perspectivas

Segunda-feira, 7 Abril 2014

Marine Le Pen e o laicismo

Filed under: Democracia em perigo,Europa — orlando braga @ 5:38 am
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A diferença essencial entre Marine Le Pen (e o PNR português), por um lado, e François Hollande, por outro lado, é a de que a primeira é nacionalista, ao passo que o segundo é internacionalista. Em tudo o resto não há grande diferença.

Um homem da Direita propriamente dita não pode aceitar que o Estado se meta na acção das organizações e instituições da sociedade civil em geral, e das religiões em particular. Se eu fosse francês, Marine Le Pen não teria o meu voto.

Quarta-feira, 12 Fevereiro 2014

A Bélgica prepara uma lei para assassinar crianças

Filed under: ética — orlando braga @ 7:32 am
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Sábado, 8 Fevereiro 2014

Um estudo económico revela que a Holanda estaria muito melhor se não pertencesse à União Europeia

Filed under: economia,Europa — orlando braga @ 8:24 pm
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O político holandês Geert Wilders mandou fazer um estudo económico acerca de uma possível saída da Holanda da União Europeia, e esse estudo revelou que a eventual saída desse país da União Europeia significaria um aumento do PIB holandês de 10 a 13%, e que cada família holandesa seria beneficiada em cerca de 10.000 Euros.

O estudo, publicado na Quinta-feira, 6 de Fevereiro passado, pela empresa de consultadoria Capital Economics — e que os me®dia portugueses abafaram, como é hábito, e costume da sub-informação me®diática portuguesa —, diz que que Holanda teria um proveito entre 1 bilião (trilião americano) e 1,5 biliões de Euros em um horizonte temporal até 2035, se esse país abandonasse a União Europeia em 2015.

Ler a notícia aqui.

Segunda-feira, 27 Janeiro 2014

A União Europeia, o Euro e a natalidade portuguesa

 

O Alexandre Homem de Cristo comete aqui um erro que é useiro e vezeiro por parte de uma certa “intelectualidade” ocidental (não é só portuguesa): a ideia segundo a qual a baixa taxa de natalidade está directamente ligada à economia.

O que eu vou dizer a seguir não pode ser provado, mas estou convencido de que se o ordenado mínimo nacional fosse neste momento de 5.000 Euros mensais e a taxa de desemprego fosse de 3 ou 4%, a taxa de natalidade portuguesa não aumentaria significativamente por isso. Aliás, temos o exemplo da Alemanha que demonstra o que eu quero dizer. Portanto, olhar para as “experiências internacionais”, como se sugere, não levará a nada, porque essas “experiências internacionais” — maioritariamente do Ocidente — serão apenas paliativos que “empurram” o problema demográfico lá mais para diante no tempo.

A evolução demográfica alemã tem-se salvado por causa dos imigrantes (maioritariamente islâmicos) que não deixam de se reproduzir. Mas, mesmo assim, a taxa de natalidade alemã está longe daquela que se verifica em França também graças aos imigrantes. Porém, os imigrantes de segunda geração tendem a seguir os valores da cultura dominante, o que significa que a taxa de natalidade actual na Alemanha e em França serão “sol de pouca dura”.

Portanto, a experiência diz-nos que a taxa de natalidade não é uma questão de dinheiro: o problema é outro, bem diferente, e de tal forma grave e complexo que nem quero falar dele aqui para não ser condenado à fogueira do politicamente correcto.

“Há uma enorme diferença entre a França e a Alemanha, quando 650 a 680 000 jovens que entram no mercado de trabalho na França, há menos de 350 mil na Alemanha. Calculamos que a taxa de desemprego seria se a Alemanha tivesse a mesma dinâmica populacional França: teria 1,5, 2.000,000 desempregados a mais. Alemanha pode-se dar ao luxo de ter uma política que só é bem sucedida no curto prazo, pois é uma população em declínio. No entanto, os países que tão diferentes como a Alemanha e a França em demografia, com uma taxa de fertilidade de 1,6 em comparação com 2,05 – que é uma grande diferença – são forçados pelo euro a terem a mesma política económica.”

