perspectivas

Terça-feira, 7 Maio 2013

A adopção de crianças por pares de homossexuais vai contra os direitos humanos

Filed under: ética — O. Braga @ 9:34 pm
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Na imagem abaixo vemos Xavier Bongibault, homossexual, ateu, um dos líderes do movimento francês Manif Pour Tous que é contra a adopção de crianças por pares de homossexuais.

Xavier Bongibault 427 web.jpg

A oposição à adopção de crianças por pares de homossexuais não tem necessariamente a ver com a religião, mas antes tem a ver essencialmente com os direitos humanos e com os direitos da criança. Por princípio, uma criança tem direito a um pai e a uma mãe, ou não sendo possível, a uma situação análoga à dos pais biológicos. E não é admissível que a criança se transforme em um objecto de tráfico humano, com “barriga de aluguer” e procriação medicamente assistida incontrolada e indiscriminada.

Esta luta não tem nada contra os homossexuais. É uma luta pela ética e pelos direitos da criança.

Quarta-feira, 27 Março 2013

Walter Schumm: um reaccionário troglodita, um nazi sanguinário, um porco homófobo e um estúpido ignorante

Antes de mais nada, convém dizer que o professor Walter Schumm não era, até há pouco tempo, um reaccionário troglodita, um nazi sanguinário, um porco homófobo e um estúpido ignorante. Pelo contrário, Walter Schumm assumiu posições e postulados, num passado recente, que são hoje utilizados pelo lóbi político gay para defender a adopção de crianças por pares de homossexuais. Já agora: Walter Schumm é professor na universidade do Kansas, Estados Unidos.

Um recente estudo do professor Walter Schumm demonstrou que grande parte dos jovens na casa dos vinte anos, e que foram criados por pares de lésbicas ou gays, assumem a homossexualidade. Ou melhor dizendo: 58% dos jovens criados por pares de lésbicas, e 33% dos jovens criados pares de gays, descrevem-se a si mesmos como “homossexuais”.

Ou seja, e em cálculos muito rápidos: se, por hipótese académica e numa primeira geração em consideração, 5% do total das crianças de uma sociedade fossem adoptadas e criadas por pares de homossexuais, a segunda geração de pares homossexuais potencialmente adoptantes de crianças seria da ordem dos 9,5% do total [de crianças] — o que corresponderia a um aumento geométrico da percentagem de homossexuais em circulação na sociedade.

¿Percebem agora por que razão o lóbi político da Gaystapo pretende a adopção de crianças?

Por outro lado, o estudo do professor Walter Schumm destruiu completamente o argumento da Gaystapo segundo o qual “os homossexuais já nasceram homossexuais”. É óbvio que, salvo os casos de anomalia genética (ADN), ninguém “nasce homossexual” — assim como ninguém “nasce maçon” e apesar disso a maçonaria parece existir há milhares de anos.

A partir de agora fica claro que Walter Schumm vai passar a ser um reaccionário troglodita, um nazi sanguinário, um porco homófobo e um estúpido ignorante.

Não há cu que os aguente

“Os novos dados nacionais revelam que entre grupos de difícil acesso em matéria de prevenção do VIH a incidência do vírus chega a ser 14 vezes superior à estimada para a população global. Os dados apresentados ontem em Lisboa mostram que entre homens que têm sexo com homens, mas também entre trabalhadoras sexuais que exercem a actividade na rua, a taxa de prevalência da infecção, reportada pelos próprios, se aproxima dos 10%. Na população global portuguesa a incidência é de 0,7%.”

via VIH. Grupos de risco têm nível de infecção até 14 vezes maior | iOnline.

Uma das razões invocadas pela classe política para legalizar o chamado “casamento” gay foi o de que este seria um factor de diminuição da promiscuidade sexual típica da cultura gay. Anos volvidos, aí estão os números: não só o “casamento” gay tem uma expressão irrisória e quase nula em relação ao total dos casamentos, porque de facto praticamente não existe — trata-se apenas de um direito negativo —, mas também os números de incidência do HIV/SIDA/AIDS relativos à comunidade gay mantiveram-se praticamente estáveis, não obstante os rios de dinheiro gastos (à custa dos contribuintes) com publicidade em relação à prevenção da transmissão da doença.

foi cesarianaOutro argumento do politicamente correcto — e da classe política, em geral — é o de que não existiriam grupos de risco; e que o conceito de “grupos de riscos” era “um preconceito produto da ignorância dos reaccionários da direita radical e de obscurantistas religiosos”. Pois aí temos oficialmente reconhecidos os grupos de risco, embora depois da legalização do “casamento” gay.

