perspectivas

Sexta-feira, 6 Dezembro 2013

Partido Socialista e Partido Social Democrata: especialistas em estimulação contraditória e dissonância cognitiva

 

“Sociais-democratas entregaram ontem uma proposta que prevê prisão até dois anos para maus-tratos e até seis meses para quem abandone animais de companhia”

Um exemplo de estimulação contraditória que provoca uma dissonância cognitiva transversal a toda a sociedade: ao mesmo tempo que criminalizam o abandono de animais, os partidos políticos descriminalizam o aborto e tornam-no gratuito.

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Domingo, 23 Janeiro 2011

Comentários feitos recentemente neste blogue e que não foram publicados

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Domingo, 2 Janeiro 2011

O social-fascista Zapatero foge para a frente

O governo social-fascista de Zapatero acaba de radicalizar a lei anti-tabaco, com a particularidade de a nova lei ter duas características fascistas :

  1. é proibido fumar ao ar livre — em uma distância que se calcula de 500 metros mas que não foi definida pela lei — em redor de hospitais e outros estabelecimentos públicos;
  2. a nova lei social-fascista zapaterista permite e incentiva denúncias anónimas em relação a quem eventual e alegadamente estiver a fumar num local proibido.


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Sábado, 25 Setembro 2010

A essência da estratégia política da esquerda contemporânea

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (por exemplo, Alemanha, 1933) »

— Edgar Morin, ex-comunista e crítico do marxismo

A gente vota em determinados políticos pensando que são gente normal, e quando eles se apanham no poder fazem notar a sua demência voltando o poder político contra a cultura da maioria do povo que os elegeu. Dou como exemplo o caso de Obama e Hillary Clinton, que segundo o congressista americano Christopher Smith, pretendem incluir no documento final das Nações Unidas sobre as Metas de Desenvolvimento do Milénio uma alínea política de promoção do aborto em todo o mundo.

A contradição é gritante: segundo Obama e Hillary Clinton, o aborto salva vidas de crianças. Esta contradição é passada para a opinião pública através de um processo de infantilização dos povos, como é exemplo a recente comunicação da ministra da educação ao povo português.

Esta estratégia política de esquerda tem dois compassos: o primeiro é o da estimulação contraditória — quando o político diz ao povo que uma coisa é exactamente o seu contrário.

E um segundo compasso — quando imediatamente a seguir o político age de forma a infantilizar a opinião pública, por forma a que o cidadão se convença que a contradição é apenas aparente e que a sua não compreensão se deve à sua pura ignorância. Em função disto, o cidadão fica paralisado na sua acção e reacção, ou seja, entra em dissonância cognitiva.


Temos, portanto, a essência da estratégia política da esquerda contemporânea:

estimulação contraditória → infantilização da opinião pública → dissonância cognitiva do cidadão → totalitarismo suave politicamente correcto ou marxista cultural.

A esquerda contemporânea, tal como aconteceu no passado recente com o estalinismo e com o maoísmo, transformou os fins políticos que se fundamentam em princípios éticos, em meios de acesso e controlo político e perpetuidade no poder. O que está a acontecer na prática é que o povo elege uma esquerda que não só paulatinamente vai desvalorizando as eleições como as vai eliminando — como é o caso de Chavez na Venezuela, e Lula da Silva quando apoia abertamente uma terrorista marxista à presidência da república do Brasil.

Sexta-feira, 13 Agosto 2010

O movimento de defesa dos “direitos” dos animais e a crescente animalização da sociedade

Propaganda dos 'direitos' dos animais

Eu nunca fui a uma tourada, e raramente vejo uma na TV a não ser que seja “à Antiga Portuguesa”. Portanto, não se pode dizer que eu sofresse alguma coisa se as touradas fossem abolidas. Porém, a simples proibição de alguma coisa que é centenária e faz parte da nossa tradição tem que ser racionalmente fundamentada. Além disso, temos que saber quais são os critérios éticos das pessoas que defendem a proibição das touradas.

O que se está a passar com o movimento de defesa dos “direitos” dos animais é que este movimento se serve da reivindicação do bem-estar dos animais para colocar a vida do ser humano ao mesmo nível da de um touro (por exemplo). O que está por detrás do movimento de defesa dos “direitos” dos animais é uma ideologia eugenista, na linha ideológica de Margaret Sanger e do nazismo. A defesa dos “direitos” dos animais é, de facto, um movimento eugenista encapotado; a defesa dos animais nada mais é que uma forma de branquear uma agenda política que pretende a animalização da sociedade.

