perspectivas

Sexta-feira, 11 Julho 2014

A eutanásia transforma o médico em um carrasco

Filed under: ética — orlando braga @ 12:59 pm
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Domingo, 23 Fevereiro 2014

Armadilha legalista da maçonaria

Filed under: Maçonaria — orlando braga @ 11:13 am
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“No domínio do Direito, nenhuma dedução científica é possível”S. Boaventura

A eutanásia foi legalizada na Bélgica em 2002, e agora surge a primeira litigância judicial contra um “médico” que assassinou uma “cliente”. Mas o problema de qualquer litigância judicial é que parte do princípio de que a lei (da eutanásia, neste caso) deve ser respeitada, ou seja, parte do pressuposto de que a lei (da eutanásia) é aceitável e legítima.

A única forma de combater uma lei maçónica iníqua — como, por exemplo, a lei da eutanásia ou do aborto — é não a considerar legal porque é ilegítima. Não há como considerar um quadro legal iníquo para uma qualquer litigância judicial: essa lei simplesmente não existe porque deve ser recusada enquanto lei ilegítima. E sendo que uma determinada lei não existe de facto (porque não é legítima), não faz sentido qualquer litigância judicial em torno dela.

Sábado, 22 Fevereiro 2014

A cultura do mercado cria as necessidades do mercado da cultura

Filed under: cultura — orlando braga @ 9:35 am
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O mercado da cultura responde às necessidades criadas pela cultura do mercado.

swiss clinic

Por exemplo, quando se lança um modelo novo de automóvel, a cultura do mercado cria uma nova necessidade que será mais ou menos bem aceite pelo mercado da cultura. Para que o novo produto tenha sucesso no mercado é necessária uma estratégia de marketing, ou seja, uma estratégia de promoção cultural que demonstre a necessidade do novo produto.

oriella webNaturalmente que o novo modelo de automóvel deve substituir um automóvel antigo, criando novos hábitos de condução, por exemplo, ou novos elementos de conforto do habitat do carro, que irão fazer a diferenciação cultural entre o velho e o novo — hábitos estes que se transformam também em necessidades. A ligação cultural ao automóvel antigo terá que ser eliminada e substituída por uma nova ligação cultural: tal como acontece com o mercado das mulheres, há sempre um modelo novo (de automóvel). A lógica do mercado é sempre ad Novitatem.

Com o surgimento da necessidade obsessiva do novo, a sociedade transforma-se. Ainda há pouco tempo se dava valor a um modelo cultural que hoje o mercado se encarrega de tornar obsoleto. Naturalmente que a cultura do mercado diz que “só compra o carro novo quem quer”, mas o mercado da cultura diz simultaneamente que “as coisas valem aquilo que dão por elas”. O que interessa é promover o novo produto como sendo mais valioso do que o antigo, introduzindo na sociedade uma dissonância cognitiva acerca do “valor das coisas” (incluindo o valor do ser humano).

A partir do momento em que a cultura do mercado considera o ser humano como uma “coisa” a que se atribui um valor de mercado, o mercado da cultura cria clínicas de eutanásia para responder às necessidades da procura do mercado. É a lógica de mercado em pleno funcionamento.

O mercado da cultura funciona segundo a lógica do conceito de “Universo” dotado de uma mão invisível, segundo Richard Dawkins:

“O universo que observamos tem precisamente as características com as quais se conta quando, por trás dele, não existe nenhum plano, nenhuma intenção, nenhum bem ou mal, nada, além da cega e impiedosa indiferença.”

Domingo, 16 Fevereiro 2014

O silêncio dos defensores portugueses da eutanásia

 

A notícia segundo a qual a Bélgica legalizou a eutanásia para crianças sem qualquer limite de idade, foi recebida com um silêncio de morte por parte dos defensores portugueses da eutanásia, na sua maioria da esquerda maçónica, mas também do Bloco de Esquerda e de uma certa “direita” libertária. Não vi nada escrito sobre o assunto, e não sei explicar esse silêncio senão pelo total absurdo que a eutanásia de crianças implica.

bandeira belgaPerante os critérios de inimputabilidade moral e jurídica que o Direito contempla o estatuto da criança, estamos, atónitos, perante uma contradição fundamental que roça a irracionalidade mais abjecta: por um lado, as crianças não podem ser juridicamente e moralmente responsabilizadas se cometerem um acto de assassínio; mas, por outro lado, já podem ser juridicamente e moralmente responsáveis para decidirem a sua própria morte. O legislador belga não responsabiliza (integralmente) as crianças se estas atentarem contra a integridade física de outrem, por um lado; mas, por outro lado, dá às crianças liberdade total para atentarem contra a sua própria integridade física.

