perspectivas

Domingo, 16 Junho 2013

O “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com a nossa vida?

Um dos argumentos notórios do Bloco de Esquerda e da ILGA Portugal é este: o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com vida das pessoas. O “casamento” gay e a adopção de crianças são-nos apresentados como uma liberdade negativa .

Nada mais falso! Acontece apenas que essa interferência nas nossas vidas, que tem em si uma forte componente totalitária, é progressiva e, por isso, as pessoas não se vão dando conta dela. Por exemplo, uma escola francesa cancelou a festa tradicional dos pais e mães, com medo dos insultos do lóbi gay:

Après concertation de l’équipe enseignante, un mot a été remis aux enfants de petite et moyenne sections de maternelle à destination de leurs parents. Il dit ceci : « En raison de l’évolution sociale de la structure familiale et afin d’éviter toutes polémiques, [nous avons] décidé de fêter désormais la fête des Parents à l’occasion de laquelle votre enfant vous offrira une surprise. Nous instaurons cette fête entre les dates de fête des Pères et fête des Mères. Ces autres fêtes ne seront plus préparées en classe. »

- La directrice d’école supprime la fête des pères et des mères !

Com o passar do tempo e com a continuação dos insultos do lóbi político gay, todas as escolas francesas sofrerão essa pressão política e terão a tendência para cancelar esta festa tradicional do fim do ano escolar dos pais e das mães, com medo dos insultos dos invertidos organizados politicamente.

Entretanto, ficamos a saber que na Holanda, o primeiro país do mundo a legalizar o “casamento” gay, no decorrer de 10 anos apenas 1 em 10 gays se “casaram”. Em Espanha, os números são idênticos, como podemos ler no mesmo artigo.

Os invertidos politicamente organizados não querem “casar”! O que eles querem é acabar com as instituições do casamento e da família!

Sexta-feira, 7 Junho 2013

Marcha pela Família reúne 100 mil pessoas em Brasília

«A mídia esquerdista brasileira, que adora inflar os números das paradas gays, fez tudo o que pôde para pintar, para seus espectadores, um quadro de pequenez para a Marcha pela Família.»

Marcha pela Família reúne 100 mil pessoas em Brasília

Domingo, 2 Junho 2013

Os desígnios do lóbi político invertido e da teoria de género: dinamitar a ordem biológica

 

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Pour les lobbies homosexuels et les promoteurs de la théorie du genre qui font cause commune pour dissocier corps sexué, procréation et orientation sexuelle, la technologie des cellules souches reprogrammées serait l’occasion rêvée de dynamiter l’« ordre biologique » à la base du modèle procréatif classique et d’affranchir la filiation de toute référence à l’altérité sexuelle.

En se servant de l’artifice des cellules iPS – ce qui conduit à détourner l’objet même de cette invention scientifique qui est celui de soigner des malades en évitant le recours à la recherche sur l’embryon -, on aboutirait à ce que la reproduction humaine elle-même devienne en quelque sorte asexuée. Deux femmes ou deux hommes pourraient « se reproduire » génétiquement.

Fabriquer artificiellement un enfant à partir de deux adultes de même sexe via les iPS ne serait finalement que l’aboutissement logique du projet constructiviste du mouvement « homosexuel » et des théoriciens du gender dont le but ultime est de désexualiser radicalement la filiation et d’inventer une humanité nouvelle libérée de « ses conditionnements biologiques ».

- “Homoparentalité” : la piste des cellules souches (ler o resto)

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Quarta-feira, 29 Maio 2013

A aberração ontológica que é Isabel Moreira

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Terça-feira, 28 Maio 2013

Os Prós e Contras de ontem, e a psicose LGBT

“O movimento LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] ocupa os mais elevados cargos e influência no Estado”. - Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, citado de cor, no programa “Prós e Contras” de 27 de Maio de 2013 .

A politica transformou-se num manicómio elitista em que os malucos se protegem e se promovem uns aos outros.

São os líderes políticos do movimento LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] que denunciam a existência de uma “ditadura da maioria”, quando de facto são eles uma minoria que impõe uma ditadura à maioria.

Ao contrário do psicótico, o neurótico sabe e admite que tem um “problema”. A psicose é uma doença mental que afecta gravemente a personalidade e a relação do sujeito com o mundo exterior. Distingue-se da neurose, entre outros factores, porque o sujeito não sabe, ou não admite, que está doente.

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Segundo Freud, enquanto que, na neurose, o Eu tenta recalcar as reivindicações pulsionais, na psicose produz-se uma ruptura entre o Eu e a realidade, o que deixa o Eu sob domínio do “ID”. Num segundo momento, o Eu reconstrói a realidade segundo os desejos do “ID”.

