perspectivas

Sábado, 5 Julho 2014

Instrumentum Laboris 2014: a Igreja Católica, a família e o casamento

 

A Igreja Católica reafirma a sua posição sobre a família e sobre o casamento em um documento recente, Instrumentum Laboris, que pode ser lido aqui em português.

Este documento é muito importante, porque, em primeiro lugar, analisa criticamente os questionários feitos recentemente aos católicos nas suas paróquias, e depois faz uma crítica racional ao estereótipo cultural ocidental do nosso tempo — estereótipo esse que é, em grande parte, comum à esquerda e à “direita” — embora tenha sido imposto pela esquerda e depois recuperado/assimilado pela “direita”. Neste contexto, aconselho a leitura do capítulo III, alíneas 21 a 26.

Do ponto de vista filosófico, o Instrumentum Laboris 2014 é um documento que merece leitura e análise; coloca a nu os mitos do nosso tempo — em um Tempo em que se afirma que já não existem mitos, em que os mitos se tornam invisíveis na cultura antropológica, e que, através dessa invisibilidade mitológica, a sociedade irracionaliza-se em um tempo de predominância cultural da ciência; e, por intermédio dessa irracionalização da cultura, é hoje promovida uma manipulação das massas humanas em uma dimensão inédita na História.

Quarta-feira, 25 Junho 2014

Resistência passiva em França contra o governo socialista e jacobino de François Hollande

 

As duas fotos abaixo foram “respigadas” aqui e foram tiradas hoje na cidade de Lyon, em França.

As “Sentinelas” são grupos espontâneos de pessoas que se manifestam em silêncio contra a redefinição da instituição do casamento, contra a procriação medicamente assistida indiscriminada e contra o negócio sórdido das “barrigas de aluguer”, entre outras engenharias sociais dos jacobinos socialistas em França.

sentinelas-lyon-1

sentinelas-lyon-2

Quinta-feira, 5 Junho 2014

A Eslováquia revê a sua Constituição e bane o "casamento" gay

Filed under: cultura,Europa — orlando braga @ 10:31 am
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A deputeda socialista Isabel Moreira afirmou recentemente, acerca da adopção de crianças por pares de invertidos, que Portugal não pode ficar com Rússia, Roménia e Ucrânia. Mas a verdade é que a tendência actual na Europa não é a de ceder aos interesses do lóbi político gayzista.

A Eslováquia acabou de rever a sua Constituição e introduziu nela o banimento do “casamento” gay e qualquer forma de união civil gay. Mas não só a Eslováquia: a Bulgária, a Lituânia, a Letónia, a Polónia, a Hungria e a Croácia também já introduziram emendas constitucionais que banem o “casamento” gay.

Portanto, o caminho de Portugal vai ter que ser exactamente o oposto do pensado pela Isabel Moreira: para além de se banir a adopção de crianças por pares de invertidos, vamos ter que banir o “casamento” gay. E dado que as uniões civis gays foram um instrumento político utilizado para se conseguir o “casamento” gay, vamos ter que reverter o processo e proibi-las também. É o pêndulo da História a voltar ao seu equilíbrio natural.

Quinta-feira, 22 Maio 2014

A anulação do "casamento" gay

 

A anulação da legalidade do “casamento” gay nunca deverá ser objecto de anúncio prévio: só será anunciado depois do fait accompli. Toma-se o Poder e anula-se. Da mesma forma que a legalização do “casamento” gay não foi objecto de consulta popular, a sua ilegalização deverá ser apenas anunciada post facto.

Quinta-feira, 1 Maio 2014

Primeiro gay francês “casado”, preso por pedofilia

Filed under: Pedofilia — orlando braga @ 10:36 am
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casamento gay e a pedofilia web

Imagem daqui.

Quinta-feira, 10 Abril 2014

Quem consentiu o "casamento" gay que agora limpe as mãos à parede

 

Quando o Direito se funda no facto — ou seja, quando o Direito Positivo é fundado por tudo aquilo que existe na sociedade, e as leis são feitas para acomodar, no ordenamento jurídico, todos os fenómenos sociais que existam ou venham a existir —, então acontece que todas as aberrações culturais, estéticas, éticas e comportamentais tendem a ser normalizadas por intermédio das normas legais (passo a redundância intencional). E é assim que a existência de qualquer facto social passa a ser o fundamento de um qualquer novo “direito”.

Faço aqui referência a este texto do jornalista Henrique Monteiro, a que respondeu uma tal Inês Rolo (à procura de protagonismo social) aqui.

politicamente-correcto-grc3a1fico-webDesde já convém dizer que o Henrique Monteiro deveria ter sublinhado, no seu texto, que se o comportamento tradicional é (segundo o radicalismo progressivista actual) uma “construção social artificial”, então também o comportamento não-tradicional é uma “construção social artificial”. A lógica subjacente ao agir humano não difere em função de ser “tradicional”, ou não.