A União Europeia está a caminho de uma guerra quando procurava a paz.

Sexta-feira, 24 Janeiro 2014

Um pouco de decoro não lhe ficaria mal

Filed under: IV Reich — orlando braga @ 7:28 pm
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“Depois da pressão sobre os pares europeus para as subidas da idade da reforma, a coligação alemã decide agora fazer o contrário no seu próprio país”.

Alemanha vai baixar a idade da reforma para os 63 anos

Sexta-feira, 4 Outubro 2013

O exemplo dos políticos da “direita” francesa

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — orlando braga @ 9:04 pm
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Terça-feira, 9 Julho 2013

O Papa Francisco I incentiva a imigração islâmica na Europa

O lema deste Papa parece ser o seguinte: “cada cavadela, cada minhoca”.

Uma coisa é defender a protecção da vida dos imigrantes clandestinos; mas outra coisa, bem diferente, é incentivar a imigração islâmica e tecer loas ao maometanismo. E enquanto são assassinados, às mãos dos mouros e todos os dias, cristãos na Síria e no Egipto, este Papa exalta a epifania do Ramadão!

«The pope chose to visit Muslims on his first papal visit rather than Christian refugees from Syria or Egypt, who are victims of vicious Muslim violence. Furthermore, Francis believes more should be done to provide a “dignified life” for these mostly Muslim refugees, but does not explain. Does the Holy Father really believe it wise to accept even more Muslims in a de-Christianized Europe?

Finally, Pope Francis gives validity to Ramadan. This Muslim holy month celebrates the “revelation” of the Koran to Mohamed. This same Koran declares that Jesus is not the Son of God, didn’t suffer Crucifixion, and the Resurrection didn’t occur. St. Paul said that if Christ did not rise from the dead then our faith is in vain, yet Francis is providing legitimacy to a hostile, alien religion that openly declares that the Christian faith is not only vain, but blasphemous and sinful.»

A Revolutionary Pope Extends Greetings to Muslims in Lampedusa

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Um ‘ramadão’ é uma grande ‘ramada’

Terça-feira, 2 Julho 2013

A Escolástica do século XX

José Pacheco Pereira fala-nos aqui da “Escolástica do século XX”.

A dogmatização dos direitos humanos, transformando-os em uma forma de fazer política, para além de repudiar o que há de bom e positivo nas tradições, é a causa do aumento da tutela da organização burocrática (por exemplo, na cúpula do leviatão da União Europeia), em que a afirmação retórica, obsessiva e repetida da singularidade das pessoas concretas é acompanhada pela sua equivalência abstracta num anonimato generalizado; e em que o reconhecimento social de todas as espécies de direitos – “casamento” gay, adopção de crianças por pares de invertidos, eutanásia “a pedido do freguês”, aborto livre “porque sim”, pedofilia como “orientação sexual”, teoria de género, feminismo, etc. – e liberdades tem como contraponto o retraimento narcísico dos indivíduos e o seu desinteresse pela coisa pública (ou seja, diminuição da coesão social), e em que a omnipresente encenação política de liberalização dos costumes esconde a propensão para um mimetismo na cultura antropológica, um seguidismo e um conformismo sem precedentes que abre caminho a uma nova forma de totalitarismo.

Exceptuando alguns poucos pensadores medievais católicos – como, por exemplo, Anselmo de Aosta ou S. Tomás de Aquino -, a Escolástica, em geral, passou o tempo a discutir o sexo dos anjos. De um modo semelhante, também existiu uma Escolástica no século XX, que já vinha da revolução francesa, da utopia positivista que evoluiu para o socialismo francês pela mão do utilitarismo de Bentham, e que teve em Karl Marx o seu corolário.

Paradoxalmente, a religião que Karl Marx criticou deu origem a um Ersatz da religião, a uma religião política imanente e moderna que também teve os seus relapsos, os seus “protestantes” e a sua “Reforma”: mas sempre a discutir o sexo dos anjos. O que se passa hoje, em grande parte da Europa e nomeadamente em França , é, de facto, o retorno às origens da Escolástica moderna; uma espécie de “vira o disco e toca o mesmo”.

