perspectivas

Sexta-feira, 17 Maio 2013

Na mouche!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:56 pm
Tags: , , , ,

“Ficamos a saber que os costumes são mais uma fronteira que o «democrata-cristão» Paulo Portas e o seu partido podem facilmente ultrapassar.”

De Passos Coelho poderíamos esperar tudo. De Paulo Portas apenas esperamos a hipocrisia política.

O Partido Social Democrata aprovou a lei de adopção de crianças por pares de homossexuais

A lei da adopção de crianças por pares de fanchonos passou no parlamento graças ao Partido Social Democrata. Este partido deve ser responsabilizado pelas consequências sociais e culturais que advenham desta aprovação.

“Teresa Leal Coelho, Luís Menezes, Francisca Almeida, Nuno Encarnação, Mónica Ferro, Cristóvão Norte, Ana Oliveira, Conceição Caldeira, Ângela Guerra, Paula Cardoso, Maria José Castelo Branco, Joana Barata Lopes, Pedro Pinto, Sérgio Azevedo, Odete Silva e Gabriel Goucha foram os sociais-democratas que votaram a favor do diploma do PS.”

Três deputados do CDS/PP abstiveram-se na votação — e quem cala consente. Foram eles: João Rebelo, Teresa Caeiro e Michael Seufert. Não conheço o último, mas os dois primeiros nunca me enganaram, e agora confirmaram aquilo que eu já pensava deles. E enquanto eles se apresentarem nas listas do CDS/PP para qualquer eleição, o CDS/PP não terá o meu voto. O CDS/PP causou um dano a si próprio maior do que esse partido possa pensar agora.

O termo “co-adopção” é um eufemismo próprio da linguagem orwelliana adoptada pela classe política

Co-adopção significa adopção; ponto final. E significa também basicamente três coisas:

1/ à criança adoptada por um par de gays é-lhe retirada a possibilidade de ter uma linhagem genealógica de pai e mãe; o parlamento criou uma nova injustiça de raiz que só pode ser remediada com a repressão política e cultural sobre os casais naturais que tenham filhos; e se ter filhos e educá-los já é difícil, as consequências políticas da nova lei vão desincentivar (ainda mais) os futuros casais a ter filhos. A classe política criou uma nova injustiça de base, para assim justificar, no futuro próximo, a tirania sobre as pessoas comuns e normais em nome de uma putativa igualdade.

Devemos todos temer o pior. Ao legitimar uma nova injustiça, a classe política procura uma nova forma de despotismo em nome do igualitarismo.

2/ a lei dá sinal verde às lésbicas e às mulheres em geral que queiram engravidar de pai incógnito, dizendo-lhes que a ausência de pai biológico declarado nos Tribunais de Menores não tem problema nenhum. Algumas disposições do Código Civil que procuram definir a identidade da criança e a legitimação do pai biológico, deixam de ter um valor real. Esta lei transforma o estatuto de “filho de pai biológico incógnito” em um valor cultural a seguir. Os efeitos na cultura antropológica desta valorização serão devastadores, como é óbvio e como qualquer pessoa com dois dedos de testa pode prever.

3/ a nova fase da luta gayzista já surgiu hoje mesmo:

“A aprovação do projecto de lei do PS, que consagra a possibilidade de co-adopção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo, “é bem-vinda, mas não deixa de ser um passo pequenino numa escadaria enorme”, reagiu nesta sexta-feira João Paulo, editor do site Portugal Gay.”

A nova fase da luta política gayzista é a adopção não-biológica, o negócio das “barriga de aluguer” e a procriação medicamente assistida para todas as mulheres — ou seja, a valorização e celebração do estatuto da criança filha-de-puta. Naturalmente que quando a própria lei protege e acarinha a existência de filhos-de-puta, estes têm que ser protegidos através da repressão da maioria da população. É neste sentido que se declara o seguinte:

“A Associação Novos Rumos – Homossexuais Católicos também já se congratulou com a aprovação do projecto de lei socialista. “É um passo importante no sentido de vir a alargar as famílias com capacidade de adopção aos casais do mesmo sexo”, escreve a associação num comunicado em que reclama do Estado acções de sensibilização, a fazer verter nos programas escolares, por exemplo, para que “essas crianças não sejam vítimas de preconceito, isolamento e bullying nas escolas”.

A repressão sobre as crianças com pai e mãe vai começar a acentuar-se, podendo atingir mesmo níveis de desumanidade e em nome do bullying. A partir de agora, qualquer frase de uma criança pode ser arbitrariamente considerada bullying e sujeita a repressão. A escola deixou de ser pré-politica (como deveria ser e foi defendido por Hannah Arendt) e já está totalmente politizada.