Ou seja, a psicose própria dos militantes políticos homossexualistas consiste em romper com a realidade tal qual ela se apresenta a qualquer mente saudável, quando, por exemplo, se reconhece que uma criança tem necessidade de um pai e de uma mãe. Não reconhecer este facto tão evidente e singelo, é sintoma de uma doença mental grave ou psicose aguda.

Feita a ruptura entre o Eu, por um lado, e a realidade, por outro lado, o gay/lésbica psicótico constrói a sua realidade própria segundo os impulsos do “ID” – em alemão das Es (que significa, “a coisa”). Segundo Freud, o “ID” constitui o papel pulsional da personalidade – é uma espécie de reservatório caótico e impessoal de tendências ou impulsos contraditórios.

O ID define-se de forma negativa pela ausência do sujeito coerente; os seus conteúdos, inconscientes, são, por um lado, herdados e inatos, e por outro lado, recalcados e adquiridos. Ou seja, no psicótico gay, a incoerência própria do “ID” assume e controla não só a sua personalidade mas também a sua mundividência desprovida de aderência elementar à realidade.

Em suma, gente com uma doença mental grave “ocupa os mais elevados cargos e influência no Estado”. A politica transformou-se num manicómio elitista em que os malucos se protegem e se promovem uns aos outros.

Segunda-feira, 27 Maio 2013

O terrorismo intelectual dos Khmers Rosa e a manipulação da comunicação social

Para a comunicação social em geral (vulgo me®dia), quem defende a ideia de que um par de homossexuais não deve adoptar uma criança – retirando aos direitos da criança não só o princípio da dupla linhagem natural na sua filiação, mas também o direito a uma educação com pai e mãe – é ” um radical da extrema-direita, um terrorista em potência ou em acto, muito perigoso e que deve ser vigiado pela polícia “. Vivemos já o ambiente do romance “1984″, de George Orwell. simone-veil-300-web.jpg

Segundo este critério jornalístico, por exemplo, Marinho Pinto ou Simone Veil são radicais de extrema-direita; ou então são “católicos integristas”, como afirmou Judite de Sousa no Telejornal da TVI. O que é certo é que eu preferiria ter uma filha “católica integrista” do que uma filha que conhecesse os cantos todos do balneário da equipa masculina de futebol do FC Porto. Aqui no norte, damos um certo nome a esse tipo de mulher (para bom entendedor…). Talvez assim se explique como determinadas mulheres sobem na estrutura social.

A destruição, em curso, da família nuclear ou natural conduz à anomia social que, por sua vez, conduz à atomização da sociedade e a uma qualquer forma de totalitarismo. É impossível separar a preponderância, a importância e a valorização da família natural, por um lado, da liberdade possível em uma determinada sociedade, por outro lado.

O que me preocupa (também) é retorno do pêndulo da História à sua posição natural e segundo as leis da “física”. O retorno do pêndulo da História à sua posição de “equilíbrio físico” implica a necessidade da sua posição extremada e oposta, causando vítimas inocentes em todo o processo de procura de equilíbrio. As elites políticas actuais – que são verdadeiramente radicais quando ignoram a natureza humana ou pretendem alterar a natureza humana – vivem apenas o presente e para o presente, por um lado, e por outro lado fazem de conta que a História não existe e que não existem exemplos de correcção histórica violenta dos excessos políticos – mas a História está cheia deles.

Não será do nosso tempo, possivelmente, mas o pêndulo da História tende sempre a voltar a uma posição de equilíbrio. E a inconsciência das elites actuais consiste na assunção do conceito de Carpe Diem como filosofia de vida a impor a toda a sociedade.

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Os fascistas e radicais da extrema-direita

Sábado, 25 Maio 2013

Um direito desumano (por Gonçalo Portocarrero de Almada )

«No passado dia 17, a Assembleia da República aprovou, na generalidade, a lei da co-adopção pelo parceiro do progenitor, em uniões de pessoas do mesmo sexo.

É por um imperativo de não-discriminação que se defende que também às uniões, ditas homossexuais, se reconheça o que já é permitido aos casais, ou seja, à união de um homem e uma mulher. Contudo, a justiça não obriga a tratar todos por igual, mas a dar a cada qual o que lhe é devido. A justiça fiscal discrimina os cidadãos em função dos seus rendimentos; se o não fizesse, seria profundamente injusta. Uma autarquia, uma sociedade anónima e uma associação de columbófilos podem ter personalidade jurídica, mas é razoável que a lei não lhes permita o casamento, nem a adopção de menores. É uma discriminação em relação às pessoas singulares? Sem dúvida, mas é legítima, como justa é a interdição da adopção para uniões não equiparáveis à família natural, que é a união de um homem e uma mulher.