Agora, depois do “casamento” gay, o politicamente correcto diz que a forma de prevenir o comportamento sexualmente promíscuo da comunidade gay é através da legalização da adopção de crianças por pares de gays.

Afinal, depreende-se, o “casamento” gay por si só não resolveu o problema; e alegadamente só a adopção de crianças por duplas de gays pode incutir a responsabilidade nos relacionamentos gay. Pretende-se, assim, transferir para as crianças a responsabilidade da legitimação social de uma determinada “orientação sexual” e de um comportamento sexual abstruso, por um lado, e por outro lado pretende-se que as crianças carreguem nos seus ombros o ónus da responsabilização moral e ética dos relacionamentos homossexuais.

E é isto que a classe política em geral, apoiada pela maçonaria do GOL (Grande Oriente Lusitano), defende.

Quarta-feira, 13 Março 2013

Vem aí o “casamento” grupal

“Boris Dittrich, the homosexual activist called the “father” of the political movement in favor of Dutch gay “marriage”, has admitted that group marriages of three or more people, is the next, inevitable logical step in the dismantling of the western world’s traditional marriage laws.”

via Group marriage is next, admits Dutch ‘father’ of gay ‘marriage’ | LifeSiteNews.com.

casamento grupal webPrimeiro, dirigiram-se ao coração e aos sentimentos dos tolos, reclamando por direitos de reconhecimento legal da relação homossexual, e obtiveram a união-de-facto gay.

Depois, em nome da não-discriminação, convenceram os tolos sentimentais de que o “casamento” gay não incomoda nem prejudica o casamento da maioria dos membros da sociedade; e os tolos tiveram pena deles, e não só aceitaram o “casamento” gay , como chamaram aqueles que não concordavam com ele , de “intolerantes”.

A seguir, quiseram adoptar crianças, e os tolos piegas aceitaram que se colocassem os interesses dos adultos acima dos interesses das crianças. E agora, os mesmos que “com papas e bolos enganaram os tolos”, já reclamam o “casamento grupal” constituído por três ou mais pessoas que poderão adoptar crianças. E os tolos continuam democraticamente tolos.


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Segunda-feira, 4 Março 2013

A confusão resultante do “casamento” gay e a adopção de crianças

Um juiz do estado americano da Florida decretou a adopção de uma bebé com 22 meses por três pais e mães: um par de lésbicas e um guei. Mas a confusão ainda agora começou: fiquem sentados e calados, e ainda vão ver crianças adoptadas, por exemplo, por 4 pais e 5 mães — e por uma razão muito simples: já está a acontecer! Acordem!


“A Florida judge has approved the adoption of a 22-month-old baby girl that will list three people as parents on her birth certificate — a married lesbian couple and a gay man.

The decision ends a two-year paternity fight between the couple and a friend of the women who donated his sperm to father the child but later sought a larger role in the girl’s life.”

via Family Law Prof Blog: Birth Certificate with 3 Parents.

O psicólogo José Morgado e a adopção de crianças por pares de homossexuais

foi cesarianaVemos aqui um tal José Morgado, do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, tergiversar sobre os aspectos jurídicos da adopção de crianças por pares de gays.

Eu, humilde sapateiro, gostaria de discursar sobre física quântica, mas reconheço inteligentemente que não tenho o coturno necessário para tal. Mas o psicólogo José Morgado acha-se o fautor do TOE (Theory of Everything).

Por querer meter foice em seara alheia, o psicólogo José Morgado argumenta de forma irracional. Ou seja, não é racional que alguém eventualmente especializado em psicologia pretenda afirmar uma autoridade de facto ou de direito em matérias do foro jurídico. Mas, ainda assim, o psicólogo acusa quem não concorda com ele de ser irracional na argumentação.


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Quarta-feira, 20 Fevereiro 2013

Aquilo que o jornal Público escondeu do povo, acerca do caso “Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” versus Áustria”

Tribunal Europeu diz que Portugal viola direitos humanos na adopção por casais do mesmo sexo   PÚBLICO

O jornal Público construiu esta pseudo-notícia. Neste caso, o jornal Público incorreu simultaneamente em sub-informação (escamoteio de factos) e pseudo-informação (propaganda ideológica).