Note-se que segundo o catecismo católico, o comportamento homossexual é considerado erro moral grave. E no entanto vemos os me®dia referirem-se acriticamente a “homossexuais católicos”, como se a sodomia fosse perfeitamente aceite pelo direito canónico.

A seguir, prevê-se que o parlamento vá adoptar a “lei de ódio”, por iniciativa do Bloco de Esquerda. Mesmo que a proposta de “lei de ódio” do Bloco de Esquerda não passe imediatamente, o Partido Socialista irá filtrar a lei e adaptá-la ao “progresso da opinião pública”.
Por exemplo, se eu escrever aqui “fanchono” em vez de “homossexual”, poderei ser preso preventivamente aguardando julgamento. E mesmo que escreva homossexual, se a minha opinião for crítica, poderei ser no mínimo censurado pelo ministério público através de uma intimação nesse sentido ao servidor onde este blogue está alojado.

A censura à liberdade de expressão está na calha. Esta classe política já não merece credibilidade e deve ser combatida por todos os meios possíveis e disponíveis.

A desconstrução da linguagem orwelliana de Paulo Corte-Real

A Helena Matos, do blogue Blasfémias, fez aqui um fisking notável à linguagem orwelliana do líder político gayzista Paulo Corte-Real. Aliás, diga-se de passagem que a Helena Matos é, em minha opinião, talvez a única pessoa no dito blogue com bom-senso.

Vale a pena ler.

Quinta-feira, 16 Maio 2013

Paulo Corte-Real e a democracia entendida como ‘ditadura da maioria’

Democracia não é equivalente a ditadura da maioria, bem pelo contrário – e é por isso que é fundamental que exista e se aplique efectivamente uma Constituição que salvaguarde, nomeadamente, direitos fundamentais de minorias e princípios constitutivos do regime democrático. “ — Paulo Corte-Real, Presidente da ILGA (*)

1/ Paulo Corte-Real não diz o que a democracia é; apenas diz o que, na opinião dele, a democracia não é; e diz ele que 1/ “a democracia não é uma ditadura da maioria”, e que 2/ os “direitos fundamentais de minorias” opõem-se à “ditadura da maioria” que alegadamente não é democracia.

2/ Como é que havemos de pegar nestas “ideias” do líder homossexualista? O problema é que o líder político homossexualista português não define “democracia”, porque uma definição pela negativa não é definição propriamente dita. Por exemplo, o não-branco não é apenas o negro; ou seja, quando dizemos apenas que uma coisa “não é branca”, ficamos sem saber qual é exactamente a cor dessa coisa.

3/ Portanto, o que devemos saber é o que é a “democracia”, por um lado, e depois saber se, à luz da definição de “democracia”, esta é de facto uma “ditadura da maioria”; mas para isso temos também que definir “ditadura”. E finalmente, temos que saber o que são “direitos fundamentais”, sejam estes de minorias ou de maiorias, porque os direitos fundamentais não se aplicam só às minorias, nem são atributo exclusivo das minorias.

Em filosofia política, podemos definir “democracia” da seguinte forma: democracia é uma forma de soberania, segundo um tipo de organização política na qual é o povo — ou seja, o conjunto dos cidadãos sem distinção de classe, riqueza ou competência — que detém ou que controla o poder político.

(mais…)

A legalização do estatuto de filho de pai incógnito

A esquerda portuguesa — e alguns submarinos, como por exemplo Adolfo Mesquita Nunes — pretendem legalizar e normalizar o estatuto de filho de puta.

“O PCP vai votar favoravelmente, na sexta-feira, o projecto do PS sobre co-adopção por “casais” do mesmo sexo e abstém-se face aos diplomas do Bloco de Esquerda e “Os Verdes” sobre adopção por “casais” do mesmo sexo.”

Todos nós devemos estar atentos aos deputados do Partido Social Democrata e do CDS/PP que votarem favoravelmente esta lei.

Em finais da década de 1970, foi criada, por iniciativa da esquerda, uma lei que combatia a existência de crianças com “pai incógnito”. E eu achei muito bem. Hoje, a esquerda pretende que o estatuto de filho da puta passe a ser uma coisa digna e muito linda.

