perspectivas

Sexta-feira, 28 Março 2014

A Esquerda e o problema demográfico português

 

O que me espanta é que seja a Esquerda (incluindo o Partido Social Democrata de outros tempos, com alguma cumplicidade do CDS/PP de Paulo Portas) que venha agora falar de “problema demográfico endémico” — quando foi a Esquerda que legalizou o aborto “a pedido arbitrário da cliente”, defendeu já a legalização da eutanásia no parlamento (Bloco de Esquerda), legalizou o “divórcio unilateral e instantâneo”, instituiu o “casamento” gay, e quer agora legalizar a adopção de crianças por pares de invertidos e o tráfico de crianças.

A Esquerda destruiu os valores da família na cultura antropológica portuguesa, e agora queixa-se do “problema demográfico português”.

Quarta-feira, 12 Março 2014

O Estado da anafa, e o Estado dos brócolos

Filed under: Portugal — orlando braga @ 9:09 am
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A pseudo-informação diz-nos que o Estado alemão não é anafado, mas que o Estado socratino era anafado, e agora o Estado do PSD do Pernalonga já não é. Porém, o Estado alemão é mais anafado do que o Estado português, e por uma razão: a economia alemã pode suportar o Estado Social, ao passo que a economia portuguesa não pode. Até aqui estou de acordo com o escriba bovinotécnico.

sol na eira e chuva no nabalQuem diz que não existe Estado Social na Alemanha, ou é burro ou é burro; aliás, foram os alemães que inventaram o Estado Social ainda no século XIX. A economia alemã pode ter um Estado Social, porque tem recursos para pagar a anafa. Portugal não tem esses recursos, o que significa que Portugal tem que ter uma orientação política e cultural totalmente diferente da dos países do norte da Europa.

E é aqui que começa a contradição dos neoliberais da bovinotecnia. Como soe dizer-se, “aqui é que bate o malho” (salvo seja).

Os países da Europa do norte podem dar-se ao luxo de ter aborto à fartazana, “casamento” gay, imigração em barda para substituir a fornicação de pólvora seca, adopção de crianças por pares de invertidos, a cultura do divórcio expresso e na hora, etc. — porque as garantias do Estado Social (que Portugal não pode ter) compensam, até certo ponto, a destruição da cultura da família natural nesses países. Por exemplo, na Dinamarca, onde existe também Estado Social, mais de 50% das crianças nascidas têm pai incógnito (famílias monoparentais). Ou seja, nesses países do norte, a anafa substitui as nossas couves galegas e os brócolos.

Ora, Portugal não pode comer anafa: tem que se limitar aos brócolos do quinteiro. E é isto que o Partido Socialista não entendeu. E para que Portugal se limite aos brócolos do quintal, a sociedade tem que assentar, não na destruição dos valores da família natural (como acontece hoje no norte da Europa), mas antes no fortalecimento cultural da família natural como célula básica da sociedade.

Eu lembro-me de ver o João Miranda, por exemplo, a defender o aborto livre e o “casamento” gay: ou seja, na cultura antropológica, a bovinotecnia blasfema mal se distingue da socialite do Partido Socialista e da Esquerda.

Por isso é que Portugal está no clube errado (leia-se, União Europeia e zona Euro): Portugal está no clube dos anafados, mas só pode comer brócolos. E, por isso, Portugal faz de conta que os brócolos que come são anafa; vive na ilusão do pobre que pensa que pode cevar o porco caseiro com palha seca — e essa ilusão é tanto de esquerda como de “direita”, porque tanto a esquerda como a “direita” vêem a cultura antropológica de uma forma semelhante. E por isso é que os neoliberais de pacotilha entram em contradição.

Domingo, 16 Fevereiro 2014

O verdadeiro conservadorismo em França

 

familias de frança web

Terça-feira, 28 Janeiro 2014

Olavo de Carvalho e a ditadura da União Europeia

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 10:11 am
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Segunda-feira, 27 Janeiro 2014

Daniel Sampaio e a “observação” utilitarista da vida

 

Daniel Sampaio é psiquiatra. Quando eu oiço, leio ou vejo um psiquiatra falar em Sócrates, o grego — aquele que dizia mas nunca escreveu que “só sei que nada sei, e nem mesmo isto sei” —, eriçam-me imediatamente os pêlos das costas (entre outros).