José Pacheco Pereira fala de “humanismo” e de “anti-humanismo”. Mas ¿o que significa “humanismo”?

O termo “humanismo” sofreu tantas definições que já não se sabe bem o que é. O próprio marxismo ortodoxo, que se dizia “anti-humanista”, acabou por reclamar a herança do humanismo e, por isso, paradoxalmente, ser também – embora involuntariamente – “humanista”. Se considerarmos “humanismo” aquilo que saiu do Iluminismo – porque também existe um outro “humanismo” que saiu do Renascimento, para além do “humanismo” do personalismo cristão, e etc. -, esse humanismo iluminista é sinónimo de racionalismo; mas racionalismo não é a mesma coisa que racionalidade; mas durante muito tempo pensou-se que os dois conceitos eram equivalentes.

Dizia Albert Camus que “Nietzsche era grego e Karl Marx, cristão”. O que separa, realmente, Karl Marx do Cristianismo é a ausência de um fundamento último da teoria. Ou seja, o marxismo é construído sem alicerces na metafísica, sem uma axiomática que o prenda ao Real; neste sentido, é uma espécie de Escolástica medieval invertida ou do avesso.

Do racionalismo humanista do iluminismo, muitas vezes irracional, não poderíamos esperar outra coisa senão a construção do “Homem abstracto”, por exemplo, mediante uma “política dos direitos humanos” criticada profeticamente por Marcel Gauchet em princípios da década de 1980.

Existe aqui um paradoxo: os “direitos humanos”, assumidos como uma política em si mesma, diluiu qualquer tipo de humanismo – incluindo o personalismo cristão que sempre foi concreto (pelo menos em tese) por sua própria natureza. Vivemos numa época de paradoxos decorrentes de uma racionalização política que é, no fundo, uma tentativa (propositada!) de irracionalizar a sociedade e a cultura.

Os paradoxos da relação entre indivíduo e sociedade, por um lado, e por outro lado entre o indivíduo e o Estado, são mitigados (aparentemente) pela invocação ritualizada (por exemplo, pelo socialismo dos Khmers Rosa de François Hollande ) da liberdade, e da igualdade entendida como uma aplicação prática de uma espécie de ideologia de Procrustes.

A dogmatização dos direitos humanos, transformando-os em uma forma de fazer política, para além de repudiar o que há de bom e positivo nas tradições, é a causa do aumento da tutela da organização burocrática (por exemplo, na cúpula do leviatão da União Europeia), em que a afirmação retórica, obsessiva e repetida da singularidade das pessoas concretas é acompanhada pela sua equivalência abstracta num anonimato generalizado; e em que o reconhecimento social de todas as espécies de direitos – “casamento” gay, adopção de crianças por pares de invertidos, eutanásia “a pedido do freguês”, aborto livre “porque sim”, pedofilia como “orientação sexual”, teoria de género, feminismo, etc. – e liberdades tem como contraponto o retraimento narcísico dos indivíduos e o seu desinteresse pela coisa pública (ou seja, diminuição da coesão social), e em que a omnipresente encenação política de liberalização dos costumes esconde a propensão para um mimetismo na cultura antropológica, um seguidismo e um conformismo sem precedentes que abre caminho a uma nova forma de totalitarismo.

Foi nisto que desembocou a “Escolástica do século XX”.

Domingo, 23 Junho 2013

Europa, o continente dos zômbis

Filed under: cultura,Política,Ut Edita — orlando braga @ 7:37 pm
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A Europa (leia-se, União Europeia) caminha a passos largos para um estado de entropia, que implica um regresso progressivo a um estado de não-diferenciação – aparentemente paradoxal – por intermédio de um individualismo radical promovido pelos “direitos humanos” entendidos, em si mesmos, como uma política.