Como escreveu Christian Vanneste, a esquerda europeia e maçónica (com o beneplácito da “direita” libertária, acrescento eu) desistiu das reformas no âmbito da economia e passou à revolução da moral — nomeadamente através da inversão e perversão dos tabus tradicionais na esfera da família e da concepção da pessoa. Essa inversão, maçónica, esquerdista, alegadamente “libertária” e perversa, dos tabus, passa pela exaltação da autonomia individual mas sempre desprovida de qualquer culpa: é um sistema que permite a eutanásia de crianças inocentes de 12 anos, por exemplo, mas já não permite a punição da culpa de um adolescente de 17 anos.

Estamos a lidar com uma classe política perversa e próxima da “loucura” aqui entendida em termos do senso-comum. Esta gente é louca, e como tal deve ser tratada. Não devemos dar um “palmo de terreno” à maçonaria, por exemplo: essa gentalha deve ser combatida sem quartel e através de todos os meios considerados adequados.

Quinta-feira, 13 Fevereiro 2014

O abismo moral da Europa e o Totalitarismo Jurídico

 

A ética de John Locke pode ser resumida em três pontos essenciais:

1/ O Criador do universo, na sua condição de criador, exerce um poder e um direito de propriedade sobre tudo o que Ele cria.

2/ Os direitos humanos não são mais do que a contrapartida daquilo que a Lei Natural — que decorre dos direitos de propriedade do Criador — impõe ou impede que se faça aos outros.

3/ O útil não é o fundamento da lei jurídica nem a razão pela qual esta obriga, mas antes é a consequência da observância da lei.

No primeiro ponto, qualquer teoria que reclame o “direito à propriedade do meu corpo” é recusada; o corpo não é meu. O aborto e suicídio são faltas, não só à luz da Lei Natural como à luz do Direito Positivo.

No segundo ponto é recusada a ideia segundo a qual os direitos humanos são aquilo que a política de cada espírito do tempo quiser que sejam, e ao sabor das modas.

O terceiro ponto defende a ideia segundo a qual a utilidade decorre do cumprimento da lei e tendo em conta os dois pontos anteriores — e não é a utilidade que fundamenta ou condiciona a feitura das leis: o que é útil é a consequência da existência de leis, mas não é aquilo que é útil que deve ser o critério fundamental de construção do Direito Positivo.


Naturalmente que haverá sempre alguém que pode dizer que “não há prova de que exista um Criador do universo”. Porém, a ausência de prova é apenas uma prova de ausência, e nada mais do que isto; este argumento não é logicamente válido. E, por outro lado, só um estúpido ou um “cientista” actual não concordará que o universo deve ter uma causa; e a essa causa convencionou-se chamar de Criador ou Deus.

Eu, que vivo no século XXI, considero que essas três premissas da ética de John Locke continuam válidas — não porque simpatize necessariamente com elas, mas porque a razão e a lógica me compelem a aceitá-las como válidas. E mesmo que haja por aí alguém que não simpatize com essas três premissas, tratar-se-á de puro gosto pessoal, mas dificilmente poderá argumentar racionalmente contra elas.

Uma coisa é aquilo que eu gosto; e outra coisa, diferente, é aquilo que o raciocínio me obriga a aceitar, mesmo que não gostemos de aceitar essa coisa. Segundo John Locke, e com razão, uma coisa é o direito como regra de acção obrigatória e que é criadora do laço do direito; mas outra coisa diferente é o direito como puro poder de uso ou usufruto. O meu corpo não é meu: apenas tenho o direito de uso ou usufruto do meu corpo.