O que difere a Inês Rolo, por um lado, do Henrique Monteiro, por outro lado, é o conceito de “civilização”, ou seja, a importância do superego em controlar a miscelânea caótica do ID (segundo a linguagem de Freud) no sentido de formatar socialmente o ego individual que lhe permita integrar numa cultura e numa sociedade. Para a Inês Rolo, a civilização é a ausência de civilização; é a liberdade irracional do ID manifestando-se no comportamento social, e tentando impôr a toda a sociedade essa irracionalidade da liberdade do ID sem freio — porque a normalização de um comportamento é sempre uma forma de tentar estender esse comportamento a toda a sociedade: não se trata (da parte da Inês Rolo e quejandas) de uma afirmação de uma opção de um estilo de vida, mas antes de uma tentativa de universalização desse estilo de vida, dessa cultura e dessa mundividência.

Basear as normas éticas e/ou jurídicas nos factos, é uma falácia de apelo à natureza. Por exemplo, não é pelo facto de a esmagadora maioria dos homens ter barba que eles devem deixar crescer barba. Os homens podem deixar crescer a barba, se quiserem, desde que isso não interfira com a sua higiene pessoal e com a vida prática. De modo análogo, a promiscuidade sexual pode ser um factor de perigo grave de saúde pública — como já está basta- e cientificamente documentado. A normalização da promiscuidade sexual não é defensável, nem ética- nem juridicamente: não é porque existem pessoas sexualmente promíscuas que o Direito Positivo se deve ocupar de normalizar a promiscuidade sexual. Se (nos casos que se justifiquem em função do bem-comum) os factos podem eventualmente influenciar o Direito, o Direito não se funda em factos.

O facto de existirem prostitutas não significa que a prostituição seja transformada, através da sua normalização pelo Direito Positivo, em uma profissão como qualquer outra, com contrato de trabalho, pagamento de IVA e facturas e recibos, e dedução no IRS. E, no entanto, a prostituição é conhecida pela “profissão mais antiga do mundo”. Portanto, fica claro que o facto não funda o Direito.

Por fim, o problema da nossa sociedade é que se perdeu a noção de juízo universal.  

O facto de uma mulher (neste caso concreto, a Inês Rolo) não querer ser como as “outras” — em um assomo assoberbado de um narcisismo que, sendo normal nas mulheres, assume neste caso as raias de uma psicose —, não significa que as “outras” não sejam normais. Pelo contrário, a julgar pela racionalidade da curva de Gauss na análise comportamental das mulheres, a normalidade não está com a Inês Rolo. Portanto, a Inês Rolo que extravase o seu narcisismo mórbido nos intervalos das cambalhotas poliamóricas, entre a confusão de narizes, com aqueles e elas que, como ela, colocam o instinto acima da racionalidade.

Terça-feira, 4 Março 2014

O "casamento" gay e a “igualdade” que discrimina os sexos

 

O “casamento” entre pessoas do mesmo sexo constitui discriminação e segregação sexuais. A exclusão de um dos sexos em relação à instituição do casamento é feita intencionalmente.

O que é absolutamente perverso é o facto de que, em nome da “igualdade”, o “casamento” gay pretende codificar na lei a discriminação de sexos. E são as elites que batem palmas à “defesa igualitária” da desigualdade e da discriminação entre os dois sexos (através de uma forma de “casamento” que separa os sexos).

Sexta-feira, 6 Dezembro 2013

As sentinelas francesas contra o casamento anfíbio

Filed under: cultura — orlando braga @ 11:55 pm
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as sentinelas

Fotografia retirada daqui.

 

Segunda-feira, 2 Dezembro 2013

A Croácia proíbe o “casamento” invertido e anfíbio

 

 

bandeira da croacia“Os croatas aprovaram, em referendo, uma revisão da Constituição para impedir o chamado «casamento entre pessoas do mesmo sexo». A iniciativa partiu das forças políticas defensoras da Civilização e contou com o apoio da Igreja Católica, que na Croácia se movimenta em defesa dos valores cristãos e da família natural.

O Governo de esquerda tentou travar esta emenda constitucional. O Primeiro-Ministro, Zoran Milanovic, defensor da aberração chamada «casamento entre pessoas do mesmo sexo», lamentou em tom ameaçador a decisão dos croatas.”

(Fonte)

Domingo, 1 Setembro 2013

Foi você que pediu o “casamento” gay ?

Estatísticas publicadas no Canadá revelam que 4 em 5 assassinatos de gueis são perpetrados pelos respectivos “maridos”; ou seja, um “marido” guei mata o outro “marido”. E depois aparecem, nos jornais, parangonas contra a “homofobia dos heterossexuais”.

- Homicides chez les hommes gais lors de situations de violence conjugale : des statistiques alarmantes

No ano de 2010, aconteceram na cidade de Montreal 11 assassinados devido a violência doméstica; e dessas 11 mortes, 4 mortos eram “maridos” guei. Se tivermos em consideração o facto de os “maridos” guei serem uma minoria ínfima da totalidade dos maridos de Montreal, podemos ver a dimensão do problema da maridagem guei.

