perspectivas

Quarta-feira, 17 Setembro 2014

Crianças em lojas de animais, para adopção

Filed under: cultura — O. Braga @ 7:49 pm
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“A modernidade transformou a família num ninho de ratos, crianças são tratadas como animais de estimação e os animais tratados como crianças, o Facebook é actualmente a maior válvula de escape destes doidivanas. Em breve teremos crianças oferecidas em “petshops” para adopção.”

→ Comentário aqui.

Segunda-feira, 15 Setembro 2014

Foi nisto que deu o "casamento" gay

 

No Brasil há uma bebé com 1 pai, 2 mães e 6 avós

poliamoria webTrata-se de um caso de poliamoria: uma mulher é lésbica, a outra é bissexual e coabita sexualmente com a primeira e com um homem que é o pai da criança.

De facto, trata-se já (na prática) de um casamento entre três pessoas, que é o prelúdio para o “casamento” entre quatro, cinco, seis, sete … ou vinte pessoas. Agora imaginem a complexidade jurídica e ética de um divórcio de um “casamento” entre sete pessoas … e com crianças envolvidas!

Abre-se uma caixa de Pandora: dentro em breve haverá uma criança, por exemplo, com cinco mães, sete pais, e 24 avós. O fundamento deste sofisma é a ideia segundo a qual “a família não é uma estrutura natural, e sim cultural” — quando, na realidade, a família é um misto das duas coisas!

Quando se separa a família, por um lado, da natureza, por outro lado, tudo é possível em nome da “cultura”. E mesmo que fosse verdade que “a família não é uma estrutura natural, e sim cultural”, haveria que saber se as culturas são todas igualmente positivas — por exemplo, saber se uma cultura que permite a excisão feminina é tão boa como uma cultura que não a permite.

Uma criança com “seis avós” é um delírio, porque não existe ligação carnal entre a criança e dois dos avós. Separar a família da criança, por um lado, da sua ligação carnal e familiar, por outro lado, é um delírio que coloca em causa o bem-estar da criança — embora se defenda o contrário. O que se pretende é a satisfação dos desejos dos adultos, e as crianças transformam-se em joguetes nas mãos de gente irresponsável e inconsciente.

Domingo, 14 Setembro 2014

¿Por que é que a mulher tem que imitar o homem?

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 2:03 pm
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“Há dias em que me sinto uma mãe-da-noite. Qualquer comparação com uma mulher-da-noite é injusta, trabalho somente para um cliente e com objectivos relativamente altruístas. É que, na maior parte do tempo, é à noite que sou, efectivamente, mãe.”

Educar não é ocupação de tempos livres



Quando a mulher imita o homem, despersonaliza-se — porque a mulher (em juízo universal) tem uma natureza própria que é diferente da do homem.

 

mulher bolchevique na fábrica web

marxismo e o trabalho domestico webNão é utopia concebermos uma sociedade que desfaça o nó da estigmatização do feminino que se acentuou com a revolução burguesa de 1789 e que se adensou com o golpe-de-estado bolchevique de 1917.

Não é utopia concedermos à mulher o direito à sua própria natureza, sem que a obriguemos a imitar o homem. Não é utopia que a natureza da mulher seja reconhecida e valorizada pela sociedade, sobretudo através da ética — porque a lei não impede a primazia do princípio do interesse próprio e egoísta.

Não é utopia quebrar o maniqueísmo marxista que identifica o trabalho doméstico com a ignorância da mulher, por um lado; e, por outro  lado, não é utopia denunciar o sofisma burguês segundo o qual o trabalho doméstico não contribui para a o PIB e para a riqueza nacional.

Tanto o marxismo como o neoliberalismo violam a natureza da mulher — porque uma mulher pode ser ignorante trabalhando em uma fábrica, ou pode ser culta trabalhando em casa e cuidando da família.

A formação intelectual da mulher não depende do trabalho na fábrica ou no escritório.

Tal como aconteceu na cultura romana do período imperial (que sucedeu ao período da república romana), a educação (da mulher e do homem) deve ser um fim em si mesma, independente de qualquer utilidade prática. E quando a educação é um fim em si mesma, cada ser humano pode ser livre para seguir a sua própria natureza, sem que a sua função social seja estigmatizada pelo tipo de trabalho que exerce.

Com o Inverno demográfico em que vivemos, causado pelo marxismo e pelo neoliberalismo, ou mudamos a nossa cultura antropológica, ou desaparecemos como sociedade. 