Os factos escamoteados são os seguintes:

  1. Uma mulher austríaca, nascida em 1967, foi mãe solteira de um filho que nasceu em 1995.
  2. O pai biológico do menino reconheceu-o legalmente como sendo seu filho, embora não sendo casado com a mãe biológica.
  3. Posteriormente, a mãe biológica juntou-se a outra mulher (a adoptante), vivendo em concubinato.
  4. As duas mulheres intentaram várias acções em tribunais austríacos no sentido de que o nome do pai biológico fosse retirado do registo civil como pai da criança, e que a mulher “adoptante” tomasse o seu (dele) lugar em termos de “parentalidade”. Ou seja, embora o pai biológico mantivesse o seu interesse na perfilhação da criança e se opusesse às acções judiciais das duas lésbicas, estas pretendiam retirar ao pai biológico o seu direito legal de paternidade em relação à criança. Todas as acções em tribunais austríacos chumbaram as pretensões das duas lésbicas.
  5. As duas lésbicas recorreram para o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos”, que decidiu 10 contra 7 (longe de unanimidade), o seguinte:

    a) dado que a lei austríaca permite que um homem e uma mulher possam adoptar uma criança, mesmo que os dois não sejam casados, então — diz o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” — duas lésbicas que não sejam “casadas” (como é o caso delas) também podem adoptar uma criança.

    b) que o pai biológico, mantendo ou não interesse na perfilhação da criança, não tem direitos absolutamente nenhuns nessa perfilhação. E, por isso, segundo o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos”, o nome do pai biológico deve ser retirado dos dados do registo civil inerentes à criança, e substituído pelo nome da lésbica adoptante. O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” chega a declarar o seguinte: “a situação do pai biológico, neste caso, é igual à situação de um pai morto ou incógnito”.

    c) finalmente, o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” declarou o seguinte: “o governo austríaco não forneceu uma prova concludente segundo a qual seria prejudicial para a criança ser educada por um par homossexual ou de ter legalmente dois pais ou duas mães”.

Podem ler aqui, em francês, uma análise detalhada ao acórdão do Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos”.


menino e menina web

  • A diferença, no que respeita à educação de uma criança, entre um par de homossexuais e um casal heterossexuado, é evidente: salta à vista. Essa diferença é algo que todos nós sabemos intuitivamente; não precisamos de frequentar uma universidade para saber isso. Além disso, estudos científicos credíveis demonstram que, de facto, existem diferenças muito importantes para a educação da criança.
  • Retirar o direito de uma criança a ter a sua árvore genealógica é uma violência ilegítima em forma de um acórdão legal. A “homoparentalidade” suprime toda a perceptibilidade carnal da origem da criança, uma vez que ela já não se pode inscrever em duas linhas de parentesco claras. O controlo dos adultos homossexuais sobre a própria origem da criança fá-los aparecerem como o ponto zero da linhagem da criança. Ao decidirem dispensar as vias normais da procriação e da filiação, os adultos homossexuais relegam as gerações anteriores da criança para um lugar marginal: a criança não pode instituí-las como suas raízes pessoais. E tudo isto vai tornar muito difícil o acesso dessa criança à sua própria maternidade e paternidade.
  • O jornal Público é um péssimo exemplo de informação. Não está em causa que o dito jornal, face a uma contenda ideológica, queira advogar uma das partes em detrimento da outra: o que está em causa é que o jornal Público esconda os factos do caso vertente. Esconder os factos transforma o jornal Público num pasquim.
  • Um tribunal que não tenha em devida conta, nas suas decisões, o bom-senso e o senso-comum, é um tribunal ideológico, e não um tribunal de direito. Retirar direitos a um pai biológico em relação a um seu filho é uma violência inaudita. A decisão do Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” revela que os “direitos” LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] são uma prioridade em relação a quaisquer direitos de outros cidadãos, e por isso, colocou uma ideologia política para-totalitária acima do Direito propriamente dito.

    O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” perdeu qualquer credibilidade. O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” não é um tribunal propriamente dito: é um fórum ideológico. E a partir do momento em que o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” perdeu a sua credibilidade, os países da Europa devem tratá-lo como ele merece: com desprezo.