Declaração Universal dos Direitos da Criança

“A criança é registada imediatamente após o nascimento e tem desde o nascimento o direito a um nome, o direito a adquirir uma nacionalidade e, sempre que possível, o direito de conhecer os seus pais e de ser educada por eles.” — artigo 7, § 1

“Os Estados Partes comprometem-se a respeitar o direito da criança e a preservar a sua identidade, incluindo a nacionalidade, o nome e relações familiares, nos termos da lei, sem ingerência ilegal.” — artigo 8, § 1

“No caso de uma criança ser ilegalmente privada de todos os elementos constitutivos da sua identidade ou de alguns deles, os Estados Partes devem assegurar-lhe assistência e protecção adequadas, de forma que a sua identidade seja restabelecida o mais rapidamente possível.” — artigo 8, § 2

Sexta-feira, 10 Maio 2013

Cumbersa com um ateu sobre o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de homossexuais

Este verbete vem na sequência destoutro.

1/ existe uma falácia lógica que dá pelo nome de sorites, que é normalmente utilizada quando alguém se encontra encurralado perante um argumento adversário em concreto, e que consiste em ir buscar toda ou parte da história do pensamento desse adversário para tentar assim rebater esse argumento em particular e em concreto. Por exemplo, se eu digo num verbete, em concreto, que é aquele que está sujeito a debate, que “o casamento é uma instituição”, o meu adversário vai buscar, como argumento contra, um outro verbete de há um mês em que eu escrevi que “o casamento decorre de um contrato”. Embora, neste caso concreto, as duas proposições não seja contraditórias entre si, não é honesto ir buscar como argumentário alguns textos que não sejam aquele que está em discussão.

2/ naturalmente que quando eu escrevi que as elites patrocinam “um determinado tipo de relacionamento sexual (a sodomia e o “casamento” gay), promovendo-a e impondo-a coercivamente a toda a sociedade através da força bruta do Estado”, falava de imposição cultural (cultura antropológica). Não me passaria pela cabeça que alguém pensasse outra coisa diferente disto e interpretasse o texto à letra, mas a verdade é que me enganei. Das duas uma: ou quem interpretou à letra o que eu escrevi é limitado de raciocínio, ou está de má-fé.

3/ o escriba ateu em questão confunde duas coisas diferentes, mas essa confusão só pode advir de uma má-compreensão, ou então de má-fé: diz ele (implicitamente) que por eu ser contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de homossexuais, isso significa que eu odeio os homossexuais enquanto pessoas. Seria como se alguém dissesse que por eu ser contra a poligenia (ou poligamia), isso significaria que eu odiaria qualquer pessoa em si mesma que se encontrasse numa situação polígama.

O ateu parece não saber distinguir o comportamento de uma pessoa, por um lado, e a pessoa em si mesma, por outro lado. Ora, isto é extraordinário! Perante isto, a ciência cala-se.

(mais…)

Quinta-feira, 9 Maio 2013

O Partido Socialista quer ‘meter só a cabecinha’

Lembram-se a cantiga do Quim Barreiros, “Deixa-me meter a cabecinha?” O Partido Socialista de António José Seguro está igual:

Não significa que todos os casais constituídos por pessoas do mesmo sexo possam vir a poder adoptar crianças. Significa apenas “acautelar o futuro, o bem-estar e a segurança” das crianças que “já vivem os seus dias em famílias homoparentais”. Como? O membro do casal que não é pai deve ter a possibilidade de adoptar o filho do seu companheiro. A proposta é do PS. Na próxima semana o Parlamento debate o tema.” — Adopção por pares gay volta ao Parlamento, advogados defendem chumbo

Entretanto, Marinho Pinto e com razão recusa adopção por famílias onde “um homem faz de mãe e uma mulher faz de pai”. Mas isto é tão básico que até um animal, como por exemplo António José Seguro, deveria ver. Mas ele não vê, o que o relega para a condição vegetal.

O Partido Socialista quer resolver alguns problemas pessoais de alguns deputados que não deveriam estar na bancada socialista em função da sua ideologia.

Enquanto o Partido Socialista não recambiar a Isabel Moreira para o Bloco de Esquerda de onde não deveria nunca ter saído, não se safa. Pode até ganhar as autárquicas como sinal de protesto do povo contra Passos Coelho; mas nunca conseguirá uma maioria absoluta no parlamento enquanto patrocinar as políticas esdrúxulas e psicóticas do Bloco de Esquerda.

Terça-feira, 7 Maio 2013

A adopção de crianças por pares de homossexuais vai contra os direitos humanos

Filed under: ética — O. Braga @ 9:34 pm
Tags: , , ,

Na imagem abaixo vemos Xavier Bongibault, homossexual, ateu, um dos líderes do movimento francês Manif Pour Tous que é contra a adopção de crianças por pares de homossexuais.