Quarta-feira, 10 Setembro 2014

A Inês Pedrosa e os comités de bairro à moda da URSS

 

“Não sei por que razão não se incluem automaticamente todos os registos de nascimento no sistema de protecção de crianças. Parece-me evidente que todas as casas com crianças pequenas – independentemente do seu estatuto sócio-económico — deveriam ser visitadas pela Segurança Social.”

Inês Pedrosa


Cada vez me interessa menos saber quem são as pessoas que escrevem nos me®dia, e que são os arautos da construção paulatina de um totalitarismo suave. Em bom rigor, para mim, a tal Inês Pedrosa não se distingue de uma sopeira da freguesia de Miragaia. Mas a verdade é que ela escreve “coisas”.

Esta gente deveria ser censurada. Com gente deste tipo, deveria haver “lápis azul” — porque não se trata de simples opinião: quando esta gente fala ou escreve, trata-se de um prenúncio de acção política.

Acontecem oito desgraças (8 crianças assassinadas) no país em dois anos; ¿e o que é que aquela cavalgadura sugere para acabar com essas desgraças? O policiamento estatal de todas as famílias portuguesas!, sem excepção.

Os polícias da SS (Segurança Social) — segundo aquela alimária — passariam a entrar pelas casas dos portugueses adentro, seja no seguimento de uma qualquer delação, ou por simples militantismo ideológico à moda dos comités de bairro da antiga URSS. Passaria a existir uma cultura do delator: se alguém não gosta do vizinho, liga para o 112 para denunciar aquilo que provavelmente não existe; e, acto contínuo, teríamos as SS (Segurança Social) a patrulhar a zona sob o comando da Inês Pedrosa.

Depois, a ornejadora bípede continua:

“Sim, caríssimos: os nossos filhos não são propriedade nossa. Não são os pais quem tem direito aos filhos; os filhos é que têm direito a ter pais – ou seja: pessoas responsáveis que saibam cuidar deles.”

Quer ela dizer, azurrando: “os nossos filhos não são propriedade nossa, mas são propriedade do Estado!”.

Esta gente é perigosa e deveria ser proibida de escrever nos me®dia. É gente psicótica, desfasada da realidade — porque uma coisa é as SS (Segurança Social) seguirem casos pontuais de famílias devidamente identificadas (sejam ricas ou pobres), e outra coisa é o Estado passar a patrulhar a propriedade privada e a intimidade dos lares de todos os portugueses.

Quarta-feira, 13 Agosto 2014

O problema demográfico português e o estatuto da mulher e mãe

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 9:24 am
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“Ser mãe e casada é um trabalho a tempo inteiro”.Petula Clark, cantora e octogenária (via)

Portugal terá que construir uma nova sociedade, se quiser continuar a existir como nação e como país. A alternativa a essa nova sociedade é a extinção não só do país enquanto geografia, mas também e principalmente dos valores que nortearam a existência histórica da Nação Portuguesa.

(more…)

Quinta-feira, 17 Julho 2014

O pânico está instalado na Europa em torno da islamização da cultura

 

Islamic-England-1-webO medo instalado nas elites políticas inglesas em relação às famílias numerosas, na sua maioria de imigrantes de países islâmicos, está a conduzir a Inglaterra a uma versão estatal não-oficial de uma política de filho único. Por um lado trata-se de uma política de sinificação que é já comum a alguns países da Europa, mas por outro lado trata-se claramente de uma política de desincentivação de nascimentos entre as famílias islâmicas.

O governo “conservador” de David Cameron prepara uma lei que retira qualquer apoio social às famílias a partir do quarto filho. Toda a gente sabe que, em Inglaterra, a esmagadora maioria das famílias com mais de quatro filhos são famílias islâmicas.

Muslims-in-the-UK-webA nova lei do “conservador” David Cameron é dialéctica (joga em dois carrinhos): por um lado, é uma lei neoliberal porque pretende separar a sociedade e o Estado, e também no sentido em que segue as premissas ideológicas neoliberais de exigência de diminuição da população a nível global (ver, por exemplo, as posições políticas de gente como Bill Gates ou George Soros) — e aqui, os neoliberais estão em consonância com a novas religiões políticas “ecologistas” que culpam o ser humano por um aquecimento global em relação ao qual não existem provas científicas propriamente ditas.

E, por outro lado, a nova lei do governo do “conservador” David Cameron pretende travar a taxa de natalidade da população islâmica imigrante em Inglaterra.

Mas os “conservadores” ingleses parecem não querer ficar por aqui: já pensam em cortar qualquer apoio às famílias a partir do segundo filho, e já se fala mesmo em cortar os apoios às famílias a partir do primeiro filho — o que tornaria real, embora por vias menos totalitárias, uma política de filho único em Inglaterra.