Através desta progressiva entropia, o antagonismo do binómio freudiano EROS (o desejo amoroso) e THANATOS (a morte) é reduzido na proporção directa do aumento da entropia. A pulsão da vida e a pulsão da morte tendem a misturar-se numa só pulsão que vai eliminado a neurose que é a base da cultura. Mas ao eliminar a neurose e ao incentivar um estado de não-diferenciação, a entropia europeia propala a psicose como um estado normal e generalizado.

A relação Eros-Thanatos e o correspondente binómio prazer-realidade são dissipados a tal ponto que a Europa tende a transformar-se num continente habitado por zômbis. É esta a principal razão por que Portugal deve ter um pé dentro mas outro fora desta União Europeia: antes da economia está a cultura.

Domingo, 9 Junho 2013

O director não-executivo da Goldman Sachs está de acordo com o Bloco de Esquerda

O representante da ONU e organizador do Fórum Global da Migração e Desenvolvimento é o inglês Peter Sutherland que é, também, director não-executivo do Banco Goldman Sachs International, e foi presidente do grupo petrolífero BP (British Petroleum).

¿ E o que é que o director não-executivo da Goldman Sachs (que “por acaso” é o organizador do Fórum Global da Migração e Desenvolvimento) defende, no que diz respeito às migrações populacionais e ao multiculturalismo ? Exactamente aquilo que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista defendem! Ou seja, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda estão de acordo com a Goldman Sachs.

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Segunda-feira, 3 Junho 2013

Os dois radicalismos que irão devastar a Europa: globalismo e neonazismo

Filed under: Europa — orlando braga @ 4:15 pm
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Globalismo

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Neonazismo

Pelo menos na Grécia, os globalistas vão perder a batalha – a não ser que este país saia do actual double blind em que se encontra. E os neonazis vão ganhar devido à natureza antidemocrática do globalismo que impede que se afirme moralmente entre os povos da Europa. O neonazismo é um mal, mas é mal menor quando comparado com o outro mal.

Sábado, 1 Junho 2013

O que conta é o amor! Estúpido!

“La organización Martijn, que defiende las relaciones sexuales consentidas entre niños y adultos fue disuelta por una orden judicial previa de junio pasado, pero el tribunal holandés de apelación ha anulado esa sentencia. «El trabajo de la asociación es contrario al orden público, pero no existe una amenaza de la desintegración de la sociedad», ha dictado el Tribunal de Apelación de Arnhem, Leeuwarden (norte) y así se recoge en un comunicado.”

Un tribunal holandés decide que es ilegal prohibir una asociación de pedófilos

Depois do “casamento” gay, da adopção de crianças por pares de homossexuais, da procriação medicamente assistida a torto e a direito, da “barriga de aluguer” e do tráfico de crianças para satisfazer os caprichos de uma minoria psicótica – depois de tudo isto, vamos ver os deputados portugueses à assembleia da república retirar a pedofilia do Código Penal, seguindo ordens da União Europeia.

A descriminalização da pedofilia (a retirada do Código Penal) será o primeiro passo. E vamos ver deputados do CDS/PP a abster-se na votação; e a Igreja Católica em silêncio, com medo de se perderem as sinecuras de um clero composto por sibaritas. E iremos vez o curandeiro gayzista da RDP, Júlio Machado Vaz, a criticar na rádio “os preconceitos estúpidos anti-pedófilos” provenientes de gente que recusa o progresso.

Você está a sorrir?! Espere para ver. É tudo uma questão de “progresso da opinião pública”. E se não houver progresso da opinião pública, o “progresso” será importo à revelia do povo utilizando a força bruta do Estado.

Depois, virá o segundo passo, que é o da instituição da pedofilia como um “direito”, através da sua inscrição no Código Civil como “uma relação consentida entre uma criança e um adulto”, com direito a declaração conjunta de IRS. E porquê, tudo isto? Porque o que conta é o amor!

O sentimentalismo do mulherio está a dar cabo da sociedade. “O que conta é o amor”, dizem muitas delas para justificar o injustificável, como por exemplo o “casamento” gay . O feminino em excesso intoxicou a nossa cultura. É tempo de voltarmos ao masculino.

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