Se alguém houve, na História das Ideias, que não foi utilitarista, foi Sócrates (o grego! Nada de confusões!). E, por não ser utilitarista, Sócrates foi condenado à morte — por ter recusado o politicamente correcto do seu tempo. E é este homem grego, que pariu a maiêutica anti-utilitarista, que Daniel Sampaio invoca para justificar uma ética utilitarista da adopção de crianças por pares de invertidos…!

Para além desta tese desastrada de um “Sócrates utilitarista” — coisa nunca vista! —, Daniel Sampaio considera a adopção um “direito dos adoptantes”; mas ao mesmo tempo diz que não se trata de um problema jurídico!

Ora, todos nós sabemos que um adulto não tem “direito a uma criança” a não ser que seja o progenitor, e mesmo neste caso com muitas limitações éticas e jurídicas! Pelo contrário, é a criança adoptada que tem direito a uma família que deve ser, sempre que possível, análoga à de uma família natural (uma mãe e um pai).

Para o utilitarista Daniel Sampaio, “examinar a vida” é acomodar os factos da vida na ética (falácia naturalista). Se as crianças adoptadas não fazem parte do “maior número” da ética utilitarista, então devem ser consideradas um dano colateral.

Diz Daniel Sampaio que ninguém é detentor da verdade — ou seja, a verdade não existe. E como a verdade não existe, ele pensa que a verdade dele é melhor do que a verdade dos outros, o que é uma contradição em termos, porque se a verdade não existe, também ele não diz a verdade. Então ¿por que razão a opinião dele é melhor do que a dos outros? ¿Será porque ele “observa a vida” e os outros não?

Esta ideia de que ninguém é detentor da verdade é preocupante se vinda de alguém da área das ciências, porque a ideia de “erro” pressupõe a ideia de “verdade”. E se não há “verdade”, então não há “erro” — ou seja, Daniel Sampaio nunca erra.

Se admitirmos que o outro pode ter razão e que nós talvez nos tenhamos enganado, isso não significa que tudo depende apenas da perspectiva (o tal “examinar a vida” de Daniel Oliveira Sampaio), e que, como afirmam os sofistas do nosso tempo (que Sócrates combateu no tempo dele!), cada um tem razão do seu ponto de vista e não tem razão do ponto de vista de um outro.

Na criação de uma sociedade livre e pluralista, devemos assumir uma atitude que nos permita confrontarmo-nos com as nossas ideias sem nos tornarmos relativistas ou cépticos, e sem perdemos a coragem e a firmeza de lutarmos pelas nossas convicções. Porque a verdade existe.

E é verdade o seguinte: se existem crianças que, por desgraça da vida, não têm pai e/ou mãe, é um absurdo que se defenda que essa desgraça seja consagrada em lei, e que uma situação indesejável para a criança seja considerada desejável pela sociedade através da sua normalização no Direito Positivo.

A má consciência é ainda uma forma de consciência: é caso para dizer que o psiquiatra Daniel Sampaio precisa de ir ao psiquiatra Daniel Sampaio.

(ficheiro PDF)

Terça-feira, 26 Novembro 2013

Campanha nacional de “igualdade de géneros”: uma armadilha para o homem

 

Eu tive dois filhos na década de 1980 e era eu que lhes dava banho, que os vestia, que estava atento ao que eles faziam. Por exemplo, era eu que limpava as casas-de-banho, e só eu fazia esse tipo de limpeza. A única coisa que eu não fazia em casa era cozinhar, que deixava para ela (o que não significava que, de vez em quando, não cozinhasse): de resto, as limpezas com aspirador, os banhos das crianças, vesti-los, vigiá-los, eram funções minhas — não por obrigação, mas por prazer meu em cuidar dos meus filhos. Era eu que os ia deitar para dormir e aconchegá-los na cama. E note-se que eu trabalhava fora de casa das 7:30 horas às 17:00 horas.

O problema surge quando a mulher se habitua ao facilitismo e considera o trabalho masculino em casa como um servilismo e uma actividade sujeita a negociação permanente. A partir daí, as exigências femininas não páram 1: mesmo que ela faça pouco em casa, quer sempre fazer menos e queixa-se sempre que “está cansada”. E chega ao ponto em que o homem é chantageado e convidado a fazer tudo. É próprio da natureza humana: quanto menos fazes, menos queres fazer.

Por isso é que eu considero esta campanha de “igualdade de género” — que significa “igualdade entre os sexos” — como uma armadilha para o homem. Desde logo, não existem “géneros” senão na gramática da língua: em vez disso, existem sexos; não te deixes enganar pela linguagem politicamente correcta.