A ler:

Terça-feira, 19 Fevereiro 2013

O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos”, o “progresso da opinião pública”, o formalismo do Direito Positivo, e sonegação dos direitos das crianças

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considerou esta terça-feira que a Áustria violou a Convenção Europeia dos Direitos Humanos ao não permitir a adopção co-parental a um casal do mesmo sexo. A Áustria foi acusada de discriminação. No comunicado do tribunal europeu, Portugal é citado, ao lado da Roménia, Rússia e Ucrânia, como um dos países que não permitem que os membros de um casal do mesmo sexo possam adoptar, em conjunto, uma criança, uma situação que atenta contra os direitos humanos.

via Tribunal Europeu diz que Portugal viola direitos humanos na adopção por casais do mesmo sexo – PÚBLICO.

Primeiro quiseram convencer os portugueses que os gays, coitadinhos, também podiam “casar”, para ter os “mesmos direitos nas heranças e no IRS, e o direito de ir ao hospital visitar o amásio”. E agora que existe o “casamento” gay, querem que os gays, coitadinhos, adoptem crianças. Coitadinhos dos gays…

Naturalmente que o pasquim Público, constituído na sua maioria por jornaleiros que não sabem juntar duas frases seguidas, teria que papaguear acriticamente a pseudo-informação emanada da União Europeia.

A adopção de crianças não é um “direito humano”. E portanto, o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” está errado. É preciso dizer alto e em bom som: o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” está errado, porque a adopção de crianças obedece a critérios do interesse da criança que escapa ao conceito de um “direito humano” universal. O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” perdeu qualquer credibilidade que ainda lhe restava. O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” é fórum ideológico, e não de direito.

Portanto, se a ideologia gayzista na União Europeia continua a querer associar a adopção de crianças com o “casamento” gay, a solução é reverter o “casamento” gay e considerá-lo nulo, retirando-o do Código Civil. Nem que a vaca tussa!

Uma criança tem o direito de saber quem é o seu pai biológico e/ou a sua mãe biológica.

Ainda esta semana saiu uma notícia segundo a qual um tribunal alemão deu razão a uma mulher de 22 anos que foi concebida com esperma de um dador anónimo, e que pretendeu conhecer a identidade do seu (dela) pai biológico. Portanto, parece que o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” decide contra os direitos humanos das crianças, ao querer retirar às crianças, que sejam eventualmente adoptadas por pares de gays, o direito à sua árvore genealógica e, portanto, a sua própria identidade pessoal e à sua história pessoal.

Tenho uma sugestão para o sr. Paulo Corte-Real, da ILGA-Portugal: que “vá apanhar onde apanham as galinhas”, que é o que ele gosta de fazer, e que deixe as crianças em paz.


A ler : O progresso da opinião pública e o processo de promulgação das leis

Terça-feira, 5 Fevereiro 2013

O “casamento” gay implica crimes contra a humanidade

“Os problemas sociais não são solúveis. Mas podemos minorá-los, evitando que o empenho em aliviar um só deles, agrave todos.” — Nicolás Gómez Dávila

Na Bélgica e na Holanda, onde já existe o “casamento” gay e a adopção de crianças, desde o princípio da década de 2000, cerca de 5% do total das adopções de crianças já são feitas por duplas de gays.

Se imaginarmos que a União Europeia a 27 países, ou seja, cerca de 500 milhões de pessoas, adoptam o “casamento” gay e respectiva adopção de crianças — já não contando com os Estados Unidos, com os seus 300 milhões de habitantes —, podemos imaginar o negócio monstruoso do tráfico de crianças que se instalará na nossa sociedade e em todo o mundo.

Mas não só a adopção de crianças propriamente dita: o sórdido negócio das “barrigas de aluguer” irá de vento em popa; e a procriação medicamente assistida “à la carte” (ou Procriação Tecnicamente Substituída) transformará um novo ser humano em um ser sem história e, por isso, sem tradição.

Estaremos perante uma nova forma de escravatura. E a Esquerda, aliada à maçonaria — e como aconteceu invariavelmente no passado —, são os novos fautores deste novo tipo de escravatura: e tudo em nome do “progresso pela igualdade”.