Domingo, 13 Julho 2014

Hotéis portugueses proíbem o alojamento de famílias com filhos

 

A Helena Matos chama aqui à atenção da nova moda: hotéis que proíbem a hospedagem de famílias com crianças (mas os animais de estimação não estão proibidos). Em um país com uma depressão demográfica inédita, é incrível como podem existir hotéis que proíbem o alojamento das famílias.

hotel no children allowed web

O Diário de Notícias escreve:

“A lei mudou e não é taxativa sobre a interdição de crianças nos hotéis e restaurantes. Polémica reacendeu-se com debate na blogosfera.”

Sábado, 5 Julho 2014

Instrumentum Laboris 2014: a Igreja Católica, a família e o casamento

 

A Igreja Católica reafirma a sua posição sobre a família e sobre o casamento em um documento recente, Instrumentum Laboris, que pode ser lido aqui em português.

Este documento é muito importante, porque, em primeiro lugar, analisa criticamente os questionários feitos recentemente aos católicos nas suas paróquias, e depois faz uma crítica racional ao estereótipo cultural ocidental do nosso tempo — estereótipo esse que é, em grande parte, comum à esquerda e à “direita” — embora tenha sido imposto pela esquerda e depois recuperado/assimilado pela “direita”. Neste contexto, aconselho a leitura do capítulo III, alíneas 21 a 26.

Do ponto de vista filosófico, o Instrumentum Laboris 2014 é um documento que merece leitura e análise; coloca a nu os mitos do nosso tempo — em um Tempo em que se afirma que já não existem mitos, em que os mitos se tornam invisíveis na cultura antropológica, e que, através dessa invisibilidade mitológica, a sociedade irracionaliza-se em um tempo de predominância cultural da ciência; e, por intermédio dessa irracionalização da cultura, é hoje promovida uma manipulação das massas humanas em uma dimensão inédita na História.

Domingo, 29 Junho 2014

O Bloco de Esquerda deveria ser proibido por lei

 

“Este ano, a 9.ª Marcha do Orgulho LGBT no Porto tem como tema a família LGBT e a parentalidade LGBT.”

Bloco de Esquerda vai levar co-adopção ao parlamento em Setembro

Segundo o Bloco de Esquerda, existe uma “família LGBT” e uma “parentalidade LGBT”.

Aparentemente, e seguindo este raciocínio, a “família” é concebida como uma marca de automóvel: existem as marcas Opel, Mercedes, Renault, etc.. Mas é só aparentemente, porque, segundo o raciocínio do Bloco de Esquerda, os conceitos de “família LGBT” e de “parentalidade LGBT” não têm definição — uma vez que LGBT é uma sigla genérica para Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros.

Teríamos, por isso, que conceber, por exemplo, uma “família de bissexuais”, ou uma “família de transgéneros” que, segundo o Bloco de Esquerda, também deveriam ter direito a adoptar crianças.

Ou seja, o Bloco de Esquerda defende a ideia segundo a qual um “casal de transgéneros” também deveria ter o direito a adoptar crianças — o que é um absurdo, porque o transgénero procura quase sempre o sexo oposto ao daquele que se diz ser o seu, a não ser que exista um “transgénero lésbico” ou uma “transgénera gay” (um azar nunca vem só!). Portanto, o conceito de “casal de transgéneros” não é praticamente materializável na realidade.

Por outro lado, por exemplo, um “casal de bissexuais” proclamado por lei, embora possa existir na prática, é suruba. Já imaginaram um “casal de bissexuais” a adoptar crianças?! É “swing”, na certa. E o Bloco de Esquerda pretende incluir as crianças dentro de um ambiente de deboche sexual.

O Bloco de Esquerda pretende transformar a adopção de crianças como parte de um processo político de aculturação do “síndroma do bonobo”.

Sexta-feira, 6 Junho 2014

Os raptos de crianças pela SS (Segurança Social) de Inglaterra

 

Existe uma casta de funcionários da SS (Segurança Social), aqui como em Inglaterra, que tem que arranjar números e estatísticas para poder continuar a justificar o seu salário a expensas do Estado. Em Portugal tivemos o caso de Liliana Melo; em Inglaterra tivemos o caso da família Pedro. Agora temos um novo caso.

“Este ano, uma mãe portuguesa de 29 anos, a viver no país há cinco, ficou sem a filha de cinco meses, quando a levou ao hospital de Southend-on-Sea. A bebé tinha caído de uma cadeirinha de embalar em casa e apresentava um hematoma na cabeça.

