perspectivas

Segunda-feira, 29 Abril 2013

Professor inglês banido do ensino por não concordar com o comportamento invertido

professor ingles banido do ensino robert hayes png 200 webUm professor inglês (Robert Haye, na imagem) foi banido do Ensino do seu país, porque, perante uma pergunta dos alunos em relação ao comportamento dos invertidos, afirmou que esse comportamento é “pecaminoso”.

Recorrendo aos tribunais, os juízes ingleses decidiram contra ele e afirmaram que um professor digno desse nome terá sempre que fazer a apologia do comportamento homossexual, ou seja, segundo os juízes ingleses, um bom professor deverá sempre dizer aos alunos que o comportamento fanchono é uma coisa muito boa.

Ou seja, segundo a lei britânica, ter um comportamento fanchono já não é apenas um direito negativo: passou já ao estatuto de direito positivo. A tolerância que até há pouco tempo existia em relação ao comportamento invertido é agora substituída, por força de lei, por uma intolerância em relação a quem não concorda com esse comportamento.

Segunda-feira, 22 Abril 2013

A principal diferença entre Bento XVI e João Paulo II, por um lado, e Francisco I, por outro lado

Se quisermos saber a origem da mente revolucionária, teremos que estudar a história dos Fraticelli da Idade Média.

Desde a Idade Média que existem duas mundividências distintas, a que correspondem duas correntes doutrinais diferentes, por assim dizer, dentro da Igreja Católica. Estas duas correntes são, quer queiramos quer não, irreconciliáveis. A primeira é a chamada corrente “intencionalista”, que foi iniciada no século XI por Abelardo, e adoptada em surdina pelos franciscanos e Fraticelli (e por Joaquim de Fiore), e que mais tarde, no século XVI, esteve na origem da Reforma protestante.
À segunda corrente podemos chamar de “tomista” (de S. Tomás de Aquino) embora as suas origens sejam anteriores, por exemplo em João de Salisbúria ou em Hugo de S. Victor.

(mais…)

Sábado, 20 Abril 2013

A aliança Marx/Maomé/Maçonaria/Plutocracia

Por fim, alguém da classe política e da direita atreve-se a ser politicamente incorrecto. José Ribeiro e Castro arrisca-se a levar uma “bordoada” da irmandade aventaleira.

EURSS png webO anti-cristianismo (e não “cristofobia”, porque tal como uma fobia é irracional, o termo “cristofobia” é também irracional porque existe uma agenda política consciente e multilateral anti-cristã) é um fenómeno político multilateral; ou seja, não existe uma só forma de anti-cristianismo: antes, existem várias formas que se conjugam no mesmo esforço anti-cristão na Europa.

Em primeiro lugar, temos o laicismo radical promovido pela irmandade aventaleira (que apoia incondicionalmente François Hollande) que concebe a sociedade sob um modelo gnóstico, em que existe uma elite de eleitos Pneumáticos (que têm direito à sua religião e estão automaticamente “salvos”) e os Hílicos que são a maioria e que não têm direito à “salvação”. O avental jacobino é intrinsecamente fascista mas acoberta-se e esconde-se sob uma “política de direitos humanos”, mesmo que saibamos todos que os direitos humanos não podem ser, em si mesmos, uma política, sob pena de se transformar, na prática, no oposto daquilo que defende.

Depois, temos as forças islâmicas (o globalismo islâmico) que trabalha afanosamente para a islamização da Europa. Em alguns países da Europa, a percentagem de maomedanos aproxima-se já do “ponto de singularidade” — que é o ponto a partir do qual a comunidade islâmica começa a exigir que as leis da Sharia sejam reconhecidas pelo Estado e funcionem em paralelo ao Direito Positivo em vigor.

Em terceiro lugar temos a plutocracia internacional, que tal como a irmandade jacobina e/ou aventaleira, pretende remeter as religiões em geral, e o Cristianismo em particular, para o “recato dos lares”, restringindo e mesmo proibindo a expressão pública dos cristãos. A plutocracia está preocupada como o aumento da população mundial (os poderosos sempre tiveram medo das famílias numerosas), e por isso existe uma agenda política clara de fomento de uma cultura de aborto e da anti-concepção, e da eutanásia mais ou menos coerciva, por um lado, e da promoção cultural da sodomia como alternativa politicamente correcta à necessidade de “vazão da libido”.

Por último, temos os herdeiros do marxismo que ainda “mexem”.

Os cristãos e o Cristianismo enfrentam hoje uma aliança poderosa entre quatro formidáveis potências: a aliança Marx/Maomé/Maçonaria/Plutocracia. Nunca a cristandade se tinha confrontado com uma ameaça desta escala. Que Deus tenha piedade dos cristãos.

