perspectivas

Quinta-feira, 10 Abril 2014

Quem consentiu o "casamento" gay que agora limpe as mãos à parede

 

Quando o Direito se funda no facto — ou seja, quando o Direito Positivo é fundado por tudo aquilo que existe na sociedade, e as leis são feitas para acomodar, no ordenamento jurídico, todos os fenómenos sociais que existam ou venham a existir —, então acontece que todas as aberrações culturais, estéticas, éticas e comportamentais tendem a ser normalizadas por intermédio das normas legais (passo a redundância intencional). E é assim que a existência de qualquer facto social passa a ser o fundamento de um qualquer novo “direito”.

Faço aqui referência a este texto do jornalista Henrique Monteiro, a que respondeu uma tal Inês Rolo (à procura de protagonismo social) aqui.

politicamente-correcto-grc3a1fico-webDesde já convém dizer que o Henrique Monteiro deveria ter sublinhado, no seu texto, que se o comportamento tradicional é (segundo o radicalismo progressivista actual) uma “construção social artificial”, então também o comportamento não-tradicional é uma “construção social artificial”. A lógica subjacente ao agir humano não difere em função de ser “tradicional”, ou não.

O que difere a Inês Rolo, por um lado, do Henrique Monteiro, por outro lado, é o conceito de “civilização”, ou seja, a importância do superego em controlar a miscelânea caótica do ID (segundo a linguagem de Freud) no sentido de formatar socialmente o ego individual que lhe permita integrar numa cultura e numa sociedade. Para a Inês Rolo, a civilização é a ausência de civilização; é a liberdade irracional do ID manifestando-se no comportamento social, e tentando impôr a toda a sociedade essa irracionalidade da liberdade do ID sem freio — porque a normalização de um comportamento é sempre uma forma de tentar estender esse comportamento a toda a sociedade: não se trata (da parte da Inês Rolo e quejandas) de uma afirmação de uma opção de um estilo de vida, mas antes de uma tentativa de universalização desse estilo de vida, dessa cultura e dessa mundividência.

Basear as normas éticas e/ou jurídicas nos factos, é uma falácia de apelo à natureza. Por exemplo, não é pelo facto de a esmagadora maioria dos homens ter barba que eles devem deixar crescer barba. Os homens podem deixar crescer a barba, se quiserem, desde que isso não interfira com a sua higiene pessoal e com a vida prática. De modo análogo, a promiscuidade sexual pode ser um factor de perigo grave de saúde pública — como já está basta- e cientificamente documentado. A normalização da promiscuidade sexual não é defensável, nem ética- nem juridicamente: não é porque existem pessoas sexualmente promíscuas que o Direito Positivo se deve ocupar de normalizar a promiscuidade sexual. Se (nos casos que se justifiquem em função do bem-comum) os factos podem eventualmente influenciar o Direito, o Direito não se funda em factos.

O facto de existirem prostitutas não significa que a prostituição seja transformada, através da sua normalização pelo Direito Positivo, em uma profissão como qualquer outra, com contrato de trabalho, pagamento de IVA e facturas e recibos, e dedução no IRS. E, no entanto, a prostituição é conhecida pela “profissão mais antiga do mundo”. Portanto, fica claro que o facto não funda o Direito.

Por fim, o problema da nossa sociedade é que se perdeu a noção de juízo universal.  

O facto de uma mulher (neste caso concreto, a Inês Rolo) não querer ser como as “outras” — em um assomo assoberbado de um narcisismo que, sendo normal nas mulheres, assume neste caso as raias de uma psicose —, não significa que as “outras” não sejam normais. Pelo contrário, a julgar pela racionalidade da curva de Gauss na análise comportamental das mulheres, a normalidade não está com a Inês Rolo. Portanto, a Inês Rolo que extravase o seu narcisismo mórbido nos intervalos das cambalhotas poliamóricas, entre a confusão de narizes, com aqueles e elas que, como ela, colocam o instinto acima da racionalidade.