No mesmo dia em que a criança foi observada no hospital, os serviços sociais e a polícia desta cidade (a 60 quilómetros a Leste de Londres) foram imediatamente alertados, como é habitual no Reino Unido quando existem dúvidas sobre as razões que levam a criança a ser observada. Um processo foi aberto contra a mãe, por suspeita de agressão. ”

O raciocínio é o seguinte: “¿A mãe é portuguesa? Então presume-se que dá maus tratos à filha, e por isso justifica-se que o Estado rapte a criança para a dar a adoptar a um par de gays ou de lésbicas.”

Por cada criança raptada às famílias biológicas para adopção gay, os serviços locais ingleses da SS (Segurança Social) recebem uma soma avultada do Estado. Ou seja, o sistema é incentivado a raptar crianças das famílias biológicas para as entregar aos invertidos.

Sexta-feira, 28 Março 2014

A Esquerda e o problema demográfico português

 

O que me espanta é que seja a Esquerda (incluindo o Partido Social Democrata de outros tempos, com alguma cumplicidade do CDS/PP de Paulo Portas) que venha agora falar de “problema demográfico endémico” — quando foi a Esquerda que legalizou o aborto “a pedido arbitrário da cliente”, defendeu já a legalização da eutanásia no parlamento (Bloco de Esquerda), legalizou o “divórcio unilateral e instantâneo”, instituiu o “casamento” gay, e quer agora legalizar a adopção de crianças por pares de invertidos e o tráfico de crianças.

A Esquerda destruiu os valores da família na cultura antropológica portuguesa, e agora queixa-se do “problema demográfico português”.

Quarta-feira, 12 Março 2014

O Estado da anafa, e o Estado dos brócolos

Filed under: Portugal — O. Braga @ 9:09 am
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A pseudo-informação diz-nos que o Estado alemão não é anafado, mas que o Estado socratino era anafado, e agora o Estado do PSD do Pernalonga já não é. Porém, o Estado alemão é mais anafado do que o Estado português, e por uma razão: a economia alemã pode suportar o Estado Social, ao passo que a economia portuguesa não pode. Até aqui estou de acordo com o escriba bovinotécnico.

sol na eira e chuva no nabalQuem diz que não existe Estado Social na Alemanha, ou é burro ou é burro; aliás, foram os alemães que inventaram o Estado Social ainda no século XIX. A economia alemã pode ter um Estado Social, porque tem recursos para pagar a anafa. Portugal não tem esses recursos, o que significa que Portugal tem que ter uma orientação política e cultural totalmente diferente da dos países do norte da Europa.

E é aqui que começa a contradição dos neoliberais da bovinotecnia. Como soe dizer-se, “aqui é que bate o malho” (salvo seja).

Os países da Europa do norte podem dar-se ao luxo de ter aborto à fartazana, “casamento” gay, imigração em barda para substituir a fornicação de pólvora seca, adopção de crianças por pares de invertidos, a cultura do divórcio expresso e na hora, etc. — porque as garantias do Estado Social (que Portugal não pode ter) compensam, até certo ponto, a destruição da cultura da família natural nesses países. Por exemplo, na Dinamarca, onde existe também Estado Social, mais de 50% das crianças nascidas têm pai incógnito (famílias monoparentais). Ou seja, nesses países do norte, a anafa substitui as nossas couves galegas e os brócolos.

Ora, Portugal não pode comer anafa: tem que se limitar aos brócolos do quinteiro. E é isto que o Partido Socialista não entendeu. E para que Portugal se limite aos brócolos do quintal, a sociedade tem que assentar, não na destruição dos valores da família natural (como acontece hoje no norte da Europa), mas antes no fortalecimento cultural da família natural como célula básica da sociedade.

Eu lembro-me de ver o João Miranda, por exemplo, a defender o aborto livre e o “casamento” gay: ou seja, na cultura antropológica, a bovinotecnia blasfema mal se distingue da socialite do Partido Socialista e da Esquerda.

Por isso é que Portugal está no clube errado (leia-se, União Europeia e zona Euro): Portugal está no clube dos anafados, mas só pode comer brócolos. E, por isso, Portugal faz de conta que os brócolos que come são anafa; vive na ilusão do pobre que pensa que pode cevar o porco caseiro com palha seca — e essa ilusão é tanto de esquerda como de “direita”, porque tanto a esquerda como a “direita” vêem a cultura antropológica de uma forma semelhante. E por isso é que os neoliberais de pacotilha entram em contradição.

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