Sexta-feira, 15 Fevereiro 2013

Um livro a traduzir para o português

Filed under: A vida custa,ética,cultura,Livros — O. Braga @ 9:12 am
Tags:

Rosaria Butterfield publica a sua biografia e conta a história de como uma professora britânica de língua inglesa, lésbica aos 28 anos, se converteu ao Cristianismo, apesar de ter que sofrer todos os inconvenientes dessa sua metanóia que implicou a hostilidade acesa do seu círculo de amigos e de contactos pessoais.

livro rosaria butterfield webTrata-se de um livro politicamente incorrecto e, por isso, subversivo. Hoje, a subversão é politicamente incorrecta. O subversivo é hoje tudo o que se liga intrinsecamente à racionalidade em detrimento do racionalismo cientificista, por um lado, e contra uma certa concepção subjectivista do sentido [da vida], muito actual, e que nega a ciência ou que a coloca radicalmente em causa, por outro lado.

O subversivo é, neste sentido, uma “justa medida” aristotélica que não é exactamente o “meio-termo” — “porque a nossa natureza, desde o início, não se afasta igualmente do termo médio, seja em que caso for” (“Ética a Eudemo”, 5, 1222-35).

Ser subversivo, hoje como sempre, é fazer perguntas. Algumas dessas perguntas incomodam muitas consciências, e por isso é que as perguntas são subversivas. E a julgar por aquilo que li da descrição da auto-biografia de Rosaria Butterfield, o livro é subversivo porque decorre das perguntas que ela fez acerca da sua experiência de vida.

rosaria butterfield web

(via)

Sábado, 9 Fevereiro 2013

O Cristianismo começa de novo

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:21 am
Tags: ,

“Se um falso pessimismo afirma que o Cristianismo fez o seu tempo, pois bem, dizemos que não e que ele começa de novo.”Papa Bento XVI

papa no mexico web

Sexta-feira, 28 Dezembro 2012

Peter Higgs, John Lennox, ambos contra Richard Dawkins

«Higgs boson theorist says he agrees with those who find Dawkins’ approach to dealing with believers ‘embarrassing’».

via Peter Higgs criticises Richard Dawkins over anti-religious 'fundamentalism' | Science | The Guardian.

peter higgs kodachrome web

Peter Higgs é o físico teórico que anunciou há cerca de trinta anos o bosão de Higgs. Peter Higgs defende a ideia da coexistência da ciência e da religião, e critica o “fundamentalismo” de Richard Dawkins.

“O que Richard Dawkins faz muitas vezes é concentrar o seu ataque nos fundamentalistas (religiosos). Mas há muitos crentes que não são fundamentalistas” – declarou Peter Higgs, nunca entrevista ao jornal espanhol El Mundo. “O fundamentalismo é outro problema. Ou seja, Richard Dawkins é de certo modo um fundamentalista de outro tipo”.

john lennox web

John Lennox é um matemático e filósofo das ciências, actualmente professor de matemática na universidade de Oxford. Numa conferência em que estiveram presentes mais de dois mil jovens, John Lennox afirmou:

“Os novos ateus querem-nos fazer crer que não somos mais do que uma colecção aleatória de moléculas, um produto final de um processo sem uma orientação. Se esta concepção fosse verdadeira, colocaria em causa a racionalidade de que necessitamos para fazer ciência. Se o cérebro fosse, na realidade, apenas o resultado de um processo sem orientação, então não existiriam razões para acreditar na sua capacidade de nos revelar a verdade.

Para mim, a beleza das leis científicas só reforça a minha fé de uma maneira inteligente. Quanto mais compreendo a ciência, mais creio em Deus pela maravilha da sua amplitude, sofisticação e integridade da Sua criação. Longe de estar em desacordo com a ciência, a fé cristã tem um sentido científico perfeito”.

richard dawikins web

Quarta-feira, 28 Novembro 2012

O governo sueco proíbe os professores de mencionar o nome de Jesus Cristo às crianças

Os países da Europa do norte, e principalmente os chamados “países nórdicos” ou escandinavos, têm sido vistos pela mitologia política como baluartes do progresso e da liberdade, apesar dos factos contradizerem esse mito. Países como a Suécia, Dinamarca ou a Noruega, são hoje países semi-totalitários que têm uma influência política desmedida na União Europeia.


“Head teachers in Sweden have been told they can take pupils to Christmas services in church – but Jesus cannot be mentioned.

Advent services for children are part of the curriculum, but religious content has been ruled out by education officials.

They said “prayer, blessings or declarations of faith” are all banned, yesterday’s Metro newspaper reported.”

via Sweden bans mention of Jesus at kids’ Advent services | News | The Christian Institute.