E depois, os dois sexos não são iguais, e há trabalhos mais consentâneos com o homem e outros mais consentâneos com a mulher: por exemplo, todo o trabalho doméstico que exija mais esforço físico deve ser feito pelo homem (limpezas, por exemplo). E outros trabalhos domésticos que exigem menos esforço físico devem ser feitos pela mulher (cozinhar, por exemplo). Isto não tem nada a ver com “igualdade”, porque os dois sexos não são iguais: antes, tem a ver com a ética.

Não precisamos de campanhas de igualdade entre sexos, porque os sexos não são iguais, porque o casamento não é um mero contrato mas antes é uma instituição, e porque as relações entre o homem e a mulher devem ser reguladas por uma ética não-utilitarista e não por uma negociação utilitarista permanente de uma espécie de contrato de trabalho. Diz “não!” a essa campanha.


Notas
1. Se não se importam, eu escrevo “páram” e “pára” com acento agudo.

Segunda-feira, 25 Novembro 2013

Frei Bento Domingues e a Igreja Católica do mercado das ideias e dos valores

 

“Só devemos consagrar-nos a causas que a derrota deixaria intactas. Só de causas perdidas se pode ser partidário irrestrito.” — Nicolás Gómez Dávila

1/ Neste texto, Frei Bento Domingues começa por constar o óbvio: ao longo da história e pré-história humanas, sempre houve diversas estruturas de família. Por exemplo, ainda hoje existe a poligenia entre os muçulmanos (vulgo “poligamia”), e entre os tobriandeses ainda hoje existe a família “avuncular”, em que o irmão mais velho da mãe de uma criança tem um lugar mais importante na família do que o pai. Nestas sociedades, a lei do grupo é predominante; as funções, códigos e estatutos estão em primeiro plano. O indivíduo apaga-se diante dos sistemas que o clã, a tribo ou a família formam. As relações são nitidamente menos individualizadas, menos personalizadas.

Portanto, é um facto que existem e existiram sempre vários tipos de família. Aqui, o Frei Bento Domingues diz a verdade, mas não diz toda a verdade, porque eu tive que adicionar as características de outros tipos de família que ele escamoteou talvez por falta de espaço.

“O clero progressista não decepciona nunca o aficionado do ridículo” — Nicolás Gómez Dávila

julio-machado-vaz-web2/ Numa família tipo como a portuguesa, onde a dimensão afectiva é central, a relação de cada um com a sua identidade pessoal tem um lugar fulcral: é a pessoa toda, na sua dimensão corporal, afectiva e espiritual que está comprometida nas relações. Diz o povo que “não podemos ter sol na eira e chuva no nabal”, ou seja, não podemos tirar vantagem do facto de as relações serem individualizadas e, simultaneamente, procurar referências de maneira superficial e fragmentária em sociedades absolutamente diferentes, onde a codificação social é predominante e muito restrita.

Portanto, a ideia de Frei Bento Domingues segundo a qual “há vários tipos de família” é pura retórica. Mas é retórica perigosa porque ele procura, em minha opinião, propositadamente enganar os tolos — como aliás o faz sistematicamente o “curandeiro da RDP” de onde fui respigar o texto do Frei Bento Domingues.

“Apenas porque ordenou amar os homens, o clero moderno não se resigna a crer na divindade de Jesus; quando, em verdade, é somente porque cremos na divindade de Cristo que nos resignamos a amá-los” — Nicolás Gómez Dávila

3/ em função do que já foi escrito aqui e acima, não devemos (no sentido da lógica e da ética) dizer que a realidade social (ou a realidade das relações sociais), por ser exactamente tal como é, não se deve discutir e deve ser aceite — que é o que Frei Bento Domingues defende. Perante uma determinada cultura de relacionamentos sociais, Frei Bento Domingues pede à Igreja Católica que soçobre e aceite o “facto consumado”. É exactamente isto que o Frei Bento Domingues defende no seu texto.

“Antes, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, absolve os pecados” — Nicolás Gómez Dávila

Frei Bento Domingues web 400O arquétipo mental de Frei Bento Domingues é transcrito a partir da Nova Teologia e principalmente de Rudolfo Bultmann, e consiste basicamente em separar a fé, por um lado, de todo e qualquer elemento cosmológico ou mítico, por outro lado. A Nova Teologia, tal como o Frei Bento Domingues, é imanente e situa-se em um determinado espírito do tempo que é o nosso.