Terça-feira, 4 Março 2014

O "casamento" gay e a “igualdade” que discrimina os sexos

 

O “casamento” entre pessoas do mesmo sexo constitui discriminação e segregação sexuais. A exclusão de um dos sexos em relação à instituição do casamento é feita intencionalmente.

O que é absolutamente perverso é o facto de que, em nome da “igualdade”, o “casamento” gay pretende codificar na lei a discriminação de sexos. E são as elites que batem palmas à “defesa igualitária” da desigualdade e da discriminação entre os dois sexos (através de uma forma de “casamento” que separa os sexos).

Sexta-feira, 6 Dezembro 2013

As sentinelas francesas contra o casamento anfíbio

Filed under: cultura — orlando braga @ 11:55 pm
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as sentinelas

Fotografia retirada daqui.

 


Segunda-feira, 2 Dezembro 2013

A Croácia proíbe o “casamento” invertido e anfíbio

 

 

bandeira da croacia“Os croatas aprovaram, em referendo, uma revisão da Constituição para impedir o chamado «casamento entre pessoas do mesmo sexo». A iniciativa partiu das forças políticas defensoras da Civilização e contou com o apoio da Igreja Católica, que na Croácia se movimenta em defesa dos valores cristãos e da família natural.

O Governo de esquerda tentou travar esta emenda constitucional. O Primeiro-Ministro, Zoran Milanovic, defensor da aberração chamada «casamento entre pessoas do mesmo sexo», lamentou em tom ameaçador a decisão dos croatas.”

(Fonte)

Domingo, 1 Setembro 2013

Foi você que pediu o “casamento” gay ?

Estatísticas publicadas no Canadá revelam que 4 em 5 assassinatos de gueis são perpetrados pelos respectivos “maridos”; ou seja, um “marido” guei mata o outro “marido”. E depois aparecem, nos jornais, parangonas contra a “homofobia dos heterossexuais”.

- Homicides chez les hommes gais lors de situations de violence conjugale : des statistiques alarmantes

No ano de 2010, aconteceram na cidade de Montreal 11 assassinados devido a violência doméstica; e dessas 11 mortes, 4 mortos eram “maridos” guei. Se tivermos em consideração o facto de os “maridos” guei serem uma minoria ínfima da totalidade dos maridos de Montreal, podemos ver a dimensão do problema da maridagem guei.

Não existem estatísticas em Portugal, porque a maridagem da ILGA Portugal não deixa. Mas no Canadá e em 2004, 15% dos gueis e das fufas declararam ter sido vítimas de violência dos respectivos e respectivas “maridos” e “maridas”, ao passo que no mesmo ano, apenas 7% dos cônjuges heterossexuados sofreram de violência doméstica.

Foi você que pediu a maridagem guei? Então limpe-se a esse guardanapo.

Domingo, 14 Julho 2013

Alguns conselhos para quem defende o “casamento” gay

1/ escolha um dos seus progenitores (pai ou mãe) e apague o seu nome — dele ou dela — e a sua existência da sua vida;

2/ vá ao Registo Civil e elimine o nome desse progenitor da sua Certidão de Nascimento;

3/ elimine o nome desse progenitor e de toda a sua família da sua lista de contactos, lista de telefone, álbuns de fotografias, etc.;

4/ procure um gay ou uma lésbica para ser adoptado por ele ou ela. Escolha um ou uma que seja do sexo oposto ao progenitor que acabou de eliminar da sua Certidão de Nascimento – o que criará uma situação semelhante àquela que defende para as futuras crianças colocadas na mesma situação;

5/ insira o nome do novo ou da nova adoptante na sua Certidão de Nascimento.

6/ se os familiares do seu progenitor eliminado reclamarem da sua decisão, diga-lhes para “abrirem a mente” e que “se actualizem”, Diga-lhes que “as ligações genéticas não são suficientes para criar laços de família”; que “as ligações genéticas e biológicas não são necessárias para a parentalidade”; e que “a gestação uterina não é suficiente para justificar os laços familiares”;

7/ nunca mais mencione o nome de família do progenitor que acabou de eliminar da sua Certidão de Nascimento, incluindo os nomes dos membros dessa família. E nunca diga aos seus filhos que esse nome de família, e o seus membros, existem.