O governo sueco decretou que as escolas podem levar as crianças, na quadra do Natal, a visitas de estudo às igrejas, mas proíbe os professores de mencionar o nome de “Jesus Cristo”. Esta aparente contradição — ¿porquê levar as crianças às igrejas e simultaneamente proibir a menção do nome de Jesus Cristo? — tem como objectivo evitar um choque cultural: tal como a rã morre dentro de uma panela com água aquecida lentamente porque não sente o choque térmico, o Estado semi-totalitário da Suécia pretende matar a espiritualidade, a tradição e a história do povo sueco, nesta fase do processo político, evitando um choque cultural abrupto.

É assim que as crianças suecas podem ir visitar igrejas mas os professores estão proibidos de falar em Jesus Cristo. Seria uma situação semelhante que as crianças portuguesas visitassem as caves do vinho do Porto, em Gaia, e os professores fossem proibidos pelo governo de falar em “uvas”. Um aparente absurdo que se traduz num maquiavelismo político inaudito.

A linha política que orienta a Europa do norte é o marxismo cultural (evolução ideológica da Escola de Frankfurt), que foi banido dos países da Europa de Leste, incluindo a Rússia. A ironia da História traduz-se no contra-senso de serem, hoje, os antigos inimigos do marxismo, os que o adoptam.

Portugal é hoje um país muito mais livre do que todos esses países nórdicos juntos. Não temos a riqueza que eles têm, mas é uma questão de tempo, porque a imigração muçulmana nesses países do norte irá ter uma influência decisiva no seu (deles) futuro: não há Estado totalitário que valha perenemente contra uma cultura predominante.

Quarta-feira, 17 Outubro 2012

Sobre a racionalidade da religião, segundo a Melanie Phillips

So why do I make this counter-intuitive suggestion that Judaism gave rise to rationality?

The popular belief is that the roots of reason and science lie in ancient Greece. Now undoubtedly Greece contributed much to modernity and to the development of Western thought down the ages. Nevertheless, in certain crucial respects Greek thinking was inimical to a rational view of the universe. The Greeks, who transformed heavenly bodies into gods, explained the natural world by abstract general principles.

By contrast, science grew from the novel idea that the universe was rational; and that belief was given to us by Genesis, which set out the revolutionary proposition that the Universe had a rational Creator.

via The new intolerance | Melanie Phillips.

Quando leio uma coisa escrita por alguém com autoridade de direito, e com que não concordo, começo a ficar inquieto; (mais…)

Terça-feira, 24 Julho 2012

Neognosticismo

Existe (ainda) uma certa ética cristã “voluntarista” — de origem em S. Paulo, continua por Santo Agostinho, segue com a irmandade franciscana, é adoptada por gente como Henrique de Gand ou Abelardo, foi seguida pela Escola de Port-Royal e por Pascal, entrou na Reforma através do calvinismo e do puritanismo, influenciou Kant, Hegel e o romantismo alemão, e finalmente descambou com Nietzsche com a sua inversão da vontade. Esta corrente ética voluntarista parte do paradoxo paulino: por um lado, a ética depende exclusivamente da nossa vontade; e por outro lado, depende do determinismo imposto por Deus — hoje, o determinismo de origem divina foi substituído pelo determinismo da natureza, mesmo sabendo-se que existe a física quântica.

Prefiro a concepção ética de S. Tomás de Aquino:

  • (1) é preciso obedecer sempre à nossa consciência, mesmo que possamos estar eventualmente errados;
  • (2) o acto cometido por uma consciência errada ou errónea continua a ser mau e distinto do de uma consciência informada; e por isso, há também a necessidade de informarmos a nossa consciência no sentido de evitarmos, quanto seja possível, os erros grosseiros na acção ética;
  • (3) o Direito Positivo tem a sua origem no direito natural que pertence às origens da criatura racional e que o tempo não muda, mas antes é imutavelmente permanente;
  • (4) o Direito Positivo é a incarnação do direito natural na História; e a dominação de um homem pelo outro já existia antes da “queda” e no estado de natureza no sentido das relações políticas entre um príncipe e os seus súbditos — porque o homem é um ser político: o direito natural é a forma do direito histórico;
  • (5) o ser humano é possuidor de livre-arbítrio, e a verdade é a adequação da consciência à realidade.

Ao contrário da concepção ética aristotélica de S. Tomás de Aquino, a estirpe platónica da ética — o “voluntarismo” — é iminentemente escapista [escape à realidade objectiva] e potencialmente gnóstica.

Por exemplo, os franciscanos medievais [desde a Alta Idade Média] defendiam a tese segundo a qual a própria natureza foi “quebrada” pela História [vemos as semelhanças com o movimento revolucionário moderno] por causa do pecado original [o “bom selvagem”, de Rousseau]. E os franciscanos baseavam esta sua tese na concepção ética de Santo Agostinho que, por sua vez, a foi buscar a S. Paulo.