E, nessa defesa da aceitação do facto consumado, Frei Bento Domingues invoca, de uma forma inaceitável e enviesada, Jesus Cristo que nos disse:

“Mas, desde o princípio da criação, Deus fê-los homem e mulher. Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe para se unir à mulher, e serão os dois um só. Portanto, já não são dois, mas um só. Pois bem, o que Deus uniu não o separe o homem.” (S. Marcos, 10, 6 -9).

Jesus Cristo defende aqui a concepção actual e moderna de família nuclear, que é basicamente composta pela mulher como núcleo central, e depois por três seres humanos do sexo masculino: o filho da mulher, o marido da mulher, e o irmão da mulher. Mas Jesus Cristo adiciona um conceito crucial: o de que “o que Deus uniu não o separe o homem”. O seja, segundo Jesus Cristo, o casamento cristão é indissolúvel.

“Contra a Igreja triunfante e a Igreja militante, o novo clero incorpora-se na Igreja claudicante” — Nicolás Gómez Dávila

Mas para Frei Bento Domingues, esta opinião de Jesus Cristo acerca do casamento é “coisa do passado”. Diz ele que “o Cristianismo não é nostalgia de um paraíso perdido, mas a saudade de um futuro de transfiguração”. A influência da Nova Teologia, por um lado, e os elementos gnósticos de uma fé metastática estão bem presentes no pensamento de Frei Bento Domingues. A verdade, porém, e ao contrário do que defende o frade, é que o “futuro de transfiguração”, segundo a doutrina cristã genuína, não é imanente mas antes é transcendência, por um lado; e, por outro lado, esse “futuro de transfiguração” não pode ser concebido sem o conceito de “paraíso perdido” e de “queda”. O que Frei Bento Domingues defende não é o Cristianismo: é outra coisa, que ele não se atreve a dizer o que é.

“Nos tempos aristocráticos, o que tem valor não tem preço; em tempos democráticos, o que não tem preço não tem valor” — Nicolás Gómez Dávila

Mas o mais grave, nas ideias do Frei Bento Domingues, é a submissão da doutrina da Igreja Católica às leis do mercado das ideias e dos valores; é, neste caso concreto, a submissão da ética cristã ao Modelo Discursivo do marxismo cultural de Habermas. Mas se o mercado das ideias e dos valores mudar, o Frei Bento Domingues também muda de ideias e de valores, como uma espécie de cata-vento na torre de uma igreja:

“Sobre o campanário da igreja moderna, o clero progressista, em vez de uma cruz, coloca um cata-vento” — Nicolás Gómez Dávila.


Texto do frade em PDF

Terça-feira, 1 Outubro 2013

Foi você que pediu a adopção de crianças por pares de invertidos?


“AMSTERDAM – We all know that families today are no longer only made up of Mom and Dad and the kids. This has led the Netherlands to work on legislation that would make it possible to have more than two people as parents. Take Susanne Supheert, 25 – she has four parents.”

Meet My Mom And Three Dads – Dutch Bill Would Allow More Than Two Parents

familia promiscua web 500
A partir do momento em que a maternidade e a paternidade deixam de ser baseadas nas relações biológicas e naturais, deixa de haver qualquer limite: uma criança poderá, num futuro próximo, por exemplo, ter uma mãe e três pais, como é o caso da nova lei holandesa a que faz referência a notícia.

Quem defende a adopção de crianças por pares de invertidos não tem a mínima noção das consequências.

Domingo, 7 Julho 2013

Sobre a opinião da Professora Doutora Rita Lobo Xavier acerca da adopção de crianças por pares de invertidos

Estive a ver a audição (gravada) da Professora Doutora Rita Lobo Xavier, no Canal Parlamento, acerca da chamada “co-adopção” de crianças por pares de invertidos. Ouvi também os seguintes deputados: Pedro Delgado Alves (Partido Socialista), Andreia Neto (Partido Social Democrata), Teresa Anjinho (CDS/PP) e João Oliveira (Partido Comunista).

Há muito tempo que se sabe (pelo menos desde G E Moore) que não é possível e legítimo deduzir valores e normas através dos factos. E, apesar disso, quem o faz comete um “sofisma naturalista”.
Os factos não fundamentam quaisquer normas, embora as normas possam criar os factos. O problema aqui não é só jurídico: é essencialmente lógico e ético. E o que a esquerda está a fazer não é só negar a ética e minar o Direito: é também a negação da lógica

A primeira conclusão que devemos retirar – que eu retirei da audição – é que é absolutamente necessário não votar no Partido Socialista (já não falando na esquerda radical).