Xavier Bongibault 427 web.jpg

A oposição à adopção de crianças por pares de homossexuais não tem necessariamente a ver com a religião, mas antes tem a ver essencialmente com os direitos humanos e com os direitos da criança. Por princípio, uma criança tem direito a um pai e a uma mãe, ou não sendo possível, a uma situação análoga à dos pais biológicos. E não é admissível que a criança se transforme em um objecto de tráfico humano, com “barriga de aluguer” e procriação medicamente assistida incontrolada e indiscriminada.

Esta luta não tem nada contra os homossexuais. É uma luta pela ética e pelos direitos da criança.

Segunda-feira, 6 Maio 2013

Para os liberais, o acto de parir é um mal em si mesmo

Na imagem abaixo podemos ler : “a mulher não é uma fábrica de bebés”. O slogan concede ao acto reprodutor uma conotação negativa. Para os liberais (de esquerda e de direita), o acto de dar à luz uma criança, entendido esse acto em si mesmo, não é positivo. O mais que podemos dizer é que, para os liberais, esse acto é eticamente neutro, ou seja, o seu valor é neutro.

Não se trata aqui de uma opinião de uma determinada mulher, ou de outra em particular, acerca do acto de parir: antes, trata-se de atribuir um valor universalum valor imposto a toda a sociedade — acerca desse acto natural. Não se trata aqui de dizer que uma mulher deve ter um filho em vez de dez: antes, trata-se de neutralizar eticamente o acto de nascer, e impor essa neutralidade a toda a sociedade independentemente do número de filhos que uma mulher possa ou queira ter. Estamos em presença de uma tentativa de normalização da neutralidade de um valor que decorre da lei natural e que é essencial para o futuro da sociedade.

Porém, o que é mais grave, é que os liberais que defendem essa neutralidade do acto de nascer são os mesmos que defendem a procriação medicamente assistida para todas as mulheres de uma forma irracional e indiscriminada, por um lado, e por outro lado defendem legalização das “barriga de aluguer” que vai criar um novo tipo de escravatura no terceiro mundo.

XX + XY = lei natural

XX + XX = procriação medicamente assistida

XY + XY = “barriga de aluguer”

feminismo sem parir 500 web

Terça-feira, 30 Abril 2013

Cria-se uma situação de facto para forçar uma norma na lei

A lei deve ser geral e abstracta; deveria ser assim mas já não é. A decadência do Direito na Europa acontece quando sistematicamente se adequa a norma ao facto. A adequação sistemática da norma do direito ao facto seja este natural, social ou cultural, é uma característica dos totalitarismos: por exemplo,os nazis não fizeram outra coisa: fabricavam factos sociais para depois os “legitimar” por lei.

Desde Hitler que sabemos que os movimentos políticos libertários são totalitários por natureza.

A fabricação de factos sociais é conseguida através do mimetismo cultural, por um lado, e por outro lado através da valorização desses factos fabricados, na cultura antropológica. Por exemplo, na Alemanha, os defensores de práticas sexuais com animais (os zoófilos) organizaram-se em um movimento político que tem por objectivo exactamente a criação de um facto sócio-cultural: por um lado, o movimento político zoófilo alemão pretende valorizar, na cultura antropológica, a prática do sexo com animais; e por outro lado, pretende criar um mimetismo cultural na sociedade que faça aumentar o número de aderentes à causa, mesmo de muitas pessoas que nunca lhes terá passado pela cabeça ter sexo com animais, ou de pessoas que não tendo sexo com animais terão muita pena dos zoófilos “discriminados pela lei”.

Michael Kauch web

O deputado libertário e homossexualista Michael Kauch

Portanto, cria-se um facto que se transforme progressivamente em fenómeno social, e a partir desse facto criam-se novas normas expressamente adequadas a esse facto em particular. A partir deste princípio, tudo é possível, dependendo apenas da força política do fenómeno social criado pelo facto. Baseado neste princípio de adequação da norma ao facto, os nazis instituíram na lei a condição dos judeus como sub-humanos.

O movimento político homossexual insere-se neste fenómeno de subversão das regras fundamentais do Direito quando promove a adequação da norma ética e legal ao facto. O fenómeno social invertido parte desses dois princípios: valorização (e celebração) da homossexualidade na cultura antropológica, por um lado, e por outro lado a promoção de um mimetismo cultural que transforme um facto em um fenómeno social de larga escala e que “justifique” a adequação da norma ética e legal a esse facto (como aconteceu no nazismo).

Justifica-se essa subversão dos princípios do Direito com a necessidade de reconhecimento de alegados “direitos negados” pela sociedade — por exemplo, o direito da afirmação cultural do povo alemão, segundo o nazismo —, ou seja, os “direitos humanos” transformam-se numa política em si mesma, e cujo corolário a médio ou longo prazo será a negação de direitos básicos de uma parte substancial da sociedade.

