
Absurdo com pernas
A lei portuguesa não permite, por princípio — e bem! — a existência de crianças filhas de pai incógnito. A adopção é feita no interesse das crianças e não no interesse dos adultos; neste domínio, não vale tudo. A lei portuguesa restringe a procriação medicamente assistida a casais heterossexuais — passo a redundância — e não abrange duplas de gays.
O povo português tem tido uma grande paciência com uma minoria de esgrouviados mentais. Se for necessário, para travar a apetência gayzista pelas crianças, há que rever a lei recentemente promulgada pelo presidente da república através de uma nova maioria no parlamento, ou realizando-se o referendo que não se fez. Não há leis irreversíveis.