8/ finalmente, utilize os seguintes argumentos contra os seus críticos: a) “o casamento gay e adopção de crianças por pares de homossexuais fortalecerá a família e o casamento”; b) “não façam juízos de valor”; c) “¿ o que é que vocês têm contra os homossexuais?!”; d) “¿ você é homófobo?!!!”.

Terça-feira, 7 Maio 2013

Os sofismas acerca do casamento e sobre a liberdade

 

Aqui há tempos escrevi um verbete com o título “Afinal, há ateus inteligentes”. Gostaria de sublinhar que se tratou de um título corrosivo, por assim dizer, porque para além de haver vários tipos ou categorias de inteligência e não apenas um tipo, não tenho nenhuma razão objectiva para afirmar que as várias categorias de inteligência dependem da adesão à religião. Ou seja, incorri voluntariamente numa falácia non sequitur.

Hoje, através do Twingly.com, descobri esta referência a esse verbete. Mas antes de mais, convido-vos a ler este discurso do liberal inglês Nick Clegg (PDF), que faz parte do actual governo “conservador” liderado por David Cameron. E vou explicar por que a minha divergência em relação aos liberais (de esquerda ou de direita) é de fundo, ou seja, é fundamental.

Nick Clegg, como todos os liberais de direita, é a favor de um Estado mínimo, por um lado, e por outro lado é a favor da autonomia radical do indivíduo (neste último aspecto coincide com os liberais de esquerda). Por “autonomia radical do indivíduo” entende-se (também) a libertação do indivíduo em relação aos determinismos naturais que são a condição da sua existência.

Porém, a contradição da direita liberal (que não existe na esquerda liberal!) é a de que para se conseguir a autonomia radical do indivíduo, os liberais de direita precisam da intervenção e intrusão do Estado na vida privada do indivíduo. Por exemplo, quando Nick Clegg defende a ideia da criação de infantários gratuitos (pagos pelo Estado) para todas as crianças a partir dos 18 meses de idade, no sentido de “libertar” as mães da chatice de aturar os filhos, por um lado, e por outro lado para permitir que as mães possam trabalhar na fábrica ali ao lado, em vez de ter que aturar a criancinha em casa.

Tudo o que seja pré-determinado pela natureza é detestado pelos liberais (de esquerda e de direita). É nisto que consiste a autonomia radical do indivíduo: a putativa libertação de quaisquer amarras naturais. A diferença é a de que enquanto os liberais de esquerda são coerentes e defendem abertamente que um Estado forte deve intervir para “libertar o indivíduo de si próprio” (como se fosse possível que a libertação do indivíduo de si próprio possa vir do exterior do indivíduo), os liberais de direita defendem uma contradição em termos: um Estado mínimo, por um lado, e a intervenção desse Estado mínimo como garantia da autonomia radical do indivíduo, por outro lado. Aliás, verificamos essa contradição da direita liberal no que respeita à salvação dos Bancos falidos: um liberal de direita que se preze é contra o Estado, mas é a favor que o Estado salve os Bancos privados, socializando as dívidas privadas (bovinotecnia).

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Segunda-feira, 25 Março 2013

A Primavera Francesa

O exemplo que nos vem de França, em que por duas vezes este ano se juntaram em Paris mais de um milhão de manifestantes contra o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de homossexuais, aconselha-nos a não votar nunca no Partido Socialista.

primavera francesa gas lacrimogenio webA repressão da polícia maçónica e socialista de François Hollande sobre os manifestantes foi brutal, atingindo inclusive crianças que acompanhavam os seus pais na manifestação. As imagens da Manif da Primavera francesa podem ser vistas aqui.

O povo francês, altamente politizado, revolta-se contra as engenharias sociais maçónicas que o Partido Socialista francês de François Hollande protagoniza. Entretanto, em Portugal e que eu saiba, a Primavera Francesa não passa nas televisões e nos me®dia em geral. A comunicação social portuguesa entrou numa espécie de auto-censura imposta pela maçonaria portuguesa e pelas forças organizadas do pensamento único.