Antes da “queda” — cogitavam os franciscanos medievais —, ou seja, antes do pecado original, no estado de uma natureza instituída, não existia nem senhor nem escravo [Rousseau], mas apenas a posse natural sem direito sobre as coisas [utopia platónica da República]; depois disto, para acudir às fraquezas humanas, foi instituída pelo homem a propriedade privada, (por exemplo, em Alexandre de Hales, “Suma do Irmão Alexandre”) introduzindo assim o direito e as relações de dominação [desconstrutivismo moderno e, por exemplo, marxismo cultural ou Derrida].

O próprio direito — ruminavam ainda os franciscanos — foi cindido pela “queda”, porque o direito natural é o estado da natureza humana antes do pecado original, antes da propriedade privada e antes da dominação: o Direito Positivo é, assim, concebido para uma natureza pecadora, o que significa que, para os franciscanos, existiu na Terra o Homem sem pecado e perfeito, e uma sociedade em que não existia o sofrimento nem a morte. Estamos em pleno gnosticismo cristão!

Podemos vislumbrar as influências da estirpe voluntarista da ética franciscana / agostiniana em gente tão diversa como, por exemplo, no bispo esquerdista Torgal Ferreira ou no radical Francisco Louçã. É isto que chamamos, grosso modo e entre outras razões, de “gnosticismo moderno”, ou neognosticismo.

Sábado, 7 Julho 2012

Um exemplo do “cristão bonzinho”, e “a partícula de Deus”

“Apesar de não ter visto muito apropriamento do tema por parte dos ateus, tenho visto alguns cristãos (poucos) a reagirem adversamente à descoberta da chamada “partícula de Deus” (i.e. o bosão de Higgs). Parece que algumas pessoas terão pensado que se trata de uma descoberta científica que refuta a existência de Deus.

Não é assim, de todo. E a prova está em que a Igreja Católica (na esteira daquilo que já é sua tradição) veio saudar entusiasticamente mais esta descoberta científica como uma contribuição positiva para a Humanidade.”

via Crónicas de uma peregrinação: A «PARTÍCULA DE DEUS».

O “cristão bonzinho” é aquele que, entre outras coisas perversas, colabora activamente com o cientismo, seguindo o princípio calvinista e revolucionário segundo o qual “quanto mais me batem e me martirizam, mais santo me torno”, e por isso, há que incentivar o martírio.

Se, para ser mártir, é mister que me crucifiquem, então há que incentivar os outros a proceder activamente no sentido da minha crucificação — trata-se de uma interpretação errada dos Evangelhos e da Paixão de Jesus Cristo.

Em primeiro lugar, o problema dos cristãos não é o “temer”, ou “não temer”, o bosão de Higgs. O problema é o de reagir, ou não, contra a atitude cientificista de o apelidar de “partícula de Deus”.

Em segundo lugar, não foi Higgs que alcunhou a sua putativa partícula de “partícula de Deus”. Antes, foi o prémio Nobel Leon Lederman. Existe uma intencionalidade metafísica por detrás desta nomenclatura que não pode ser negada senão por um idiota “cristão bonzinho”…

Em terceiro lugar, o que foi encontrado pela ciência foi uma “pegada” — um indício; uma evidência — de algo que pode ser a partícula de Higgs, mas que não se sabe ainda se é, de facto, a tal partícula de Higgs.

Em quarto lugar, e mesmo que se venha a demonstrar que a tal “pegada” é, de facto, a partícula de Higgs, tratar-se-ia de uma descoberta modesta que custou um balúrdio de dinheiro, e que apenas viria validar o chamado “Modelo Padrão” [ou Standard] da física quântica que exclui a força da Gravidade.

Vamos deixar de ser “cristãos bonzinhos” e adoptar o espírito crítico. O Cristianismo não é incompatível com o espírito crítico e com a Razão.

Domingo, 1 Julho 2012

A tolerância universal e o prazer do cilício

“A intolerância aplica-se apenas a princípios, e não a pessoas” — reza o texto.
(mais…)

Quarta-feira, 30 Maio 2012

O problema do excesso de muçulmanos na Europa

Filed under: Europa,Islamismo — O. Braga @ 7:01 am
Tags:

« „Wir haben nicht zu viel Islam in Deutschland, sondern zu wenig Christentum.“ Diese Ansicht vertrat der Fernsehjournalist und Bestsellerautor Peter Hahne (Berlin) bei der 67. CVJM-Pfingsttagung in Bobengrün bei Hof. »

via KATH.NET – Katholischer Nachrichtendienst.

O jornalista, escritor e cristão alemão, Peter Hahne, proferiu a seguinte frase lapidar, durante o encontro de Pentecostes na cidade alemã de Bobengrün bei Hof [tradução livre e adequada]:

“ O problema da Alemanha não são muçulmanos a mais! Antes, são cristãos a menos! ”

Página seguinte »

Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 319 outros seguidores