Os defensores do pretenso direito à adopção esquecem que não há, nem pode haver, um direito a ter filhos, naturais ou adoptivos. Não o têm os casais naturais – quanto muito, uma mera expectativa – nem as uniões de pessoas do mesmo sexo e, se aqueles podem adoptar e estes não devem faze-lo, é porque o Estado deve facultar ao menor órfão, ou filho de pais ausentes ou incapacitados, um pai e uma mãe, ou seja, uma família natural. Só na impossibilidade de adopção, dever-se-ia entregar a criança sem pais a uma instituição social que, como a união de duas pessoas do mesmo sexo, também não é, em sentido próprio, uma família.

(mais…)

Quinta-feira, 23 Maio 2013

A Holanda já legalizou a poligamia por ‘uso e costume’

poligamia 300 web“Eine Ehe zwischen drei Personen ist in den Niederlanden nicht möglich, eine eingetragene Partnerschaft aber schon“, so Victor. Schließlich ist eine moderne Gesellschaft flexibel und erfindungsreich, auch zwischen Groningen und Zeeland.

Wir sind zum Notar gegangen, alle in Hochzeitskleidung und haben uns gegenseitig die Ringe angesteckt“, so Victor, dem es natürlich nicht schwerfällt zu beteuern, daß es sich für ihn „nur um eine normale Hochzeit“ handelte.”

Nach der „Homo-Ehe“ folgt die Polygamie in den Niederlanden

A notícia conta um caso de um cidadão holandês que se deslocou a um notário e registou o seu segundo casamento — leia-se, o homem casou com uma segunda mulher sem estar divorciado da primeira mulher e vive com as duas. E o notário reconheceu oficialmente o casamento polígamo.

A Holanda foi dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, rumo ao progresso da sociedade. E agora, na sequência desse progresso louvado por toda a esquerda anti-machista, a Holanda já reconheceu o casamento polígamo por “uso e costume”.

Nós, portugueses, que somos um povo atrasado quando comparado com holandeses ou belgas, só nos resta sair desta União Europeia “já e em força”.

Quarta-feira, 22 Maio 2013

A domesticação jacobina da Igreja Católica

Em entrevista à TVI24, o truculento, diabólico e laicista jacobino Augusto Santos Silva afirmou que o novo cardeal de Lisboa, D. Manuel Clemente, tem que ser igual ao “cardeal colorido”. Porque “quem se mete com os jacobinos, leva!”.

Segunda-feira, 20 Maio 2013

O blogue Estado Parido e a recusa da paridura

O blogue Estado Sentido é um exemplo, entre muitíssimos, de um grupo de pessoas que não estão preparadas para discutir mais nada que não seja a politica politiqueira e a vidinha do Jet Set. Por exemplo, este “postal” faz eriçar os pêlos púbicos do traseiro (vulgo “Cuelhos”):

“O natural é aquilo a que um está habituado.”

Segundo este raciocínio, o canibalismo entre as tribos remotas da Papua, ou a excisão feminina entre as tribos berberes e em determinadas culturas islâmicas, é natural porque se está habituado. Ou um indivíduo habitua-se a “papar” criancinhas e a pedofilia passa a ser natural. É tudo uma questão de uso e de hábito. Esta gente é tão burrinha (graças a Deus) que não pára um minuto para pensar antes de escrever qualquer coisa.

“No entanto, todos estamos acostumados à ideia de paternidade e maternidade. Vulgo mãe e pai.”

Segundo este raciocínio, um indivíduo nasce dos testículos do pai e dos ovários da mãe por uma questão de hábito; ou, por uma construção social e cultural, e apenas por essa razão, é que dizemos que “temos pai e mãe”. Digamos que um tipo “habitou-se a ter pai e mãe”, porque também poderia ter nascido, por exemplo, da barriga de uma perna de Zeus e dos colhões de um touro.

“Impedir casais homossexuais de adoptar, argumentado com o direito das crianças a terem um crescimento ”normal” é tão inválido como dizer que a normalidade existe.”

Segundo este raciocínio, e se a normalidade não existe, não existem normas. As normas — sejam jurídicas ou morais — definem uma normalidade. Norma versus normalidade: ambas as palavras têm a mesma raiz etimológica. Certo? Uma norma define uma certa normalidade. O que eu não percebo é por que razão se estabelece uma norma para os pares de invertidos poderem adoptar crianças ao mesmo tempo que se diz que a normalidade não existe.