Em segundo lugar, o que está em causa, por parte da esquerda (que inclui o Partido Socialista e uma parte importante do Partido Social Democrata), é uma visão totalmente diferente do mundo e, por isso, uma visão radicalmente diferente acerca da família natural e que se aproxima da mundividência da família expressa na utopia da “República” de Platão – ou seja, a família natural tout cours é, implícita (PS) ou explicitamente (BE e PCP), repudiada pela esquerda.

O problema levantado pela esquerda é ideológico, e não propriamente jurídico; aliás, os próprios deputados referidos do Partido Socialista e do Partido Comunista fugiram à questão jurídica e, em vez disso, concentraram todos os seus argumentos na questão ideológica ou subjectivista para justificar a putativa bondade do projecto de lei da adopção de crianças por pares de invertidos.

(more…)

Domingo, 16 Junho 2013

O “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com a nossa vida?

Um dos argumentos notórios do Bloco de Esquerda e da ILGA Portugal é este: o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com vida das pessoas. O “casamento” gay e a adopção de crianças são-nos apresentados como uma liberdade negativa .

Nada mais falso! Acontece apenas que essa interferência nas nossas vidas, que tem em si uma forte componente totalitária, é progressiva e, por isso, as pessoas não se vão dando conta dela. Por exemplo, uma escola francesa cancelou a festa tradicional dos pais e mães, com medo dos insultos do lóbi gay:

Après concertation de l’équipe enseignante, un mot a été remis aux enfants de petite et moyenne sections de maternelle à destination de leurs parents. Il dit ceci : « En raison de l’évolution sociale de la structure familiale et afin d’éviter toutes polémiques, [nous avons] décidé de fêter désormais la fête des Parents à l’occasion de laquelle votre enfant vous offrira une surprise. Nous instaurons cette fête entre les dates de fête des Pères et fête des Mères. Ces autres fêtes ne seront plus préparées en classe. »

- La directrice d’école supprime la fête des pères et des mères !

Com o passar do tempo e com a continuação dos insultos do lóbi político gay, todas as escolas francesas sofrerão essa pressão política e terão a tendência para cancelar esta festa tradicional do fim do ano escolar dos pais e das mães, com medo dos insultos dos invertidos organizados politicamente.

Entretanto, ficamos a saber que na Holanda, o primeiro país do mundo a legalizar o “casamento” gay, no decorrer de 10 anos apenas 1 em 10 gays se “casaram”. Em Espanha, os números são idênticos, como podemos ler no mesmo artigo.

Os invertidos politicamente organizados não querem “casar”! O que eles querem é acabar com as instituições do casamento e da família!

Sexta-feira, 7 Junho 2013

Marcha pela Família reúne 100 mil pessoas em Brasília

«A mídia esquerdista brasileira, que adora inflar os números das paradas gays, fez tudo o que pôde para pintar, para seus espectadores, um quadro de pequenez para a Marcha pela Família.»

Marcha pela Família reúne 100 mil pessoas em Brasília

Domingo, 2 Junho 2013

Os desígnios do lóbi político invertido e da teoria de género: dinamitar a ordem biológica

 

lobotomia-satanica-web

Pour les lobbies homosexuels et les promoteurs de la théorie du genre qui font cause commune pour dissocier corps sexué, procréation et orientation sexuelle, la technologie des cellules souches reprogrammées serait l’occasion rêvée de dynamiter l’« ordre biologique » à la base du modèle procréatif classique et d’affranchir la filiation de toute référence à l’altérité sexuelle.

En se servant de l’artifice des cellules iPS – ce qui conduit à détourner l’objet même de cette invention scientifique qui est celui de soigner des malades en évitant le recours à la recherche sur l’embryon -, on aboutirait à ce que la reproduction humaine elle-même devienne en quelque sorte asexuée. Deux femmes ou deux hommes pourraient « se reproduire » génétiquement.

Fabriquer artificiellement un enfant à partir de deux adultes de même sexe via les iPS ne serait finalement que l’aboutissement logique du projet constructiviste du mouvement « homosexuel » et des théoriciens du gender dont le but ultime est de désexualiser radicalement la filiation et d’inventer une humanité nouvelle libérée de « ses conditionnements biologiques ».

- “Homoparentalité” : la piste des cellules souches (ler o resto)

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