Não existem estatísticas em Portugal, porque a maridagem da ILGA Portugal não deixa. Mas no Canadá e em 2004, 15% dos gueis e das fufas declararam ter sido vítimas de violência dos respectivos e respectivas “maridos” e “maridas”, ao passo que no mesmo ano, apenas 7% dos cônjuges heterossexuados sofreram de violência doméstica.

Foi você que pediu a maridagem guei? Então limpe-se a esse guardanapo.

Domingo, 14 Julho 2013

Alguns conselhos para quem defende o “casamento” gay

1/ escolha um dos seus progenitores (pai ou mãe) e apague o seu nome — dele ou dela — e a sua existência da sua vida;

2/ vá ao Registo Civil e elimine o nome desse progenitor da sua Certidão de Nascimento;

3/ elimine o nome desse progenitor e de toda a sua família da sua lista de contactos, lista de telefone, álbuns de fotografias, etc.;

4/ procure um gay ou uma lésbica para ser adoptado por ele ou ela. Escolha um ou uma que seja do sexo oposto ao progenitor que acabou de eliminar da sua Certidão de Nascimento – o que criará uma situação semelhante àquela que defende para as futuras crianças colocadas na mesma situação;

5/ insira o nome do novo ou da nova adoptante na sua Certidão de Nascimento.

6/ se os familiares do seu progenitor eliminado reclamarem da sua decisão, diga-lhes para “abrirem a mente” e que “se actualizem”, Diga-lhes que “as ligações genéticas não são suficientes para criar laços de família”; que “as ligações genéticas e biológicas não são necessárias para a parentalidade”; e que “a gestação uterina não é suficiente para justificar os laços familiares”;

7/ nunca mais mencione o nome de família do progenitor que acabou de eliminar da sua Certidão de Nascimento, incluindo os nomes dos membros dessa família. E nunca diga aos seus filhos que esse nome de família, e o seus membros, existem.

8/ finalmente, utilize os seguintes argumentos contra os seus críticos: a) “o casamento gay e adopção de crianças por pares de homossexuais fortalecerá a família e o casamento”; b) “não façam juízos de valor”; c) “¿ o que é que vocês têm contra os homossexuais?!”; d) “¿ você é homófobo?!!!”.

Terça-feira, 7 Maio 2013

Os sofismas acerca do casamento e sobre a liberdade

 

Aqui há tempos escrevi um verbete com o título “Afinal, há ateus inteligentes”. Gostaria de sublinhar que se tratou de um título corrosivo, por assim dizer, porque para além de haver vários tipos ou categorias de inteligência e não apenas um tipo, não tenho nenhuma razão objectiva para afirmar que as várias categorias de inteligência dependem da adesão à religião. Ou seja, incorri voluntariamente numa falácia non sequitur.

Hoje, através do Twingly.com, descobri esta referência a esse verbete. Mas antes de mais, convido-vos a ler este discurso do liberal inglês Nick Clegg (PDF), que faz parte do actual governo “conservador” liderado por David Cameron. E vou explicar por que a minha divergência em relação aos liberais (de esquerda ou de direita) é de fundo, ou seja, é fundamental.

Nick Clegg, como todos os liberais de direita, é a favor de um Estado mínimo, por um lado, e por outro lado é a favor da autonomia radical do indivíduo (neste último aspecto coincide com os liberais de esquerda). Por “autonomia radical do indivíduo” entende-se (também) a libertação do indivíduo em relação aos determinismos naturais que são a condição da sua existência.

Porém, a contradição da direita liberal (que não existe na esquerda liberal!) é a de que para se conseguir a autonomia radical do indivíduo, os liberais de direita precisam da intervenção e intrusão do Estado na vida privada do indivíduo. Por exemplo, quando Nick Clegg defende a ideia da criação de infantários gratuitos (pagos pelo Estado) para todas as crianças a partir dos 18 meses de idade, no sentido de “libertar” as mães da chatice de aturar os filhos, por um lado, e por outro lado para permitir que as mães possam trabalhar na fábrica ali ao lado, em vez de ter que aturar a criancinha em casa.

Tudo o que seja pré-determinado pela natureza é detestado pelos liberais (de esquerda e de direita). É nisto que consiste a autonomia radical do indivíduo: a putativa libertação de quaisquer amarras naturais. A diferença é a de que enquanto os liberais de esquerda são coerentes e defendem abertamente que um Estado forte deve intervir para “libertar o indivíduo de si próprio” (como se fosse possível que a libertação do indivíduo de si próprio possa vir do exterior do indivíduo), os liberais de direita defendem uma contradição em termos: um Estado mínimo, por um lado, e a intervenção desse Estado mínimo como garantia da autonomia radical do indivíduo, por outro lado. Aliás, verificamos essa contradição da direita liberal no que respeita à salvação dos Bancos falidos: um liberal de direita que se preze é contra o Estado, mas é a favor que o Estado salve os Bancos privados, socializando as dívidas privadas (bovinotecnia).

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