Reparem no outdoor à direita: faz sentido comparar os judeus no campo de concentração nazi com as galinhas, fazendo a equiparação e a equivalência de ambas as situações ??? Não dá para ver o tipo de gentalha que anima o movimento de defesa dos “direitos” dos animais ?

Um dos grandes defensores dos “direitos” dos animais é o australiano Peter Singer. No seu livro “Ética Prática”, Singer escreveu que a vida de um recém-nascido tem o mesmo valor da de um peixe. Por isso, escreve Singer, matar um recém-nascido não é assassínio e é tão imoral como esmagar uma lesma. No mesmo livro, Peter Singer escreve que sendo que o ser humano é tão animal como outro qualquer, o sexo entre seres humanos e animais não pode ser considerado como uma ofensa à dignidade humana.

Peter Singer inverteu o princípio do racismo nazi, adoptando o mesmo ódio anti-humano. Diz ele que a crença na dignidade do ser humano é especieísmo, e o especieísmo não é diferente do racismo. E como — continua Singer — o racismo é mau, a crença na dignidade humana também é má. Para Singer, o ser humano não tem mais dignidade do que uma mosca.

A ignorância é uma ajuda preciosa

O argumento do racismo foi também utilizado pelo movimento político gayzista e pela Gaystapo. As feministas radicais também o utilizam. Porém, comparar um ser humano negro a um boi ou a um cavalo, não lembra ao diabo: só pode vir da cabeça de um doente mental.

O que Peter Singer defende é uma forma de nazismo politicamente correcto — um neonazismo que fica bem, cai bem nas elites eugenistas que, o que é pior, se reproduzem.

Na minha opinião, só por defender pública e implicitamente o assassínio de recém-nascidos, Peter Singer deveria ir para a cadeia com julgamento sumário. Mas isso são contas de outro rosário…

Peter Singer é, obviamente, marxista. Mas não é só Peter Singer que faz parte do movimento de defesa dos “direitos” dos animais: os activistas homossexuais e a respectiva Gaystapo, as feministas (lésbicas incluídas) e os activistas pró-aborto, todos eles fazem parte do rol de activistas em prol dos “direitos” dos animais. Todos esses movimentos fazem parte do movimento revolucionário internacional e do marxismo cultural.

E eu, que não apreciava as touradas, passei a tolerá-las.

Segunda-feira, 24 Maio 2010

A aniquilação socratina da vontade popular

José Pacheco Pereira fala aqui de duas realidades humanas que coexistem invariavelmente: a acédia e o nepotismo.
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Segunda-feira, 4 Janeiro 2010

A irracionalidade progressista

« Hoje se um homem abandonar a família para fugir com a mulher de outro é mera expressão de sensibilidade, manifestação legítima do direito ao amor. Mas se forem a fumar serão severamente censurados. »

João César das Neves

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Sábado, 10 Outubro 2009

Um exemplo de dissonância cognitiva

Contradição cognitiva

Contradição cognitiva

A dissonância cognitiva é uma anomalia psíquica causada pelo facto de alguém defender simultaneamente duas ideias contraditórias que tenham como consequência tipos de acção opostos. Podemos dizer que quem sofre de dissonância cognitiva mistura o desejo com a vontade em termos tais que resultam em formulações intelectuais contraditórias que se reflectem nas próprias acções do indivíduo.

Uma das formas que o indivíduo que padece de uma dissonância cognitiva encontra para minorar o seu sofrimento psíquico é tentando justificar ou racionalizar as suas atitudes, ideias ou crenças contraditórias. A dissonância cognitiva conduz a mecanismos de defesa do ego, seja através de um discurso enviesado do ponto de vista da lógica, através da recusa das evidências, etc.
Um exemplo ― para que toda a gente entenda ― de uma causa provável de uma dissonância cognitiva é o de alguém que defende radicalmente os direitos dos animais mas que não deixa de comer carne. Perante esta contradição, o indivíduo desenvolve uma série de justificações tendentes a construir a quadratura do círculo, ou seja, tenta racionalizar o que é intrinsecamente ilógico e contraditório.

A dissonância cognitiva é uma das características da mente revolucionária; contudo, o gayzismo usa e abusa dessa condição anormal, como podemos ver neste postal.
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