Na Alemanha, os nazis eram uma ínfima parte da população, mas conseguirem arrastar todo um povo para uma situação de degradação moral e humana. Para isso, 1/ os nazis criaram factos políticos, sociais e culturais; 2/ valorizaram esses factos através dos me®dia e da política; 3/ criaram um fenómeno de mimetismo cultural que promoveu o apoio ideológico do nazismo por toda a sociedade; e finalmente 4/ adequaram as normas aos factos, criando uma monstruosidade totalitária em nome da defesa da liberdade.


Na actual Alemanha temos um exemplo dos “direitos humanos” como política — porque a História repete-se, embora com outros conteúdos, mantendo-se a forma — com o deputado libertário alemão Michael Kauch. A visibilidade política e social do deputado é um amplificador cultural e social de um facto criado que se transforma, por mimetismo cultural, em um fenómeno social que, por sua vez, obriga o Direito a adequar a norma ao facto, contando, para esse efeito, com o formalismo processual do Direito Positivo afastado de qualquer lógica e racionalidade real e extrínseca (por exemplo, totalmente divorciado da lei natural): o mesmo formalismo processual e burocrático do Direito que permitiu o holocausto judeu.

Desde Hitler que sabemos que os movimentos políticos libertários são totalitários por natureza.

Sexta-feira, 26 Abril 2013

Penas de prisão para os pais e mães portugueses?!

Recebi o seguinte email (ver imagem abaixo) segundo o qual o Partido Socialista, em conluio com o Partido Social Democrata de Passos Coelho, pretende fazer passar, por decreto da assembleia da república, a adopção de crianças por pares de homossexuais e com as seguintes medidas adicionais (sic):

  • Normalização (da homossexualidade) da sociedade que (as crianças) a partir dos 3 anos leva com “doutrinação” LGBT para acolher “todos os tipos de famílias” e para serem as crianças desde o infantário sejam “mais inclusivas”;
  • Orfanatos Católicos, que vão de ter de dar as crianças se não estarão a infringir a lei ;
  • Da Creche à faculdade : novos cursos e “mamas” para todo o Esquerdista, Liberal, que pretenda vender a alma para doutrinar as “maravilhas do homossexualismo”;
  • Mudança dos Cartões de Identificação, e todos os documentos civis de “Pai e mãe” para “parente 1″ e “parente 2″ ;
  • Prisão/multas para quem não quiser matricular o filho numa creche inclusiva, ou que não deseje que o filho frequente aulas de “inclusividade” – Propaganda LGBT

Como eu não tive conhecimento disto nos me®dia, agradeço a quem tenha informações que possam corroborar isto que as deixe ficar em comentário ou me envie por correio electrónico (endereço de email na barra direita).

adopção gay em portugal png web

Quinta-feira, 25 Abril 2013

O homofascismo progressista e a legalização da escravatura e do eugenismo

A compra de uma criança será sujeita a um contrato de compra e venda legal.
Uma criança poderá custar entre 5 mil e 100 mil Euros (excluindo viagens e recrutamento), dependendo da raça da mulher que vai parir, do país dessa mulher, da qualidade da procriação, da qualidade do material oferecido pela “barriga de aluguer”, e do contrato em particular.

A reclamação do “direito” homofascista “a ter uma criança” permitirá a criação de um mercado “progressista” de compra e venda de seres humanos, e criará as condições para o aparecimento de uma nova escravatura de mulheres pobres e crianças em todo o mundo.

Antes de votar nas próximas eleições para o parlamento, há que saber o que cada partido pensa da adopção de crianças por pares de homossexuais. Eu votarei num partido que se oponha, nem que seja o Partido Comunista.

A aprovação do “casamento” gay e da adopção de crianças por pares de homossexuais em França vai ampliar o mercado do tráfico de crianças e estabelecer definitivamente um novo tipo de escravatura que é promovida não só pela Esquerda caviar, mas também por uma certa “Direita”.

1/ existe uma diferença entre o conceito de “ausência de fertilidade”, por um lado, e por outro lado, o de “infertilidade” propriamente dita e entendida como condição médica. A “ausência de fertilidade” não é uma condição médica, mas antes é uma opção do homem e/ou da mulher homossexuais — os homossexuais que escolheram não procriar mediante relações sexuais. A ausência de fertilidade não é determinada pela natureza, mas tem um fundamento volitivo (opção de estilo de vida).

(mais…)

Página seguinte »

Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 317 outros seguidores