A maçonaria já perdeu a batalha da História. Quaisquer que sejam os meios para-totalitários e de repressão brutal de que a maçonaria se sirva hoje para impor coercivamente a sua mundividência revolucionária aos povos da Europa e do mundo, já ficou bem patente que o pêndulo da História tende a encontrar um equilíbrio, e que esse equilíbrio passa pela neutralização da mente revolucionária e, por isso, pela neutralização cultural, social e política, da maçonaria.

Podem os maçons e os seus sequazes políticos continuar a reprimir, a agredir, a proibir, a ocultar a realidade aos povos, a enviesar as evidências, a inquirir, a censurar. De nada lhes adiantará. E o pior pode estar para vir, porque a violência maçónica irá inexoravelmente ser causa de uma violência inédita contra aqueles que agora se servem da força bruta do Estado para impôr uma visão elitista e gnóstica da realidade.

Hoje, é o próprio Rousseau que clama contra a maçonaria: “Um direito digno desse nome não prescreve quando a força bruta do Estado acaba”. E se os ideais maçónicos precisam da força bruta do Estado para se imporem à sociedade, então parece ser evidente que a maçonaria tem os seus dias contados.

Crianças francesas vítimas do gás lacrimogéneo da polícia maçónica

Crianças vítimas do gás lacrimogéneo da polícia maçónica

Quarta-feira, 6 Março 2013

O relatório de Patrícia Morgan acerca do “casamento” gay

A especialista britânica de política familiar e professora da universidade de Buckingham, Patrícia Morgan, apresentou recentemente um relatório ao parlamento inglês acerca das consequências da legalização do “casamento” gay. O relatório foi efectuado mediante a análise da experiência dos Estados onde o “casamento” gay foi legalizado — Suécia, Noruega, Dinamarca, Holanda, Espanha, o Canadá e os Estados Unidos; Portugal está fora da lista porque o “casamento” gay em Portugal não permite a adopção de crianças. O relatório, em inglês, pode ser lido aqui (PDF), e resume-se no seguinte:

  • a ideia segundo a qual o “casamento” gay reforça a instituição do casamento revelou-se, pela experiência, falsa;
  • na medida em que o casamento é redefinido na lei para acomodar os relacionamentos gay, passa para a cultura antropológica a ideia segundo a qual o casamento não tem nada a ver com a paternidade e com a maternidade;
  • o “casamento” gay tem como consequência, na cultura antropológica, a banalização das uniões heterossexuais e a separação entre o casamento, por um lado, e a maternidade e paternidade, por outro lado;
  • em Espanha, após a introdução do “casamento” gay, verificou-se uma aceleração marcada do declínio do casamento (o número de casamentos celebrados, em geral na sociedade, baixou);
  • nos países com “casamento” gay, as relações nos casais (de sexo oposto, obviamente) tendem a identificar-se com as normas comportamentais gay, e não o contrário;
  • o “casamento” gay não impede a efemeridade endógena e idiossincrática dos relacionamentos gay;
  • o “casamento” gay é um direito negativo, ou seja, o que interessa à comunidade minoritária gay é que o casamento esteja disponível, embora a participação na instituição do casamento não tenha interesse para os gays;
  • o “casamento” gay faz parte de uma política anti-família e anti-casamento, de que a Suécia é o exemplo típico;
  • o “casamento” gay desencadeia o desmembramento das estruturas familiares nas sociedades tradicionalmente favoráveis à família (como é o caso de Portugal e Espanha).

[ via ]

Terça-feira, 20 Março 2012

O fim anunciado da monarquia inglesa

“Peter Bone MP has written to equalities minister Lynne Featherstone asking whether the Government has considered the constitutional implications.

If same-sex marriage is allowed, he said, a lesbian Queen could reign on the throne with a Queen consort.”

via Redefining marriage could affect monarchy, says MP | News | The Christian Institute.