“Pelo vínculo do direito deve entender-se o vínculo da lei natural segundo o qual todos são obrigados a pagar uma dívida natural, ou seja, a cumprir o dever natural que lhe incumbe em razão da sua natureza própria ou de sofrer a pena em caso de delito.” — John Locke, Essays on the law of nature, VI, 181, Oxford University Press, 1986

eutanasia-webO que me espanta, até à incredulidade, é que estas três premissas de John Locke, que fundamentaram o Direito Positivo ocidental até há pouco tempo, estejam a ser colocadas em causa pelo Direito europeu. Desde logo, o Direito Positivo europeu actual coloca o útil como pressuposto da feitura das leis — por exemplo, a recolha de órgãos humanos está na base da lei da eutanásia a “pedido do cliente” da Bélgica e na Holanda. Depois, o Direito Positivo europeu defendido pelo Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” assenta exclusivamente em um critério de liberdade negativa do indivíduo, fazendo de conta que a liberdade positiva não existe — por exemplo, “casamento” gay, adopção de crianças por pares de invertidos, “barriga de aluguer”, procriação medicamente assistida para toda a gente, e outros “direitos” a torto e a direito.

Podemos afirmar, de uma forma objectiva e baseada em factos insofismáveis, que a Europa está em decadência acelerada. Não se trata aqui de pessimismo da minha parte. Não há um fundamento racional para o que se está a passar na Europa em matéria de Direito Positivo. Já não existe uma base lógica e racional para as leis que se fazem na Europa senão um critério de pura utilidade que torna as leis arbitrárias e dependendo apenas e só da moda de cada época.

É perfeitamente racional que possamos supôr que toda e qualquer irracionalidade traduzida em lei passa agora a ser possível na Europa: e essa irracionalidade e arbitrariedade jurídica traduz-se em um Totalitarismo Jurídico — uma nova forma de totalitarismo ou de fascismo.

Quarta-feira, 12 Fevereiro 2014

A analogia entre a lei da eutanásia na Bélgica, e a lei da “co-adopção” em Portugal

 

dois pais e uma maeEm 2002, a Bélgica aprovou uma lei da eutanásia para doentes terminais. Passados dez anos, a lei da eutanásia belga “evoluiu” para uma eutanásia “a pedido do cliente” e passou a existir um novo “direito humano”: o “direito” à morte assistida a qualquer momento, e por qualquer motivo subjectivo.

Mas a lei da eutanásia belga continuou a “evoluir”, e amanhã será aprovada uma nova lei na Bélgica que autoriza a eutanásia de crianças. E já existem novas leis em preparação, nomeadamente a eutanásia a pessoas dementes.

No caso da chamada co-adopção, a situação é análoga: quem defende hoje a co-adopção, nos termos da proposta de lei da Esquerda, sabe perfeitamente que as “leis evoluem”. E esta “evolução das leis” impõe um “progresso” coercivo da opinião pública através da conceptualização do Direito Positivo arbitrário como substituto da Ética. Por exemplo, vemos hoje a notícia de que no Canadá já existem crianças com dois pais e uma mãe.

A tese de uma luminária asinina que dá pelo nome de Carlos Pamplona Côrte-Real é uma tentativa de impôr o “progresso da opinião pública” através da força bruta do Estado traduzida no Direito Positivo que erradica a noção de ética — qualquer ética que seja independente do poder arbitrário do Direito Positivo — da cultura antropológica. E quanto mais complexa é a rede de relações e de “direitos de família”, maior é o poder dos juízes e, por isso, maior a influência e preponderância social têm os burros iluminados da estirpe do Carlos Pamplona Côrte-Real.

O que esta gente está a fazer é enganar o povo. Noutros tempos acabavam na forca.

A Bélgica prepara uma lei para assassinar crianças

Filed under: ética — orlando braga @ 7:32 am
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Sexta-feira, 7 Fevereiro 2014

Bélgica deve ser expulsa da União Europeia


“I have previously documented Belgium’s meteoric rise to become the euthanasia capital of Europe and its grisly descent down the slippery slope. Now the country is moving to allow euthanasia for sick children. The measure has already passed by 50 votes to 17 in Belgium’s upper house and only needs a vote in the lower house to pass fully into law. The Belgian government announced yesterday that the debate on the child euthanasia bill, in the Chamber of Deputies, will occur on 12 February.”