Quando um idiota chapado chega a secretário-de-estado da cultura, temos a radiografia do país

1/ Este argumentário começa com um sofisma que é contraditório em si mesmo: se a lei é geral (como diz o escriba), a norma não tem que se adequar sistematicamente a factos; e o que a lei da adopção por pares de homossexuais fez, foi adequar a norma ao facto. As leis não são feitas para casos de excepção. Em matéria de filiação, legisla-se para o maior número possível. Depois, os casos particulares encontram a sua solução por interpretação e adaptação das regras gerais (equidade).

A lei é geral e impessoal, e somente pela aplicação desta regra geral é que ela permite resolver os problemas individuais. A lei é a expressão do corpo social que institucionaliza referências legíveis por todos. E no caso da família e das crianças, a lei é guardiã da clareza da genealogia: a lei é a norma necessária e unívoca.

Privar uma criança da diferença sexuada entre o seu pai e a sua mãe, não é só privá-la das aptidões individuais: é também privá-la das diferenças estruturantes entre a posição paterna e a posição materna. É privá-la de um espaço ou de uma distância entre dois lugares e duas funções, é também privar a criança de um significante ou de uma representação “pai” e de uma representação “mãe” — a não ser que se chame “pai” a uma mulher ou “mãe” a um homem, o que é um absurdo orwelliano.

2/ Por outro lado, o escriba entra numa segunda falácia lógica: a inversão do ónus da prova. Não são os opositores da adopção por pares de invertidos que têm que provar seja o que for: pelo contrário, é quem defende a adopção que tem que fazer prova de que os pares de homossexuais são sempre um ambiente benéfico para a educação de uma criança.

Se eu digo, por exemplo, que “o homo sapiens sapiens, em 75 mil anos de existência, sempre se organizou societariamente de uma determinada maneira”, quem quiser alterar esse tipo de organização societária é que tem que provar a validade do seu argumento — e não vale aqui a inversão do ónus da prova.

Naturalmente que um burro carregado de livros, e que subiu na política à custa de lamber as botas aos donos do sistema, como é o caso de Francisco José Viegas, bate palmas a sofismas deste calibre. Como é que um idiota deste calibre pôde chegar a secretário-de-estado da cultura?!

3/ Outro argumento alegadamente a favor da adopção de crianças por pares de fanchonos é a falta de adoptantes. O escriba cita em inglês. Em países em que o “casamento” gay foi legalizado há mais tempo, surgiu um breve surto de adopções, mas rapidamente o entusiasmo de desvaneceu — porque a adopção é vista pelo lóbi político homossexualista como uma forma de afirmação cultural e social de um determinado estilo de vida (homossexual), sendo que as crianças são instrumentalizadas neste processo. Ou seja, o argumento segundo o qual a adopção gay vai ajudar sequer a resolver um pouco o problema das crianças instituídas é outro sofisma politicamente correcto.

4/ Outro argumento do escriba é o de que uma pessoa (um indivíduo), só por si, pode adoptar uma criança segundo a lei portuguesa. A instituição da adopção por um celibatário não é uma instituição necessariamente em conformidade com os interesses da criança, porque está em contradição com o princípio fundamental do Direito que é o da dupla linhagem da criança (paterna e materna). A adopção por um celibatário cria uma filiação unilinear.

Mas, apesar dos inconvenientes que tem, a adopção por um só indivíduo cria um problema menor do que a adopção por um par de homossexuais, porque mais vale a carência própria desta situação ser inscrita pelo Direito, do que fazer de conta de que se tratam de situações identicamente diferentes (equivalentes).

Na adopção, mesmo simples ou por um celibatário, não se trata apenas de educação mas também de filiação. A partir do momento em que se toca na filiação, toca-se na estrutura fundamental do humano. E o que os filhos da puta da classe política estão a fazer é a tocar na estrutura ontológica do humano.

O que me surpreende é que um burro que diz que “não é de esquerda”, e que é “liberal”, defenda ideias orwellianas deste calibre, e tenha mesmo chegado a secretário-de-estado de Passos Coelho. Isto diz quase tudo acerca de Passos Coelho.

Sexta-feira, 17 Maio 2013

Que morram do veneno que eles próprio venderam ao país

A minha posição em relação à greve dos professores é neutral. Se há professores a mais e crianças a menos, quem incentivou e aprovou o aborto livre e gratuito (pago pelo Estado) que os aguente. Que morram do veneno que eles próprios venderam ao país.

E isto ainda não é nada comparado com o que vem aí: a ideia segundo a qual os velhos também podem trabalhar e não precisamos assim tantos dos novos, vai rebentar na cara desta classe política. E quando a realidade lhes rebentar na cara também vou ser neutral, mesmo em presença de julgamentos sumários e fuzilamentos clandestinos.

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