação do princípio da não-discriminação para as parafilias gayzistas, para agora alterar já as suas reivindicações políticas para o princípio da não-distinção. Como se explica neste texto, “o princípio de não-distinção não faz consideração nenhuma se um tratamento diferenciado é justo ou injusto, já que é proibido é o tratamento diferenciado em si.”

Por outro lado, o que a União Europeia está a tratar de fazer é criminalizar a homofobia ― não no sentido da criminalização da violência exercida sobre gays, porque isso já é crime (não só para os gays, mas para toda a gente) estabelecido pelo nosso Código Penal, mas no sentido da criminalização da opinião contra o acto homossexual. (more…)

Quinta-feira, 19 Novembro 2009

A origem do ecologismo (1)

O movimento ecologista nacional e internacional, em termos gerais, deve merecer a nossa atenção pelo extremo perigo que representa; e isso significa que a noção de “esquerda” e de “direita” deve ser equacionada e definida à luz da razão e não ao sabor de emoções mais ou menos fortes. Desde logo, surge uma pergunta: os movimentos ecologistas são de esquerda? E depois outra pergunta: o partido nacional-socialista (Nazi) da Alemanha era de esquerda ou de direita? E finalmente uma outra: o que é “ser de direita” ?

Se analisarmos a amálgama ideológica que deu corpo ao nacional-socialismo, não podemos chegar a uma conclusão senão a de que o nazismo era de esquerda. Aliás, a aliança entre o nazismo e o fascismo italiano era, de certa forma, contra-natura, porque este último era de facto um sistema (e o único) de extrema-direita: o corporativismo é antítese gnóstica da esquerda, também ela gnóstica.
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Sábado, 3 Outubro 2009

A celebração do prenúncio do fascismo global

«60 anos de barbárie». O título é perfeito.
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Quarta-feira, 2 Setembro 2009

O que está por detrás da Nova Ordem Mundial ?

Winston Churchill dizia da União Soviética que era “um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma”. A eleição de Barack Hussein Obama e os desenvolvimentos da política globalista são um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma. Para o cidadão com alguma estatura intelectual, e mesmo para os políticos de países mais pequenos como Portugal e países do terceiro-mundo, o que se está a passar nos areópagos internacionais é um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma. O que é Nova Ordem Mundial?
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Quinta-feira, 13 Agosto 2009

O mito social do dióxido de carbono

eco-fascism

O mito social do aquecimento global por efeito do CO2 começa a ser preocupante assumindo contornos de um ambientalismo misantrópico. Não é possível dissociar o fenómeno do misantropismo ambientalista de outros fenómenos que actuam em conjunto ao que parece ser uma estratégia articulada, a ver, as indústrias do aborto e da eutanásia, a Nova Ordem Mundial maçónica, e a elevação do niilismo gay a um princípio moral. Podemos dizer com toda a certeza que estamos em presença de um ecofascismo, de uma ideologia anti-humanista que assume contornos de uma periculosidade que é urgente combater.

Este artigo no Hora Absurda faz uma análise de um outro artigo me®diático do Público. Quem tiver um pouco de intuição ― e para além da manifesta sociopata misantrópica ― pressentirá o objectivo de um enorme negócio que, para além do lucro, terá a vantagem que moldar uma Nova Ordem Mundial através de um sistema de controlo fascista das nações, da imposição do aborto que alimenta uma indústria diabólica, da eutanásia como medida profiláctica “para salvar o planeta”, do infanticídio de crianças deficientes e da celebração do niilismo gay ― tudo isto para mitificar socialmente e impôr um negócio à escala global.

Primeira verdade: sempre existiram mudanças climáticas. O clima nunca foi sempre o mesmo no planeta.

Segunda verdade: as mudanças climáticas devem-se à actividade solar, e não ao CO2 na atmosfera. É muito mais prejudicial o próprio vapor de água na atmosfera do que o CO2.

Terceira verdade: o CO2 na atmosfera é essencial para a manutenção das nossas florestas ― assim se queira proceder ao reflorestamento do planeta.


Caro leitor(a): não se deixe enganar pelos me®dia como o Público. Denunciem esta farsa politicamente correcta. Passem palavra, com os amigos, no café, no trabalho. Não se deixem levar e manipular por uma cambada de chicos-espertos que querem fazer de si um(a) parvo(a).


Desde os anos 80, a expectativa de vida de um chinês passou de 65,3 para 73 anos, hoje. Na Índia, a expectativa de vida em 1980 era de 52,5 anos e passou para 67 anos, hoje.

O que está por detrás do mito social ecofascista e anti-humanista é a tentativa de controlo férreo — por parte do clube maçónico que controla a economia global a partir de Wall Street e da City de Londres — das potências emergentes.

Há uns anos atrás, a estratégia da Trilateral era a do endividamento externo extremo dos países emergentes; agora mudou a táctica porque a primeira não deu o resultado que queriam.
A judaico-maçonaria nunca perdoou a rebeldia insubmissa do islamismo na economia globalizada, e o ambientalismo misantrópico é uma das formas encontradas para justificar também o controlo dos países islâmicos.

Não é de todo paranóico afirmar que um dia destes serão impostas políticas draconianas de controlo populacional na sociedade tendo como justificação o dióxido de carbono ― o que é um absurdo monstruoso de um anti-humanismo que faria corar Adolfo Hitler. O clima tornou-se uma desculpa sempre pronta para se imporem crescentemente políticas de controlo social destinadas a impedir o desenvolvimento humano, e taxar com impostos absurdos a livre iniciativa na economia. O absurdo é de tal ordem que o mito social do ambientalismo misantrópico passa a personalizar a flora e a fauna ao mesmo tempo que despersonaliza os seres humanos mais vulneráveis.

Denunciem. Não se deixem manipular!

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