Belgian Parliament on verge of fully legalizing child euthanasia with final vote on 13 February

A Bélgica prepara-se para aprovar uma lei da eutanásia para crianças doentes. Note-se: não estamos a falar de crianças em estado terminal, mas de crianças com doenças incuráveis mas que têm tratamento.

Eutanásia “a pedido do cliente” por uma simples depressão psicológica, eutanásia para cegos, para mulheres anorécticas, já são prática corrente na Bélgica.

Mas as intenções selvagens da classe política e do povo belgas não fica por aqui: já se pensa em estender a eutanásia compulsiva a pessoas com demência.

Não é possível conviver, dentro da União Europeia, com um país como a Bélgica. Ou a Bélgica é expulsa da União Europeia, ou os países civilizados europeus — que ainda restam — devem ostracizar a Bélgica e, inclusivamente, colocar a hipótese de sair desta União Europeia que promove uma cultura de assassínio de crianças.

Sábado, 9 Novembro 2013

Esta União Europeia não tem qualquer hipótese

 

Hoje começa a ser comum, na cultura europeia, a tentativa de legitimar a desumanização do Homem a partir de uma determinada noção de “autonomia”, que nada mais é do que corrupção do sentido dado por Kant a esse conceito. Para Kant, autonomia significa a assunção simultânea da liberdade negativa e da liberdade positiva: o cidadão e o legislador; e a liberdade positiva implica a validade moral do Dever, do imperativo categórico, e do ser humano visto sempre como um fim e não como um meio.

A actual justificação racionalizada do aborto e da eutanásia, em nome da “autonomia”, baseia-se na corrupção ou deturpação do conceito de “autonomia” de Kant: apenas a liberdade negativa é considerada como pertencendo à “autonomia do indivíduo”, e a liberdade positiva — ou seja, o dever e o imperativo categórico — é deliberadamente afastada do conceito de “autonomia”.

Quando uma sociedade chega a um ponto em que o conceito deturpado de “autonomia” se implantou profundamente na cultura antropológica, já nada há a fazer senão assistir à sua decadência e implosão enquanto sociedade.

eutanasiaÉ uma questão de tempo. Já não há retorno. Países como a Bélgica, onde existe a eutanásia a pedido do cliente, entraram já por um caminho de degenerescência social sem retrocesso possível, em que a morte é a realidade suprema, e a vida não passa de uma qualidade da morte. A morte tornou-se na norma cultural ou o fundamento da vida que, por sua vez, se tornou excepção. O conceito de “autonomia” é de tal modo corrompido e invertido que passou a significar e a assumir, na cultura, o seu contrário.

A Bélgica é um país da União Europeia; e a Grécia também. Os burocratas de Bruxelas e Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" andam muito preocupados com as uniões civis na Grécia, e obrigaram o governo grego a estender as uniões civis aos homossexuais. Mas nunca — jamais! — ouvimos ou ouviremos os burocratas de Bruxelas e os juízes do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" a criticar a eutanásia a pedido do freguês na Bélgica, porque são os próprios mentores desta União Europeia que sancionam e promovem o conceito enviesado de “autonomia”.

A contaminação da decadência cultural e civilizacional belga, por via da União Europeia, coloca em risco o nosso país, a nossa cultura, e a nossa herança civilizacional. Somos nós todos, e as gerações vindouras, que estão em causa com a pertença a esta União Europeia.

No vídeo acima, vemos duas pessoas, cidadãos belgas: o velho Adelin, que tinha deixado um testamento escrito para ser eutanasiado mas que, num assomo serôdio de autoconsciência, recusou a eutanásia e acabou por ter uma morte natural; e Eva, uma mulher de 34 anos que alegadamente sofria de “depressão psicológica”, e que foi eutanasiada tendo como justificação a sua “autonomia”.