A intenção de David Cameron em desconstruir a instituição do casamento no Reino Unido, para acomodar na lei meia dúzia de gays — transformando o casamento em um direito negativo, tal como aconteceu, infelizmente, em Portugal —, terá consequências na legitimidade da multi-secular monarquia inglesa, que passa a correr risco de extinção.

Em primeiro lugar, o rei ou a rainha de Inglaterra são os governadores supremos da Igreja de Inglaterra (Igreja Anglicana); e dado que esta última não aceitará a celebração de “casamentos” gay, passará a existir em Inglaterra uma contradição basilar e uma crise constitucional entre o poder político, por um lado, e o poder religioso e espiritual, por outro lado.

Em segundo lugar está o problema dos títulos. Por exemplo, à mulher de um homem a quem é concedido o título de SIR [por exemplo, Sir Elton John], é concedido automaticamente o título de LADY. Se Elton John não fosse fanchono, e fosse casado, a sua mulher teria o título de “Lady”. Ora, com a extensão do “casamento” a pares de gays, das duas uma: ou a “marida” de um gay passa a ser uma “Lady”, ou as mulheres dos titulares [homens] deixam de ter direito ao título de “Lady”.

E por último, e não menos importante, poderíamos ver um rei gay “casado” com um machão que seria uma “marida” e a “rainha consorte” gay — um par de fanchonos no trono de Inglaterra. E mais: uma rainha lésbica e a sua consorte lésbica poderiam recorrer à fertilização in vitro e à barriga-de-aluguer, sendo que o dador de esperma, qualquer que fosse, teria automaticamente direito a um título nobiliárquico por Direito.

Em suma: o “casamento gay” é coisa de republicano fanchono.

Segunda-feira, 9 Janeiro 2012

Portugal não respeita as convenções internacionais dos direitos humanos

Filed under: homocepticismo,politicamente correcto,Portugal — orlando braga @ 10:04 am
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Convenção Europeia dos Direitos Humanos, artigo 12:

Homens e mulheres em idade de casamento têm o direito de casar e fundar uma família de acordo com as leis nacionais que regulem o exercício desses direitos.”

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem tem recusado sistematicamente qualquer alteração ao artigo 12, o que significa que o casamento é exclusivamente celebrado entre um homem e uma mulher.


Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo 16:

(1) Men and women of full age, without any limitation due to race, nationality or religion, have the right to marry and to found a family. They are entitled to equal rights as to marriage, during marriage and at its dissolution.
(2) Marriage shall be entered into only with the free and full consent of the intending spouses.
(3) The family is the natural and fundamental group unit of society and is entitled to protection by society and the State.


International Covenant on Civil and Political Rights, Artigo 23:

1. The family is the natural and fundamental group unit of society and is entitled to protection by society and the State.

2.The right of men and women of marriageable age to marry and to found a family shall be recognized.

Portugal é um país pária e fora-da-lei.

Sexta-feira, 15 Julho 2011

A felicidade, a ética e o direito

A Itália acaba de rechaçar a lei esquerdista da eutanásia, depois de França, a Bulgária e a Polónia terem feito o mesmo. Alegadamente, os proponentes da lei da eutanásia fazem-no em nome da liberdade do indivíduo e, paradoxalmente, em nome do direito individual à felicidade — ou seja, não podendo o indivíduo ser feliz, terá, então, o direito a exigir da sociedade o seu aniquilamento.
Um fenómeno semelhante passou-se com o “casamento” homossexual e com guerra cultural subversiva pelos novos “direitos” dos gays. Talvez o argumento mais propalado pelo gayzismo e acolhido na opinião pública foi o de que “todos têm o direito à sua felicidade”.

Eu sou a favor da valorização da opinião pública nas decisões políticas. Pior do que a opinião pública é corrermos o risco de cairmos em uma ditadura de sábios. G. K. Chesterton escreveu: “Without education, we are in a horrible and deadly danger of taking educated people seriously.” (sem a educação, corremos um horrível e mortífero perigo de levar a sério as pessoas educadas). Porém, se perguntarmos a uma pessoa (qualquer que seja) o que é a felicidade, ela não saberá dizer o que é. A felicidade não tem definição: nem colectiva, nem individual.
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