“Os pactos mais vis nascem dos propósitos mais elevados.” — Nicolás Gómez Dávila

Quarta-feira, 9 Janeiro 2013

A maçonaria francesa, os não conservadores ingleses, e o casamento anfíbio

Um anfíbio é um animal vertebrado cuja fêmea põe ovos que são posteriormente e exteriormente fertilizados pelo macho. É o caso, por exemplo, do sapo; ou da sapatão. Ora, o ser humano, por sua própria natureza, não é anfíbio; mas hoje é politicamente correcto dizer que é.

casamento anfíbio webAtravés do ministro maçon Manuel Valls, o governo socialista francês de François Hollande, totalmente controlado pela maçonaria jacobina como não havia memória desde a I Guerra Mundial, criou um organismo a que deu o nome de Observatório Nacional do Secularismo, que alegadamente tem a função de reprimir a livre expressão das religiões na praça pública.

E o ministro da educação do governo francês Vincent Peillon, também ele maçon inveterado, tenta agora impôr a rei da rolha nas 8.300 escolas católicas francesas acerca da discussão do casamento anfíbio, ou seja, a maçonaria jacobina francesa, através do próprio governo francês, proíbe a discussão pública do casamento anfíbio, transformando o ministro da educação num comissário político.

Entretanto, em Inglaterra, uma lista assinada por de cerca de 700.000 cidadãos a favor do casamento humano — e por isso, contra o casamento anfíbio — e apresentada no parlamento inglês está a ser totalmente ignorada pelo não-conservador David Cameron(também ele obrigado à maçonaria inglesa), para além de que uma esmagadora maioria dos deputados Tories estarem contra o seu próprio líder.

Quem se mete com maçonaria, leva! A maçonaria é a própria democracia.

Segunda-feira, 10 Dezembro 2012

A função social da criança e a solidariedade social

«Dizem que a sociedade está egoísta e que o fim do mundo está próximo porque a sociedade está egoísta. Pois, não sei. Mas a verdade é que nunca na história a nossa sociedade foi tão solidária como agora. Nunca fomos todos tão funcionalmente sociais como agora. Nunca existiram tantos direitos como agora. Nunca a vida, os idosos, os doentes, os direitos humanos foram tão respeitados e protegidos como agora. E isto porque vivemos numa sociedade em que todos têm funções sociais.»

via Famílias Portuguesas: Função social da criança.

Este texto supra, da autoria de Inês T. Pereira, fala-nos da função social da criança que, segundo ela, não existe.

A verdade é que existe; o que acontece é a actual função social da criança tende a não ser aquela que deveria ser — quando se diz “tende”, não significa que já seja um facto consumado: significa que existe forte pressão política que se materializa em determinadas leis que fazem com que a sociedade “tenda” a modificar a função social da criança. Estamos a falar em engenharias sociais.
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Segunda-feira, 17 Setembro 2012

O feminazismo e a construção paulatina do homofascismo

É tempo de o povo “acordar”, antes que seja tarde.

Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!

1/ Uma mulher austríaca teve um filho de uma relação com um determinado homem.

2/ Mais tarde, essa mulher, mãe da criança, juntou-se a outra mulher em uma relação lésbica.

3/ As duas mulheres reclamaram o “direito” à adopção da criança junto dos tribunais austríacos, ou seja, reclamaram o “direito” de colocar o pai da criança fora dos seus direitos, na sua condição de pai, em relação à criança. Ou, por outras palavras: as duas lésbicas defenderam no tribunal austríaco a tese segundo a qual os direitos biológicos da paternidade do homem em relação ao seu filho constituem, em si mesmos, uma forma de “discriminação” em relação aos “direitos” das lésbicas e dos gays.

4/ o tribunal austríaco recusou o pleito das lésbicas, argumentando que se existe um pai biológico que se interessa pela criança e que paga a pensão de alimentos, o superior interesse da criança não permite a adopção por parte do par de lésbicas.

5/ perante a decisão dos tribunais austríacos, as duas vagabundas recorreram para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, com o apoio do lóbi político gayzista europeu apoiado financeiramente pela Comissão Europeia de Durão Barroso, e apresentando a mesma tese: os direitos do pai biológico em relação ao seu filho são, em si mesmos, um factor de “discriminação” em relação à “orientação sexual” homossexual.

6/ este caso revela-nos, com uma evidência cristalina, que a homofobia terá que passar a ser novamente a norma cultural, sob pena de passarmos a viver numa sociedade surreal. Não há mais espaço para tolerância. Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!

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