Sexta-feira, 20 Setembro 2013

O contraste entre os dois Papas

Filed under: Igreja Católica — orlando braga @ 9:25 am
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«O Papa Bento XVI disse hoje, a bispos brasileiros, no Vaticano, que é papel da Igreja emitir juízo moral em questões políticas quando isso for importante para defender os direitos fundamentais da pessoa. No discurso, ao qual a reportagem da Gazeta do Povo teve acesso com exclusividade, o Pontífice afirmou que os padres devem se posicionar quando estiverem em discussão temas como aborto e a eutanásia (a abreviação da vida de doentes terminais).»

Bento XVI defende acção política da Igreja contra o aborto

A notícia é de 28 de Outubro de 2010, mas poderia ser de hoje, não fora o golpe-de-estado que um grupo de cardeais operou no Vaticano, colocando no poder uma espécie de títere. É por demais evidente que quem manda hoje, e de facto, na Igreja Católica não é o Papa Francisco I: existe uma plêiade esconsa e sinistra que controla o Papa em exercício.

bento 16

Domingo, 8 Setembro 2013

A nova telenovela da SIC: “Maravilhoso Mundo Novo”

A telenovela inglesa ‘Coronation Street’ já tem um figurão transgénero. Mas, não contente com o fanchono, a BBC (Bolshevik Broadcasting Corporation), que é responsável pela dita telenovela, vai ter alguns episódios em que conta como o dito transgénero tem cancro e optou pela eutanásia .

Não tarda nada vamos ver uma telenovela da SIC que conta a história de como um fanchono com HPV, SIDA, hemorróides agudas, com o esfíncter lasso e incontinente, optou pela eutanásia a pedido. E depois, o “marido” do fanchono também solicita o golpe-de-misericórdia, grátis e em um hospital público (graças ao Partido Socialista, ao Bloco de Esquerda e ao Partido Comunista) devido à desventura de ver o seu amado partir desta vida tão descontente (para além do problema das enxaquecas crónicas de que o infeliz já sofria).

Emocionados com a coragem suicida do fanchono e do seu “marido”, um grupo de jovens amigos do “casal” fanchono, oriundo de várias boas famílias da Linha de Cascais, reúne-se em uma vivenda luxuosa na Praia da Rocha e opera um ritual de suicídio colectivo, utilizando Pentobarbital comprado livremente na farmácia mais próxima. O pai de um dos jovens suicidários, revoltado com a morte do seu filho, empreende um vendetta privada contra os pais e mães das famílias dos outros jovens desventurados, culpando-os da morte do seu filho.

Depois de muitas peripécias em que todos os figurantes da telenovela vão sendo, um a um, “libertados da vida” através de Tiopental de Sódio comprado avulso em uma drogaria de Odivelas, o último episódio da nova telenovela da SIC foca-se no drama desse pai “herói e libertador”, drama esse que resulta do facto de ele ser o último a suicidar-se.

A originalidade da SIC, desta vez, consiste no facto de uma telenovela acabar sem uma qualquer personagem viva.

Sexta-feira, 12 Julho 2013

Ser contra o aborto e contra a eutanásia é ser racional

Filed under: aborto — orlando braga @ 7:28 pm
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Genoma humano

Ser contra o aborto e contra a eutanásia é o resultado e o corolário de puro exercício de racionalidade. Ou seja, não é uma questão de dogma, ou apenas de religião, ou de uma qualquer crença: é sobretudo uma questão de se seguir a razão e a lógica.

A vida de uma pessoa – ou de um “indivíduo”, como preferem dizer os liberais – não lhe pertence, por duas ordens de razão:

1/ uma pessoa não deu — ou não concedeu — a sua vida a si própria;

2/ uma pessoa não pode decidir — por sua alta recreação e capricho — que não irá morrer.

Decorre destes dois pontos supracitados que uma pessoa não faz, de facto, da sua vida tudo o que quiser e, por isso, a sua vida enquanto tal não lhe pertence. E se uma pessoa não tem o direito de decidir sobre a vida ou morte do seu semelhante, então terá necessariamente que ser contra o aborto e contra a eutanásia.

Acresce-se que uma pessoa não é só um ser dotado de consciência e de auto-consciência e/ou existente fora do útero materno.
A pessoa é todo e qualquer ser vivo que possua um genoma humano.

Em suma, não é necessário ser religioso para se ser contra o aborto e contra a eutanásia: apenas é necessário ter miolos e pensar um pouco.

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